Pontos Turísticos – Curitiba

Quem me conhece sabe que sou adepta ao turismo independente, sem essa de ver a cidade por dentro de um ônibus de excursão. Porém, em Curitiba, pegamos aqueles Ônibus de Turismo, de dois andares, e foi a escolha mais acertada da vida! A cidade é bem grande e os pontos turísticos não estão todos juntinhos. Além disso, você recebe informações sobre os lugares pelos quais ele passa (português, inglês e espanhol).

O ônibus percorre 46 Km e a cartela com cinco passes (direito a um embarque e quatro reembarques no mesmo dia) custa R$ 35 – você desce nos pontos que mais te interessa, visita tudo à pé e depois reembarca, gastando um passe. O serviço funciona de terça-feira a domingo, das 9h até 17h30 (veja os horários e pontos de embarque).

Nosso ponto de partida e chegada foi a Praça Tiradentes, onde é possível comprar os tickets (Primeiro horário às 9h e último às 17h30).

Com o ônibus, visitamos os seguintes lugares:

:: JARDIM BOTÂNICO (Rua Ostoja Roguski – Jardim Botânico)

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Esse talvez seja o ponto turístico mais famoso de Curitiba. A linda estrutura metálica abriga diversas espécies botânicas, além de um jardim francês e uma estufa com exemplares da Mata Atlântica. No Jardim das Sensações (aberto de terça a domingo, das 9h às 17h), você pode se jogar no mundo das plantas de olhos vendados, estimulando o olfato e sentindo texturas bem diferentes.

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Além da construção em si, o Jardim Botânico de Curitiba possui um jardim externo lindo, muitos bancos e cantinhos deliciosos para aproveitar a vista e o fresquinho das árvores. Tudo lindo e delicioso, sério!

Funcionamento:
Segunda a domingo.
Verão: das 6h às 20h.
Inverno: 6h às 19h30

:: ÓPERA DE ARAME / PEDREIRA PAULO LEMINSKI (Rua João Gava, s/n°. – Abranches)

O que antes era uma pedreira se transformou em um lindo e inusitado teatro, localizado no meio de lagos e cascatas, totalmente na natureza.

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Com uma estrutura tubular de aço e teto transparente, a Ópera de Arame é conhecida por possuir uma das arquiteturas mais inovadoras do mundo. Pena que só dá para visitar tudo, tudinho, em dias de espetáculos – o espaço recebe apresentações para mais de 1.500 espectadores.

Funcionamento:
Segunda a domingo, das 8h às 19h.

:: TEATRO DO PAIOL (Praca Guido Viaro, s/nº – Prado Velho)

Marco da transformação cultural de Curitiba, o Teatro surgiu a partir da reforma de um antigo paiol de pólvora construído em 1906.

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O local foi batizado por ninguém mais ninguém menos que Vinícius de Morais. Tá bom ou quer mais?

Funcionamento:
Terça a sexta, das 14h às 18h30
Sábado e domingo, das 15h às 18h30

:: BOSQUE DO ALEMÃO 

Construído em homenagem aos imigrantes alemães que chegaram a Curitiba, o Bosque é a coisa mais linda! Bem no alto (desça do ônibus nesse ponto!) está o Oratório de Bach, uma réplica de uma igreja presbiteriana, onde há uma sala de concertos e uma lanchonete com produtos típicos – o café com strudel é beeeem gostoso!

Vista da Torre dos Filósofos
Vista da Torre dos Filósofos

Dali, atravessamos a passarela até o mirante na Torre dos Filósofos (que vista!), descemos por uma trilha que conta a história de João e Maria e chegamos até a parede de uma antiga casa (me lembro que tem uma história mais completa, mas esqueci…). Lá, você pega o ônibus de novo para seguir viagem.

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:: MONUMENTO UCRANIANO (Rua Dr. Mba de Ferrante, s/nº, Parque Tingui – São João)

O Monumento Ucraniano é uma das principais atrações turísticas do Parque Tingui. É um dos lugares mais fotogênicos da cidade – tudo é feito de madeira encaixada, bem no estilo ucraniano (assim li, assim vi e assim acreditei).

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Por lá foi construída uma réplica da Igreja São Miguel Arcanjo, onde tem um museu com objetos da igreja ortodoxa, coleção de pêssankas e artesanato típico. Vale as comprinhas!

Funcionamento:
Todos os dias, das 8h às 18h.

Como nos hospedamos no centro, conseguimos fazer vários passeios à pé.

:: RUA DAS FLORES (Rua XV de Novembro – Centro)

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A Rua XV de Novembro é conhecida como Rua das Flores porque possui canteiros sempre floridos. Fechada para carros – foi o primeiro calçadão do Brasil – a rua é uma das principais da cidade. Nela você vai ver muitos prédios históricos, lojas populares, bancos, cerejeiras, postes de época, o Bonde da XV e o Palácio Avenida, famoso pelas apresentações de Natal. Muitos artistas de rua transformaram o calçadão e palco e ganham o pão de cada dia por ali.

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:: RUA DAS 24 HORAS (Rua Visconde de Nácar, S/N – Centro)

A rua, totalmente reformada em 2011, é um dos pontos de interesse em Curitiba. Apesar do nome, as lojas, bares e restaurantes que abrigam a estrutura com teto de vidro não ficam abertos 24 horas por dia, mas o horário de funcionamento é bem estendido – alguns só fecham à meia-noite. São apenas 17 pontos comerciais, mas o passeio vale a pena para ver os arcos metálicos e os relógios com 24 intervalos pendurados em todas as entradas.

:: Praça Tiradentes

Essa praça, bem no centro da cidade, é sede da Catedral de Curitiba (não cheguei a entrar) e é o Marco Zero da cidade – todas as distâncias são medidas a partir daqui. É na praça o primeiro ponto de embarque do ônibus de turismo.

:: LARGO DA ORDEM

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Esse largo é uma graça. Fui em um domingo, onde é realizada uma feira de artesanato que vende de tudo. Adoooro! As casas ao redor são todas coloridas, muitos bares colocam mesinhas na rua e a “praça” tem ainda um restaurante Madero – hamburgueria curitibana maravilhosa. Por isso, anote: domingo em Curitiba é sinônimo de compras na feira, chopp nos bares, almoço no Madero (review aqui) e sobremesa das banquinhas.

:: PAÇO DA LIBERDADE (Praça Generoso Marques)

O prédio – muuuito bonito – é tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional. Pena que só vi por fora, pois estávamos com pressa de pegar o ônibus, mas juro que da próxima vez eu entro! Rs…

Funcionamento:
Terça a domingo, das 9h às 22h.
Entrada gratuita

:: MUSEU OSCAR NIEMEYER (Rua Marechal Hermes, 999 – Centro Cívico)

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Sensacional. Apenas isso o que tenho para dizer sobre esse museu. O formato de olho impressiona por fora, a decoração interna desperta curiosidade, o café com mesas espelhadas é um respiro e as exposições são sensacionais.

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Não há muito o que falar, mas há coisa demais para se ver. Apenas não deixe de entrar e apreciar as exposições!

Funcionamento:
Terça a domingo, das 10h às 18h

Ingresso:
R$ 12,00
R$ 6,00 (meia-entrada)
Venda de ingressos até 17h30

Pontos Turísticos – Buenos Aires

Plaza de Mayo
Ponto de partida de muitos turistas, a Plaza de Mayo concentra uma boa parte dos pontos turísticos de Buenos Aires. O local sempre foi o centro da vida política da cidade, mas ficou famosa mesmo com os protestos constantes das mães de desaparecidos durante a ditadura militar. Todas as quintas-feiras, entre as décadas de 1960 e 1980, o grupo se reunia na praça com as fotos dos seus filhos em mãos, em um comovente manifesto.

A praça também é ponto de encontro dos peronistas – movimento criado e liderado a partir do pensamento de Juan Domingo Perón, militar e ex-presidente argentino – que se reúnem anualmente, no dia 17 de outubro, para celebrar a libertação de Perón.

A manifestação pelo fim da ditadura e pelo apoio à invasão das Malvinas também ocorreram na Plaza de Mayo, que também foi palco dos conflitos sociais de 2001 que levaram à renúncia do presidente Fernando de la Rúa.

Já deu para perceber que o lugar é importante e tem história, né? No seu entorno estão prédios importantes, como a Casa Rosada, a Catedral de Buenos Aires e o Cabildo.

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Casa Rosada (Calle Balcarce, 50 – Centro)
Quem se lembra da cena da Madonna cantando “Don’t cry for me, Argentina” com certeza sabe do que estamos falando. A emblemática Casa Rosada é sede da presidência da República Argentina e abriga também o Museu da Casa do Governo, com material relacionado aos presidentes do país.

A casa, que é rosa mesmo, foi construída em 1594 pelo governador Fernando Ortiz de Zárate. Porém, em 1937, o presidente Agustín Pedro Justo decidiu que ir pôr tudo na chon. A ideia era estender a Avenida de Mayo até Puerto Madero e, nesse caso, a Rosada era um empecilho. A demolição começou pelo lado sul, mas foi freada por Roberto Marcelino Ortiz que foi recém-eleito como presidente da Argentina. A Casa Rosada sobreviveu, mas a ala sul nunca mais foi reconstruída.

Casa Rosada - Buenos Aires
Casa Rosada – Buenos Aires

Sobre a cor escolhida, as especulações são muitas. Dizem que a tinta foi feita a partir de sangue animal ou que o rosa simboliza a união das cores dos dois partidos da épocas – branco e vermelho. Porém, a que mais gosto é que o rosa foi escolhido por ser a cor de tinta mais barata. Fala que não é mais realista? Rs…

Atualmente, é possível fazer uma visita guiada – gratuita – à Casa Rosada. O tour passa pelos principais setores da Casa do Governo, como Salão de Patriotas Latinoamericanos, Pátio das Palmeiras, Salão das Mulheres Argentinas, Varanda para a Plaza de Mayo, etc. O serviço é oferecido apenas em espanhol e inglês (sábado, domingo e feriado). Chegue cedo ou vá com tempo, pois costuma ter (muita) fila.

Visita guiada
Sábados, domingos e feriados – 10h às 18h
Saída de grupos a cada 10 minutos
Duração: 1 hora
Entrada gratuita

Ao lado da Casa Rosada está o Museu Bicentenário, um prédio com sacada de vidro e entrada gratuita. As exposições contam a história da Argentina.

4ª a domingo – 11h às 19h
Entrada gratuita

Catedral Metropolitana (Calle San Martín, 27/Av. Rivadavia, Centro)
Apesar de ser “A” catedral de Buenos Aires, de fora, o prédio não se parece muito com o nosso padrão visual de igreja. Sem torres, a fachada da catedral possui 12 colunas representando os apóstolos. No interior, quadros e esculturas de artistas italianos (em sua maioria). Ao lado direito da Catedral, está o Mausoléu com os restos do herói libertador argentino, General San Martín.

Catedral de Buenos Aires
Catedral de Buenos Aires

Obelisco (cruzamento entre Av. 9 de Julio e Corrientes)
O pirulito (referência mais comum para quem é de BH), ou Obelisco, como dizem os argentinos, é o marco zero da cidade. O monumento foi construído na década de 1930 em comemoração aos 400 anos da cidade. Com 67 metros de altura – máximo permitido para a região – o Obelisco foi erguido onde, antigamente, existia uma igreja (a bandeira da Argentina foi hasteada pela primeira vez no tempo, em 1812).

Obelisco - Buenos Aires
Obelisco – Buenos Aires

Calle Florida
Flórida ou Florida. A pronúncia varia, mas o charme da rua de comércio mais turística de Buenos Aires não muda. Fechada para tráfego de carros e com vários quiosques de flores, a Calle Florida é endereço de várias lojas e galerias, tipo shoppings – a mais famosa é, sem dúvida a Galerías Pacífico (veja onde fazer compras em Buenos Aires). Por ser turística e estar bem no centro da cidade, muito artistas de rua, mendigos e ambulantes (de ouro, dinheiro e tudo mais) aproveitam para fazer uma graninha. Nunca corri perigo nas redondezas, mas não é o local da cidade onde me sinto mais segura.

Calle Florida - Buenos Aires
Calle Florida – Buenos Aires

Teatro Colón (Cerrito, 628)
Inaugurado em 1908, o atual Teatro Colón (o primeiro foi construído – e destruído – próximo à Plaza de Mayo) possui umas das cinco melhores acústicas do Mundo. Até o Pavarotti elogiou. Recém-reformado, o espaço possui visitas guiadas diárias.

Teatro Colón - Buenos Aires
Teatro Colón – Buenos Aires

Visita guiada:
Entrada pela rua Tucumán 1171 (Pasaje de Carruajes)
Todos os dias de 9h às 17h
Duração: 1 hora
ARG 180

Avenida 9 de Julio
Diz a lenda que essa é a avenida mais larga do mundo. Nunca medi todas para comprovar, mas digo que atravessar a Avenida 9 de Julio, em Buenos Aires, demora bastante! O nome faz referência à data de independência da Argentina, mas o legal dessa avenida não está ao olhar para trás, mas sim, para cima. Os prédios são o grande tchan do lugar. O Edificio del Ministerio de Obras Públicas (Av. 9 de Julio, 1925), que tem duas imagens enormes da Evita Perón, e o Hotel Panamericano (Carlos Pellegrini, 550 esq. com Av. 9 de Julio) – mais precisamente o seu mirante – são o grande destaque. Porém, só é permitido subir ao topo do hotel nos dias que fazem parte do programa de miradores de Buenos Aires ou se você pagar uma diária, é claro.

Quase no cruzamento com a Avenida de Mayo, no canteiro central, estão dois monumentos que valem uma fotinha – não o fiz 😦 – um em homenagem a Dom Quixote e outro celebra as Cataratas do Iguaçu.

Plaza San Martín (Retiro)
Pausa para o verde. No Retiro – área entre o Centro e a Recoleta – se esconde esse pequeno oásis urbano. A praça é uma grande área verde rodeada por prédios lindos e imponentes onde, em outros carnavais, morou algumas das famílias mais importantes da Argentina. O Edificio Kavanagh, de estilo art deco, é um desses exemplares – chegou a ser o prédio mais alto da América do Sul.

Da praça é possível ver a Torre dos Ingleses (depois da Guerra das Malvinas, o monumento mudou de nome, mas esse não pegou), que foi inspirada no Big Ben. #tretadiplomatica

Cemitério da Recoleta (Junín, 1760 – Recoleta)
Quem nunca foi turista e visitou um cemitério é porque não foi a Buenos Aires. Além de jazigos lindos e trabalhados na arte, o Cemitério da Recoleta guarda o corpo de ninguém mais ninguém menos que Evita Perón. Com tanta gente “importante” enterrada ali, o local se tornou ponto turístico popular e oferece até visita guiada.

O Cemitério da Recoleta funciona todos os dias das 7h às 17h45.

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Floralis Generica (Plaza de las Naciones Unidas – Recoleta)
Sabe aquela flor que todo mundo que vai a Buenos Aires tira foto? Então, é a Floralis Generica, exposta no bairro da Recoleta. Para chegar, basta sair da praça, passar em frente do Cemitério, cruzar o largo do Museu de Belas Artes, atravessar a “pontezinha” sobre a avenida Figueroa Alcorta e pronto – juro que é fácil!

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Ao lado da flor desenhada pelo arquiteto argentino Eduardo Catalano está a Faculdade de Direito, um prédio bem bonito! Construída pela fabricante de aviões militares Lockheed Martin, a flor gigante de metal se abre e fecha conforme a luz do sol – uma perfeita obra de engenharia!

Floralis Generica - Buenos Aires
Floralis Generica – Buenos Aires

Dalí, o passeio natural é seguir a avenida até o MALBA, museu que possui uma interessante coleção de arte latino-americana, além de exposições temporárias.

MALBA (Av. Figueroa Alcorta, 3415 – Palermo)
Adoro museus e adoro, principalmente, o MALBA – Museo de Arte Latinoamericano
de Buenos Aires. Obras importantes de artistas mais importantes ainda, como o Abaporu, de Tarsila do Amaral, um autorretrato de Frida Kahlo e trabalhos de Di Cavalcanti, estão logo no primeiro andar. Entre, conheça o acervo, visite as exposições temporárias e termine a visita com um café (ou taça de vinho) no Café do museu.

Funcionamento:
5ª a 2ª: 12h às 20h
3ª: fechado
4ª: 12h às 21h

Ingresso:
5ª a 2ª – ARS 100
4ª – ARS 50

Bosques de Palermo
Bosques do Palermo é como é conhecido o Parque Trés de Febrero. Essa área enorme abriga importantes pontos de interesse, como o Rosedal – lindo jardim com várias espécies de rosas, localizado no coração do parque, entre os lagos. O acesso é pela ponte sobre o lago ou pela Av. del Libertador (aberto diariamente das 12h às 19h) – e o Jardim Japonês – lindo exemplar desse tipo de construção, com lagos artificiais (com peixes), oásis de pedras, muitos bonsais, e A Grande Casa de Chá (aberto diariamente das 10h às 18h – entrada: ARG 70).

Jardin Japones - Buenos Aires
Jardin Japones – Buenos Aires

Mercado de San Telmo (Defensa 963, Bolívar 954/970/998 e Estados Unidos 460 – San Telmo)
Bem no estilo de Mercadão que estamos acostumados, o Mercado de San Telmo foi inaugurado em 1897. As muitas barracas vendem de tudo – frutas, roupas e brechós (comprei um óculos retrô lindo por R$ 30). Vale entrar, olhar, pechinchar e parar para tomar um café com empanada!

Detalhe do teto do Mercado de San Telmo - Buenos Aires
Detalhe do teto do Mercado de San Telmo – Buenos Aires

Feira de San Telmo (San Juan y Defensa – San Telmo)
Feira gigante que é realizada todos os domingos no bairro de San Telmo. O passeio não vale apenas pelas “barracas oficiais”, mas também pelos artesãos “paralelos”, pelas performances artísticas no meio da rua e pelo clima tilelê que abençoa o lugar.

Esquina na Feira de San Telmo - Buenos Aires
Esquina na Feira de San Telmo – Buenos Aires

Mafalda (Chile com Defensa)
A estátua da personagem é pequena e tem muita fila para tirar foto. Mas juro que acho que vale a pena! Eu, pelo menos, enfrentei a fila felizona com uma Quilmes na mão.

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Caminito (Calle Magallanes / Calle Dr. Enrique del Valle Iberlucea – La Boca)
Não se engane pelas fachadas coloridas e tango na rua, o calçadão foi construído para turistas e está no centro do bairro operário La Boca. É legalzinho, mas menos do que aparece nas fotos. É possível percorrer o Caminito em menos de uma hora e daí seguir para a próxima parada.

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Minas Gerais

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Só quem é de BH conhece

Parque Guanabara (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3333 – Pampulha)
Esse parque, localizado em frente à Lagoa da Pampulha tem cheiro de infância e de juventude divertida. Não, o parque não tem muitos brinquedos radicais, mas possui os principais, que nos deram frio na barriga e nos fizeram vomitar quando criança, lembra? O legal aqui é poder brincar como se fosse criança, mas com a sabedoria de um adulto (por isso, evite comer muito antes de ir na Xícara Maluca).

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É barato (você só paga os ingressos dos brinquedos que quer ir) e divertido, sem contar que a vista da Roda Gigante é linda. Brinquedos imperdíveis: carrinho de bate-bate (é bem grande o espaço), minhocão e trem fantasma (prepare-se para rir no final)

Funcionamento:
5ª e 6ª: das 13h às 22h
Sábado: das 11h30 às 22h
Domingo e Feriados: das 10h30 às 21h

Duelo de MCs (Rua Aarão Reis – Centro)
Nessa onda (maravilhosa) de apropriação da cidade, o vão embaixo do Viaduto Santa Teresa foi um dos mais bem “apadrinhados”. O movimento Família de Rua levou para o centrão de BH o duelo de MCs, que chama centenas de pessoas para escutar o que a rua tem a dizer. Os duelos, normalmente, são realizados aos domingos e lotam. Quer uma dica? Beba uma cerveja por lá e se encante!

Praia da Estação (Praça Rui Barbosa – Centro)
Há um tempo, o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda assinou um decreto que proibia eventos e aglomerações em praças públicas da capital. Para quê? Isso só inflou um movimento de (re)apropriação da cidade e fez com que milhares de jovens, contrários à medida (e ao prefeito também) instituíssem a Praia da Estação.

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Realizada aos sábado no concretasso em frente à Praça da Estação (Praça Rui Barbosa), eles (nós) estendem cangas, levam guarda-sol, bebem cerveja, se molham nas fontes e gritam “Ei, Lacerda, seu governo é uma merda). Frequentemente, um caminhão pipa é contratado para matar o calor da juventude. Esse é um dos movimentos mais legais de BH, que reúne gente disposta a conversar e se posicionar como cidadão de Belo Horizonte. Se antes a cidade não tinha mar, hoje temos praia!

Rua Sapucaí (Floresta)
Rua linda, movimentada, descolada e com uma das vistas mais bonitas de BH. A Rua Sapucaí hoje é morada de projetos colaborativos (como a Benfeitoria) e bares/restaurantes descolados – Salumeria Central, Gruê, etc. Aproveite e separe um fim de tarde e vá tomar um drink no parklet mais charmoso de BH.

Feiras de Rua
São muitas e diversas. Tem a tradicional Feira das Flores, às sextas, na Rua Bernardo Guimarães, a Feira Hippie que dita o tom dos domingos, além de outras tantas que têm aparecido e ocupado a cidade. Todo fim de semana, pelo menos uma feira diferente agita as tardes de Belo Horizonte.

Feira Imaginária, em BH
Feira Imaginária, em BH

As mais famosas são: Feira Experimente, de cervejas artesanais; Feira Imaginária, com produtos locais e muita gente interessante; Feirinha Aproxima; Feira da Benfeitoria; e a Mercê 399, com produtos orgânicos. Vem a BH? Vá à feira!

A gente te ajuda a ir além nas suas viagens. Venha cá e permita-se!

Programas Culturais – Belo Horizonte

CCBB
O prédio é lindo, as exposições são gratuitas, os espetáculos têm preço popular, o primeiro piso tem uma vista deslumbrante da construção, além de um café digno para almoço, lanches e bebidinhas. O que mais preciso dizer?

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CCBB – BH

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Com a mudança dos órgãos governamentais para a Cidade Administrativa, os prédios ao redor da Praça da Liberdade foram transformados em espaços culturais abertos à população.

São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefart Liberdade – Centro de Formação Artística e Técnica da Fundação Clóvis Salgado, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte SEBRAE – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade. Quase todos têm entrada gratuita e contam com uma vista linda de um dos espaços mais bonitos e vivos de Belo Horizonte.

Palácio das Artes
Localizado no centro da cidade, ao lado do Parque Municipal, o Palácio é queridinho dos mineiros e tem uma história de superação – pegou fogo e foi, praticamente, todo reconstruído. A sala de espetáculo é super imponente e os maiores artistas costumam se apresentar aqui. As galerias têm entrada gratuita e o foyer é uma chiqueza só!

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes - BH
Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes – BH

Cine Humberto Mauro
A sala de cinema do Palácio das Artes é um ótimo programa para quem visita a capital. A programação é sempre interessante e gratuita. Programa cultural perfeito: rolê pelo Parque Municipal, visita às exposições do Palácio das Artes, lanchinho do Café do Palácio e sessão no Humberto Mauro. Tudo gratuito (menos o lanche) e inspirador.

Cine Belas Artes
Um dos poucos representantes da categoria Cinemas de Rua, em BH. Essas são as salas que recebem os filmes mais alternativos e as pessoas mais descoladas. A estrutura das salas não são as mais modernas e possuem um leve cheirinho de mofo, mas nada que atrapalhe. O café tem opções gostosas e, depois, dá para passear na Praça da Liberdade. Programa completo e delícia!

Benfeitoria
Mistura de bar, casa de show e galeria de arte, a Benfeitoria é um dos meus lugares preferidos em BH. Possui uma das vistas mais bonitas da cidade – Rua Sapucaí -, parklet em frente, além de uma programação bem eclética. O galpão, sem dúvida, é feito de muito amor, arte e diversão.

Galpão da Benfeitoria - BH
Galpão da Benfeitoria – BH

Teatros
São muitos, com programação diversificada. Destaque para o Festival Internacional de Teatro (FIT), que rola todo início de ano com peças a preços mais que camaradas!

Está em busca de experiência inesquecíveis e viagens com alma e personalidade. Descubra aqui como o Por Ceca e Meca pode te ajudar!

 

Confira aqui o post que fiz sobre BH, para o Blog do Méliuz.

Também selecionei cinco espaços culturais imperdíveis para quem visita ou mora em Belo Horizonte. Veja o post completo no Follow the Colours.

Pontos Turísticos – Belo Horizonte

Há algum tempo, eu e uma amiga pensamos em abrir um hostel em BH e oferecer os mesmos serviços que vimos na Europa – pub crawl, free tour e walking tour. Logo desistimos das visitas guiadas porque os pontos turísticos são bem longes um dos outros. Até na Pampulha, que abriga o maior complexo turístico de BH (recentemente, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade), as coisas ficam meio longes. Mas nada que ônibus, táxi, carona ou Uber não resolvam.

Praça da Liberdade
Antigo centro político da cidade, a Praça da Liberdade é ponto de encontro dos belorizontinos. O coreto é ponto de referência e a alameda, com muitos coqueiros, serve de inspiração. Nos bancos, casais apaixonados e jovens bebendo. Coisa linda de se ver. A praça também é, constantemente, palco de shows, espetáculos e protestos.

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Praça da Liberdade – BH

Ponto mais alto da área inicial da capital (limitada pela Avenida do Contorno), a praça foi construída para abrigar a sede do poder mineiro. Mas, com a construção da Cidade Administrativa, em 2010, os prédios históricos em torno da praça foram transformados em espaços culturais, compondo o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores do Brasil (veja os Programas Culturais para se fazer em BH).

Praça do Papa
Um dos meus pontos preferidos de Belo Horizonte, a Praça do Papa tem uma vista de tirar o fôlego! Bem aos pés da Serra do Curral, a praça, que recebeu esse nome após a visita de João Paulo II a BH, é um lugar democrático. Ali, há espaço para skatistas, slack line, piquenique, sexo nos carros e conversa na cruz.

Praça do Papa, BH
Praça do Papa, BH

A Praça também é palco de muitos eventos culturais da cidade, como festivais de jazz e apresentação de teatro (confira as festas e festivais de BH), além de ter um pôr do sol dos mais bonitos da cidade.

Mirante Mangabeiras
Bem pertinho da Praça do Papa e quase ao lado do Parque das Mangabeiras, o Mirante recém reformado tem se tornado passeio obrigatório aos turistas que visitam Belo Horizonte e aos moradores que querem curtir uma vista incrível. O lugar é alto, é perto da Serra do Curral e muito bem cuidado. Quer mais? Só indo para conferir a vista!

Mirante Mangabeiras - BH
Mirante Mangabeiras – BH

Complexo da Pampulha
Esse é o nosso Coliseu, nossa Praça dos Três Poderes, nossa Baía de Guanabara. Praticamente todos os pontos turísticos “oficiais” estão aí, em volta da Lagoa da Pampulha. Os que merecem destaque são:

. Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, que ficou mundialmente famoso após o 7 x 1 contra a Alemanha. Mas, a curiosidade mais legal sobre o Mineirão é que ele treme, e isso não é piadinha de atleticano. Todo ele foi construído em blocos, por isso, quando as torcidas pulam, esses blocos se movimentam um pouquinho e balançam. É verdade que depois da reforma o tremedeira melhorou, mas em dias de clássico, ainda dá para sentir a vibração.

Mineirão, Pampulha - BH
Mineirão, Pampulha – BH

. Igreja de São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha. Um dos símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte é a igreja desenhada por Niemeyer, com projeto paisagístico de Burle Marx e painel de azulejo do pintor Cândido Portinari. É muita gente importante para uma capela só.

Igrejinha da Pampulha - BH
Igrejinha da Pampulha – BH

. Casa do Baile, que na verdade era um cassino e hoje é Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design. As linhas, assim como todo o projeto da Pampulha, são de Niemeyer e o paisagismo de Burle Marx. Atualmente, é aberta ao público gratuitamente e recebe exposições, shows e espetáculos.

. Casa Kubitschek, localizada na beira da Lagoa da Pampulha, foi projetada por Niemeyer e construída para Juscelino quando era prefeito. Hoje, abriga um museu e os jardins podem receber piqueniques de graça! O espaço destinado à comilança é a área dos jardins do fundo, entre a casa principal e a piscina. Eles oferecem esteiras e sacos de lixo, além de uma visita guiada ao museu no fim do piquenique. O lugar só recebe um grupo por vez, de no máximo 15 pessoas. Não é permitido levar bebida alcoólica e entrar com comida dentro do museu. Para agendar o seu piquenique, é só manda um e-mail para ck.fmc@pbh.gov.br

Mercado Central
É antigo, é misturado e é sensacional. No Mercado, você encontra doce, queijo, utensílios para cozinha, cestas, artesanato, açougue, suplementos, animais (uma pena!), verduras, pano de prato e o melhor fígado com jiló da cidade. Lá, funciona assim: no centro, as lojas, mais ou menos separadas por “tipo” – comida, hortifruti, animais, artesanatos, etc. – nas entradas, os bares, onde se come em pé, e os restaurantes, para comer sentado.

Fígado com jiló, o melhor - Mercado Central
Fígado com jiló, o melhor – Mercado Central

Vir a BH e não ir ao Mercado Central é como visitar Roma e ignorar o Papa.

Mercado Central - BH
Mercado Central – BH

Feira Hippie
Essa feira (enoorme), é realizada todos os domingos de manhã e oferece de tudo. De colar a casinha de boneca. Sem falar na parte gastronômica – comida de rua de verdade! Tem espetinho, feijão tropeiro, mandioca e pastel frito. Tudo acompanhado de cerveja.

A feira, que de hippie clássico não tem nada, é dividida por setores. Do Palácio das Artes para o Parque Municipal – Sapatos e bolsas, bijuterias, roupas, infantil e artigos de decoração. As barracas têm identificação para ajudar a fidelizar o cliente.

Sim, os preços são mais baixos que as lojas normais e é possível encontrar produtos de excelente qualidade. Mas quer uma dica de amiga? Chegue cedo e se prepare para ser amassagada e passar muito calor. Só vá de bom humor ou bêbada.

Admito que deixei de fora alguns passeios turísticos clássicos, como a Rua do Amendoim, o Parque das Mangabeiras e outras tantas praças lindas. Mas prometo ir completando aos poucos – só não vou incluir a Rua do Amendoim porque para mim não funcionou.

Que tal ir além dos guias tradicionais e montar um roteiro de viagem do seu jeito e para você? Com o Por Ceca e Meca é possível transformar qualquer lugar em lar. Chega aqui para ver!

Eu escrevi um post sobre os pontos turísticos de BH, no Blog do Méliuz. Confere lá.

Pontos Turísticos – Foz do Iguaçu

Parque Foz do Iguaçu (Rodovia das Cataratas | BR-469, Km 17 – Brasil)
Simplesmente fiquei encantada com a estrutura do Parque do lado brasileiro das Cataratas. Tudo muito bem organizado, infraestrutura suficiente para atender aos muitos turistas e tudo muito bem cuidado (mesmo!). E o valor cobrado por tudo isso é relativamente baixo: R$ 34,30.

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Fomos de carro e foi tudo tranquilo. O Parque possui estacionamento que você paga junto com a compra do ingresso e custa R$ 21 a diária. Na bilheteria, fila única e muitos caixas para atender. Infelizmente, na hora em que fomos comprar os ingressos, o sistema estava fora do ar e tivemos que pagar tudo em dinheiro – parece que isso é comum na região, portanto, saque dinheiro antes de ir.

Todo o transporte interno é feito em ônibus de dois andares, que saem de 10 em 10 minutos, e param em cinco pontos: Centro de Visitantes, que é a entrada e saída do Parque; Trilha do Poço Preto, que é o início de uma caminho de 9 Km, que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta, e termina às margens do Rio Iguaçu; Macuco Safari, onde é feito o passeio de barco pelas cataratas (pago à parte); Trilha das Cataratas, que é o início da caminhada rumo à passarela perto das quedas d’água; e Espaço Porto Canoas, onde termina a trilha das cataratas e fica o restaurante do Parque.

Pegamos o ônibus e descemos, logo de cara, no Macuco Safari para fazermos o passeio de barco. Já tínhamos comprado os ingressos pela internet (R$ 198 cada) para evitar filas e conseguir pagar no cartão de crédito (e ainda dividir em 2x). Lá dentro, é tudo muito rápido, organizado e cuidadoso.

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Como sabíamos que íamos nos molhar (e muito), levamos na mochila uma roupa adequada para o banho. Aproveitei o banheiro da recepção do Macuco para trocar o look. De lá, pegamos uma espécie de “jardineira” para irmos até a beira do rio para pegar o barco. No caminho, um guia fala um pouco sobre a flora da região, em português, espanhol e inglês (se necessário). O percurso de 2 Km até o barco demora cerca de 20 a 30 minutos. No caminho, cruzamos com outros turistas que estavam voltando do passeio e admito que fiquei um pouco frustrada: não tinha ninguém de cabelo molhado. Doce ilusão.

Em um momento, a jardineira para e você pode escolher entre caminhar até o local de embarque a pé (cerca de 600 metros) ou seguir de jipe. Como o trajeto tem muitas escadas e o joelho da minha mãe não estava muito bento, fomos de carro – taca-lhe pau nesse carrinho!

No lugar de embarque, você pode guardar seus pertences em escaninhos que ficam no andar de baixo. Compre a ficha na loja de souvenir – R$ 10 – e coloque suas mochilas (cabem duas) no armário. Não deixe os óculos de sol na bolsa! Correr o risco de perdê-lo (bem baixo) vale conseguir olhar para cima quando estiver perto das cataratas. Outra coisa: leve ou compre capa de chuva. É verdade que ela não te impede de molhar, mas não deixa que suas roupas fiquem encharcadas ao ponto de ser impossível colocá-las na mochila. Aliás, capa de chuva será útil em outros momentos do passeio.

Devidamente encapotados, vestimos o colete salva-vidas e entramos em um funicular, que desce da plataforma até o deck onde se pega o barco. Existem duas opções de passeio: molhado ou seco. Optamos pelo banho, mas com consciência, por isso, nos sentamos no meio do barco, à frente da cabine de direção. Molha muito, mas não tanto quanto na proa.

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O passeio de barco mesmo é rápido, dura cerca de 30 minutos, mas é muito divertido. Você consegue ver de perto uma parte das cataratas e praticamente entra de baixo de uma queda d’água. Minha mãe, que é super medrosa (e eu também), adorou e queria mais.

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É difícil fotografar, mas segue aí o que eu consegui filmar.

Na volta, me lembrei que tinha levado tudo – toalha, calça, blusa, sutiã -, menos calcinha. E não é que a lojinha vende? Com certeza não fui a primeira. Rs.. Lá vende meia também, além salgados, bebidas e bichinhos de pelúcia. Uma dica de ouro na hora de se trocar é usar o banheiro do andar de cima – o da lojinha -, pois ele é mais espaçoso, possui trocador para servir de apoio e é mais limpo (os banheiros do Macuco são bem sujos, molhados e apertados).

Secos e lanchados, pegamos o jipe e a jardineira novamente para voltarmos para a “avenida principal”. Como as mochilas estavam pesadas, pagamos mais R$ 10 para deixá-las nos escaninhos da recepção do Macuco, o que foi uma escolha suuuper acertada! Caminhar com peso nos ombros tira metade do prazer do passeio.

Pegamos o ônibus interno novamente e descemos na estação seguinte – Trilha das Cataratas. Aí começa o caminho que te leva até à passarela. São 1,5 Km de muita beleza (você consegue ver as quedas d’água de diferentes ângulos), ar puro e quatis. Sério, esse bicho deve se reproduzir igual a coelho, pois estão por todos os cantos. Apesar de bonitinhos, eles não são muito amigos da garotada (hahaha..), pois podem atacar por comida. Portanto, nada de alimentá-los, tocá-los ou chamá-los para perto. O ideal é que cada um fique na sua.

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O fim da trilha, como falei, é a passarela que fica em cima do rio e perto das cataratas. O visual é simplesmente maravilhoso: muitas cachoeiras, arco-íris eterno e lindas falésias. Se você não quiser se molhar, use a capa de chuva #ficaadica. Depois, é só pegar o elevador panorâmico e voltar às ruas. O elevador para próximo à área de alimentação onde fica o restaurante Porto Canoas.

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Na descrição, falavam que era de frente para a Garganta del Diablo, maior queda das cataratas, mas a verdade é que o espaço fica de frente para a parte do rio que vai culminar na garganta. Como a comida – esquema buffet livre – não estava muito apetitosa e a vista não era o que esperávamos, decidimos ir embora. O ponto do ônibus interno é logo em frente.

A visita ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu demorou cerca de 5 horas. Uma boa dica é fazer o passeio do Macuco logo na chegada, pois no fim da tarde a procura é muito maior. Aliás, tente ir cedo para ter menos dificuldade em tirar fotos nos mirantes e enfrentar menos filas.

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Turistas lutando por um lugar no mirante

Parque Foz de Iguazu (Ruta 12, km 5 – Puerto Iguazú – Argentina)
Sabe aqueles momentos que dá orgulho de ser brasileiro? Então, senti isso ao visitar o lado argentino das cataratas. Era domingo, véspera de feriado no país – 14 de agosto – e o parque estava realmente lotado. Além disso, a infraestrutura e a logística do parque não ajudaram muito na experiência. Primeiro: eles não aceitam cartão de crédito e, na bilheteria, também não aceitam Real. Sei que a maioria dos lugares aconselha a comprar pesos argentinos, mas quando nos lembramos disso, as casas de câmbio já estavam fechadas. Ou seja, chegamos à entrada do parque, depois de enfrentarmos uma fila gigante na fronteira, sem saber se íamos conseguir entrar ou não. Mas, nesse dia, a sorte estava do nosso lado.

Uma das cabines da bilheteria se abriu e eu perguntei à atendente se poderíamos pagar os ARG 250 da entrada e o estacionamento (ARG 90) em real ou com cartão de crédito. Ela disse que não poderia, mas iria liberar para mim desde que eu não falasse com ninguém. Não sei bem como ela resolveu a parada, mas fato é que entramos com ingressos verdadeiros e pagos em real.

Na entrada mesmo para o parque, vi que existe um caixa eletrônico. Muitos bancos brasileiros permitem que você saque na moeda local, desde que pague uma taxa por isso. Ou seja, se seu banco liberar, essa pode ser uma boa opção para que você não tenha que contar com a sorte. Nas lanchonetes, o real é aceito, mas a cotação é péssima – R$ 1 = ARG 3,80.

Passamos pela catraca e ali teve início o nosso sofrimento. O transporte interno é feito de trem (super lento), que sai de 30 em 30 minutos. Ou seja, de cara já tivemos que esperar meia hora até o trem partir. Os bancos são mega desconfortáveis e você vai bem apertadinho, já que são quatro pessoas por banco e não há muito espaço entre as suas pernas e as pernas do vizinho que vai de frente para você.

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A nossa intenção era ir direto para a estação da Gargante del Diablo, já que não queríamos fazer as trilhas inferior e superior. Quando o trem partiu, ficamos aliviados, pois, na nossa cabeça, só teríamos que passar por toda aquela espera uma vez, já que desceríamos na última estação. Doce engano!!! Quando chegamos à Estación Cataratas, fomos convidados a descer. TODOS! O trem não segue direto. É preciso enfrentar outra fila (enorme) para pegar outro veículo até as cataratas. Foram simplesmente 50 minutos em pé, na fila, esperando. Um sofrimento!

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Nessa estação tem um Subway (com filas gigantes) e uma lanchonete, com menos fila, que vende empanadas bem gostosa. O jeito foi comer uma acompanhada de uma cerveja gelada. Essa experiência com a fila realmente acabou prejudicando muito o passeio. Quando finalmente conseguimos entrar no trem (o 4º), já estávamos cansados e frustrados.

A trilha até a Gargante del Diablo é toda feita em passarela sobre as águas do rio. Realmente é muito bonito, mas como tinham muita gente, todo o percurso foi feito em fila indiana. 😦

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A caminhada é leve e termina em um mirante bem pertinho da queda d’água (a capa de chuva, mais uma vez, é muito útil). Essa parte das cataratas é realmente impressionante. Muita água, um barulho muito forte e um entorno digno de Game of Thrones.

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Garganta del Diablo

Mas, como era de se esperar, conseguir uma beirinha no mirante para tirar foto é uma verdadeira aventura. Na volta, mais fila indiana na passarela e 30 minutos a espera do trem.

Descemos novamente na Estación Cataratas, mas decidimos não esperar o outro trem para a Estación Central e fomos até a recepção a pé. Ninguém aguentava mais enfrentar filas. Ao todo, gastamos quase 4 horas no parque, sendo que quase duas foram em filas. Uma experiência que não recomendo a ninguém. Eu realmente espero que isso tenha sido culpa do feriado, pois a vista da Gargante del Diablo é muito linda e merece uma estrutura à altura.

Usina Hidrelétrica de Itaipu
É linda, é grande e é impressionante. Na minha primeira visita a Foz, fiz a visita padrão, de dia, onde você conhece um pouco da estrutura interna da usina. Dessa vez, como tínhamos pouco tempo, optamos por conhecer Itaipu à noite, em um espetáculo de luz e som. A visita Iluminação da Barragem é imperdível (e barata! R$ 17 por pessoa).

O ideal é comprar os ingressos antes, pela internet, para não correr o risco de não encontrar lugar. Chegando em Itaipu, estacione o carro (estacionamento pago na bilheteria – R$ 10) e vá direto à bilheteria para trocar seu ingresso virtual. De lá, fomos em um ônibus de dois andares até a arquibancada, bem em frente à barragem principal da usina. No percurso da entrada até aí não tem muito o que ser visto, então aproveite o quentinho da parte de baixo do veículo.

Já de frente para a barragem, assistimos a um vídeo sobre a usina – bem legal – e nos preparamos para o grande momento da noite. Todas as luzes foram apagadas e, a partir de um projeto de iluminação desenvolvido por Peter Gasper (o mesmo que desenhou a iluminação do Cristo e da Praça dos Três Poderes), foram se acendendo de maneira teatral, acompanhadas por uma trilha sonora exclusiva. O espetáculo é rápido, dura cerca de 10 minutos, mas é lindo! Veja aqui.

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Com todas as luzes acesas, voltamos ao ônibus para passar bem perto da barragem enquanto o guia contava curiosidades sobre a usina. Nessa parte, vale enfrentar o frio do andar de cima do ônibus para ver de perto a magnitude dessa construção. O passeio todo é bem legal!

Sexta-feira e sábado, às 20h (21h no horário de verão)
Duração: 1h30

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Pontos Turísticos – Canela

Localizada a apenas 7 Km do centrinho de Gramado, Canela é pequena, linda e encantadora! As duas cidades são ligadas pela Av. das Hortênsias e se complementam quando o assunto é turismo.

Catedral de Pedra (Praça Matriz)
Peça principal do centro de Canela, a Catedral de Pedra é realmente um prédio digno de fotos. Com estilo gótico (meu preferido), a igreja foi construída em 1950 e, à noite, recebe uma iluminação colorida. Dentro, grandes vitrais dão aconchego e beleza ao grande espaço. As missas são celebradas todos os dias às 18h e às 8h e 10h30 aos domingos.

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Ao sair da igreja caminhamos pela Rua Felisberto Soares e chegamos a uma rótula decorada com vários guarda-chuvas coloridos. Coisa linda de se ver! Também passamos pela Praça de Canela, onde há várias barraquinhas de artesanato em casinhas que parecem ser de boneca.

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Parque Estadual do Caracol (RS 466 – km 0 – Canela)
O parque é bem legal e é casa da Cascata do Caracol, maior cachoeira do Rio Grande do Sul, com 131 metros de altura. O legal aqui é pegar o bondinho panorâmico para ver de perto a queda d’água. Mas se você quiser sentir os pinguinhos mesmo, pode descer uma escadaria de 927 degraus até a base da cascata. Para quem tem joelhos de criança, vale muito. Além da cachoeira, existem muitas trilhas ecológica, lojinha de artesanato e mirante.

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Funcionamento: todos os dias das 8h45 às 17h45
Entrada: R$ 18 (não aceita cartão)

Castelinho Caracol (Estrada do Caracol Km 03, S/Nº – Canela)
Na estrada para o Parque do Caracol está o Castelinho, uma das primeiras residências de Canela e onde, atualmente, funciona como museu de utensílios e móveis antigos. A casa é lindinha e o museu parece ser bem arrumadinho (não entrei direito), mas fato é que a maior atração fica por conta da casa de chá, que serve um apfelstrudel que é considerado o melhor do Brasil (R$ 46 para duas pessoas). Peguei para viagem, pois não queria pagar os R$ 10 para ver o museu. Não me arrependi! Strudel quentinho em embalagem térmica com chantily (feito em casa) a parte. Valeu cada caloria!

Funcionamento: todos os dias das 9h às 13h e das 14h20 às 17h40

Veja o que fazer em Gramado.

Por Ceca e Meca é um projeto destinado a fazer com que as pessoas conheçam o mundo por si, de maneira segura e personalizada. Por isso, além de dicas e roteiros, o PCeM oferece serviços que constroem, junto com viajante, experiências incríveis. Conheça nossos serviços.

Pontos Turísticos – Gramado

O centrinho de Gramado é relativamente pequeno e dá para conhecê-lo a pé sem grande dificuldade ou sofrimento. A cidade é plana, o que ajuda bastante!

Rua Coberta (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
A Rua Coberta, além de ter sempre atrações diferentes – música ao vivo, espetáculos de danças, apresentações artísticas, etc. -, é um ótimo refúgio para os dias de chuva. É um dos locais mais movimentados da cidade, com vários cafés, restaurantes e lojas. Como é bem turística, fiquei com medo de cair no conto do turista e pagar mais caro por comer ou comprar ali. Por isso, só caminhei pelo “tablado” e tirei fotos com as mesas e do telhado, que é lindo. As telhas são transparentes e ficam cheias de plantas trepadeiras.

Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
Fica em frente à Rua Coberta. É palco do Festival de Cinema de Gramado, que é realizado em agosto – ótima oportunidade para se conhecer a cidade e, de quebra, trombar com vários artistas nacionais e internacionais. Por ser a sede do festival mais famoso do Brasil, em seus arredores está a nossa calçada da fama, onde artistas consagrados do cinema brasileiro deixaram suas marcas e assinaturas.

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Durante o dia, o Palácio fica fechado para visitação e as fotos são limitadas à fachada. Mas você pode conhecê-lo por dentro se for assistir a um dos filmes em cartaz. O lugar abre sua sala de cinema às sextas, sábados e domingos, com sessão às 20h30.

Telefone: (54) 3286-1058

Praça Major Nicoletti (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado )
Essa é a praça principal do centro de Gramado. Cheia de barzinhos, restaurantes e lojas ao redor, é um excelente ponto para fazer compras ou, simplesmente, acompanhar o movimento enquanto toma um chope. Fica bem próxima da Rua Coberta e tem uma vista bonita para a Igreja São Pedro.

Igreja São Pedro (Avenida Borges de Medeiros, 2659 , Centro, Gramado)
Localizada no centro, bem onde a cidade ferve, a Igreja São Pedro é bem bonitinha. É uma construção pequena se a compararmos com outras igrejas, mas sua torre, de 46 metros, não deixa a desejar. Toda construída em pedra basáltica, o templo foi inaugurado em 1942. O interior é simples, do jeito que gosto e, por isso, achei lindinho. No caminho de entrada, estátuas dos apóstolos, atrás, a Fonte do Amor Eterno.

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Fonte do Amor Eterno
Inspirada na ponte de Paris, a fonte abriga milhares de cadeados dos casais apaixonados, que eternizam seu amor ali. É claro que Paris ganha, mas como amor nunca é demais, vale a brincadeira!

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Lago Negro (Rua A. J. Renner – Lago Negro)
Na primeira vez que fui a Gramado, estava um frio de matar. Me lembro de andar de pedalinho no Lago Negro e ver fumacinha saindo da água. Sem contar que, na minha memória, o lugar era enooorme. Voltei depois de mais de dez anos e admito que a frustração foi grande. Fazia calor, o lago era bem menor do que eu me lembrava e o parque não estava tão bem cuidado.

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Apesar de ser um dos lugares mais procurados pelos turistas (a falta de vagas deixa isso bem claro), não há muito o que se fazer. Se andar de pedalinho ou barco não está nos seus planos, o passeio vale só para dar check no mapa.

Horário de funcionamento do parque: 24h sem cobrança de ingresso
Horário de funcionamento dos Pedalinhos: das 8h30 às 18h
Pedalinho: R$ 15 – 20 min
Barco para 4 pessoas: R$ 25 – 20min

Muitas atrações estão na Avenida das Hortênsias (longe do centro), na estrada que liga Gramado a Canela. Além das maravilhosas lojas de sapato (veja onde comprar), existem muitos parques pelo caminho.

Belvedere – Vale do Quilombo (Av. das Hortênsias, Gramado)
Esse “mirante” fica no início do caminho entre Gramado e Canela. Você vai ver: é o lugar onde tem carros parados e várias pessoas tirando fotos. Isso, porque a vista é realmente muito bonita. Do local, que fica a mais de 800 metros de altura, é possível avistar o Vale do Quilombo e toda sua vegetação. Vale a parada rápida para fotos, mas tome cuidado com o lugar em que vai estacionar o carro, pois o mirante fica logo depois de uma curva.

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Reino do Chocolate (Av. das Hortênsias, 5382 – Estrada Gramado-Canela)
Nossa memória pode ser bem cretina com a gente. E a minha não fez diferente. Insisti para entramos no Reino do Chocolate porque minha lembrança de lá era bem legal – ver o processo de fabricação do chocolate, esculturas dessa gostosura e degustação grátis. Realidade: só uma partezinha da fabricação pode ser vista através de uma janela; as esculturas existem e são legalzinhas; bonecos que dão medo até em adultos; e informações irrelevantes. Enfim, não gaste seu tempo e dinheiro!

Funcionamento:
Domingo a sexta: 8h30 às 18h30
Sábado e feriados: 8h30 às 19h30
Entrada: R$ 10 (convertidos em chocolate)

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Além dessas atrações, existem muitas outras voltadas para as crianças, como o Mini Mundo, Dreamland, Mundo Encantado e Aldeia do Papai Noel. Visitei na primeira vez que fui à cidade, mas dessa vez, admito que passei. Rs…

Conheça os pontos turísticos de Canela.

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Roteiro – San Andres

Alugamos o carro perto do porto e seguimos pela praia de Rocky Cay, que fica bem em frente à ilha de mesmo nome – dá para ir nadando, mas não me arrisquei. Tinham me falado que esse era um bom lugar para curtir uma praia tranquilo, já que é possível utilizar a infraestrutura do hotel da rede Decameron que existe por ali. Mas a verdade é que isso não é permitido e a praia quase toda fica na sombra, pois há muitas árvores na areia. Ou seja, desça, tire uma fotinho da ilha a frente e volte para o carrinho.

Nossa primeira parada de sucesso foi o Hoyo Soplador, que é gratuito. Apesar de ter lido que a atração era boba, eu simplesmente adorei. Rs… O olho é um buraco no meio das pedras que, quando o mar bate, esguicha (muita) água para cima. Tome cuidado com celular e outros aparelhos, pois molha muito!

Antes de ir embora, não deixe de tomar um Coco Loco na barraquinha que fica dentro do “complexo” de lojinhas e restaurantes. Uma outra dica é: evite conversar com as pessoas que chegam oferecendo algum tipo de serviço. O lugar é extremamente turístico e muitas pessoas tentam se aproveitar disso para ganhar dinheiro.

Coco Loco - San Andres
Coco Loco – San Andres

Do Hoyo Soplador, fomos em direção ao West Wing, passando pela La Piscinita (estava fechada). Para quem gosta de ver peixes e outras coisinhas no fundo do mar, o West Wing é um ótimo programa. Para quem não gosta, o lugar também é uma excelente opção, pois tem um tobogã que cai direto no mar. Legal demais mesmo! Quem for mais radical, pode cair no mar pulando de trampolim. Para os mais medrosos, existe uma escadinha tranquila.

West Wing - San Andres
West Wing – San Andres

A entrada custa (COP 5.000) e te dá direito a pãezinhos para alimentar os peixes. Dentro, tem guarda-volumes (pague o quanto quiser) e uma barraquinha que vende uma deliciosa piña colada.

Depois, era hora de curtir uma praia tranquilo. Paramos na Playa de San Luis e ficamos curtindo o sol com aquela vista deslumbrante. Já com (muita) fome, seguimos para o restaurante Miss Celia (veja onde comer em San Andres) e depois devolvemos o carrinho.

Playa de San Luis - San Andres
Playa de San Luis – San Andres

Acabamos dando uma volta e meia na ilha, porque queríamos ver o aeroporto e ficamos em dúvida sobre qual praia escolher. Mas a verdade é que dá para ver bem tudo em menos de 6 horas.

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