O Que Comer – Porto de Galinhas

Descubra as delícias típicas de Porto de Galinhas.

Bolo de Rolo
É impossível ir a Pernambuco e não comer (ou trazer) um bolo de rolo. De massa fina e recheio na medida, essa espécie de rocambole é um dos tesouros dessa terra.

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Existem vários tipos – caseiro, de doce de leite, chocolate -, mas o tradicional (e melhor) mesmo é o de goiabada do Sabor da Casa. O preço não muda muito dos outros que são vendidos, mas a qualidade sim. Acredite, eu provei todos, sem exceção!

Caldinho da Ivone / Ivonete / Ivanilda
Em Pernambuco, tomar caldo na praia é normal e parece que combina com o calor – juro! Existem vários carrinhos, mas os melhores são os das irmãs Ivone, Ivonete e Ivanilda. O pote custa R$ 10 e você pode escolher entre muitos sabores – o de aratu é delicioso! Coloque farinha e aquela pimenta e seja feliz (e quente).

Caldo de Feijão da Marta
Se o seu gosto é mais tradicional e você não se arrisca muito em sabores diferentes, o caldinho de feijão da Marta é sua salvação. Com charque, azeitona, milho e ovo de codorna (todos opcionais), ele está sempre quentinho. O pote custa R$ 5.

Bolinho de Goma e Sequilhos da Amara
Sabe aqueles biscoitinhos com cara de vó? Então, em Porto de Galinhas eles são vendidos em todos os lugares, mas o melhor é exclusividade da praia. Os sequilhos da Amara são os mais famosos e gostosos da região (ela conta, toda orgulhosa, que já apareceu até na Revista da Azul).

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Eles são sequinhos e deliciosos e têm em vários sabores – coco, maracujá, chocolate, goiaba e o tradicional – meu preferido. Os bolinhos são vendidos no pote (R$ 6) ou em saquinho (R$ 5). Prove, leve e engorde. Fim.

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Onde Comer – Porto de Galinhas

Falar sobre os restaurantes de Porto de Galinhas é falar sobre uma rede de empreendimentos de um único chef (muito pouco simpático, por sinal. Mas, cozinha tão bem..). Os três melhores da cidade, na minha opinião, pertencem a um mesmo dono. É monopólio? Não, porque existem outras opções. Mas que as dele são melhores, isso são.

Munganga Bistrô (Av. Beira Mar, 32)
Esse é o nosso restaurante preferido em Porto de Galinhas. Ele fica no fundo de uma galeria, de frente para a praia. O ambiente é lindo – tem a opção de ficar no salão interno ou em uma espécie de bangalô com vista para o mar – o atendimento também.

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Os pratos são individuais e muito fartos. Se quiser maneirar na comilança, peça uma entradinha e divida um prato principal.

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O cardápio é muito variado, mas as grandes estrelas são os peixes e o camarão. Para mim, os melhores pratos são o Peixe à Fiorentina, que vem gratinado, e o Peixe Terra Mar.

Os preços dos pratos variam de R$ 55 a R$ 65. A caipivodka (ótima por sinal) custa R$ 12 e vem bem forte se você pedir. #ficaadica

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Só é preciso prestar atenção a uma coisa quando decidir ir ao Munganga. Os chefs de cozinha se reservam, dia sim-dia não, e tem um que é muito melhor que o outro. Por isso, minha dica é ir dois dias seguidos, ver em qual ocasião a comida estava mais gostosa e seguir intercalando outros restaurantes na folga do chef muso.

Vista das mesas externas - Munganga Bistrô
Vista das mesas externas – Munganga Bistrô

Gratin (R. Piscinas Naturais, 1)
Do mesmo dono do Munganga Bistrô (o cara é bem estrelinha e babaca, mas nem sempre está nos restaurantes, para alegria geral), o Grtin fica na entrada da galeria que leva ao outro restaurante. O ambiente interno é super intimista – uma loja toda de vidro – e possui mesas na calçada.

Como o próprio nome diz, a casa é especializada em pratos gratinados. Todos vêm servidos na frigideira. Uma coisa linda. Os pratos são muito bem servidos e dá para dividir tranquilamente – sempre pedíamos dois para três pessoas.

Desculpa, não conseguimos esperar a foto
Desculpa, não conseguimos esperar a foto

Você decide por peixe ou camarão ou lagosta e escolhe o acompanhamento – arroz 7 grãos ou purê. Minha sugestão? Camarões flambados com purê. De comer de joelhos. Tanto que em nenhum dia consegui tirar foto do prato completo.

Os pratos custam em média R$ 45 (exceção da lagosta). Os petiscos são mais caros e não valem tanto a pena. Se arrisque logo no principal.

La Tratoria (Rua dos Navegantes, 81)
Último da trilogia do chef que não sei o nome, o La Tratoria é especial (mas não exclusivo. Vive cheio e com fila de espera). As massas servidas são, simplesmente, incríveis. Sério, você dificilmente vai comer algo igual em uma praia brasileira.

Peixe à Fiorentina - Munganga Bistrô

O ambiente é lindo, o atendimento super cortês e o preço está dentro do praticado na região – média de R$ 58. Destaque para a caipi de umbu-cajá (R$ 12). Se for a Porto de Galinhas não deixe de ir ao La Tratoria.

Peixe na Telha (Av. Beira Mar 103)
Esse era um dos restaurantes mais badalados de Porto de Galinhas, mas parece que a fama subiu à cabeça. Os preços são simplesmente absurdos.

O restaurante é grande, de frente para o mar. Como são muitas meses, o barulho é bem incômodo. As porções de petisco são bem pequenas – seis pastéis, seis peixinhos fritos, etc. -, mas a caipivodka é caprichada (R$ 12).

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Como não estávamos com muita fome, acabamos dividindo uma salada – R$ 28. O prato principal da casa, o peixe na telha, é bem servido e custa R$ 138. Porém, não voltamos para prová-lo (mas minha mãe disse que é muito gostoso).

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Onde Ficar – Porto de Galinhas

Como disse, existem muitos resorts em Porto de Galinhas. O Hotel Village Porto De Galinhas, o Kembali Hotel Porto de Galinhas, a Pousada Iandê, e a Pousada Ecoporto são as mais bem avaliadas no Trip Advisor.

Porém, como nossa ideia era ficar perto do centro, para não depender de carro ou táxi, e não estávamos dispostas a investir muito dinheiro na hospedagem, ficamos em uma pousada que minha mãe e minha tia sempre ficam.

Pousada Marahú (Lot. Recanto Porto de Galinhas – Praça 2 – Lote 1)
A Pousada Marahú fica super bem localizada, pertinho da praia (onde os passeios de barco saem) e do centro. Se você não tem intenção de conhecer cidades próximas, dá para fazer tudo a pé. Adoro essa possibilidade quando estou de férias.

O staff é muito atencioso e busca sempre agradar ou resolver os problemas o mais rápido possível – quando chegamos, o ar condicionado não estava funcionando direito. Como já era de noite e a pousada estava cheia, a recepcionista foi em busca de um ventilador, que segurou bem o calor. Na manhã seguinte, nos trocaram para um quarto onde tudo estava em ordem.

As camas têm colchão de mola (para minha mãe, isso é fundamental) e a qualidade dos lençóis é ok, apesar de alguns estarem manchados. O quarto possui TV, com imagem ruim, mas com opções de canal além de Globo e SBT; frigobar; armário; e varanda com rede, mesinha e cadeiras. Apesar de ter um tamanho bom – estávamos em três camas e dava para circular – o quarto possui poucas tomadas e, muitas vezes, o celular tem que ser carregado no banheiro.

O banheiro tem um tamanho bom, mas possui dois problemas: a janela não fecha totalmente, o que pode significar um convite aos bichos e insetos (vedamos o buraco com fita PCV); e o chuveiro é ruim: pouca pressão e jatos dispersos.

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A pousada possui piscina (delícia), sauna e ducha. Tudo é muito limpo e organizado. Aliás, eles fornecem toalhas para a área da piscina, sem cobrar nada por isso, e para a praia também, com um custo adicional. Para ficar longe do barulho da piscina, peça um quarto no segundo andar. Sim, você terá que subir um lance de escada com as malas (a pousada não tem elevador), mas terá noites de sono bem mais tranquilas.

O café da manhã da Pousada Marahú merece um capítulo dedicado. Sabe aquela ideia de maneirar para não pagar barriguinha na praia? Então, isso não funciona por lá. Todos os dias, frutas, sucos, iogurtes, pães, bolos e tortas. Tudo feito ali. Gosta de tapioca ou ovos mexidos (ou omelete) de manhã? É só pedir à atendente que ela prepara na hora. O único problema é que só tem uma pessoa para atender à área do café. Ou seja, sua omelete pode demorar um pouco. Outra dica para a hora do café é escolher mesas longe do ar condicionado, que fica ligado em temperaturas árticas.

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As tarifas são justas – R$ 180 o quarto para duas pessoas (cama extra: R$ 30) – e o serviço e quartos são super honestos. Não espere muito luxo, mas tudo excelente dentro da categoria.

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Praia – Porto de Galinhas

Mar calmo, mas nem tanto; água quente e clarinha; peixes e jangadas; e uma faixa larga de areia, que é um pouco escura para quem está acostumada com Cabo Frio. Como mais a praia está protegida por corais, muita gente aproveita para conhecer as piscinas naturais de Porto de Galinhas, mergulhar para ver os peixes e tal. Como eu não sou muito fã de peixes e passeios “obrigatórios” em férias, admito que só fiquei deitada na cadeira tomando sol e me refrescando no mar.

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Mas sim, os passeios existem, saem todos os dias – o horário depende da maré – e, para preservar os corais, é preciso fazer um curso de 10 min. antes. É tudo muito organizado e procurado, mas, como não fui, não sei dizer o preço.

A praia de Porto de Galinhas tem seus “espaços” bem definidos. Logo em frente ao ponto de onde saem os passeios de jangada, a areia é disputada e os espaços entre as barracas é bem pequeno. É aqui que a agitação (demais para o meu gosto) rola. É carrinho de drink, barraca de milho, crianças e cachorros. Tudo junto e misturado.

Mais para a direita – olhando para o mar – é uma parte mais tranquila, com barracas e atendimento mais fáceis. Mais distante ficam as praias exclusivas dos resorts – existem muitos em Porto de Galinhas (veja aqui onde se hospedar em Porto de Galinhas).

Como fui com a minha mãe e minha tia, sempre virávamos à direita e caminhávamos até a Barraca do Carlos Velho, onde montávamos acampamento.

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Lá, o aluguel da barraca custa R$ 10 e os atendentes são bem gentis. A porção de camarão, que é bem farta, custa R$ 55 e a cerveja, que nem sempre está muito gelada, sai por R$ 5. O coco é R$ 6, assim como o refrigerante.

Apesar dos preços ok, para mim, o melhor da Barraca do Carlos Velho é a tranquilidade, sem ficar isolada nem rodeada apenas por velhinhos, e a possibilidade de nadar em uma parte do mar que não tem coral, nem pedra, nem nada. Só a água, a areia e você. Ô delícia!

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Minas Gerais

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Só quem é de BH conhece

Parque Guanabara (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3333 – Pampulha)
Esse parque, localizado em frente à Lagoa da Pampulha tem cheiro de infância e de juventude divertida. Não, o parque não tem muitos brinquedos radicais, mas possui os principais, que nos deram frio na barriga e nos fizeram vomitar quando criança, lembra? O legal aqui é poder brincar como se fosse criança, mas com a sabedoria de um adulto (por isso, evite comer muito antes de ir na Xícara Maluca).

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É barato (você só paga os ingressos dos brinquedos que quer ir) e divertido, sem contar que a vista da Roda Gigante é linda. Brinquedos imperdíveis: carrinho de bate-bate (é bem grande o espaço), minhocão e trem fantasma (prepare-se para rir no final)

Funcionamento:
5ª e 6ª: das 13h às 22h
Sábado: das 11h30 às 22h
Domingo e Feriados: das 10h30 às 21h

Duelo de MCs (Rua Aarão Reis – Centro)
Nessa onda (maravilhosa) de apropriação da cidade, o vão embaixo do Viaduto Santa Teresa foi um dos mais bem “apadrinhados”. O movimento Família de Rua levou para o centrão de BH o duelo de MCs, que chama centenas de pessoas para escutar o que a rua tem a dizer. Os duelos, normalmente, são realizados aos domingos e lotam. Quer uma dica? Beba uma cerveja por lá e se encante!

Praia da Estação (Praça Rui Barbosa – Centro)
Há um tempo, o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda assinou um decreto que proibia eventos e aglomerações em praças públicas da capital. Para quê? Isso só inflou um movimento de (re)apropriação da cidade e fez com que milhares de jovens, contrários à medida (e ao prefeito também) instituíssem a Praia da Estação.

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Realizada aos sábado no concretasso em frente à Praça da Estação (Praça Rui Barbosa), eles (nós) estendem cangas, levam guarda-sol, bebem cerveja, se molham nas fontes e gritam “Ei, Lacerda, seu governo é uma merda). Frequentemente, um caminhão pipa é contratado para matar o calor da juventude. Esse é um dos movimentos mais legais de BH, que reúne gente disposta a conversar e se posicionar como cidadão de Belo Horizonte. Se antes a cidade não tinha mar, hoje temos praia!

Rua Sapucaí (Floresta)
Rua linda, movimentada, descolada e com uma das vistas mais bonitas de BH. A Rua Sapucaí hoje é morada de projetos colaborativos (como a Benfeitoria) e bares/restaurantes descolados – Salumeria Central, Gruê, etc. Aproveite e separe um fim de tarde e vá tomar um drink no parklet mais charmoso de BH.

Feiras de Rua
São muitas e diversas. Tem a tradicional Feira das Flores, às sextas, na Rua Bernardo Guimarães, a Feira Hippie que dita o tom dos domingos, além de outras tantas que têm aparecido e ocupado a cidade. Todo fim de semana, pelo menos uma feira diferente agita as tardes de Belo Horizonte.

Feira Imaginária, em BH
Feira Imaginária, em BH

As mais famosas são: Feira Experimente, de cervejas artesanais; Feira Imaginária, com produtos locais e muita gente interessante; Feirinha Aproxima; Feira da Benfeitoria; e a Mercê 399, com produtos orgânicos. Vem a BH? Vá à feira!

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Festas e Festivais – Belo Horizonte

Carnaval
Foi-se o tempo que andar pelas ruas de BH durante o carnaval era privilégio de poucos. Há mais de cinco anos, os bloquinhos tomaram conta de toda a cidade e atraem milhares de pessoas – muita gente mesmo!

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É difícil escolher qual acompanhar e, às vezes, mais difícil ainda saber o local da concentração. Muitos blocos, para evitar multidões descontroladas que acabam comprometendo a experiência, só divulgam as informações em suas páginas nas redes sociais e, de vez em quando, horas antes de botar o bloco na rua. Mas uma certeza você pode ter, passar carnaval em BH significa acordar cedo, se fantasiar, tomar muita catuaba e começar o sábado na Rua Guaicurus (famosa pelos puteiros), ao som do Então, Brilha!

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Quando: início do ano – sexta a quarta de carnaval
Dicas: blocos imperdíveis – Então, Brilha!; PPK; Corte Devassa; e os movimentos menores, de bairro.

Festa Italiana
É lotada (mesmo), apertada e nem tão legal assim mais, mas, é tradicional. Quando era menos divulgada, a Festa Italiana era bem legal. Afinal, a ideia é ótima: um monte de barraquinha servindo comida italiana (a melhor) e vinho, além de show e apresentações locais. E o melhor: entrada em troca de 1 Kg de alimento não perecível. Sensacional, não? O problema é que muita gente também aprovou a iniciativa e não há mesa e massa que dê conta da demanda.

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Minha dica aqui é dar uma passada para ver o movimento e ir comer em uma das muitas pizzarias da cidade, sem aperto e perrengue.

Quando: Maio
Onde: ruas da Savassi
Dica: se quiser comer, chegue cedo (bem cedo) e sem muita fome

Virada Cultural
Para mim, esse é um dos eventos mais legais e democráticos de BH. Como os palcos ocupam toda a cidade, a Virada Cultural está sempre por perto de todos, de coxinhas a moradores de rua. Espetáculos de teatro, exposições, performances e shows de artistas locais e nacionais, excelentes, fazem parte da programação que dura 24 horas – 19h de sábado até as 19h de domingo. Para compôr o ambiente, food trucks, barbearia, lojinhas e muita gente se divertindo, sem limites, preconceitos ou brigas. Tudo na mais santa paz, na mais perfeita harmonia. #voltalogovirada

Quando: Julho
Onde: toda a cidade
Dica: tente virar, realmente, porque a experiência e programação são incríveis

I Love Jazz
Jazz + vinho + canga na grama + vista de cair o queixo + gente interessante = Festival I Love Jazz. Equação linda, assim como o evento. São dois dias de apresentação de gente foda do jazz (nacional e internacional), regado a vinho e diversão. A impressão é de ser transportado para a Europa dos sonhos, sabe? Não? Só indo (para o festival ou para a Europa) para saber. Rs…

Vista da Praça do Papa em um dia de festival I Love Jazz
Vista da Praça do Papa em um dia de festival I Love Jazz

Quando: Agosto
Onde: Praça do Papa
Dica: não perca por nada. Música boa, vista bonita e gente mais linda ainda

BH Music Station
Essa vou falar me apropriando do discurso de outros, pois sempre estou viajando nessa época. Mas, as fontes são extremamente confiáveis. O BH Music Station é um evento de música que rola dentro do metrô e estações de BH. A experiência começa a partir do momento que você passa pela catraca da Estação Central. A partir dali, um mundo de música e fantasia se abre diante dos seus olhos – performances e música nos vagões, além de shows foda no palco. Prometo ir no ano que vem!

Quando: Agosto
Onde: metrô de BH
Dica: nunca fui, mas morro de vontade!

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Onde Sair – Belo Horizonte

A Obra (Rua Rio Grande do Norte, 1168 – Savassi)
Para mim (e para muitos balzaquianos fiéis), A Obra é a melhor balada de BH. Localizada no subsolo de um prédio comercial, a casa lembra bem as discotecas londrinas. O espaço é pequeno e construído com materiais que sobraram de construções, muito antes de isso ser moda. Era só falta de dinheiro mesmo. A música é sempre de qualidade e abre espaço para bandas independentes e estilos musicais off mainstream em BH.

A porta d’A Obra também faz parte da balada. Tanto, que é até local no Instagram e no Foursquare. Como a casa é pequena, muita gente acaba ficando de fora enquanto espera liberar espaço ou, simplesmente, opta por ficar conversando com os amigos enquanto toma uma cerveja comprada no postinho ao lado.

Aliás, cerveja é outro ponto forte d’AObra. A carta é incrível e vai muito além das tradicionais filhas da Ambev. Tem de tudo, muito e novo. Quer experimentar? Peça para o Tião, garçom desde o primeiro dia da boate.

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Mas, para mim, o que realmente faz diferença entre A Obra e outros lugares são as pessoas. Quem vai, está afim de se divertir, de mente, corpo e coração abertos, sem preconceitos, dress code ou qualquer tipo de regras. O que todo mundo quer é se divertir, sem se importar com o que os outros estão pensando. Liberdade de sentir é o que define. Aqui, a noite começa tarde e termina cedo (do dia seguinte), o amor é livre e, normalmente, duradouro (vários casais já se conheceram aqui e outros alguns chegaram a se casar na boate). Aqui, não existe carteirada ou fama, todo mundo é igual e igualmente feliz.

Funcionamento:
4ª a Sábado: a partir das 22h30 (mas o bicho pega a partir de meia-noite)

Entrada:
R$ 30

Samba da Quadra (Rua do mercado, 115 – Luxemburgo)
Em plena favela, o Conjunto Santa Maria, uma quadra de samba recebe excelentes festas e proporciona uma vista incrível da cidade. O grande galpão de ensaio da G. R. E. S. Cidade Jardim é hoje palco de noites embaladas a vodca (te cerveja também se preferir), gente bonita e música atual – de sertanejo a Tim Maia. Entrar e beber não é muito barato, mas às vezes vale estourar o cartão de crédito por uma noite divertida.

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Jângal (Rua Outono, 523 – Cruzeiro)
O esquema aqui é misturar bar com música e pessoas bonitas e em pé. Sério, gente, é muito mais difícil paquerar sentada em uma mesa de bar. Mas, ao mesmo tempo, nem sempre estamos no pique de ir para balaaaada mesmo. O Jângal entra exatamente nesse hiato que acomete, principalmente, os jovens de quase 30.

O bar é todo moderninho, não é muito grande, mas possui mesas, bancada e espaço para as pessoas ficarem em pé. Sempre tem música e, muitas vezes, bandas. A galera que frequenta é bonita sem ser muito crisenta e nojentinha. A carta de drinks é excelente e as comidinhas bem gostosas também. O preço não é dos mais camaradas, mas nada que estrague a noite.

Gilboa (Rua Pium-í, 726 – Carmo)
Do mesmo dono do Jângal, o Gilboa segue a mesma linha, mas acaba ficando um pouco mais para balada – o espaço é todo fechado e fica escuro em um certo momento da noite. Mas nada de crise e tunch tunch. As bandas que se apresentam são mais abertas e seguem mais a linha poprock. Os frequentadores também são mais, digamos assim, clássicos, e beiram os 30 ou mais. A carta de drinks também é muito boa e as porções, apesar de pequenas, são bem gostosas. O Gilboa é uma ótima opção para quem quer se divertir sem se acabar ou terminar em uma mesa de bar.

Baixo Centro Cultural (Rua Aarão Reis, 554 – Centro)
O Baixo seja, talvez, o filho mais querido desse forte movimento de reapropriação do espaço público que BH vem vivendo. Localizado no centrão de BH (próximo à Praça da Estação e embaixo do Viaduto Santa Tereza), o Baixo promove a intercessão entre o que define a cidade – seus moradores (sejam de rua ou de mansões) e a rua.

Baixo em noite de festa de música brega - Eu Não Presto mas Eu Te Amo
Baixo em noite de festa de música brega – Eu Não Presto mas Eu Te Amo

Apesar de toda a decoração descolada, a porta do Baixo é um dos lugares preferidos de quem vai à casa. Tanto é que o próprio bar abriu sua filial para a rua. Dentro, um espaço apertadinho que recebe festas deliciosas e que garantem noites e manhãs divertidas. Ir ao Baixo é viver Belo Horizonte em sua alma mais pura.

Funcionamento:
5ª: das 20h às 2h
6ª e Sábado: das 22h às 5h

Divirta-se com o que a cidade tem de melhor. Monte o seu roteiro de viagem junto com a gente. É barato, é legal, é alegre.

 

Fim de Noite – Belo Horizonte

Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
É um clássico, é bagaceiro, mas fica aberto até tarde. Além disso, tem um dos melhores pães de queijo da cidade (veja aqui). Apesar da fama, já não gosto mais tanto do Rei, porque está sempre cheio e o atendimento é muito ruim. Além, é claro e principalmente, de não aceitar cartão de crédito. Poxa, é fim de noite, é extra, é over, só pode ser no cartão. Rs… Apesar disso, sempre acabamos por lá, eventualmente.

Tudão (Rua Fernandes Tourinho, 363 – Savassi)
Bem perto de todos os meus bares preferidos (veja aqui) e do Rei do Pastel, o Tudão é, atualmente, o meu escolhido para o fim de noite. Apesar de ser a capital dos boutecos, os bares fecham cedo em BH – por volta das 2h. Sim, para mim que sou uma sem limites assumida, 2 horas da manhã é pouco. Além de aceitar cartão e ter mesas, ainda dá para comer no Tudão. Os espetinhos são honestos e gostosos.

Por ser fim de noite, o bar é frequentado por todo tipo de gente, dos bebuns aos que acabaram de sair de um casamento. Isso é o mais lindo de tudo, harmonia entre os povos e tribos.

Chopp da Fábrica (Av. do Contorno, 2736 – Santa Efigênia)
Essa é a saideira de quem está de carro, pois fica um pouco longe da Savassi e de outros redutos de bares. Porém, é o melhor lugar para matar a fome da madrugada. O atendimento é ruim, o lugar é barulhento, mas o mexido e o Laricão (PF com tudo que você imaginar) compensam. O Chopp da Fábrica é também um bom lugar para almoçar no domingo ou na volta de uma viagem, quando se está faminto. O preço é bem bom e eles servem pão de queijo frito. Imagine a delícia gorda!

Vá além do trivial e se encante pelos lugares. Planeje sua viagem conosco e viva experiências incríveis.

Bares – Belo Horizonte

Bombshell (Rua Sergipe, 1395 – Savassi)
Para mim, esse é o melhor bar da cidade. Música boa, pessoas descoladas e diversas, pratos e drinks imperdíveis! Não deixe de provar o Demônio (R$ 18,60) – drink delícia – e a batata rosti de carne seca. O espetinho de frango empanado e as linguicinhas também são deliciosas! Não é muito barato, mas compensa bem o valor gasto.

Drink Demônio
Drink Demônio

Apesar de ter mesas e sofás dentro, o gostoso mesmo é ficar nas mesinhas de madeira na calçada. O atendimento é muuito amigável e bonito de se ver. Rs…

Deu a hora? Bem pertinho você tem excelentes opções para o Fim de Noite.

Funcionamento:
2ª: das 18h às 00h
3ª a Sábado: das 18h à 1h
Domingo: das 18h às 00h

Santeria (Rua Fernandes Tourinho, 385 – loja 1 – Savassi)
Dos mesmos donos do Bombshell, o Santeria é quase um anexo (maior) do bar mais antigo, que fica quase ao lado. Seguindo a mesma linha, a carta de drinks é incrível – tem um de melão delicioso e grande – e o cardápio não deixa a desejar, apesar de não ter muitas opções para compartilhar. Como o Santeria fica aberto até mais tarde, a ideia aqui é comer algo com mais sustância, como o sanduíche de carne desfiada que é simplesmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Essa esquininha é minha preferida em BH, por isso, recomendo a todo mundo: vá, mas sem hora para voltar!

Funcionamento:
4ª e 5ª: das 19h às 2h
6ª e Sábado: das 20h às 3h
Domingo: das 18h à 1h

Mercearia 130 (Rua Ivaí, 130 – Serra)
Esse é um bar que dá para almoçar e para matar o tempo, de tarde até à noite. Mas fique de olho no relógio, pois não é barato ficar muito tempo por lá. O cardápio são as paredes e as sugestões são sempre excelentes! É uma bar descolado, mas mais de patricinha. Uma mistura boa, que sempre tem fila de espera.

Funcionamento:
3ª a 6ª: das 11h30 às 23h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Laicos (Rua Ceará, 1580 – Savassi)
Localizado no mesmo lugar que o antigo bar Social (Laicos é Social escrito ao contrário), o Laicos abriu as portas recentemente, aproveitando um pouco a onda dos espetinhos. Aqui não tem conta, você compra suas fichas e as troca por cerveja, drinks ou finger foods (comidinhas em pequenas porções para se comer com as mãos). Além disso, eles servem um yakisoba (enorme) e bem gostoso!

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A decoração é uma show à parte. Na entrada, mesas altas com bancos, na parte de dentro, sofás e gangorras acomodam os clientes. No centro, há ainda uma pista de dana com luzinhas e tudo. Todo fim de semana tem show e, às vezes, durante a semana também. Não me lembro quanto custavam as fichas, mas era um preço ok.

Funcionamento:
2ª: das 17h30 às 23h
3ª a 6ª: das 17h30 às 00h
Sábado: das 17h às 00h

Tizé (Rua Curitiba, 2205 – Lourdes)
Esse bar está localizado na “orla de BH”. Não, não temos mar, mas temos uma esquininha com cara de praia e a vantagem de não ter areia nem maresia (não sou muito fã de praia, admito). O clima aqui é bem de pagação: meninas lindas, vestidas quase iguais; baldinho de cerveja; óculos escuro; e paquera. O local possui um segundo andar, mas que vive vazio, pois a ideia aqui é ver e ser visto.

Apesar do estilo não ser muito o meu, gosto de ir ao Tizé de vez em quando. Seja para exibir minha figura na medina ou para comer os petiscos, que são deliciosamente carinhos, mas valem o preço e as calorias. Vá preparado, pois sempre há fila de espera! Mas, se demorar, peça uma caipivodca que é muito boa.

Redentor (Rua Fernandes Tourinho, 500 – Savassi)
Chopp espetacular. Leve, saboroso e servido em um copo tão fino que parece que nem existe. As empadas também são muito boas, mas não se engane, apesar de serem oferecidas pelos garçons, elas não são de graça. Os outros pratos do cardápio também são delícia, vale a pena experimentar.

Como tudo é muito gostoso, a conta acaba não agradando tanto. Mas é o preço que se paga por sentar em um bar inspirado no Rio de Janeiro, em plena Savassi belorizontina, e ainda poder beber no domingo (um dos poucos bares abertos na região).

Na hora do almoço, eles trabalham em sistema self-service, com buffet de salada, pratos quentes e japonês (conheça outros restaurantes self-service).

Do Chef Espetos (Av. Antônio Cônsul Cadar, 122 – São Bento)
Milhares de espetinhos tomaram as ruas de BH. Em cada esquina é possível encontrar um. Não é o esquema mais confortável (sentar em bancos dói as costas) nem o mais barato (normalmente, as cervejas long neck e espetinhos custam R$ 7 cada), mas é bem prático e divertido. Não tem que dividir a conta, você compra quantas fichas deseja e, na hora que cansar, levanta e vai embora. É ou não é uma beleza?

Dentre todos os espetinhos da cidade, o Do Chef é o meu preferido. O atendimento é bom (ok, a comida demora um pouco, mas é o preço que se paga pela vasta companhia), os espetos são bem gostosos (Kafta e Boi são incríveis e macios), a cerveja sempre gelada e o banheiro é decente (eles estão dentro do shopping Center São Bento. Ou seja, banheiro grande, com várias cabines, e limpo). Além disso, o cardápio vai além das carnes e oferece também pão de alho/tomate, coxinha e batata frita fritos na hora.

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Para incrementar ainda mais o programa, toda terça uma banda de chorinho (alto nível) se apresenta e, aos sábados, uma galera toca de tudo, ao vivo. Esse é um dos meus programas prediletos durante a semana!

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