Onde Comer – Buenos Aires

Chila (Alicia Moreau de Justo 1160 – Puerto Madero)
Esse é o meu restaurante preferido do mundo. Eu disse do M-U-N-D-O! Se deseja jantar em Puerto Madero, esqueça as parrillas tradicionais e vá ao Chila!

Sim, antes de começar é bom deixar claro que jantar no Chila é caro (800 pesos o menu de três passos, sem bebida). Mas também vale ressaltar que cada centavo é devolvido em forma de sabores, cortesias e delicadezas. A comida é simplesmente divina! Tem aquelas frescurinhas (espuma de não sei o quê com redução daquilo outro) que, neste caso, são pura alquimia de sabor!

Em 2012 comi ali o melhor risoto negro de frutos do mar da vida. Após três anos voltei esperando a mesma experiência. Porém, o cardápio foi todo atualizado, o que aboliu o meu risoto. Frustração? Um pouco no início, mas totalmente superada ao longo do jantar.

Chegada: pão de vinho (você nao acredita na casca deste pão!!!!), manteiga com pimenta e flor de sal e pãozinho com molho bechamel sobre ovo de codorna e bacon. Entrada: camarões ao molho de tomate com ervas, espuma de limão e fatias finíssimas de melão.

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Entrada – Restaurante Chila

Principal: merluza negra com maçã verde (umas envoltas em açúcar e outras sobre molho de queijo) e um molho de uma coisa deliciosa que não me lembro. Sobremesa: souflé de doce de leite com sorvete de creme e um leite meio azedinho. Simplesmente a melhor sobremesa que já comi na vida!

Sobremesa - Restaurante Chila
Sobremesa – Restaurante Chila

Drink: daikiri diferente. Total: 2125 pesos argentinos (dois menus de três passos, dois drinks, três águas e um café).

Daikiri - Restaurante Chila
Daikiri – Restaurante Chila

Conclusão: se puder esbanjar, não deixe de ir! A comida é deliciosa, o ambiente é lindíssimo (varanda toda de vidro voltada para o rio) e os garçons são a educação e cortesia em pessoa!

3ª a Domingo: das 20h às 0h

Dada Bistro (San Martin 941 – Centro)
Pequeno (pequeno mesmo!!!), sempre cheio (inclusive às 22h de uma segunda-feira), acolhedor (tanto pelas paredes vermelhas quanto pelos/as garçons/garçonetes), bons drinks (o daikiri de frutas vermelhas é digno de um mergulho), comida muito boa (comi o risoto de camarão. Bom e bem servido), sobremesa gostosa e grande (volcón de doce de leite bom e dá para dividir – mas perde de muito para o do Chila), clientes animados e interessantes (tem-se a impressão de estar na sala de jantar de alguém, do tanto que as pessoas se soltam e se divertem. Frequentado por gatinhos descolados e tiozões interessantes) e preço justo (couvert, três drinks, duas águas, dois risotos e uma sobremesa = ARS 715).
Conclusão: não deixe de ir! Mas faça reserva!!!!!

Tel.: 4314-4787
dadabistro@hotmail.com

El Sanjuanino (Posadas, 1515 – Recoleta)
Onde há fumaça há fogo. Empanadas famosas por merecimento. São deliciosas (não deixe de provar a de carne suave). A parrilla também é muito boa. Na verdade, foi a melhor carne que provei em Buenos Aires: macia e surpreendentemente temperada (coisa rara na Argentina). Mas minha iguaria preferida servida no El Sanjuanino é, sem dúvida, o alfajor!!!

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Homemade, folhado, recheado com doce de leite doce na medida certa e coberto por uma fina camada de açúcar. Preço justo.
Conclusão: vá, prove a empanada e traga um alfajor para mim.

Oviedo (Beruti, 2602 – Recoleta)
Fizemos a reserva para a noite da nossa chegada e não nos arrependemos. Por ser próximo ao hotel, conseguimos chegar a tempo do horário marcado e voltar a pé mesmo, fazendo a digestão. Rs…

De cara você vê que é um restaurante fino, mas a comprovação vem mesmo com o serviço e os pratos. Garçons metidos e pouca comida (apesar de muito gostosa). Caro, mas nada estrondoso.
Conclusão: vá jantado.

Cafe del Mercado (Mercado de San Telmo)
Excelente para um cafezinho antes ou depois de passear pela feira de San Telmo. Há vários tipos de café e as medialunas são bem gostosas.

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O preço está mais para turístico, mas vale experimentar.
Conclusão: senta um tiquinho e toma um café!

Lo de Jesus (Gurruchaga, 1406 – Palermo Viejo)
A minha principal impressão desse restaurante com mesas na rua é a lerdeza do lugar. Simplesmente tudo demora: o primeiro contato do garçom, as bebidas (no caso, água e refrigerante), o couvert, a entrada (duas simples empanadas), o prato (apenas uma salada!!!), a sobremesa (30 minutos para uma panqueca de maçã com sorvete), o café e a conta.

O ambiente é gostoso e bem localizado (meio no finzinho do Palermo, quando vc já está exausta e faminta). A comida me pareceu gostosa (uma empanada e uma salada não me dão embasamentos para uma avaliação mais profunda), mas a demora foi, sem dúvida, a característica mais marcante deste estabelecimento. O que era para ser uma paradinha rápida levou quase 2 horas. E olha que o restaurante não estava cheio!
Conclusão: só pare se estiver com muuuuuito tempo.

Tomo I (Carlos Pellegrini, 521 – Centro)
Deixei por último porque, para mim, é muito difícil falar sobre esse restaurante. Mas minha primeira dica é: não vá ao Tomo I. Caro. Comida ruim e atendimento metido. Sei que a minha avaliação sobre o Tomo I destoa do restante, afinal, em muitas listas ele figura na primeira posição, mas esse restaurante foi responsável pela maior frustração da minha viagem!

Reserva feita desde o Brasil, roupa bonita para a grande noite e uma comida horrível acompanhada de vinhos tão ruins quanto! Pedimos o menu degustação e a cada prato fomos surpreendidas negativamente. A entrada parecia uma lavagem, o peixe estava insosso e a sobremesa voltou praticamente intacta de tão ruim. Saímos e comemos uma empanada em um kiosoko pelo caminho.
Conclusão: não vale gastar nenhuma noite da viagem lá. A não ser que sua intenção seja tirar onda na rodinha de amigos dizendo que foi no número 1 de Buenos Aires (nem assim vale a pena!)

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O Que Comer – Porto de Galinhas

Descubra as delícias típicas de Porto de Galinhas.

Bolo de Rolo
É impossível ir a Pernambuco e não comer (ou trazer) um bolo de rolo. De massa fina e recheio na medida, essa espécie de rocambole é um dos tesouros dessa terra.

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Existem vários tipos – caseiro, de doce de leite, chocolate -, mas o tradicional (e melhor) mesmo é o de goiabada do Sabor da Casa. O preço não muda muito dos outros que são vendidos, mas a qualidade sim. Acredite, eu provei todos, sem exceção!

Caldinho da Ivone / Ivonete / Ivanilda
Em Pernambuco, tomar caldo na praia é normal e parece que combina com o calor – juro! Existem vários carrinhos, mas os melhores são os das irmãs Ivone, Ivonete e Ivanilda. O pote custa R$ 10 e você pode escolher entre muitos sabores – o de aratu é delicioso! Coloque farinha e aquela pimenta e seja feliz (e quente).

Caldo de Feijão da Marta
Se o seu gosto é mais tradicional e você não se arrisca muito em sabores diferentes, o caldinho de feijão da Marta é sua salvação. Com charque, azeitona, milho e ovo de codorna (todos opcionais), ele está sempre quentinho. O pote custa R$ 5.

Bolinho de Goma e Sequilhos da Amara
Sabe aqueles biscoitinhos com cara de vó? Então, em Porto de Galinhas eles são vendidos em todos os lugares, mas o melhor é exclusividade da praia. Os sequilhos da Amara são os mais famosos e gostosos da região (ela conta, toda orgulhosa, que já apareceu até na Revista da Azul).

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Eles são sequinhos e deliciosos e têm em vários sabores – coco, maracujá, chocolate, goiaba e o tradicional – meu preferido. Os bolinhos são vendidos no pote (R$ 6) ou em saquinho (R$ 5). Prove, leve e engorde. Fim.

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Onde Comer – Porto de Galinhas

Falar sobre os restaurantes de Porto de Galinhas é falar sobre uma rede de empreendimentos de um único chef (muito pouco simpático, por sinal. Mas, cozinha tão bem..). Os três melhores da cidade, na minha opinião, pertencem a um mesmo dono. É monopólio? Não, porque existem outras opções. Mas que as dele são melhores, isso são.

Munganga Bistrô (Av. Beira Mar, 32)
Esse é o nosso restaurante preferido em Porto de Galinhas. Ele fica no fundo de uma galeria, de frente para a praia. O ambiente é lindo – tem a opção de ficar no salão interno ou em uma espécie de bangalô com vista para o mar – o atendimento também.

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Os pratos são individuais e muito fartos. Se quiser maneirar na comilança, peça uma entradinha e divida um prato principal.

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O cardápio é muito variado, mas as grandes estrelas são os peixes e o camarão. Para mim, os melhores pratos são o Peixe à Fiorentina, que vem gratinado, e o Peixe Terra Mar.

Os preços dos pratos variam de R$ 55 a R$ 65. A caipivodka (ótima por sinal) custa R$ 12 e vem bem forte se você pedir. #ficaadica

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Só é preciso prestar atenção a uma coisa quando decidir ir ao Munganga. Os chefs de cozinha se reservam, dia sim-dia não, e tem um que é muito melhor que o outro. Por isso, minha dica é ir dois dias seguidos, ver em qual ocasião a comida estava mais gostosa e seguir intercalando outros restaurantes na folga do chef muso.

Vista das mesas externas - Munganga Bistrô
Vista das mesas externas – Munganga Bistrô

Gratin (R. Piscinas Naturais, 1)
Do mesmo dono do Munganga Bistrô (o cara é bem estrelinha e babaca, mas nem sempre está nos restaurantes, para alegria geral), o Grtin fica na entrada da galeria que leva ao outro restaurante. O ambiente interno é super intimista – uma loja toda de vidro – e possui mesas na calçada.

Como o próprio nome diz, a casa é especializada em pratos gratinados. Todos vêm servidos na frigideira. Uma coisa linda. Os pratos são muito bem servidos e dá para dividir tranquilamente – sempre pedíamos dois para três pessoas.

Desculpa, não conseguimos esperar a foto
Desculpa, não conseguimos esperar a foto

Você decide por peixe ou camarão ou lagosta e escolhe o acompanhamento – arroz 7 grãos ou purê. Minha sugestão? Camarões flambados com purê. De comer de joelhos. Tanto que em nenhum dia consegui tirar foto do prato completo.

Os pratos custam em média R$ 45 (exceção da lagosta). Os petiscos são mais caros e não valem tanto a pena. Se arrisque logo no principal.

La Tratoria (Rua dos Navegantes, 81)
Último da trilogia do chef que não sei o nome, o La Tratoria é especial (mas não exclusivo. Vive cheio e com fila de espera). As massas servidas são, simplesmente, incríveis. Sério, você dificilmente vai comer algo igual em uma praia brasileira.

Peixe à Fiorentina - Munganga Bistrô

O ambiente é lindo, o atendimento super cortês e o preço está dentro do praticado na região – média de R$ 58. Destaque para a caipi de umbu-cajá (R$ 12). Se for a Porto de Galinhas não deixe de ir ao La Tratoria.

Peixe na Telha (Av. Beira Mar 103)
Esse era um dos restaurantes mais badalados de Porto de Galinhas, mas parece que a fama subiu à cabeça. Os preços são simplesmente absurdos.

O restaurante é grande, de frente para o mar. Como são muitas meses, o barulho é bem incômodo. As porções de petisco são bem pequenas – seis pastéis, seis peixinhos fritos, etc. -, mas a caipivodka é caprichada (R$ 12).

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Como não estávamos com muita fome, acabamos dividindo uma salada – R$ 28. O prato principal da casa, o peixe na telha, é bem servido e custa R$ 138. Porém, não voltamos para prová-lo (mas minha mãe disse que é muito gostoso).

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Minas Gerais

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Pão de Queijo – Belo Horizonte

Carioca da Esquina (Rua Levindo Lopes, 293 – Savassi)
Sem nenhum glamour ou frescura essa lanchonete de esquina, na minha opinião e paladar, é detentora do título de melhor pão de queijo de Belo Horizonte. Para mim, ele é exatamente como deve ser um pão de queijo: crocante por fora, puxento por dentro, com pouco polvilho e muito queijo. Sério! Sempre quentinho e com um tamanho ok (o ideal é pedir dois), o pão de queijo do Carioca da Esquina é o campeão.

A Pão de Queijaria (Rua Antônio de Albuquerque, 856 – Savassi)
Não sou contra o raio gourmetizador, mas por favor, deixem o meu pão de queijo em paz. A Pão de Queijaria provocou um rebuliço em BH, com seus pães de queijo recheados e feitos com tipos de queijo diferentes.

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Porém, na minha opinião, só me deu mais motivos para desejar o tradicional. Não, o pão de queijo não é ruim, mas não é melhor que nenhum outro. Aliás, perde para muitos, pois é um pouco seco e, para mim, falta queijo na massa. É claro que o local tem um charme a parte, a decoração é descolada e eles servem um café coado em um mini coador que é uma delícia. Mas falando em pão de queijo…

O Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
Sei que pelo nome vocês devem estar pensando que errei de categoria, mas a verdade é que eu não gosto do pastel d’O Rei do Pastel, mas não dispenso o pão de queijo. Não é maravilhoso, mas acho bem uma delícia. É meio massento demais, com muito recheio, mas assim que é bom. Sobra recheio com muito queijo e não deixa saudade do polvilho exagerado de outras versões. Com um preço super baratinho – R$ 2,50 – e um tamanho de matar a fome, o pão de queijo do Rei está entre os meus preferidos de BH. Me julguem.

Hamburgueria – Belo Horizonte

Madero (BH Shopping)
A famosa rede de hambúrguer chegou a Belo Horizonte no final de 2016 e manteve o sucesso típico. E não é para menos, o hambúrguer, no caso o cheeseburguer, é realmente muito gostoso.

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O pão é tipo francês, crocante sem ser duro, e com gosto de verdade. O hambúrguer é bem temperado, servido no ponto e tem gosto de grelhado de verdade. A maionese é indescritivelmente boa – você pode pedir uma porção extra dessa maravilha cremosa por apenas R$ 4. A porção de batata frita não é muito grande, principalmente se considerarmos que ela é uma delícia.

O preço? Não é barato (cheeseburguer com batata = R$ 36), mas vale cada centavo. Aliás, toda a refeição vale as calorias e fila de espera.

Dica valiosa: das 18h às 20h além de rodada dupla no Chopp na caneca congelada, caipirinhas, coquetéis e taças de vinho (além de desconto de 20% em toda a carta de vinhos), vários pratos – incluindo o Cheeseburguer Madero Super, saem por um precinho beeeem camarada! Confira o cardápio de Happy Hour do Madero e aproveite ´para começar a comilança mais cedo (e pagar menos por isso).

Guaja (Av. Afonso Pena, 2881 – Funcionários)
O Guaja não é bem uma hamburgueria, mas serve o melhor sanduíche da cidade. Com uma proposta super atual, o espaço é um co-working que promove eventos mega legais e possui um bar nos jardins da casa antiga. Além de drinks e boa conversa, o bar serve sanduíches gourmets deliciosos, acompanhados de batatas rústicas. Sério, os habúrgueres são muito gostosos!

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Tem opção vegetariana, no pão australiano, com linguiça e katchup de goiabada. Um estrondo, que custa entre R$ 26 e R$ 29. Vale cada centavo e cada gordurinha!

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 18h às 23h30
6ª e Sábado: das 18h às 00h30

Duke’n Duke
Para muitos, o Duke’n Duke serve o melhor hambúrguer de BH, por isso, fui conhecer a unidade da Savassi com altas expectativas. O espaço é pequeno (cabem 30 pessoas), intimista, com decoração descoladinha, bem no clima dos pubs londrinos.

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A carta de cerveja é enorme e os preços variam entre R$ 13,90 a R$ 50. Pedimos a Duke’n Duke – pint de pale ale (R$ 19,50) – a opção mais em conta e com melhor custo-benefício.

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Para comer, fomos do tradicional Duke’n Duke (R$ 29,90) – hambúrguer de picanha, com queijo, molho de tomate caseiro e alface americano. Para acompanhar, batatas rústicas picantes, que lá têm outro nome, mas não me lembro. A outra opção seria batata chips.

O hambúrguer veio ao ponto, vermelhinho por dentro, como manda o figurino. Porém, achei a carne meio seca. De cara, já achei que a proporção de pão estava maior do que deveria ser. Tinha muito pão! Na primeira mordida, senti falta da cebola, mas foi uma opção minha, pois poderia ter pedido o Armstrong, que vem com cebola e bacon. O gosto mais forte (e delicioso) era do molho de tomate caseiro. Saboroso, com pedacinhos pequeninhos do fruto. Estávamos com tanta fome, que devoramos tudo em segundos.

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Conclusão: achei apenas gostoso, mas está looonge de ser o melhor da cidade. Para mim, entra, no máximo, no top 5 (e perde de muito para o do Guaja).

Preços: os sanduíches variam de R$ 30 a R$ 50
Além de hambúrgueres, eles servem entradinhas fritas e sobremesa

Eddie Fine Burguer
Essa é a primeira hamburgueria gourmet de BH. Quando abriu, as filas eram quilométricas para comer o maior e mais gostoso hambúrguer da cidade. Hoje, as filas diminuíram (assim como o tamanho do hambúrguer), mas o ambiente e os pratos continuam sendo gostosos.

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Além dos sanduíches (o meu preferido é o Greenpeace), o Eddie também serve pratos – a costela com salada ceaser é uma delícia. O preço é o padrão dessas hamburguerias (cerca de R$ 30 por sanduíche + batata), ou seja, caro. Mas para dias em que a ideia é escapar do Mc Donald’s…

Deli Handmade (R. Prof. Antônio Aleixo, 591 – Lourdes)
Essa hamburgueria nasceu nessa onda gourmet que assolou até o brigadeiro. Localizada perto do burburinho do Lourdes, o Deli possui mesas na calçada e algumas poucas do lado de dentro, que é bem pequenininho. Diferentemente do tamanho do hambúrguer que, fazendo jus ao preço cobrado, é bem grande.

O hambúrguer é alto e vem ao ponto – vermelhinho por dentro – o pão é super macio e o queijo e molhos muito bom. É servido com uma faca fincada, sobre uma tábua de madeira e acompanhado de batas rústicas, que combinam com o clima da apresentação. O sanduíche é bom, bem bom, mas não me fez ouvir sininhos nem desejar que não acabasse. Achei apenas gostoso, não fazendo valer o investimento monetário e as (muitas) calorias.

Funcionamento:
3ª a Domingo: das 18h30 às 00h (fechamento da cozinha)

Texas Steakhouse (Rua Halley, 777 – Santa Lucia)
Confesso que fui ao Texas por causa do bolso – eles têm convênio com o Chef’s Club e terça é dia deles. Assim que parei o carro, achei o ambiente meio estranho. Muitos motoboys na porta e um som meio nada a ver tocando na maior altura não dava certeza se eu realmente estava no lugar certo. Entrei e me sentei. O salão é pequenininho, com apenas quatro mesas. Não sei bem o porquê, mas para mim, tudo estava com cara de engurdurado, sabe? Do chão às paredes de madeira – a decoração é toda inspirada no Texas. A única coisa que destoa do clima é a televisão, que estava passando um filme no volume máximo.

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No cardápio, onze opções de hambúrgueres, além da opção de rodízio (R$39,90 para comer versões menores dos sanduíches). Optei pelo serviço convencional e pedi o Plano, o mais tradicional possível – pão, hambúrguer artesanal, cheddar, picles, cebola, alface e tomate -, com batatas.

Gosto de comer hambúrguer com a mão (desculpa, vó!) e assim que peguei o lanche senti a gordurinha escorrer pelos dedos. É sério. O pão estava tão encharcado que, no final, a parte de baixo ficou da finura de um papel. As batatas também expeliam óleo ao serem mordidas.

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O hambúrguer em si é bem gostosinho, o molho da casa também é uma delícia. Mas o cheiro e gosto de manteiga não deixam espaço para mais ninguém. Conclusão: vale pelo preço (R$23), mas perde pela saúde do seu coração.

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Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

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Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

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Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

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A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

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Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

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Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

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Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

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A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

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Restaurantes para Esbanjar – Belo Horizonte

Glouton ( Rua Bárbara Heliodora 59, Lourdes )
Considerado o melhor restaurante de Belo Horizonte, segundo o Trip Advisor, o Glouton é realmente muito bom, mas ocupa o segundo lugar no meu coração. Porém, adoro trair meu verdadeiro amor com esse novinho.

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Localizado no Lourdes, em uma região cheia de bons restaurantes e barzinhos mais “chiques”, o Glouton mantém o nível da área. A casa é lindinha e a decoração classicamente elegante. Os garçons são muito atenciosos e bem treinados – levei um amigo meu italiano ao Glouton e ele ficou feliz em ver que sabiam abrir o vinho da maneira correta, sem rodar a garrafa.

O cardápio é enxuto e bem elaborado. Todos os pratos têm composições complexas e muito gostosas, mas que acabam limitando quem é mais chato para comer. De entrada, pedimos o carpaccio com suco de laranja que estava gostoso. Mas o petisco preferido foi, sem dúvida, a mini burrata, que vinha montada sobre torradinhas. Coisa mais linda e gostosa da vida.

De prato principal, cada um teve uma escolha diferente – filé de angus com batatas ao murro; capeletti de abóbora com camarão; arraia; e leitão. Todos estavam gostosos, com destaque para o leitão e para a arraia (é forte, mas é bem gostoso!). Os pratos não são muuuito fartos, mas são suficientes e lindos. As sobremesas deixaram um pouco a desejar, por isso, não deu para fechar com chave de ouro, mas tudo bem.

Leitão - Glouton
Leitão – Glouton

Os preços são altos (pratos principais custam em média R$ 70). O restaurante possui manobrista e é altamente recomendável fazer reserva antes.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 19h30 às 00h
6ª: das 12h às 15h e das 19h30 à 1h
Sábado: das 13h às 17h e das 19h30 à 1h
Domingo: das 13h às 17h

Patuscada (Av. Bernardo Monteiro, 1548 – Funcionários)
Eis o campeão do meu coração. Clássico, tradicional e sempre bom! Adoro a comida e o ambiente do Patuscada, sem contar que o atendimento é sempre impecável. É verdade que tanta excelência tem um preço um pouco alto (pratos principais variam de R$ 51 a R$ 120), é verdade, mas nada que o meu Vale Refeição não resolva – sim, eles aceitam Alelo!

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O prato com melhor custo benefício é, sem dúvida o Nhoque Trufado com Iscas de Filet, delicioso e com preço mais acessível (R$ 51). O Steak ao Poivre Vert tradicional com Batata Dauphinoise Trufada também é uma delícia – carne alta, no ponto e trufas <3. Todos os pratos são servidos com glamour. Eles vêm tampados e são abertos todos juntos. Tudo muito dramático e chique

Apesar de um cardápio com várias opções, todos os dias o chef faz sugestões além do menu. Não deixe de perguntar ao garçom! Aos sábados, é servida feijoada completa com direito a caldinho de feijão temperado de entrada e couve feita na hora.

Funcionamento:
2ª a 4ª: a partir das 11h30. Jantares mediante consulta pelo telefone.
5ª a Sábado: a partir das 11h30
Domingo: das 11h30 às 18h

Alma Chef (Rua Curitiba, 2081 – Lourdes)
Localizado no burburinho do bairro de Lourdes, o Alma Chef é uma mistura de restaurante (muito bom) e escola – eles promovem cursos na cozinha do segundo andar!

De entrada pedimos uma burrata que estava muito gostosa. O pão, quentinho, vinha em uma espécie de tábua rústica. Um charme!

A proposta do almoço é muito legal: você escolhe a carne e os acompanhamentos são voltante, como um rodízio de salada, arroz, farofa, legumes, batatas e tudo mais que você puder imaginar. A carne, alta, veio no ponto e estava muito saborosa. Minha mãe, que não é lá muito carnívora, optou por uma paella que estava, simplesmente, divina! O prato espanhol, super bem servido, vem em uma panelinha de pedra que dá um toque especial e mantém a grande quantidade de comida sempre quente.

Com tanta comida e acompanhamentos, acabamos pedindo duas sobremesas para três. Foi mais que suficiente, mas deixou vontade de voltar, ser mais controlada, e devorar um brownie sozinha.

Os preços são altos, mas estão na média dos restaurantes desse tipo – prato principal sai por cerca de R$ 65.

La Victoria (Rua Hudson, 675 – Jardim Canadá – Nova Lima)
Tenho um relacionamento passional com essa parrilla uruguaia. Fui pedida em namoro depois de jantar ali e fui comemorar nosso 1º ano lá. Ou seja, é difícil dissociar o La Victoria de boas lembranças.

O couvert de pães e manteiga é muito gostoso e ajuda a distrair enquanto se escolhe os pratos. De entrada, sempre pedimos o carpaccio, mas existem outras opções que parecem interessantes (mas não tanto quanto o carpaccio para nós). Meu namorado sempre pede carne – da primeira vez foi um chorizo e, na segunda, filé mignon – estava gostoso mas um pouco sem tempero. De acompanhamento, arroz biro-biro, que vem com bacon, ervilha, queijo e batata palha, e batatas fritas – deliciosas.

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Na minha primeira vez, pedi Spaghetti com Frutos do Mar alla Pirata, que estava sensacional. De sobremesa, sempre o Cornetto Crocante ao Creme de Mascarpone, Frutas do Bosque e Sorvete de Baunilha. Sempre!

O ambiente é lindo, chique e grande, tanto que muitas festas de casamento são realizadas ali. Por estar um pouco afastado da cidade, é sempre frio. Os aquecedores no salão e o calor da parrilla ajudam a aumentar a temperatura.

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É um restaurante caro, mesmo quando não se bebe muito. Só a carne, custa R$ 65, sem contar os acompanhamentos. Um jantar fica em torno de R$ 330 por casal.

Anella (Av. Guilhermino de Oliveira, 325 – Santa Amélia)
Esse é considerado o melhor restaurante italiano, segundo o Trip Advisor, mas para mim está apenas no top 10. O ambiente é super charmoso e os garçons são extremamente simpáticos e eficientes! Mas a comida – pelo menos o prato que pedimos – deixou um pouco a desejar.

A entrada elevou nosso nível de expectativa, já que o carpaccio estava delicioso – pontos extras para as torradas, que parecem envolvidas em queijo e vêm quentinhas. Como prato principal, pedimos o tradicional espaguete ao sugo com almôndegas. A massa, artesanal, estava incrível e muito bem acompanhada de um molho caseiro. Porém, as polpetas estava bem secas, o que acabou nos frustrando, pois eram a estrela principal do prato.

Ainda vou voltar lá para pedir outro prato e tentar ter uma melhor experiência. Afinal, um lugar tão lindinho e com pessoas tão legais merece uma segunda chance.

Funcionamento:
3ª e 5ª: das 18h às 00h
6ª: das 18h à 1h
Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 22h

Maurizio Gallo (Rua dos Aimorés, 2305 – Lourdes)
Eu tinha muita vontade de ir nesse restaurante, pois o primeiro endereço dele é uma cantina lindinha na Av. Nossa Senhora do Carmo. Porém, depois que fui, decepção me define. Escolhemos ir na nova filial porque era mais fácil de parar e tal. O dono, Maurizio, estava lá e foi muito simpático. Ponto!

Pedimos bruschettas mistas de entrada – a porção vem com cinco, cada uma com um recheio – e fomos muito felizes. Crocantes, com muito recheio e saborosas. Como prato principal, seguimos a orientação do chef e pedimos uma massa com filé ao pesto. Ô erro! A carne estava longe de ser filé, vinha picadinha e não tinha nada de pesto. A massa estava gostosa, mas nada que se diferencie do que eu faço em casa. Conclusão: apesar de ser mais baratos que os restaurantes dessa categoria, não vale o dinheiro gasto – os pratos custam em média R$ 60.

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 8h30 às 00h
Domingo e 2ª: das 8h30 às 18h

Restaurante Self-Service – Belo Horizonte

Casa Amora (Rua Paraíba, 941 – Savassi)
Esse é um daqueles restaurantes para se comer rápido, mas com a sensação de que tudo foi feito com calma e cuidado. Não é um self-service comum – existem poucas opções (cinco tipos de salada, quatro acompanhamentos quentes e três opções de carne) e não é você quem se serve. O preço varia de acordo com a opção de carne e quantidade de acompanhamentos (R$ 20 a R$ 28. As donas são nutricionistas e as opções são muito saborosas e equilibradas. Tudo é saudável, mas sem ser sem graça. Apesar de ser “estilo self-service”, vale ir na Casa Amora mesmo com tempo e aos sábados. O ambiente é lindo e super descolado!

Funcionamento:
2ª a 6ª: das 11h30 às 15h
Sábado: das 12h às 15h30

Casa Amora - BH
Casa Amora – BH

Verdinho (Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – São Bento)
O Verdinho é um clássico, seja para o almoço de terça ou pizza de domingo à noite. O buffet possui muitas variedades, inclusive opções light e vegetarianas. Além disso, têm buffet de japonês, pizza no forno à lenha e opções à la carte. Tudo muito gostoso, mas um pouco carinho – o quilo custa R$ 69,90. As caipivodcas são deliciosas e o chopp sempre gelado – no buffet, tem várias opções de petisco para acompanhar.

Funcionamento:
Todos os dias: a partir das 11h

Restaurante do Ano (Rua Levindo Lopes, 158 – Savassi)
Quando eu trabalhava na Savassi, almoçava quase todos os dias no 2015, 2016… (o nome do restaurante muda todo ano!). O preço é um pouco alto – R$ 69,90 / Kg – mas a qualidade compensa. Sempre tem uma opção de peixe – tilápia e/ou salmão -, frango, carnes, massa, legumes e salada alto nível, com palmito, amêndoas, frutas e outras frescurinhas deliciosas. À noite, funciona à la carte com uma boa carte de drinks.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 12h às 16h
5ª a Sábado: das 12h às 16h e das 18h às 1h30
Domingo: das 12h às 17h

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Restaurante do Ano – BH

Projeto Sabor (Av. Cônsul Cadar, 127 – São Bento)
O Projeto Sabor está entre meus restaurantes self-services preferido em BH. São muitas opções de salada (muitas mesmo); carne, frango e peixe na chapa – além de legumes -; e opções quentes e mais gordinhas, como massa, quiches e risoto. O preço é alto (R$ 69,90 / Kg), ma é condizente com a região e com a qualidade dos ingredientes. Além disso, o Projeto Sabor possui um bom cardápio à la carte, com saladas, sanduíches, pratos executivos e açaí – fica lotado no domingo à noite. As opções de sucos naturais também impressionam!

Funcionamento:
Todos os dias: 11h30 às 23h

Vá além do pão de queijo em sua visita a BH. Veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a personalizar sua viagem!