Restaurantes para Esbanjar – Belo Horizonte

Glouton ( Rua Bárbara Heliodora 59, Lourdes )
Considerado o melhor restaurante de Belo Horizonte, segundo o Trip Advisor, o Glouton é realmente muito bom, mas ocupa o segundo lugar no meu coração. Porém, adoro trair meu verdadeiro amor com esse novinho.

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Localizado no Lourdes, em uma região cheia de bons restaurantes e barzinhos mais “chiques”, o Glouton mantém o nível da área. A casa é lindinha e a decoração classicamente elegante. Os garçons são muito atenciosos e bem treinados – levei um amigo meu italiano ao Glouton e ele ficou feliz em ver que sabiam abrir o vinho da maneira correta, sem rodar a garrafa.

O cardápio é enxuto e bem elaborado. Todos os pratos têm composições complexas e muito gostosas, mas que acabam limitando quem é mais chato para comer. De entrada, pedimos o carpaccio com suco de laranja que estava gostoso. Mas o petisco preferido foi, sem dúvida, a mini burrata, que vinha montada sobre torradinhas. Coisa mais linda e gostosa da vida.

De prato principal, cada um teve uma escolha diferente – filé de angus com batatas ao murro; capeletti de abóbora com camarão; arraia; e leitão. Todos estavam gostosos, com destaque para o leitão e para a arraia (é forte, mas é bem gostoso!). Os pratos não são muuuito fartos, mas são suficientes e lindos. As sobremesas deixaram um pouco a desejar, por isso, não deu para fechar com chave de ouro, mas tudo bem.

Leitão - Glouton
Leitão – Glouton

Os preços são altos (pratos principais custam em média R$ 70). O restaurante possui manobrista e é altamente recomendável fazer reserva antes.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 19h30 às 00h
6ª: das 12h às 15h e das 19h30 à 1h
Sábado: das 13h às 17h e das 19h30 à 1h
Domingo: das 13h às 17h

Patuscada (Av. Bernardo Monteiro, 1548 – Funcionários)
Eis o campeão do meu coração. Clássico, tradicional e sempre bom! Adoro a comida e o ambiente do Patuscada, sem contar que o atendimento é sempre impecável. É verdade que tanta excelência tem um preço um pouco alto (pratos principais variam de R$ 51 a R$ 120), é verdade, mas nada que o meu Vale Refeição não resolva – sim, eles aceitam Alelo!

patuscada

O prato com melhor custo benefício é, sem dúvida o Nhoque Trufado com Iscas de Filet, delicioso e com preço mais acessível (R$ 51). O Steak ao Poivre Vert tradicional com Batata Dauphinoise Trufada também é uma delícia – carne alta, no ponto e trufas <3. Todos os pratos são servidos com glamour. Eles vêm tampados e são abertos todos juntos. Tudo muito dramático e chique

Apesar de um cardápio com várias opções, todos os dias o chef faz sugestões além do menu. Não deixe de perguntar ao garçom! Aos sábados, é servida feijoada completa com direito a caldinho de feijão temperado de entrada e couve feita na hora.

Funcionamento:
2ª a 4ª: a partir das 11h30. Jantares mediante consulta pelo telefone.
5ª a Sábado: a partir das 11h30
Domingo: das 11h30 às 18h

Alma Chef (Rua Curitiba, 2081 – Lourdes)
Localizado no burburinho do bairro de Lourdes, o Alma Chef é uma mistura de restaurante (muito bom) e escola – eles promovem cursos na cozinha do segundo andar!

De entrada pedimos uma burrata que estava muito gostosa. O pão, quentinho, vinha em uma espécie de tábua rústica. Um charme!

A proposta do almoço é muito legal: você escolhe a carne e os acompanhamentos são voltante, como um rodízio de salada, arroz, farofa, legumes, batatas e tudo mais que você puder imaginar. A carne, alta, veio no ponto e estava muito saborosa. Minha mãe, que não é lá muito carnívora, optou por uma paella que estava, simplesmente, divina! O prato espanhol, super bem servido, vem em uma panelinha de pedra que dá um toque especial e mantém a grande quantidade de comida sempre quente.

Com tanta comida e acompanhamentos, acabamos pedindo duas sobremesas para três. Foi mais que suficiente, mas deixou vontade de voltar, ser mais controlada, e devorar um brownie sozinha.

Os preços são altos, mas estão na média dos restaurantes desse tipo – prato principal sai por cerca de R$ 65.

La Victoria (Rua Hudson, 675 – Jardim Canadá – Nova Lima)
Tenho um relacionamento passional com essa parrilla uruguaia. Fui pedida em namoro depois de jantar ali e fui comemorar nosso 1º ano lá. Ou seja, é difícil dissociar o La Victoria de boas lembranças.

O couvert de pães e manteiga é muito gostoso e ajuda a distrair enquanto se escolhe os pratos. De entrada, sempre pedimos o carpaccio, mas existem outras opções que parecem interessantes (mas não tanto quanto o carpaccio para nós). Meu namorado sempre pede carne – da primeira vez foi um chorizo e, na segunda, filé mignon – estava gostoso mas um pouco sem tempero. De acompanhamento, arroz biro-biro, que vem com bacon, ervilha, queijo e batata palha, e batatas fritas – deliciosas.

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Na minha primeira vez, pedi Spaghetti com Frutos do Mar alla Pirata, que estava sensacional. De sobremesa, sempre o Cornetto Crocante ao Creme de Mascarpone, Frutas do Bosque e Sorvete de Baunilha. Sempre!

O ambiente é lindo, chique e grande, tanto que muitas festas de casamento são realizadas ali. Por estar um pouco afastado da cidade, é sempre frio. Os aquecedores no salão e o calor da parrilla ajudam a aumentar a temperatura.

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É um restaurante caro, mesmo quando não se bebe muito. Só a carne, custa R$ 65, sem contar os acompanhamentos. Um jantar fica em torno de R$ 330 por casal.

Anella (Av. Guilhermino de Oliveira, 325 – Santa Amélia)
Esse é considerado o melhor restaurante italiano, segundo o Trip Advisor, mas para mim está apenas no top 10. O ambiente é super charmoso e os garçons são extremamente simpáticos e eficientes! Mas a comida – pelo menos o prato que pedimos – deixou um pouco a desejar.

A entrada elevou nosso nível de expectativa, já que o carpaccio estava delicioso – pontos extras para as torradas, que parecem envolvidas em queijo e vêm quentinhas. Como prato principal, pedimos o tradicional espaguete ao sugo com almôndegas. A massa, artesanal, estava incrível e muito bem acompanhada de um molho caseiro. Porém, as polpetas estava bem secas, o que acabou nos frustrando, pois eram a estrela principal do prato.

Ainda vou voltar lá para pedir outro prato e tentar ter uma melhor experiência. Afinal, um lugar tão lindinho e com pessoas tão legais merece uma segunda chance.

Funcionamento:
3ª e 5ª: das 18h às 00h
6ª: das 18h à 1h
Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 22h

Maurizio Gallo (Rua dos Aimorés, 2305 – Lourdes)
Eu tinha muita vontade de ir nesse restaurante, pois o primeiro endereço dele é uma cantina lindinha na Av. Nossa Senhora do Carmo. Porém, depois que fui, decepção me define. Escolhemos ir na nova filial porque era mais fácil de parar e tal. O dono, Maurizio, estava lá e foi muito simpático. Ponto!

Pedimos bruschettas mistas de entrada – a porção vem com cinco, cada uma com um recheio – e fomos muito felizes. Crocantes, com muito recheio e saborosas. Como prato principal, seguimos a orientação do chef e pedimos uma massa com filé ao pesto. Ô erro! A carne estava longe de ser filé, vinha picadinha e não tinha nada de pesto. A massa estava gostosa, mas nada que se diferencie do que eu faço em casa. Conclusão: apesar de ser mais baratos que os restaurantes dessa categoria, não vale o dinheiro gasto – os pratos custam em média R$ 60.

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 8h30 às 00h
Domingo e 2ª: das 8h30 às 18h

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