Onde Ficar – Curitiba

A escolha mais comum de hospedagem para quem quer conhecer Curitiba é a região que fica entre o Centro e o Batel, bairro chique da cidade. Veja as diferenças entre eles e escolha a hospedagem ideal para você.

:: CENTRO
Como toda região central, o Centro de Curitiba é mais “popular”, com mais pedestres e aquele aspecto que, às vezes, pode assustar um pouco. Porém, assim como todos os bairros de Curitiba, o centro é bem limpo, possui ruas mais largas que o normal e com calçadas em bom estado. Ou seja, é um centro sem ser centrão.

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Poder caminhar até grande parte das atrações da cidade e ter ônibus e táxis sempre por perto são algumas das vantagens de se hospedar no Centro de Curitiba. Dá para ir à pé até o Largo da Ordem e a Praça Tiradentes, onde ficam a Catedral Metropolitana e o Paço da Liberdade (veja Pontos Turísticos de Curitiba). Quem fica no centro consegue caminhar pela Rua das Flores e tomar um mingau de milho verde na Rua 24 horas. Porém, admito que à noite o centro não é o melhor local para um passeio à pé. Mas como as diárias são mais baratas por ali e o preço do táxi não fica muito caro, no passar da régua, pode valer bem a pena se hospedar no Centro de Curitiba.

Dá última vez que fui à cidade, me hospedei no Hotel Lancaster (Rua Voluntários da Pátria, 91), bem perto da Praça Rui Barbosa – centro, centro mesmo. A localização foi prática para os passeios de dia e, à noite, sempre pegávamos táxi para ir aos restaurantes. O hotel é mais antigo, mas ok. Nada de mais nem muito de menos. Como estávamos na cidade no dia do último episódio da novela das 20h, acabamos jantando no restaurante do hotel e fomos positivamente surpreendidas.

:: BATEL
Bairro de divisa com o centro, o Batel é uma excelente escolha de hospedagem em Curitiba. A região possui muitos bares, lojas, restaurantes e baladas (a Praça da Espanha é o centrinho da ferveção), além de hotéis luxuosos. As melhores opções de hospedagem e restaurante estão aqui. Por isso, mesmo que seu hotel não fique no Batel, provavelmente, você dará as caras por aqui.

As ruas são mais largas que no Centro e as casas mais bonitas e chiques. Por ser central, é possível sair do Batel à pé e chegar a vários pontos turísticos sem problema. Além disso, nada de ficar com medinho durante à noite. O bairro é chiquezinho mesmo.

Porém, tanta riqueza tem um custo: o valor das diárias no Batel são bem mais altas que no Centro. Não dá para ter tudo na vida.

Melhores carnavais do Brasil

Carnaval, nascer do sol e o poder do tempo são certezas que tornam nossa vida melhor e nos dão motivação para levantar da cama e enfrentar esse mundão de Deus. Por isso, é fundamental que você faça de tudo para garantir boas lembranças desses momentos. Sobre o sol e o tempo não temos muito controle, mas sobre o carnaval… ah, esse sim é todo nosso. Todinho!

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Como uma boa foliã que sou, compartilho minhas experiências de carnaval (e olha que são muitas) e dou dicas para que você aproveite bem – e dentro das suas possibilidades – o melhor feriado brasileiro. Êta vidinha boa essa nossa!

RIO DE JANEIRO
Se o Rio é o berço do samba, a cidade é também sede do carnaval mais famoso do mundo. Seja para sair na Sapucaí – nunca o fiz, mas minha mãe já foi mil vezes e diz que é uma emoção indescritível -, assistir aos desfiles das escolas de samba ou enfrentar o calor em um dos mil bloquinhos de rua, o Rio de Janeiro é imbatível quando o assunto é carnaval.

Para quem quer sair na Sapucaí, prepare as pernas, os pés e o bolso. As fantasias custam de R$ 800 a R$ 2.500 e podem ser compradas direto no site das escolas de samba – saiba tudo o que você precisa nessa matéria aqui.

Mas se o pé não é de samba, o coração pode (e deve) ser. Quem quiser assistir aos desfiles, os ingressos custam de R$ 110 a R$ 320 e podem ser comprados por telefone. Muitas agências repassam os tickets por valores mais altos. Fique de olho! Veja aqui como comprar os ingressos para assistir aos desfiles na Sapucaí.

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Os bloquinhos de rua, já tradicionais na cidade, caíram no gosto dos jovens e inspiraram outras capitais brasileiras que aderiram ao costume. Quem quer curtir o carnaval de rua deve acordar cedo, pois, nesse caso, o bom do carnaval mesmo é com o sol a pino. Calor, água, boa música, gente bonita e alegre são as marcas dos bloquinhos, que tocam de Beatles a axé das antigas. Para não perder o bonde, fique de olho no horário e local da concentração dos blocos e divirta-se.

Em dúvida onde se hospedar, onde comer e em qual praia ir curar a ressaca? Não deixe de ler nosso guia completo do Rio de Janeiro.

PS: só passei o carnaval no Rio em papel – estava de intercâmbio e minhas amigas me “levaram” em um palito de churrasco -, mas posso dizer com conhecimento de causa que o pré-carnaval é maravilhoso também!

SALVADOR
O Rio pode até ser o berço do samba, mas a Bahia é a terra do carnaval da alegria. Passar o carnaval em Salvador é o sonho de muita gente – eu consegui realizá-lo em 2012, graças a Deus! Diferentemente do Rio, o esquema aqui é outro: circuitos fechados, trios elétricos e camarotes – há a possibilidade de ir de pipoca, mas não me arrisquei apesar de muitos amigos soteropolitanos falarem que é super de boa.

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O circuito mais famoso e fresquinho é o Barra-Ondina, que vai acompanhando a praia e é onde estão os camarotes mais famosos como o Harém (fui no primeiro dia), Camarote do Nana (o Camaleão faz uma pausa demorada e estratégica em frente) e o Camarote Salvador (lindo, maravilhoso e impressionante. Tem milhões de comida – inclusive risoto de lagosta – todo tipo de bebida, boate, massagem, stand de maquiagem e show particular na praia).

Camarote Salvador
Camarote Salvador

No chão, milhares de foliões de abadá e colares de filhos de Gandhi se jogam atrás do trio elétrico. Para se manter hidratado (ou bêbado) na pista, ambulantes e garçons garantem a bebidinha nossa de cada dia. De bloco fui no do Tuca Fernandes (meio desanimado), Me Abraça, do Asa de Águia (sensacional) e no Voa-voa, último do Chiclete com Banana.

Bloco ou Camarote? Como diria minha amiga Lívia, eu sou do povo e carnaval de verdade é no chão!

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Para garantir uma graninha para gastar durante o carnaval, compre os ingressos com muita antecedência – eles começam a ser vendidos no dia seguinte do carnaval – e divida de mil vezes. Dá para ser feliz mesmo sem ser rico!

PS: cuidado quando for pegar seu abadá. Fui muito avisada sobre a possibilidade de ser roubada logo na saída dos locais de retirada.

RECIFE E OLINDA
Ir para o carnaval de Pernambuco é uma experiência totalmente diferente do que você está acostumado. Muitos blocos fantasiados, vários boneco gigantes, muita caipi-siriguela e morros.

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Olinda lembra um pouco o carnaval nas cidades históricas de Minas Gerais, onde os jovens alugam casas ou ficam e repúblicas, sem contar os muitos morros de paralelepípedo que você tem que subir.

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Já em Recife, o carnaval mesmo acontece no Marco Zero, à noite, onde vários artistas respeitados se apresentam – no ano que fui (2015), teve show da Elba Ramalho e do Alceu Valença.

Em Recife também acontece o maior bloco de Carnaval do mundo, o Galo da Madrugada. É muito cheio meeeeesmo e tem de tudo, gente rica, pobre, feia, bonita, criança, idoso e um galo gigante! Hahaha… vale muito a experiência!

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Uma dica importante para aproveitar bem o carnaval é: acorde bem cedo e vá para Olinda! Bom mesmo é pegar um bloquinho desde o início e acompanhá-lo por toda a cidade. Veja aqui a programação dos blocos de Olinda.

PS: beba muita água e arrume um conhecido com uma casa com piscina. Juro que faz toda a diferença.

BELO HORIZONTE
Uma explosão de blocos de rua e de amor. É isso que aconteceu em BH, uma cidade que costumava ficar deserta durante o feriado e que hoje recebe gente do Brasil inteiro em busca do melhor pão de queijo e carnaval.

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Assim como no Rio, o carnaval em Belo Horizonte gira em torno de bloquinhos de rua durante o dia (veja a programação para não perder o bonde) e festas fechadas à noite. Já fiquei na cidade durante três carnavais e não me arrependi (jamais!).

Os blocos mais famosos são: Então, Brilha!, que sai da Rua Guaicurus (famosa pelos prostíbulos) no sábado de manhã bem cedo e é imperdível – é uma espécie de abertura “oficial” do carnaval de BH -; PPK ou Pena de Pavão e Krishna, que só divulga a hora e o local na noite anterior; Alcova Libertina, que toca rock e leva muita gente para a Av. dos Andradas; Baianas Ozadas, bloco de axé mais antigo (e mais cheio) que sai da Praça da Liberdade; Corte Devassa, da galera do teatro; Manjericão, o último, na quarta-feira; Juventude Bronzeada; Me Beija que Sou Pagodeiro; e Garotas Solteiras.

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Além dos bloquinhos famosos, muitos outros, menores e normalmente de algum conhecido, surgem todos os anos. Um que sempre vou é o Do Seu Bento a Dona Lúcia, que toca marchinhas e músicas mais tradicionais. Muito bom, amigável e familiar. Rs…

Um outro movimento que tem seu ápice durante o carnaval é a Praia da Estação, que é ponto de chegada de muitos blocos no sábado de manhã. A Praia surgiu há sete anos como uma resposta à proibição do prefeito Márcio Lacerda que proibiu eventos em praças da cidade. Eis então que a Praça da Estação, no centro de BH, virou praia e o sertão virou mar.

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À noite, não adianta muito ficar na rua, pois o que bomba mesmo são as festas fechadas. Para quem é folião de rua, sugiro ir para casa dormir, pois a programação no dia seguinte começa cedo e sol (e cerveja) cansa.

Leia nosso Guia completo de Belo Horizonte e não perca nenhum cantinho maravilhoso dessa cidade.

PS: não deixe de aproveitar os bloquinhos pré-carnaval, como Chama o Síndico, na quinta-feira, e os muitos ensaios que rolam em janeiro e fevereiro. Ah! E dá para tocar em algum bloco também. Em alguns é feito uma seleção prévia, em outros, basta participar dos ensaios.

DIAMANTINA
Ser um jovem mineiro significa ir ou já ter passado um carnaval em Diamantina – eu mesma fui quatro vezes. A cidade recebe uma das festas mais famosas do estado e foi onde surgiram bandas carnavalescas famosas como a Bartucada e a Bat Caverna.

O palco principal é montado na Praça do Mercado da cidade e é onde essas bandas tocam todo tipo de música no tambor. É muito legal! Tente ficar um pouco mais em cima para ver tudo direitinho e ter um pequeno espaço para viver.

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A grande dica para quem vai aproveitar o carnaval na praça é ir de madrugada, às 4 da manhã, assistir à metade do show da Bartucada, descer para o Bar do Telo (um boteco abaixo da praça que toca música e enche a rua de gente), subir novamente para a praça às 17h para ver a Bat Caverna (não perca a descida do Batman no primeiro e último dia de carnaval) e voltar para a casa após o show – dormir para quê? Tá achando que é fácil ser jovem? Além da Praça do Mercado, muitos outros locais da cidade formam aglomeração de pessoas. O Bar do Telo, como já disse, e o Baiúca, uma espécie de beco acima da praça, ficam lotados!

Comer não é uma atividade muito comum durante o carnaval, mas se estiver faminto, coma um pão de queijo gigante na padaria da praça ou enfrente um miojo em casa mesmo. Para beber? Além do tradicional: cerveja, ice, catuaba, etc. – não deixe de provar a Berola do Gilmar. Um iogurte aditivado com muito álcool e ingredientes secretos.

PS: para não correr o risco de ficar sem água em casa, tente alugar um imóvel próximo aos hospitais da cidade – área hospitalar nunca sofre com a falta d’água. Dica de ouro essa, hein?!

OURO PRETO
Esse talvez seja o carnaval de rua mais antigo de Minas Gerais. Desde sempre, as repúblicas de estudantes da UFOP recebem turistas e promovem blocos e festas pelas ruas (leia-se ladeiras) de Ouro Preto. Além disso, a prefeitura também organiza shows na Praça, mas, para mim, o bom mesmo é acompanhar os blocos e beber cerveja nas festas das repúblicas.

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Veja no nosso Guia de Ouro Preto todos os detalhes sobre onde ficar, onde comer e o que ver na cidade.

PS: nunca fui em um carnaval de Ouro Preto, mas amo a cidade e a República Passargada como se fossem minha casa!

Precisando de ajuda para planejar seu carnaval, festas ou lua de mel? Chega aqui e veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a transformar suas viagens em experiências reais e inesquecíveis.

Real x Pesos Argentinos

Com o aumento do IOF, usar cartão de crédito em viagens internacionais deixou de ser tão atrativo. Na maioria das vezes eu prefiro levar dinheiro vivo. Assim, pago menos taxas e diminuo o risco de gastar mais do que posso ou pagar uma fatura de cartão de crédito monstruosa porque o câmbio variou muito. Porém, dependendo do seu destino, o quesito comodidade pode compensar o uso do cartão, principalmente quando a taxa de câmbio ofertada na cidade é bem pior que a do cartão.

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Em Buenos Aires, durante muito tempo (e até há pouco tempo), o lugar mais conveniente para se trocar reais por pesos, por uma cotação ok, era o Banco Nación. Além da segurança, o banco possui uma agência bem no aeroporto Ezeiza (é só sair do desembarque e voltar à direita. No fim tem um corredor que dá acesso à agência – um guardinha controla a entrada a saída dos clientes) que funciona todos os dias do ano – incluindo Natal e Réveillon -, 24 horas por dia.

Porém, de uns tempos para cá, o Banco Nación anda oferecendo uma cotação bem ruim para a troca do real por peso. Mas, nem tudo está perdido! A cotação oferecida é ótima para dólares. Ou seja, se você está pensando/precisando trocar dinheiro logo na chegada em Buenos Aires, leve a moeda americana.

Mas se você tiver tempo livre na sua viagem, durante a semana e em horário bancário (11h às 15h), deixe para trocar a maior parte do seus reais nas casas de câmbio, no centro da cidade – a maioria das corretoras estão perto da esquina das calles Sarmiento e San Martín. Multifinanzas e Alpe, normalmente, praticam boas cotações para real e para dólar. #ficaadica

Aos finais de semana ou fora do horário “comercial”, a opção para trocar dinheiro são as casas de câmbio convencionais. Porém, esteja ciente que a cotação será pior.
😦

As casas de câmbio “paralelas” já foram a saída para os brasileiros por oferecerem cotações melhores para a troca de real por peso. Porém, atualmente, a diferença é muito baixa, não compensando o risco de se praticar um ato ilegal fora de casa.

Outra alternativa é sacar pesos em caixas eletrônicos, direto da sua conta bancária. Porém, além do IOF, você paga uma tarifa de saque para o seu banco e outra por usar o caixa. Por isso, use essa alternativa apenas em casos de emergência, tipo pegar um táxi em um domingo à noite.

Que tal viajar por conta própria com o conforto de ter acesso à experiência das agências? Só com o Por Ceca e Meca isso é possível. Veja como transformar esse sonho em realidade.

Bairros – Buenos Aires

Para mim, os melhores bairros para se hospedar são a Recoleta e o San Telmo. Porém, se você está disposto a pagar um pouco mais para ficar em uma região mais hypster (e mais longe do centro), o Palermo é uma ótima opção. Escolha o bairro de Buenos Aires que é a sua cara e escolha seu hotel!

Centro
Como na maioria das cidade grandes, o centro é a parte mais antiga, mais perto dos monumentos tradicionais e, ao mesmo tempo, a região mais “decadente” da cidade. Em Buenos Aires não é diferente. Nas duas primeiras vezes que fui à capital, me hospedei no centro. O que é uma boa opção, pois os preços dos hotéis são mais baixos e, durante o dia, você não precisa gastar muito com transporte, já que o Obelisco, a Calle Florida, as Galerías Pacífico, a Casa Rosada e outros pontos turísticos estão bem perto. Porém, à noite, andar pelas ruas pode ser um pouco amedrontador. Mas nunca me aconteceu n-a-d-a!

Galerías Pacifico
Galerías Pacifico

Conclusão: se você está meio sem grana e não fica (muito) inseguro com mendigos e ruas escuras, fique no Centro feliz da vida. Mas se você não está com muito dinheiro, mas tem um pouco de medo, o Centro continua sendo uma opção – ande de táxi à noite.

Recoleta
Esse é o meu bairro preferido para ficar hospedada. É perto do Centro, mas respira um ar mais luxuoso. As ruas são mais largas, arborizadas, bonitas e iluminadas. Sem contar que vários pontos de interesse, como o Cemitério da Recoleta e o Museu de Bellas Artes estão por ali. É um pouco mais caro, mas vale a pena! Aliás, tenho uma indicação de um flat super em conta na Recoleta – veja aqui onde se hospedar em Buenos Aires.

Parque na Recoleta - Buenos Aires
Parque na Recoleta – Buenos Aires

Retiro
Esse bairro fica no entorno da Plaza San Martin, até a Avenida 9 de Julio – bem pertinho do Centro. Porém, seu visual está mais para a Recoleta do que com o Centro propriamente dito – as ruas são mais tranquilas, seguras e bonitas.

Palermo
Esse é o bairro descolado de Buenos Aires. É praticamente o “Soho” da cidade, onde jovens designers dão um ar moderno às casas, bares e restaurantes das ruas que cortam a Av. Honduras – principal do bairro. A região é ótima para fazer compras em lojas alternativas e bater perna durante o dia e beber e comer durante a noite. Os restaurantes e barzinhos estão predominantemente localizados próximo à Plaza Julio Cortázar, também conhecida como Placita Serrano. Aos finais de semana, a região se transforma em uma pequena feira de artesanato e brechó.

Palermo - Buenos Aires
Palermo – Buenos Aires

San Telmo
Verdadeiro bairro hypster de Buenos Aires, Já foi a região mais rica da cidade, mas uma epidemia de febre amarela espantou os barões da região. Depois de muitos anos abandonado, o bairro foi redescoberto e os casarões restaurados. Aos domingos, uma feira de antiguidade toma conta das ruas charmosas, que acolhem barraquinhas, artesãos e artistas de ruas. Tudo na maior vibe. Tem um quê de Santa Tereza, no Rio de Janeiro.

Puerto Madero
Essa região é uma daquelas obras de revitalização que deu certo – pelo menos do ponto de vista turístico. O porto que antes estava abandonado e decadente foi totalmente reformulado e as docas e armazéns passaram a abrigar escritórios de multinacionais, lofts charmosos e restaurantes bacanas. Porém, ainda é um pouco “distante” de tudo, por isso recomendo apenas passear e jantar por lá. Para se hospedar, fica um pouco fora de mão…

Puerto Madero - Buenos Aires
Puerto Madero – Buenos Aires

Caminito
Personagem principal da maioria das fotos dos turistas que visitam Buenos Aires, o Caminito é um passeio típico, mas não um bom lugar para se hospedar. As casinhas coloridas e os dançarinos de rua contrastam com a pobreza e o ar “industrial” de todo o resto da região. A dica é gastar uma hora do dia passeando por ali e seguir viagem.

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Caminito – Buenos Aires

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Praia – Porto de Galinhas

Mar calmo, mas nem tanto; água quente e clarinha; peixes e jangadas; e uma faixa larga de areia, que é um pouco escura para quem está acostumada com Cabo Frio. Como mais a praia está protegida por corais, muita gente aproveita para conhecer as piscinas naturais de Porto de Galinhas, mergulhar para ver os peixes e tal. Como eu não sou muito fã de peixes e passeios “obrigatórios” em férias, admito que só fiquei deitada na cadeira tomando sol e me refrescando no mar.

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Mas sim, os passeios existem, saem todos os dias – o horário depende da maré – e, para preservar os corais, é preciso fazer um curso de 10 min. antes. É tudo muito organizado e procurado, mas, como não fui, não sei dizer o preço.

A praia de Porto de Galinhas tem seus “espaços” bem definidos. Logo em frente ao ponto de onde saem os passeios de jangada, a areia é disputada e os espaços entre as barracas é bem pequeno. É aqui que a agitação (demais para o meu gosto) rola. É carrinho de drink, barraca de milho, crianças e cachorros. Tudo junto e misturado.

Mais para a direita – olhando para o mar – é uma parte mais tranquila, com barracas e atendimento mais fáceis. Mais distante ficam as praias exclusivas dos resorts – existem muitos em Porto de Galinhas (veja aqui onde se hospedar em Porto de Galinhas).

Como fui com a minha mãe e minha tia, sempre virávamos à direita e caminhávamos até a Barraca do Carlos Velho, onde montávamos acampamento.

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Lá, o aluguel da barraca custa R$ 10 e os atendentes são bem gentis. A porção de camarão, que é bem farta, custa R$ 55 e a cerveja, que nem sempre está muito gelada, sai por R$ 5. O coco é R$ 6, assim como o refrigerante.

Apesar dos preços ok, para mim, o melhor da Barraca do Carlos Velho é a tranquilidade, sem ficar isolada nem rodeada apenas por velhinhos, e a possibilidade de nadar em uma parte do mar que não tem coral, nem pedra, nem nada. Só a água, a areia e você. Ô delícia!

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Só quem é de BH conhece

Parque Guanabara (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3333 – Pampulha)
Esse parque, localizado em frente à Lagoa da Pampulha tem cheiro de infância e de juventude divertida. Não, o parque não tem muitos brinquedos radicais, mas possui os principais, que nos deram frio na barriga e nos fizeram vomitar quando criança, lembra? O legal aqui é poder brincar como se fosse criança, mas com a sabedoria de um adulto (por isso, evite comer muito antes de ir na Xícara Maluca).

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É barato (você só paga os ingressos dos brinquedos que quer ir) e divertido, sem contar que a vista da Roda Gigante é linda. Brinquedos imperdíveis: carrinho de bate-bate (é bem grande o espaço), minhocão e trem fantasma (prepare-se para rir no final)

Funcionamento:
5ª e 6ª: das 13h às 22h
Sábado: das 11h30 às 22h
Domingo e Feriados: das 10h30 às 21h

Duelo de MCs (Rua Aarão Reis – Centro)
Nessa onda (maravilhosa) de apropriação da cidade, o vão embaixo do Viaduto Santa Teresa foi um dos mais bem “apadrinhados”. O movimento Família de Rua levou para o centrão de BH o duelo de MCs, que chama centenas de pessoas para escutar o que a rua tem a dizer. Os duelos, normalmente, são realizados aos domingos e lotam. Quer uma dica? Beba uma cerveja por lá e se encante!

Praia da Estação (Praça Rui Barbosa – Centro)
Há um tempo, o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda assinou um decreto que proibia eventos e aglomerações em praças públicas da capital. Para quê? Isso só inflou um movimento de (re)apropriação da cidade e fez com que milhares de jovens, contrários à medida (e ao prefeito também) instituíssem a Praia da Estação.

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Realizada aos sábado no concretasso em frente à Praça da Estação (Praça Rui Barbosa), eles (nós) estendem cangas, levam guarda-sol, bebem cerveja, se molham nas fontes e gritam “Ei, Lacerda, seu governo é uma merda). Frequentemente, um caminhão pipa é contratado para matar o calor da juventude. Esse é um dos movimentos mais legais de BH, que reúne gente disposta a conversar e se posicionar como cidadão de Belo Horizonte. Se antes a cidade não tinha mar, hoje temos praia!

Rua Sapucaí (Floresta)
Rua linda, movimentada, descolada e com uma das vistas mais bonitas de BH. A Rua Sapucaí hoje é morada de projetos colaborativos (como a Benfeitoria) e bares/restaurantes descolados – Salumeria Central, Gruê, etc. Aproveite e separe um fim de tarde e vá tomar um drink no parklet mais charmoso de BH.

Feiras de Rua
São muitas e diversas. Tem a tradicional Feira das Flores, às sextas, na Rua Bernardo Guimarães, a Feira Hippie que dita o tom dos domingos, além de outras tantas que têm aparecido e ocupado a cidade. Todo fim de semana, pelo menos uma feira diferente agita as tardes de Belo Horizonte.

Feira Imaginária, em BH
Feira Imaginária, em BH

As mais famosas são: Feira Experimente, de cervejas artesanais; Feira Imaginária, com produtos locais e muita gente interessante; Feirinha Aproxima; Feira da Benfeitoria; e a Mercê 399, com produtos orgânicos. Vem a BH? Vá à feira!

A gente te ajuda a ir além nas suas viagens. Venha cá e permita-se!

Restaurante Self-Service – Belo Horizonte

Casa Amora (Rua Paraíba, 941 – Savassi)
Esse é um daqueles restaurantes para se comer rápido, mas com a sensação de que tudo foi feito com calma e cuidado. Não é um self-service comum – existem poucas opções (cinco tipos de salada, quatro acompanhamentos quentes e três opções de carne) e não é você quem se serve. O preço varia de acordo com a opção de carne e quantidade de acompanhamentos (R$ 20 a R$ 28. As donas são nutricionistas e as opções são muito saborosas e equilibradas. Tudo é saudável, mas sem ser sem graça. Apesar de ser “estilo self-service”, vale ir na Casa Amora mesmo com tempo e aos sábados. O ambiente é lindo e super descolado!

Funcionamento:
2ª a 6ª: das 11h30 às 15h
Sábado: das 12h às 15h30

Casa Amora - BH
Casa Amora – BH

Verdinho (Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – São Bento)
O Verdinho é um clássico, seja para o almoço de terça ou pizza de domingo à noite. O buffet possui muitas variedades, inclusive opções light e vegetarianas. Além disso, têm buffet de japonês, pizza no forno à lenha e opções à la carte. Tudo muito gostoso, mas um pouco carinho – o quilo custa R$ 69,90. As caipivodcas são deliciosas e o chopp sempre gelado – no buffet, tem várias opções de petisco para acompanhar.

Funcionamento:
Todos os dias: a partir das 11h

Restaurante do Ano (Rua Levindo Lopes, 158 – Savassi)
Quando eu trabalhava na Savassi, almoçava quase todos os dias no 2015, 2016… (o nome do restaurante muda todo ano!). O preço é um pouco alto – R$ 69,90 / Kg – mas a qualidade compensa. Sempre tem uma opção de peixe – tilápia e/ou salmão -, frango, carnes, massa, legumes e salada alto nível, com palmito, amêndoas, frutas e outras frescurinhas deliciosas. À noite, funciona à la carte com uma boa carte de drinks.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 12h às 16h
5ª a Sábado: das 12h às 16h e das 18h às 1h30
Domingo: das 12h às 17h

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Restaurante do Ano – BH

Projeto Sabor (Av. Cônsul Cadar, 127 – São Bento)
O Projeto Sabor está entre meus restaurantes self-services preferido em BH. São muitas opções de salada (muitas mesmo); carne, frango e peixe na chapa – além de legumes -; e opções quentes e mais gordinhas, como massa, quiches e risoto. O preço é alto (R$ 69,90 / Kg), ma é condizente com a região e com a qualidade dos ingredientes. Além disso, o Projeto Sabor possui um bom cardápio à la carte, com saladas, sanduíches, pratos executivos e açaí – fica lotado no domingo à noite. As opções de sucos naturais também impressionam!

Funcionamento:
Todos os dias: 11h30 às 23h

Vá além do pão de queijo em sua visita a BH. Veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a personalizar sua viagem!

Restaurantes de Comida Mineira – Belo Horizonte

Xapuri (R. Mandacaru, 260 – Pampulha)
Há anos, o Restaurante Xapuri é considerado o melhor em comida mineira de BH. Não é por menos. O espaço é lindo, super bem cuidado, e a comida digna da melhor culinária do Brasil (pelo menos, na minha opinião). Tudo o que comi lá foi muito gostoso, mesmo. Pesado, é verdade, mas qual comida mineira não é? O que mais gosto do Xapuri é a quantidade de opções – existe mil possibilidades de petiscos e de prato principal, além das sobremesas que mais amo – doce de leite, goiabada, etc. É caro, mas um caro que vale a pena!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 12h às 23h
Domingo e Feriados: das 12h às 18h

Paladino (Av. Gildo Macedo Lacerda, 300 – Pampulha)
Opção mais e conta para quem quer comer comida mineira em um ambiente que lembra uma fazenda. O espaço é bem grande e sempre tem fila. Mas, enquanto se espera pela mesa, dá para ir tomando uma cervejinha ou bebendo uma pinga.

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A comida é gostosa (ainda prefiro o Xapuri), mas achei o cardápio com poucas opções e não servem pratos clássicos, como feijão tropeiro e tutu. Minha impressão é que é um restaurante comum com cara de mineiro.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 0h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingos e Feriados: das 11h30 às 17h

Restaurantes com melhor Custo x Benefício- Belo Horizonte

Mercearia 130
Gosto tanto desse bar/restaurante, que fiz um post inteirinho dedicado a ele! Clique aqui e leia.

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Casa dos Contos (Rua Rio Grande do Norte, 1.065 – Savassi)
É clássico, é bem servido e a comida é perfeita para dias de ressaca ou gordice, pois é pesadinha. O atendimento é um pouco demorado, mas o sabor e quantidade da comida compensam. O preço é bem em conta (os pratos custam em média, R$ 35 por pessoa) e o restaurante é um dos poucos que fica aberto até tarde.

Filé Surprise - Casa dos Contos
Filé Surprise – Casa dos Contos

Sugestão: Bolinho de bacalhau, Filé Surprise (gigante!!!), e Filé à moda.

Funcionamento:
2ª – das 11h30 às 15h e das 18h às 2h;
3ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Cantina do Lucas (Av. Augusto de Lima, 233, loja 18, Ed. Maletta – Centro)
Esse é um dos restaurantes mais antigos de Belo Horizonte. Do mesmo dono do Casa dos Contos, a comida da Cantina do Lucas segue a mesma linha: gostosa, farta e em conta. A vantagem em cima da filial é a localização – o Edifício Maletta é um dos prédios clássicos e descolados de BH – e o atendimento, que acaba sendo mais rápido que o da Savassi.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Casa Cheia (Rua Cláudio Manoel, 784 – Savassi)
Atualmente, o Casa Cheia tem sido minha opção para o almoço de domingo. O preço é bom (prato comercial custa em média R$ 25), atendimento rápido e comida bem gostosa.

Prato Comercial com bife de boi
Prato Comercial com bife de boi

É verdade que o forte desse restaurante são os petiscos e comida de buteco, tanto que já foi campeão do Festival por três vezes. Mas, como nem só de boemia vive o homem, o PF é muito honesto. A unidade tradicional é no Mercado Central, mas o endereço da Savassi acabou me conquistando pela praticidade.

Funcionamento:
2ª a Sábado: das 11h às 23:30;
Domingo: das 11h às 17h.

Casa Cheia Savassi - BH
Casa Cheia Savassi – BH

Macau (Av. Olegário Maciel, 1767 – Lourdes)
Tradição não vem de graça! O Macau é, sem dúvida, o melhor restaurante chinês de Belo Horizonte. O rolinho primavera é um patrimônio, grande e crocantemente delicioso. Não deixe de pedir. O atendimento é eficiente, as porções são bem servidas e o preço é camarada – cerca de R$ 50 por pessoa, com refrigerante e sobremesa. Costuma ter fila de espera (rápida), mas vale a pena esperar. Acredite me mim.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30
6ª: das 11h30 às 16h30 e das 18h às 24h
Domingo: das 11h30 às 16h30 e das 19h às 23h
Feriados: das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h

Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi)
É, sem dúvida, um dos restaurantes/café/bar mais charmoso de BH. Na unidade da Savassi (também está no CCBB), as mesinhas do lado de dentro te transportam para as livrarias europeias e os lugares na calçada te fazem lembrar que você está em (um dos melhores pontos de) BH.

cafe-letras-bh

O cardápio é sempre muito gostoso, tanto para o almoço quanto para jantar ou fazer o aperitivo. Os preços são ok (principalmente o menu executivo do almoço – R$ 25). Só o atendimento e rapidez que deixam a desejar. Se está com pressa, é melhor escolher outro lugar para comer.

Não aceita Sodexo.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 12h às 00h
6ª e Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 17h às 23h

Quer ir além do arroz com feijão em suas viagens? Chega aqui e descubra os serviços que o Por Ceca e Meca oferece.

Programas Culturais – Belo Horizonte

CCBB
O prédio é lindo, as exposições são gratuitas, os espetáculos têm preço popular, o primeiro piso tem uma vista deslumbrante da construção, além de um café digno para almoço, lanches e bebidinhas. O que mais preciso dizer?

CCBB - BH
CCBB – BH

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Com a mudança dos órgãos governamentais para a Cidade Administrativa, os prédios ao redor da Praça da Liberdade foram transformados em espaços culturais abertos à população.

São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefart Liberdade – Centro de Formação Artística e Técnica da Fundação Clóvis Salgado, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte SEBRAE – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade. Quase todos têm entrada gratuita e contam com uma vista linda de um dos espaços mais bonitos e vivos de Belo Horizonte.

Palácio das Artes
Localizado no centro da cidade, ao lado do Parque Municipal, o Palácio é queridinho dos mineiros e tem uma história de superação – pegou fogo e foi, praticamente, todo reconstruído. A sala de espetáculo é super imponente e os maiores artistas costumam se apresentar aqui. As galerias têm entrada gratuita e o foyer é uma chiqueza só!

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes - BH
Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes – BH

Cine Humberto Mauro
A sala de cinema do Palácio das Artes é um ótimo programa para quem visita a capital. A programação é sempre interessante e gratuita. Programa cultural perfeito: rolê pelo Parque Municipal, visita às exposições do Palácio das Artes, lanchinho do Café do Palácio e sessão no Humberto Mauro. Tudo gratuito (menos o lanche) e inspirador.

Cine Belas Artes
Um dos poucos representantes da categoria Cinemas de Rua, em BH. Essas são as salas que recebem os filmes mais alternativos e as pessoas mais descoladas. A estrutura das salas não são as mais modernas e possuem um leve cheirinho de mofo, mas nada que atrapalhe. O café tem opções gostosas e, depois, dá para passear na Praça da Liberdade. Programa completo e delícia!

Benfeitoria
Mistura de bar, casa de show e galeria de arte, a Benfeitoria é um dos meus lugares preferidos em BH. Possui uma das vistas mais bonitas da cidade – Rua Sapucaí -, parklet em frente, além de uma programação bem eclética. O galpão, sem dúvida, é feito de muito amor, arte e diversão.

Galpão da Benfeitoria - BH
Galpão da Benfeitoria – BH

Teatros
São muitos, com programação diversificada. Destaque para o Festival Internacional de Teatro (FIT), que rola todo início de ano com peças a preços mais que camaradas!

Está em busca de experiência inesquecíveis e viagens com alma e personalidade. Descubra aqui como o Por Ceca e Meca pode te ajudar!

 

Confira aqui o post que fiz sobre BH, para o Blog do Méliuz.

Também selecionei cinco espaços culturais imperdíveis para quem visita ou mora em Belo Horizonte. Veja o post completo no Follow the Colours.