Rio de Janeiro

Antes de começar, preciso esclarecer uma coisa. Você está prestes a ler o relato/roteiro de uma mineira que não é muito chegada a praia e que, praticamente, só viu o Rio de Janeiro sob forte chuva e tempo nublado. Por isso, provavelmente, você vai se surpreender com as sugestões abaixo, que vão além da famosa tríade: praia – Maracanã – Lapa (mas é claro que tem isso também). Vamos lá?

Praia

Não é porque não sou fã de areia grudada pelo corpo que não aproveito todo clima caliente que as praias proporcionam. Por isso, mesmo não fazendo o estilo bife à milanesa, sempre que estou no Rio (e não está chovendo), tomo uma cervejinha sentada na canga.

Para se esbaldar mesmo, nadar, tomar sol e apreciar belos corpos, a Prainha é a minha preferida. É pequena, o mar é mais calmo que do resto da cidade e você ainda corre o risco de trombar com algum global ou modelo deuso surfando. Uma dica importante: leve petiscos / barrinhas / sanduíches porque a oferta de quiosque é pequena e, muitas vezes, todo o estoque de comida acaba.

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Prainha – Rio de Janeiro

Agora se o esquema é aproveitar o que a praia tem de melhor – vista, cadeiras com os pés na areia, bons drinks, gente saudável, bonita e suada, a melhor opção é Ipanema! Adoro ficar assistindo aos jogos de futevôlei e ver as pessoas fazendo Sup. Sem contar que as barraquinhas têm caipivodkas bem gostosas que me ajudam a relaxar e esquecer do desconforto da combinação sal + areia.

No Rio, o público que frequenta a praia é muito bem definido de acordo com os postos – do Leme ao Leblon, são 12 postos com 800 metros de distância entre um e outro. Veja o estilo de cada um, na Zona Sul, para você não errar de tribo.

Onde ficar

O título de Cidade Maravilhosa deve vir com um parecer que aumenta (absurdamente) o preço  dos hotéis. Se você não está disposto a gastar um bocado com hospedagem, só lhe restam três opções: conhecer alguém que more no Rio, ficar em algum hostel ou não visitar a cidade.

Como só alcancei a primeira opção há pouco tempo, quase todas as vezes que fui ao Rio de Janeiro, me hospedei em (bons) albergues. Confira onde.

Programas culturais

Nem só de praia e biquini vive o Rio de Janeiro. Além de milhares de teatros e peças em cartaz, a cidade tem muito a oferecer a quem quer ter uma experiência cultural. Como eu, quase sempre, dedico boa parte do meu tempo de viagem explorando exposições e locais históricos, segue aí a minha listinha de lugares e programas culturais.

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Casa Daros – Rio de Janeiro

Pontos turísticos

Como disse no início, sou super pé frio e molhado quando viajo para o Rio, por isso não conheço nenhum dos pontos tradicionais da cidade. Não, não fui ao Cristo Redentor, não conheço a Floresta da Tijuca e nunca entrei no Forte de Copacabana. Admito que já andei de bondinho no Pão de Açúcar, mas a neblina era tanta que não conta!

Por isso, não vou ficar replicando o que todo mundo fala sobre esses lugares só para completar o guia. Vamos fazer assim, à medida que eu for conhecendo os lugares, vou postando aqui, ok? – Dedos cruzados para que São Pedro dê uma força, nem que seja pelo blog.

Onde comer

Vamos combinar que no Rio dá para comer (bem) todo dia, a qualquer hora e provar todo tipo de comida. Por isso, vou limitar minhas dicas aos restaurantes que fui, mesmo que não os recomende. 

Onde beber

Sou mineira e tenho que admitir que essa categoria é sempre um pouco frustrante para mim, pois é difícil encontrar gente disposta a ficar/beber o tanto que queremos e conseguimos. No Rio ou em qualquer cidade litorânea, como boa mineira que sou, prefiro beber perto da praia. Mas vamos em frente com essa lista.

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Onde se divertir

O Rio sempre me passou a ideia de ser uma cidade animada e ensolarada o tempo todo. A realidade não é muito diferente – existem lugares para beber, dançar, conversar, se divertir e, o principal, sempre paquerando. Ô cidade que flerta! Obrigada, Senhor. Veja onde, como e quando.

De viajante para viajante

Dicas na brodagem:

– Apesar do calor de 40º, sempre que for ao Rio leve um casaco. Dica da minha mãe, e com mãe não se brinca. Uma vez, ela e meu pai foram ao Rio para assistir a um FlaFlu (eles são de Juiz de Fora, então, sabe como é, moram na esquina de Copacabana). Como era verão, minha mãe não levou nenhuma blusinha. Resultado: estava frio e chovendo e minha mãe de alcinha e short. Por isso, não se esqueça do casaco!

– O Rio é perigoso? Sim, como qualquer outra cidade grande. A diferença é que, como você não é da cidade, pode acabar se expondo ao perigo sem saber. Mas não fique neurado achando que a qualquer hora vão te assaltar e matar. O risco é o mesmo que corremos em São Paulo ou Brasília e os cuidados devem ser iguais – não andar com correntinha de ouro, evitar ficar dando bobeira com celular na mão, bolsa sempre perto… essas coisas que mãe ensina.

– Use sempre o Waze no seu celular quando for pegar táxi. Parece ser uma prática comum aumentar o percurso de maneira proposital para a corrida ficar mais cara. Apesar disso, não precisa chegar pagando pau para o taxista falando que está de olho nele e que todos são salafrários. Lembre-se, nem todo mundo que mora em Roma é romano.

Precisa de ajudar para planejar sua viagem? Chega aqui e descubra as experiências incríveis que podemos construir juntos. Com conversa, intimidade, experiência e vontade, dá para fazer uma viagem personalizada que te permita se encontrar (e se surpreender) onde quer que você esteja.

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