Almoço na Mercearia 130

O bar e restaurante Mercearia 130 sempre foi um queridinho para noites “de leve”. Porém, desde que abriram a nova unidade no bairro de Lourdes, o local ganhou meu coração vespertino também.

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Truta com risoto de tomate cereja

A casa é linda e bem grande – diferentemente do bar original, que é pequetito. Você pode ficar na varanda, que é iluminada com luzinhas (adooooro), no salão, que tem ar condicionado, ou nos fundos, juntos às árvores. Não importa onde vai se sentar, o importante é que te garanto que vai ser bom.

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O cardápio de petiscos é muito bom também, mas o grande lance para mim são as opções de prato, que são servidos até mesmo à noite. Funciona assim: você escolhe a carne/peixe/frango e um acompanhamento, que pode ser salada, legumes, batatas ao murro, farofa ou mandioca – não se esqueça de perguntar pelo acompanhamento do dia, que costuma ser um risoto delícia!

O preço? Varia de R$25 a R$45 (cordeiro). Tá bom demais, né?

Veja outras opções de almoço com excelente custo x benefício em Belo Horizonte.

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Onde Comer – Buenos Aires

Chila (Alicia Moreau de Justo 1160 – Puerto Madero)
Esse é o meu restaurante preferido do mundo. Eu disse do M-U-N-D-O! Se deseja jantar em Puerto Madero, esqueça as parrillas tradicionais e vá ao Chila!

Sim, antes de começar é bom deixar claro que jantar no Chila é caro (800 pesos o menu de três passos, sem bebida). Mas também vale ressaltar que cada centavo é devolvido em forma de sabores, cortesias e delicadezas. A comida é simplesmente divina! Tem aquelas frescurinhas (espuma de não sei o quê com redução daquilo outro) que, neste caso, são pura alquimia de sabor!

Em 2012 comi ali o melhor risoto negro de frutos do mar da vida. Após três anos voltei esperando a mesma experiência. Porém, o cardápio foi todo atualizado, o que aboliu o meu risoto. Frustração? Um pouco no início, mas totalmente superada ao longo do jantar.

Chegada: pão de vinho (você nao acredita na casca deste pão!!!!), manteiga com pimenta e flor de sal e pãozinho com molho bechamel sobre ovo de codorna e bacon. Entrada: camarões ao molho de tomate com ervas, espuma de limão e fatias finíssimas de melão.

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Entrada – Restaurante Chila

Principal: merluza negra com maçã verde (umas envoltas em açúcar e outras sobre molho de queijo) e um molho de uma coisa deliciosa que não me lembro. Sobremesa: souflé de doce de leite com sorvete de creme e um leite meio azedinho. Simplesmente a melhor sobremesa que já comi na vida!

Sobremesa - Restaurante Chila
Sobremesa – Restaurante Chila

Drink: daikiri diferente. Total: 2125 pesos argentinos (dois menus de três passos, dois drinks, três águas e um café).

Daikiri - Restaurante Chila
Daikiri – Restaurante Chila

Conclusão: se puder esbanjar, não deixe de ir! A comida é deliciosa, o ambiente é lindíssimo (varanda toda de vidro voltada para o rio) e os garçons são a educação e cortesia em pessoa!

3ª a Domingo: das 20h às 0h

Dada Bistro (San Martin 941 – Centro)
Pequeno (pequeno mesmo!!!), sempre cheio (inclusive às 22h de uma segunda-feira), acolhedor (tanto pelas paredes vermelhas quanto pelos/as garçons/garçonetes), bons drinks (o daikiri de frutas vermelhas é digno de um mergulho), comida muito boa (comi o risoto de camarão. Bom e bem servido), sobremesa gostosa e grande (volcón de doce de leite bom e dá para dividir – mas perde de muito para o do Chila), clientes animados e interessantes (tem-se a impressão de estar na sala de jantar de alguém, do tanto que as pessoas se soltam e se divertem. Frequentado por gatinhos descolados e tiozões interessantes) e preço justo (couvert, três drinks, duas águas, dois risotos e uma sobremesa = ARS 715).
Conclusão: não deixe de ir! Mas faça reserva!!!!!

Tel.: 4314-4787
dadabistro@hotmail.com

El Sanjuanino (Posadas, 1515 – Recoleta)
Onde há fumaça há fogo. Empanadas famosas por merecimento. São deliciosas (não deixe de provar a de carne suave). A parrilla também é muito boa. Na verdade, foi a melhor carne que provei em Buenos Aires: macia e surpreendentemente temperada (coisa rara na Argentina). Mas minha iguaria preferida servida no El Sanjuanino é, sem dúvida, o alfajor!!!

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Homemade, folhado, recheado com doce de leite doce na medida certa e coberto por uma fina camada de açúcar. Preço justo.
Conclusão: vá, prove a empanada e traga um alfajor para mim.

Oviedo (Beruti, 2602 – Recoleta)
Fizemos a reserva para a noite da nossa chegada e não nos arrependemos. Por ser próximo ao hotel, conseguimos chegar a tempo do horário marcado e voltar a pé mesmo, fazendo a digestão. Rs…

De cara você vê que é um restaurante fino, mas a comprovação vem mesmo com o serviço e os pratos. Garçons metidos e pouca comida (apesar de muito gostosa). Caro, mas nada estrondoso.
Conclusão: vá jantado.

Cafe del Mercado (Mercado de San Telmo)
Excelente para um cafezinho antes ou depois de passear pela feira de San Telmo. Há vários tipos de café e as medialunas são bem gostosas.

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O preço está mais para turístico, mas vale experimentar.
Conclusão: senta um tiquinho e toma um café!

Lo de Jesus (Gurruchaga, 1406 – Palermo Viejo)
A minha principal impressão desse restaurante com mesas na rua é a lerdeza do lugar. Simplesmente tudo demora: o primeiro contato do garçom, as bebidas (no caso, água e refrigerante), o couvert, a entrada (duas simples empanadas), o prato (apenas uma salada!!!), a sobremesa (30 minutos para uma panqueca de maçã com sorvete), o café e a conta.

O ambiente é gostoso e bem localizado (meio no finzinho do Palermo, quando vc já está exausta e faminta). A comida me pareceu gostosa (uma empanada e uma salada não me dão embasamentos para uma avaliação mais profunda), mas a demora foi, sem dúvida, a característica mais marcante deste estabelecimento. O que era para ser uma paradinha rápida levou quase 2 horas. E olha que o restaurante não estava cheio!
Conclusão: só pare se estiver com muuuuuito tempo.

Tomo I (Carlos Pellegrini, 521 – Centro)
Deixei por último porque, para mim, é muito difícil falar sobre esse restaurante. Mas minha primeira dica é: não vá ao Tomo I. Caro. Comida ruim e atendimento metido. Sei que a minha avaliação sobre o Tomo I destoa do restante, afinal, em muitas listas ele figura na primeira posição, mas esse restaurante foi responsável pela maior frustração da minha viagem!

Reserva feita desde o Brasil, roupa bonita para a grande noite e uma comida horrível acompanhada de vinhos tão ruins quanto! Pedimos o menu degustação e a cada prato fomos surpreendidas negativamente. A entrada parecia uma lavagem, o peixe estava insosso e a sobremesa voltou praticamente intacta de tão ruim. Saímos e comemos uma empanada em um kiosoko pelo caminho.
Conclusão: não vale gastar nenhuma noite da viagem lá. A não ser que sua intenção seja tirar onda na rodinha de amigos dizendo que foi no número 1 de Buenos Aires (nem assim vale a pena!)

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O Que Comer – Porto de Galinhas

Descubra as delícias típicas de Porto de Galinhas.

Bolo de Rolo
É impossível ir a Pernambuco e não comer (ou trazer) um bolo de rolo. De massa fina e recheio na medida, essa espécie de rocambole é um dos tesouros dessa terra.

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Existem vários tipos – caseiro, de doce de leite, chocolate -, mas o tradicional (e melhor) mesmo é o de goiabada do Sabor da Casa. O preço não muda muito dos outros que são vendidos, mas a qualidade sim. Acredite, eu provei todos, sem exceção!

Caldinho da Ivone / Ivonete / Ivanilda
Em Pernambuco, tomar caldo na praia é normal e parece que combina com o calor – juro! Existem vários carrinhos, mas os melhores são os das irmãs Ivone, Ivonete e Ivanilda. O pote custa R$ 10 e você pode escolher entre muitos sabores – o de aratu é delicioso! Coloque farinha e aquela pimenta e seja feliz (e quente).

Caldo de Feijão da Marta
Se o seu gosto é mais tradicional e você não se arrisca muito em sabores diferentes, o caldinho de feijão da Marta é sua salvação. Com charque, azeitona, milho e ovo de codorna (todos opcionais), ele está sempre quentinho. O pote custa R$ 5.

Bolinho de Goma e Sequilhos da Amara
Sabe aqueles biscoitinhos com cara de vó? Então, em Porto de Galinhas eles são vendidos em todos os lugares, mas o melhor é exclusividade da praia. Os sequilhos da Amara são os mais famosos e gostosos da região (ela conta, toda orgulhosa, que já apareceu até na Revista da Azul).

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Eles são sequinhos e deliciosos e têm em vários sabores – coco, maracujá, chocolate, goiaba e o tradicional – meu preferido. Os bolinhos são vendidos no pote (R$ 6) ou em saquinho (R$ 5). Prove, leve e engorde. Fim.

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Onde Comer – Porto de Galinhas

Falar sobre os restaurantes de Porto de Galinhas é falar sobre uma rede de empreendimentos de um único chef (muito pouco simpático, por sinal. Mas, cozinha tão bem..). Os três melhores da cidade, na minha opinião, pertencem a um mesmo dono. É monopólio? Não, porque existem outras opções. Mas que as dele são melhores, isso são.

Munganga Bistrô (Av. Beira Mar, 32)
Esse é o nosso restaurante preferido em Porto de Galinhas. Ele fica no fundo de uma galeria, de frente para a praia. O ambiente é lindo – tem a opção de ficar no salão interno ou em uma espécie de bangalô com vista para o mar – o atendimento também.

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Os pratos são individuais e muito fartos. Se quiser maneirar na comilança, peça uma entradinha e divida um prato principal.

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O cardápio é muito variado, mas as grandes estrelas são os peixes e o camarão. Para mim, os melhores pratos são o Peixe à Fiorentina, que vem gratinado, e o Peixe Terra Mar.

Os preços dos pratos variam de R$ 55 a R$ 65. A caipivodka (ótima por sinal) custa R$ 12 e vem bem forte se você pedir. #ficaadica

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Só é preciso prestar atenção a uma coisa quando decidir ir ao Munganga. Os chefs de cozinha se reservam, dia sim-dia não, e tem um que é muito melhor que o outro. Por isso, minha dica é ir dois dias seguidos, ver em qual ocasião a comida estava mais gostosa e seguir intercalando outros restaurantes na folga do chef muso.

Vista das mesas externas - Munganga Bistrô
Vista das mesas externas – Munganga Bistrô

Gratin (R. Piscinas Naturais, 1)
Do mesmo dono do Munganga Bistrô (o cara é bem estrelinha e babaca, mas nem sempre está nos restaurantes, para alegria geral), o Grtin fica na entrada da galeria que leva ao outro restaurante. O ambiente interno é super intimista – uma loja toda de vidro – e possui mesas na calçada.

Como o próprio nome diz, a casa é especializada em pratos gratinados. Todos vêm servidos na frigideira. Uma coisa linda. Os pratos são muito bem servidos e dá para dividir tranquilamente – sempre pedíamos dois para três pessoas.

Desculpa, não conseguimos esperar a foto
Desculpa, não conseguimos esperar a foto

Você decide por peixe ou camarão ou lagosta e escolhe o acompanhamento – arroz 7 grãos ou purê. Minha sugestão? Camarões flambados com purê. De comer de joelhos. Tanto que em nenhum dia consegui tirar foto do prato completo.

Os pratos custam em média R$ 45 (exceção da lagosta). Os petiscos são mais caros e não valem tanto a pena. Se arrisque logo no principal.

La Tratoria (Rua dos Navegantes, 81)
Último da trilogia do chef que não sei o nome, o La Tratoria é especial (mas não exclusivo. Vive cheio e com fila de espera). As massas servidas são, simplesmente, incríveis. Sério, você dificilmente vai comer algo igual em uma praia brasileira.

Peixe à Fiorentina - Munganga Bistrô

O ambiente é lindo, o atendimento super cortês e o preço está dentro do praticado na região – média de R$ 58. Destaque para a caipi de umbu-cajá (R$ 12). Se for a Porto de Galinhas não deixe de ir ao La Tratoria.

Peixe na Telha (Av. Beira Mar 103)
Esse era um dos restaurantes mais badalados de Porto de Galinhas, mas parece que a fama subiu à cabeça. Os preços são simplesmente absurdos.

O restaurante é grande, de frente para o mar. Como são muitas meses, o barulho é bem incômodo. As porções de petisco são bem pequenas – seis pastéis, seis peixinhos fritos, etc. -, mas a caipivodka é caprichada (R$ 12).

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Como não estávamos com muita fome, acabamos dividindo uma salada – R$ 28. O prato principal da casa, o peixe na telha, é bem servido e custa R$ 138. Porém, não voltamos para prová-lo (mas minha mãe disse que é muito gostoso).

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Minas Gerais

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Pão de Queijo – Belo Horizonte

Carioca da Esquina (Rua Levindo Lopes, 293 – Savassi)
Sem nenhum glamour ou frescura essa lanchonete de esquina, na minha opinião e paladar, é detentora do título de melhor pão de queijo de Belo Horizonte. Para mim, ele é exatamente como deve ser um pão de queijo: crocante por fora, puxento por dentro, com pouco polvilho e muito queijo. Sério! Sempre quentinho e com um tamanho ok (o ideal é pedir dois), o pão de queijo do Carioca da Esquina é o campeão.

A Pão de Queijaria (Rua Antônio de Albuquerque, 856 – Savassi)
Não sou contra o raio gourmetizador, mas por favor, deixem o meu pão de queijo em paz. A Pão de Queijaria provocou um rebuliço em BH, com seus pães de queijo recheados e feitos com tipos de queijo diferentes.

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Porém, na minha opinião, só me deu mais motivos para desejar o tradicional. Não, o pão de queijo não é ruim, mas não é melhor que nenhum outro. Aliás, perde para muitos, pois é um pouco seco e, para mim, falta queijo na massa. É claro que o local tem um charme a parte, a decoração é descolada e eles servem um café coado em um mini coador que é uma delícia. Mas falando em pão de queijo…

O Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
Sei que pelo nome vocês devem estar pensando que errei de categoria, mas a verdade é que eu não gosto do pastel d’O Rei do Pastel, mas não dispenso o pão de queijo. Não é maravilhoso, mas acho bem uma delícia. É meio massento demais, com muito recheio, mas assim que é bom. Sobra recheio com muito queijo e não deixa saudade do polvilho exagerado de outras versões. Com um preço super baratinho – R$ 2,50 – e um tamanho de matar a fome, o pão de queijo do Rei está entre os meus preferidos de BH. Me julguem.

Hamburgueria – Belo Horizonte

Madero (BH Shopping)
A famosa rede de hambúrguer chegou a Belo Horizonte no final de 2016 e manteve o sucesso típico. E não é para menos, o hambúrguer, no caso o cheeseburguer, é realmente muito gostoso.

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O pão é tipo francês, crocante sem ser duro, e com gosto de verdade. O hambúrguer é bem temperado, servido no ponto e tem gosto de grelhado de verdade. A maionese é indescritivelmente boa – você pode pedir uma porção extra dessa maravilha cremosa por apenas R$ 4. A porção de batata frita não é muito grande, principalmente se considerarmos que ela é uma delícia.

O preço? Não é barato (cheeseburguer com batata = R$ 36), mas vale cada centavo. Aliás, toda a refeição vale as calorias e fila de espera.

Dica valiosa: das 18h às 20h além de rodada dupla no Chopp na caneca congelada, caipirinhas, coquetéis e taças de vinho (além de desconto de 20% em toda a carta de vinhos), vários pratos – incluindo o Cheeseburguer Madero Super, saem por um precinho beeeem camarada! Confira o cardápio de Happy Hour do Madero e aproveite ´para começar a comilança mais cedo (e pagar menos por isso).

Guaja (Av. Afonso Pena, 2881 – Funcionários)
O Guaja não é bem uma hamburgueria, mas serve o melhor sanduíche da cidade. Com uma proposta super atual, o espaço é um co-working que promove eventos mega legais e possui um bar nos jardins da casa antiga. Além de drinks e boa conversa, o bar serve sanduíches gourmets deliciosos, acompanhados de batatas rústicas. Sério, os habúrgueres são muito gostosos!

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Tem opção vegetariana, no pão australiano, com linguiça e katchup de goiabada. Um estrondo, que custa entre R$ 26 e R$ 29. Vale cada centavo e cada gordurinha!

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 18h às 23h30
6ª e Sábado: das 18h às 00h30

Duke’n Duke
Para muitos, o Duke’n Duke serve o melhor hambúrguer de BH, por isso, fui conhecer a unidade da Savassi com altas expectativas. O espaço é pequeno (cabem 30 pessoas), intimista, com decoração descoladinha, bem no clima dos pubs londrinos.

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A carta de cerveja é enorme e os preços variam entre R$ 13,90 a R$ 50. Pedimos a Duke’n Duke – pint de pale ale (R$ 19,50) – a opção mais em conta e com melhor custo-benefício.

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Para comer, fomos do tradicional Duke’n Duke (R$ 29,90) – hambúrguer de picanha, com queijo, molho de tomate caseiro e alface americano. Para acompanhar, batatas rústicas picantes, que lá têm outro nome, mas não me lembro. A outra opção seria batata chips.

O hambúrguer veio ao ponto, vermelhinho por dentro, como manda o figurino. Porém, achei a carne meio seca. De cara, já achei que a proporção de pão estava maior do que deveria ser. Tinha muito pão! Na primeira mordida, senti falta da cebola, mas foi uma opção minha, pois poderia ter pedido o Armstrong, que vem com cebola e bacon. O gosto mais forte (e delicioso) era do molho de tomate caseiro. Saboroso, com pedacinhos pequeninhos do fruto. Estávamos com tanta fome, que devoramos tudo em segundos.

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Conclusão: achei apenas gostoso, mas está looonge de ser o melhor da cidade. Para mim, entra, no máximo, no top 5 (e perde de muito para o do Guaja).

Preços: os sanduíches variam de R$ 30 a R$ 50
Além de hambúrgueres, eles servem entradinhas fritas e sobremesa

Eddie Fine Burguer
Essa é a primeira hamburgueria gourmet de BH. Quando abriu, as filas eram quilométricas para comer o maior e mais gostoso hambúrguer da cidade. Hoje, as filas diminuíram (assim como o tamanho do hambúrguer), mas o ambiente e os pratos continuam sendo gostosos.

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Além dos sanduíches (o meu preferido é o Greenpeace), o Eddie também serve pratos – a costela com salada ceaser é uma delícia. O preço é o padrão dessas hamburguerias (cerca de R$ 30 por sanduíche + batata), ou seja, caro. Mas para dias em que a ideia é escapar do Mc Donald’s…

Deli Handmade (R. Prof. Antônio Aleixo, 591 – Lourdes)
Essa hamburgueria nasceu nessa onda gourmet que assolou até o brigadeiro. Localizada perto do burburinho do Lourdes, o Deli possui mesas na calçada e algumas poucas do lado de dentro, que é bem pequenininho. Diferentemente do tamanho do hambúrguer que, fazendo jus ao preço cobrado, é bem grande.

O hambúrguer é alto e vem ao ponto – vermelhinho por dentro – o pão é super macio e o queijo e molhos muito bom. É servido com uma faca fincada, sobre uma tábua de madeira e acompanhado de batas rústicas, que combinam com o clima da apresentação. O sanduíche é bom, bem bom, mas não me fez ouvir sininhos nem desejar que não acabasse. Achei apenas gostoso, não fazendo valer o investimento monetário e as (muitas) calorias.

Funcionamento:
3ª a Domingo: das 18h30 às 00h (fechamento da cozinha)

Texas Steakhouse (Rua Halley, 777 – Santa Lucia)
Confesso que fui ao Texas por causa do bolso – eles têm convênio com o Chef’s Club e terça é dia deles. Assim que parei o carro, achei o ambiente meio estranho. Muitos motoboys na porta e um som meio nada a ver tocando na maior altura não dava certeza se eu realmente estava no lugar certo. Entrei e me sentei. O salão é pequenininho, com apenas quatro mesas. Não sei bem o porquê, mas para mim, tudo estava com cara de engurdurado, sabe? Do chão às paredes de madeira – a decoração é toda inspirada no Texas. A única coisa que destoa do clima é a televisão, que estava passando um filme no volume máximo.

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No cardápio, onze opções de hambúrgueres, além da opção de rodízio (R$39,90 para comer versões menores dos sanduíches). Optei pelo serviço convencional e pedi o Plano, o mais tradicional possível – pão, hambúrguer artesanal, cheddar, picles, cebola, alface e tomate -, com batatas.

Gosto de comer hambúrguer com a mão (desculpa, vó!) e assim que peguei o lanche senti a gordurinha escorrer pelos dedos. É sério. O pão estava tão encharcado que, no final, a parte de baixo ficou da finura de um papel. As batatas também expeliam óleo ao serem mordidas.

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O hambúrguer em si é bem gostosinho, o molho da casa também é uma delícia. Mas o cheiro e gosto de manteiga não deixam espaço para mais ninguém. Conclusão: vale pelo preço (R$23), mas perde pela saúde do seu coração.

Conheça BH (e qualquer outro lugar do mundo) além dos pontos turísticos. Veja como o Por Ceca e Meca pode revolucionar suas viagens por um preço personalizado para a sua realidade e vontade. Vem que o mundo é seu!

Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

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Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

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Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

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A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

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Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

Que tal ir além do arroz com feijão nas suas viagens? Chega aqui e veja como construir viagens com a sua cara.

Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

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Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

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A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

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Pizzarias – Belo Horizonte

68 Pizzaria (Rua Felipe dos Santos, 68 – Lourdes)
Essa foi a primeira pizzaria mais “gourmet” a abrir em BH. Pelo menos, que eu me lembre. Por isso (e pela qualidade da redonda), ela é uma das minhas preferidas na cidade.

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A massa é fina sem ser insuficiente, a quantidade e qualidade dos recheios são sempre surpreendentes, a carta de cerveja (long neck) e drinks é boa e o ambiente é suuuper charmoso e chiquemente aconchegante. Além de pizzas, eles servem bruschettas, massas, calzones, pratos quentes e salada.

Sim, as pizzas são mais caras, mas vale a pena, porque, nesse caso, sair para comer uma pizza na 68 é a saída do dia e não apenas um pré ou pós.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 18h às 00h
5ª a Sábado: das 18h às 2h
Domingo: das 12h às 00h

Olegário
Como existem muitas unidade da Olegário em BH – quase todas junto aos hotéis Promenade (veja onde se hospedar em BH) -, essa acaba sendo a escolha mais prática para os dias de gordice. A massa é média, nem muito fina e nem grossa, e os recheios são gostosos. Um ponto positivo é que eles mantiveram os sabores clássicos, como calabresa, marguerita e tal, no cardápio. Ou seja, dá para ir com criança e com gente chata para comer.

Os preços são meio altos – pizza média custa cerca de R$ 50 -, mas está dentro do padrão desse tipo de pizzaria. Sem contar que o ambiente, atendimento e sabor fazem valer o gasto.

Marília Pizzeria (Rua Marília de Dirceu, 226 – Lourdes)
Essa pizzaria está entre as minhas preferidas. Tanto pelo cardápio e drinks (a caipivodca é ótima!) quanto pelo ambiente e clima de paquera chique que tem. Rs..

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Localizada na rua mais movimentada do Lourdes, a pizzaria reúne muita gente bonita (e metida também), mas às vezes é bom dar uma circulada por lá.

Além das pizzas, que são muito gostosas mesmo, a casa serve massas, saladas e risotos. Os preços são altos, mas seguem o padrão das duas anteriores.

Funcionamento:
Todos os dias: das 18h à 1h

Pizza Sur
Existem três unidades do Pizza Sur em BH e cada uma me atende de uma forma diferente. A da Rua Levindo Lopes, na Savassi, é ótima para comemorar aniversários, pois é mais vazia, além de servir um almoço delicioso (muito!). A da Praça da Liberdade é, sem dúvida, a mais bonita e a que eu acabo mais frequentando. Super descolada, muitas vezes é o meu programa de sexta à noite com os amigos. A do Cruzeiro, é mais intimista, mas tão gostosa quanto às outras duas.

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Pizza Sur Savassi – BH

Agora falando de cardápio, as empanadas merecem destaque. São gostosas, de massa delicada e do tamanho ideal para petiscar. As pizzas são bem gostosas, mas não são as melhores da cidade (sorry!). A carta de vinhos é honesta e o atendimento sempre muito bom.

Ou seja, apesar de não ter a melhor pizza, o Pizza Sur é uma das minhas pizzarias preferidas em Belo Horizonte.

Parada do Cardoso (Rua Dores do Indaiá, 409 – Santa Tereza)
Antes de existir qualquer pizza gourmet, a Parada do Cardoso era unanimidade entre os amantes da redonda. A massa é normal, um pouco alta (mas não tanto quanto a da Pizza Hut), e muito bem recheada. Os sabores são tão diversos quanto à sua imaginação, mas, mesmo com tantas opções, acabo sempre pedindo a minha preferida: Estrada Real – carne seca com catupiry e cebolinha. Uma delícia!

O espaço é simples e conta com três ambientes – calçada, com mesas de plástico e clima de boteco; primeiro andar mais romanticozinho, perto do forno a lenha; e o segundo andar, mas amplo e bem bonitinho.

As pizzas custam em torno de R$ 50, mas são bem grandes – o preço é justíssimo.

Localizada em um dos pontos mais tradicionais e movimentado do bairro boêmio de Santa Tereza, a Parada do Cardoso é uma ótima pedida para dias de semana e finais de semana, afinal, a cerveja é sempre gelada e os garçons atenciosos.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 18h às 00h
5ª a Sábado: das 18h às 2h
Domingo: das 12h às 00h

Pomodori
As muitas unidades do Pomodori são uma mão na roda. Com um esquema de venda de fatias, essa pizzaria sempre pode te salvar, seja na hora do almoço ou no domingo à noite. Não é um lugar para ficar por horas, a ideia aqui é mais ser uma espécie de fast food com pizza de qualidade. Cada dia, seis sabores estão disponíveis em fatias. Mas vc pode pedir pizzas inteiras, se preferir. O preço é justo – R$ 9,00 por fatia – por uma pizza gostosa e farta (os pedaços são beeem grandes).

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