Almoço na Mercearia 130

O bar e restaurante Mercearia 130 sempre foi um queridinho para noites “de leve”. Porém, desde que abriram a nova unidade no bairro de Lourdes, o local ganhou meu coração vespertino também.

mercearia-130
Truta com risoto de tomate cereja

A casa é linda e bem grande – diferentemente do bar original, que é pequetito. Você pode ficar na varanda, que é iluminada com luzinhas (adooooro), no salão, que tem ar condicionado, ou nos fundos, juntos às árvores. Não importa onde vai se sentar, o importante é que te garanto que vai ser bom.

mercearia-130-varanda

O cardápio de petiscos é muito bom também, mas o grande lance para mim são as opções de prato, que são servidos até mesmo à noite. Funciona assim: você escolhe a carne/peixe/frango e um acompanhamento, que pode ser salada, legumes, batatas ao murro, farofa ou mandioca – não se esqueça de perguntar pelo acompanhamento do dia, que costuma ser um risoto delícia!

O preço? Varia de R$25 a R$45 (cordeiro). Tá bom demais, né?

Veja outras opções de almoço com excelente custo x benefício em Belo Horizonte.

Anúncios

Onde Comer – Porto de Galinhas

Falar sobre os restaurantes de Porto de Galinhas é falar sobre uma rede de empreendimentos de um único chef (muito pouco simpático, por sinal. Mas, cozinha tão bem..). Os três melhores da cidade, na minha opinião, pertencem a um mesmo dono. É monopólio? Não, porque existem outras opções. Mas que as dele são melhores, isso são.

Munganga Bistrô (Av. Beira Mar, 32)
Esse é o nosso restaurante preferido em Porto de Galinhas. Ele fica no fundo de uma galeria, de frente para a praia. O ambiente é lindo – tem a opção de ficar no salão interno ou em uma espécie de bangalô com vista para o mar – o atendimento também.

munganga-porto-de-galinhas-sala-interno

Os pratos são individuais e muito fartos. Se quiser maneirar na comilança, peça uma entradinha e divida um prato principal.

munganga-porto-de-galinhas-4

O cardápio é muito variado, mas as grandes estrelas são os peixes e o camarão. Para mim, os melhores pratos são o Peixe à Fiorentina, que vem gratinado, e o Peixe Terra Mar.

Os preços dos pratos variam de R$ 55 a R$ 65. A caipivodka (ótima por sinal) custa R$ 12 e vem bem forte se você pedir. #ficaadica

munganga-porto-de-galinhas

Só é preciso prestar atenção a uma coisa quando decidir ir ao Munganga. Os chefs de cozinha se reservam, dia sim-dia não, e tem um que é muito melhor que o outro. Por isso, minha dica é ir dois dias seguidos, ver em qual ocasião a comida estava mais gostosa e seguir intercalando outros restaurantes na folga do chef muso.

Vista das mesas externas - Munganga Bistrô
Vista das mesas externas – Munganga Bistrô

Gratin (R. Piscinas Naturais, 1)
Do mesmo dono do Munganga Bistrô (o cara é bem estrelinha e babaca, mas nem sempre está nos restaurantes, para alegria geral), o Grtin fica na entrada da galeria que leva ao outro restaurante. O ambiente interno é super intimista – uma loja toda de vidro – e possui mesas na calçada.

Como o próprio nome diz, a casa é especializada em pratos gratinados. Todos vêm servidos na frigideira. Uma coisa linda. Os pratos são muito bem servidos e dá para dividir tranquilamente – sempre pedíamos dois para três pessoas.

Desculpa, não conseguimos esperar a foto
Desculpa, não conseguimos esperar a foto

Você decide por peixe ou camarão ou lagosta e escolhe o acompanhamento – arroz 7 grãos ou purê. Minha sugestão? Camarões flambados com purê. De comer de joelhos. Tanto que em nenhum dia consegui tirar foto do prato completo.

Os pratos custam em média R$ 45 (exceção da lagosta). Os petiscos são mais caros e não valem tanto a pena. Se arrisque logo no principal.

La Tratoria (Rua dos Navegantes, 81)
Último da trilogia do chef que não sei o nome, o La Tratoria é especial (mas não exclusivo. Vive cheio e com fila de espera). As massas servidas são, simplesmente, incríveis. Sério, você dificilmente vai comer algo igual em uma praia brasileira.

Peixe à Fiorentina - Munganga Bistrô

O ambiente é lindo, o atendimento super cortês e o preço está dentro do praticado na região – média de R$ 58. Destaque para a caipi de umbu-cajá (R$ 12). Se for a Porto de Galinhas não deixe de ir ao La Tratoria.

Peixe na Telha (Av. Beira Mar 103)
Esse era um dos restaurantes mais badalados de Porto de Galinhas, mas parece que a fama subiu à cabeça. Os preços são simplesmente absurdos.

O restaurante é grande, de frente para o mar. Como são muitas meses, o barulho é bem incômodo. As porções de petisco são bem pequenas – seis pastéis, seis peixinhos fritos, etc. -, mas a caipivodka é caprichada (R$ 12).

peixe-na-telha-porto-de-galinhas

Como não estávamos com muita fome, acabamos dividindo uma salada – R$ 28. O prato principal da casa, o peixe na telha, é bem servido e custa R$ 138. Porém, não voltamos para prová-lo (mas minha mãe disse que é muito gostoso).

peixe-na-telha-porto-de-galinhas-salada

Minas Gerais

img_20160628_175144

inhotim-minas-gerais

belo-horizonte-minas-gerais

diamantina-minas-gerais

Onde Sair – Belo Horizonte

A Obra (Rua Rio Grande do Norte, 1168 – Savassi)
Para mim (e para muitos balzaquianos fiéis), A Obra é a melhor balada de BH. Localizada no subsolo de um prédio comercial, a casa lembra bem as discotecas londrinas. O espaço é pequeno e construído com materiais que sobraram de construções, muito antes de isso ser moda. Era só falta de dinheiro mesmo. A música é sempre de qualidade e abre espaço para bandas independentes e estilos musicais off mainstream em BH.

A porta d’A Obra também faz parte da balada. Tanto, que é até local no Instagram e no Foursquare. Como a casa é pequena, muita gente acaba ficando de fora enquanto espera liberar espaço ou, simplesmente, opta por ficar conversando com os amigos enquanto toma uma cerveja comprada no postinho ao lado.

Aliás, cerveja é outro ponto forte d’AObra. A carta é incrível e vai muito além das tradicionais filhas da Ambev. Tem de tudo, muito e novo. Quer experimentar? Peça para o Tião, garçom desde o primeiro dia da boate.

a-obra-bh

Mas, para mim, o que realmente faz diferença entre A Obra e outros lugares são as pessoas. Quem vai, está afim de se divertir, de mente, corpo e coração abertos, sem preconceitos, dress code ou qualquer tipo de regras. O que todo mundo quer é se divertir, sem se importar com o que os outros estão pensando. Liberdade de sentir é o que define. Aqui, a noite começa tarde e termina cedo (do dia seguinte), o amor é livre e, normalmente, duradouro (vários casais já se conheceram aqui e outros alguns chegaram a se casar na boate). Aqui, não existe carteirada ou fama, todo mundo é igual e igualmente feliz.

Funcionamento:
4ª a Sábado: a partir das 22h30 (mas o bicho pega a partir de meia-noite)

Entrada:
R$ 30

Samba da Quadra (Rua do mercado, 115 – Luxemburgo)
Em plena favela, o Conjunto Santa Maria, uma quadra de samba recebe excelentes festas e proporciona uma vista incrível da cidade. O grande galpão de ensaio da G. R. E. S. Cidade Jardim é hoje palco de noites embaladas a vodca (te cerveja também se preferir), gente bonita e música atual – de sertanejo a Tim Maia. Entrar e beber não é muito barato, mas às vezes vale estourar o cartão de crédito por uma noite divertida.

samba-quadra-bh

Jângal (Rua Outono, 523 – Cruzeiro)
O esquema aqui é misturar bar com música e pessoas bonitas e em pé. Sério, gente, é muito mais difícil paquerar sentada em uma mesa de bar. Mas, ao mesmo tempo, nem sempre estamos no pique de ir para balaaaada mesmo. O Jângal entra exatamente nesse hiato que acomete, principalmente, os jovens de quase 30.

O bar é todo moderninho, não é muito grande, mas possui mesas, bancada e espaço para as pessoas ficarem em pé. Sempre tem música e, muitas vezes, bandas. A galera que frequenta é bonita sem ser muito crisenta e nojentinha. A carta de drinks é excelente e as comidinhas bem gostosas também. O preço não é dos mais camaradas, mas nada que estrague a noite.

Gilboa (Rua Pium-í, 726 – Carmo)
Do mesmo dono do Jângal, o Gilboa segue a mesma linha, mas acaba ficando um pouco mais para balada – o espaço é todo fechado e fica escuro em um certo momento da noite. Mas nada de crise e tunch tunch. As bandas que se apresentam são mais abertas e seguem mais a linha poprock. Os frequentadores também são mais, digamos assim, clássicos, e beiram os 30 ou mais. A carta de drinks também é muito boa e as porções, apesar de pequenas, são bem gostosas. O Gilboa é uma ótima opção para quem quer se divertir sem se acabar ou terminar em uma mesa de bar.

Baixo Centro Cultural (Rua Aarão Reis, 554 – Centro)
O Baixo seja, talvez, o filho mais querido desse forte movimento de reapropriação do espaço público que BH vem vivendo. Localizado no centrão de BH (próximo à Praça da Estação e embaixo do Viaduto Santa Tereza), o Baixo promove a intercessão entre o que define a cidade – seus moradores (sejam de rua ou de mansões) e a rua.

Baixo em noite de festa de música brega - Eu Não Presto mas Eu Te Amo
Baixo em noite de festa de música brega – Eu Não Presto mas Eu Te Amo

Apesar de toda a decoração descolada, a porta do Baixo é um dos lugares preferidos de quem vai à casa. Tanto é que o próprio bar abriu sua filial para a rua. Dentro, um espaço apertadinho que recebe festas deliciosas e que garantem noites e manhãs divertidas. Ir ao Baixo é viver Belo Horizonte em sua alma mais pura.

Funcionamento:
5ª: das 20h às 2h
6ª e Sábado: das 22h às 5h

Divirta-se com o que a cidade tem de melhor. Monte o seu roteiro de viagem junto com a gente. É barato, é legal, é alegre.

 

Fim de Noite – Belo Horizonte

Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
É um clássico, é bagaceiro, mas fica aberto até tarde. Além disso, tem um dos melhores pães de queijo da cidade (veja aqui). Apesar da fama, já não gosto mais tanto do Rei, porque está sempre cheio e o atendimento é muito ruim. Além, é claro e principalmente, de não aceitar cartão de crédito. Poxa, é fim de noite, é extra, é over, só pode ser no cartão. Rs… Apesar disso, sempre acabamos por lá, eventualmente.

Tudão (Rua Fernandes Tourinho, 363 – Savassi)
Bem perto de todos os meus bares preferidos (veja aqui) e do Rei do Pastel, o Tudão é, atualmente, o meu escolhido para o fim de noite. Apesar de ser a capital dos boutecos, os bares fecham cedo em BH – por volta das 2h. Sim, para mim que sou uma sem limites assumida, 2 horas da manhã é pouco. Além de aceitar cartão e ter mesas, ainda dá para comer no Tudão. Os espetinhos são honestos e gostosos.

Por ser fim de noite, o bar é frequentado por todo tipo de gente, dos bebuns aos que acabaram de sair de um casamento. Isso é o mais lindo de tudo, harmonia entre os povos e tribos.

Chopp da Fábrica (Av. do Contorno, 2736 – Santa Efigênia)
Essa é a saideira de quem está de carro, pois fica um pouco longe da Savassi e de outros redutos de bares. Porém, é o melhor lugar para matar a fome da madrugada. O atendimento é ruim, o lugar é barulhento, mas o mexido e o Laricão (PF com tudo que você imaginar) compensam. O Chopp da Fábrica é também um bom lugar para almoçar no domingo ou na volta de uma viagem, quando se está faminto. O preço é bem bom e eles servem pão de queijo frito. Imagine a delícia gorda!

Vá além do trivial e se encante pelos lugares. Planeje sua viagem conosco e viva experiências incríveis.

Bares – Belo Horizonte

Bombshell (Rua Sergipe, 1395 – Savassi)
Para mim, esse é o melhor bar da cidade. Música boa, pessoas descoladas e diversas, pratos e drinks imperdíveis! Não deixe de provar o Demônio (R$ 18,60) – drink delícia – e a batata rosti de carne seca. O espetinho de frango empanado e as linguicinhas também são deliciosas! Não é muito barato, mas compensa bem o valor gasto.

Drink Demônio
Drink Demônio

Apesar de ter mesas e sofás dentro, o gostoso mesmo é ficar nas mesinhas de madeira na calçada. O atendimento é muuito amigável e bonito de se ver. Rs…

Deu a hora? Bem pertinho você tem excelentes opções para o Fim de Noite.

Funcionamento:
2ª: das 18h às 00h
3ª a Sábado: das 18h à 1h
Domingo: das 18h às 00h

Santeria (Rua Fernandes Tourinho, 385 – loja 1 – Savassi)
Dos mesmos donos do Bombshell, o Santeria é quase um anexo (maior) do bar mais antigo, que fica quase ao lado. Seguindo a mesma linha, a carta de drinks é incrível – tem um de melão delicioso e grande – e o cardápio não deixa a desejar, apesar de não ter muitas opções para compartilhar. Como o Santeria fica aberto até mais tarde, a ideia aqui é comer algo com mais sustância, como o sanduíche de carne desfiada que é simplesmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Essa esquininha é minha preferida em BH, por isso, recomendo a todo mundo: vá, mas sem hora para voltar!

Funcionamento:
4ª e 5ª: das 19h às 2h
6ª e Sábado: das 20h às 3h
Domingo: das 18h à 1h

Mercearia 130 (Rua Ivaí, 130 – Serra)
Esse é um bar que dá para almoçar e para matar o tempo, de tarde até à noite. Mas fique de olho no relógio, pois não é barato ficar muito tempo por lá. O cardápio são as paredes e as sugestões são sempre excelentes! É uma bar descolado, mas mais de patricinha. Uma mistura boa, que sempre tem fila de espera.

Funcionamento:
3ª a 6ª: das 11h30 às 23h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Laicos (Rua Ceará, 1580 – Savassi)
Localizado no mesmo lugar que o antigo bar Social (Laicos é Social escrito ao contrário), o Laicos abriu as portas recentemente, aproveitando um pouco a onda dos espetinhos. Aqui não tem conta, você compra suas fichas e as troca por cerveja, drinks ou finger foods (comidinhas em pequenas porções para se comer com as mãos). Além disso, eles servem um yakisoba (enorme) e bem gostoso!

laicos-bh

A decoração é uma show à parte. Na entrada, mesas altas com bancos, na parte de dentro, sofás e gangorras acomodam os clientes. No centro, há ainda uma pista de dana com luzinhas e tudo. Todo fim de semana tem show e, às vezes, durante a semana também. Não me lembro quanto custavam as fichas, mas era um preço ok.

Funcionamento:
2ª: das 17h30 às 23h
3ª a 6ª: das 17h30 às 00h
Sábado: das 17h às 00h

Tizé (Rua Curitiba, 2205 – Lourdes)
Esse bar está localizado na “orla de BH”. Não, não temos mar, mas temos uma esquininha com cara de praia e a vantagem de não ter areia nem maresia (não sou muito fã de praia, admito). O clima aqui é bem de pagação: meninas lindas, vestidas quase iguais; baldinho de cerveja; óculos escuro; e paquera. O local possui um segundo andar, mas que vive vazio, pois a ideia aqui é ver e ser visto.

Apesar do estilo não ser muito o meu, gosto de ir ao Tizé de vez em quando. Seja para exibir minha figura na medina ou para comer os petiscos, que são deliciosamente carinhos, mas valem o preço e as calorias. Vá preparado, pois sempre há fila de espera! Mas, se demorar, peça uma caipivodca que é muito boa.

Redentor (Rua Fernandes Tourinho, 500 – Savassi)
Chopp espetacular. Leve, saboroso e servido em um copo tão fino que parece que nem existe. As empadas também são muito boas, mas não se engane, apesar de serem oferecidas pelos garçons, elas não são de graça. Os outros pratos do cardápio também são delícia, vale a pena experimentar.

Como tudo é muito gostoso, a conta acaba não agradando tanto. Mas é o preço que se paga por sentar em um bar inspirado no Rio de Janeiro, em plena Savassi belorizontina, e ainda poder beber no domingo (um dos poucos bares abertos na região).

Na hora do almoço, eles trabalham em sistema self-service, com buffet de salada, pratos quentes e japonês (conheça outros restaurantes self-service).

Do Chef Espetos (Av. Antônio Cônsul Cadar, 122 – São Bento)
Milhares de espetinhos tomaram as ruas de BH. Em cada esquina é possível encontrar um. Não é o esquema mais confortável (sentar em bancos dói as costas) nem o mais barato (normalmente, as cervejas long neck e espetinhos custam R$ 7 cada), mas é bem prático e divertido. Não tem que dividir a conta, você compra quantas fichas deseja e, na hora que cansar, levanta e vai embora. É ou não é uma beleza?

Dentre todos os espetinhos da cidade, o Do Chef é o meu preferido. O atendimento é bom (ok, a comida demora um pouco, mas é o preço que se paga pela vasta companhia), os espetos são bem gostosos (Kafta e Boi são incríveis e macios), a cerveja sempre gelada e o banheiro é decente (eles estão dentro do shopping Center São Bento. Ou seja, banheiro grande, com várias cabines, e limpo). Além disso, o cardápio vai além das carnes e oferece também pão de alho/tomate, coxinha e batata frita fritos na hora.

do-chef-espetos-bh

Para incrementar ainda mais o programa, toda terça uma banda de chorinho (alto nível) se apresenta e, aos sábados, uma galera toca de tudo, ao vivo. Esse é um dos meus programas prediletos durante a semana!

Conheça a BH que você quer! Chega aqui e veja como transformar sua viagem em uma experiência única e inesquecível!

Cervejarias – Belo Horizonte

Templo Cervejeiro Backer (Rua Santa Rita, 220. Olhos D’agua)
Para quem está na cidade dos botecos, a cervejaria é uma boa pedida. A cerveja artesanal, de vários tipos, é bem gostosa e o ambiente também é bem legal. O preço cobrado nas cervejas e nos petiscos é alto, além do cardápio não ter muitas opções – mas tudo que tem é gostoso. Apesar de grande, o lugar vive lotado, então prepare-se para esperar caso não queira fazer reserva. É um programa diferente em BH que vale a pena fazer!

backer-bh

Seu vôo em Confins atrasou? Beba uma Backer por lá também. Recentemente a cervejaria abriu filial no aeroporto.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 15h30 e das 18h às 00h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingo: das 11h30 às 16h

Walls Gastropub (Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi)
Considerada a melhor cerveja artesanal do mundo, a Walls é uma das pioneiras do segmento, em Belo Horizonte. Ela é bastante vendida em bares em BH, mas, recentemente, você pode bebê-la (quase) direto da fonte.

O Walls Gastropub é todo dedicado à cerveja e oferece em seu cardápio milhões de modalidades da bebida, além de drinks bem gostosos (e caros). No cardápio, boas opções de petiscos, servidos em porções pequenas. O local é pequeno, mas bem charmoso, e ainda conta com um parklet descolado na frente, onde é possível fumar um cigarrinho tomando a cerveja.

Assim, minha conclusão sobre o Walls Gastropub é dúbia: é legal, mas para dias muito específicos, pois é caro e não tããão legal assim.

Hofbrauhaus (Av. do Contorno, 7613 – Lourdes)
Considerada a melhor choperia alemã, a Hofbrauhaus causou frisson quando abriu sua filial em BH, a primeira no Brasil. A procura foi tanta, que o estabelecimento teve que fechar as portas pois não tinha como fabricar a quantidade de chopp necessária para atender aos belorizontinos. É isso que dá abrir uma choperia na cidade dos bares.

hb-bh

Fui conhecer o lugar depois que reabriram, já com alvará de produção maior. Realmente, o ambiente é muito legal, com todo estilinho alemão (como manda o figurino). O chopp é bem gostoso e, assim, imaginei que seria mais caro – 300 ml custa R$ 9,90. Nessa primeira vez, fomos almoçar e, apesar de poucas opções de prato, todos que pedimos estavam gostosos e tinham preço “ok” – média de R$ 45. O problema foi quando decidimos ir à noite na choperia.

Quando se vai para beber de verdade, a conta fica bem cara! Quase R$ 10 por copo de 300 ml pesa dependendo da quantidade. Mas o maior problema é a pouquíssima opção de petisco. As porções são bem pequenas – a de linguiça vem apenas três – e caras. Quando se está em um grupo maior, a única opção viável (em quantidade e dinheiro) é o joelho de porco, que custa R$ 99. Está longe de ser barato e o melhor prato para se comer à noite, mas é o que temos para hoje. Moral da história: gastei R$ 100 para tomar chopp, comer algumas batatas fritas, salsichas e um pedaço do joelho de porco, e voltar para casa sóbria e com fome.

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 18h às 00h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Botecos – Belo Horizonte

Baiana do Acarajé (Rua Antônio de Albuquerque, 473 – Savassi)
Esse quarteirão fechado, em plena praça da Savassi, já foi o mais animado e meu ponto de partida às sextas-feiras. Mas com o aumento do valor dos aluguéis, muitos bares fecharam e a rua acabou dando uma caída, mas ainda sim continua sendo um bom lugar para tomar uma sem compromisso.

O Baianas é um clássico belorizontino. Com mesas na calçada e delícias baianas no cardápio – a porção de mini acarajés é uma delícia – o buteco foi fundamental na iniciação de muitos adolescentes na bebedeira.

A cerveja de 600 ml (Original) custa R$ 9 e os petiscos não são lá muito baratos. Mas você sabe, tradição não tem preço. Rs…

Bar do Antônio (Rua Flórida, 15 – Sion)
Mais conhecido como Pé de Cana, o Bar do Antônio está presente na vida dos mineiros há mais de 50 anos. Claro que do início até hoje muita coisa mudou: o bar aumentou, uma filial foi aberta e o número de garçons seguiu na mesma proporção. Mas o prazer de sentar em uma das mesas de plástico, tomar uma cerveja gelada e comer petiscos incríveis (tudo no cardápio é bom) continua o mesmo. Lá é bom para almoçar, para beber à tarde e sair à noite. Tem prato para todos os momentos – costela com mandioca; filé com jilí; sanduíche de pernil.

bar-do-antonio-bh

Tanta tradição fez com que muitos clientes envelhecessem junto com o bar. A média de idade dos frequentadores está mais para 40 do que para 20, o que acho bom, pois mantém o crivo de qualidade. Mas também, permite que os preços sejam um pouco mais elevados. Porém, tudo compensado!

Mercado Central (Av. Augusto de Lima, 744 – Centro)
Um dos pontos turísticos mais famosos de BH também é um dos melhores lugares para se beber na capital (conheça os lugares imperdíveis de Belo Horizonte). Não espere conforto. Muitas vezes, as porções são servidas no balcão ou em mesas altas, sem bancos. Faz calor e tem muita gente se acotovelando em busca de um espaço ao sol, porém, tudo é compensado pela cerveja gelada e a melhor porção de fígado com jiló que você vai comer na sua vida! Além disso, é um grande privilégio, hoje em dia, poder comer e beber em um local democrático, onde todos dividem o mesmo balcão em busca da mesma coisa: boa comida e boa bebida.

mercado-central-bh

Na hora de ir embora, compre um potinho de doce de leite em uma das barracas e garanta a sobremesa e a cura da ressaca.

Maletta (Rua da Bahia, 1148 – Centro)
Um dos prédios mais emblemáticos do centro de BH é hoje reduto dos botequeiros mais descolados da cidade. O que não é nenhuma surpresa, pois o Edifício Arcangelo Maletta, na esquina da Rua da Bahia com Avenida Augusto de Lima, há anos atrai belorizontinos que buscam uma mesa para discutir política, cultura ou, simplesmente, para apreciar a vista do centro.

Foto: André Brax
Foto: André Brax

Durante um tempo, o Maletta, assim como o centro, sofreu com a desvalorização imobiliária e ficou um pouco esquecido. Porém, com o forte movimento de apropriação da cidade pelos seus moradores, o edifício e toda a região sofreram um boom de amor, carinho e pertencimento.

Atualmente, vários bares disputam um espacinho na enorme varanda, no segundo andar, e convivem com galerias de artes e lojinhas. Para os mais tradicionais, o primeiro andar continua sendo o melhor local do Maletta, com seus bares tradicionais e nada pretensiosos, além da Cantina do Lucas, um dos restaurantes mais clássicos de BH (ver Onde Comer). A verdade é que, assim como a cidade, o Maletta abriga a todos e, de certa forma, se adapta a cada um que vai ali em busca de diversão.

Aproveite suas viagens para fazer o que gosta e aprender a gostar de coisas que nem imaginava. Vá além dos guias tradicionais e monte a sua viagem do seu jeito. Vem que o mundo é seu!

Escrevi um post bem legal sobre os lugares para sair em BH. Confere lá no Blog do Méliuz.

Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

parrilla-del-mercado-bh

Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

la-macelleria-bh

A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

Conheça os lugares além do que contam os guias tradicionais. Transforme suas viagens e experiências transformadores. Converse com a gente e descubra como.

Restaurantes com melhor Custo x Benefício- Belo Horizonte

Mercearia 130
Gosto tanto desse bar/restaurante, que fiz um post inteirinho dedicado a ele! Clique aqui e leia.

mercearia-130

Casa dos Contos (Rua Rio Grande do Norte, 1.065 – Savassi)
É clássico, é bem servido e a comida é perfeita para dias de ressaca ou gordice, pois é pesadinha. O atendimento é um pouco demorado, mas o sabor e quantidade da comida compensam. O preço é bem em conta (os pratos custam em média, R$ 35 por pessoa) e o restaurante é um dos poucos que fica aberto até tarde.

Filé Surprise - Casa dos Contos
Filé Surprise – Casa dos Contos

Sugestão: Bolinho de bacalhau, Filé Surprise (gigante!!!), e Filé à moda.

Funcionamento:
2ª – das 11h30 às 15h e das 18h às 2h;
3ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Cantina do Lucas (Av. Augusto de Lima, 233, loja 18, Ed. Maletta – Centro)
Esse é um dos restaurantes mais antigos de Belo Horizonte. Do mesmo dono do Casa dos Contos, a comida da Cantina do Lucas segue a mesma linha: gostosa, farta e em conta. A vantagem em cima da filial é a localização – o Edifício Maletta é um dos prédios clássicos e descolados de BH – e o atendimento, que acaba sendo mais rápido que o da Savassi.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Casa Cheia (Rua Cláudio Manoel, 784 – Savassi)
Atualmente, o Casa Cheia tem sido minha opção para o almoço de domingo. O preço é bom (prato comercial custa em média R$ 25), atendimento rápido e comida bem gostosa.

Prato Comercial com bife de boi
Prato Comercial com bife de boi

É verdade que o forte desse restaurante são os petiscos e comida de buteco, tanto que já foi campeão do Festival por três vezes. Mas, como nem só de boemia vive o homem, o PF é muito honesto. A unidade tradicional é no Mercado Central, mas o endereço da Savassi acabou me conquistando pela praticidade.

Funcionamento:
2ª a Sábado: das 11h às 23:30;
Domingo: das 11h às 17h.

Casa Cheia Savassi - BH
Casa Cheia Savassi – BH

Macau (Av. Olegário Maciel, 1767 – Lourdes)
Tradição não vem de graça! O Macau é, sem dúvida, o melhor restaurante chinês de Belo Horizonte. O rolinho primavera é um patrimônio, grande e crocantemente delicioso. Não deixe de pedir. O atendimento é eficiente, as porções são bem servidas e o preço é camarada – cerca de R$ 50 por pessoa, com refrigerante e sobremesa. Costuma ter fila de espera (rápida), mas vale a pena esperar. Acredite me mim.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30
6ª: das 11h30 às 16h30 e das 18h às 24h
Domingo: das 11h30 às 16h30 e das 19h às 23h
Feriados: das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h

Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi)
É, sem dúvida, um dos restaurantes/café/bar mais charmoso de BH. Na unidade da Savassi (também está no CCBB), as mesinhas do lado de dentro te transportam para as livrarias europeias e os lugares na calçada te fazem lembrar que você está em (um dos melhores pontos de) BH.

cafe-letras-bh

O cardápio é sempre muito gostoso, tanto para o almoço quanto para jantar ou fazer o aperitivo. Os preços são ok (principalmente o menu executivo do almoço – R$ 25). Só o atendimento e rapidez que deixam a desejar. Se está com pressa, é melhor escolher outro lugar para comer.

Não aceita Sodexo.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 12h às 00h
6ª e Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 17h às 23h

Quer ir além do arroz com feijão em suas viagens? Chega aqui e descubra os serviços que o Por Ceca e Meca oferece.