Cervejarias – Belo Horizonte

Templo Cervejeiro Backer (Rua Santa Rita, 220. Olhos D’agua)
Para quem está na cidade dos botecos, a cervejaria é uma boa pedida. A cerveja artesanal, de vários tipos, é bem gostosa e o ambiente também é bem legal. O preço cobrado nas cervejas e nos petiscos é alto, além do cardápio não ter muitas opções – mas tudo que tem é gostoso. Apesar de grande, o lugar vive lotado, então prepare-se para esperar caso não queira fazer reserva. É um programa diferente em BH que vale a pena fazer!

backer-bh

Seu vôo em Confins atrasou? Beba uma Backer por lá também. Recentemente a cervejaria abriu filial no aeroporto.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 15h30 e das 18h às 00h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingo: das 11h30 às 16h

Walls Gastropub (Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi)
Considerada a melhor cerveja artesanal do mundo, a Walls é uma das pioneiras do segmento, em Belo Horizonte. Ela é bastante vendida em bares em BH, mas, recentemente, você pode bebê-la (quase) direto da fonte.

O Walls Gastropub é todo dedicado à cerveja e oferece em seu cardápio milhões de modalidades da bebida, além de drinks bem gostosos (e caros). No cardápio, boas opções de petiscos, servidos em porções pequenas. O local é pequeno, mas bem charmoso, e ainda conta com um parklet descolado na frente, onde é possível fumar um cigarrinho tomando a cerveja.

Assim, minha conclusão sobre o Walls Gastropub é dúbia: é legal, mas para dias muito específicos, pois é caro e não tããão legal assim.

Hofbrauhaus (Av. do Contorno, 7613 – Lourdes)
Considerada a melhor choperia alemã, a Hofbrauhaus causou frisson quando abriu sua filial em BH, a primeira no Brasil. A procura foi tanta, que o estabelecimento teve que fechar as portas pois não tinha como fabricar a quantidade de chopp necessária para atender aos belorizontinos. É isso que dá abrir uma choperia na cidade dos bares.

hb-bh

Fui conhecer o lugar depois que reabriram, já com alvará de produção maior. Realmente, o ambiente é muito legal, com todo estilinho alemão (como manda o figurino). O chopp é bem gostoso e, assim, imaginei que seria mais caro – 300 ml custa R$ 9,90. Nessa primeira vez, fomos almoçar e, apesar de poucas opções de prato, todos que pedimos estavam gostosos e tinham preço “ok” – média de R$ 45. O problema foi quando decidimos ir à noite na choperia.

Quando se vai para beber de verdade, a conta fica bem cara! Quase R$ 10 por copo de 300 ml pesa dependendo da quantidade. Mas o maior problema é a pouquíssima opção de petisco. As porções são bem pequenas – a de linguiça vem apenas três – e caras. Quando se está em um grupo maior, a única opção viável (em quantidade e dinheiro) é o joelho de porco, que custa R$ 99. Está longe de ser barato e o melhor prato para se comer à noite, mas é o que temos para hoje. Moral da história: gastei R$ 100 para tomar chopp, comer algumas batatas fritas, salsichas e um pedaço do joelho de porco, e voltar para casa sóbria e com fome.

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 18h às 00h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Publicidade

Botecos – Belo Horizonte

Baiana do Acarajé (Rua Antônio de Albuquerque, 473 – Savassi)
Esse quarteirão fechado, em plena praça da Savassi, já foi o mais animado e meu ponto de partida às sextas-feiras. Mas com o aumento do valor dos aluguéis, muitos bares fecharam e a rua acabou dando uma caída, mas ainda sim continua sendo um bom lugar para tomar uma sem compromisso.

O Baianas é um clássico belorizontino. Com mesas na calçada e delícias baianas no cardápio – a porção de mini acarajés é uma delícia – o buteco foi fundamental na iniciação de muitos adolescentes na bebedeira.

A cerveja de 600 ml (Original) custa R$ 9 e os petiscos não são lá muito baratos. Mas você sabe, tradição não tem preço. Rs…

Bar do Antônio (Rua Flórida, 15 – Sion)
Mais conhecido como Pé de Cana, o Bar do Antônio está presente na vida dos mineiros há mais de 50 anos. Claro que do início até hoje muita coisa mudou: o bar aumentou, uma filial foi aberta e o número de garçons seguiu na mesma proporção. Mas o prazer de sentar em uma das mesas de plástico, tomar uma cerveja gelada e comer petiscos incríveis (tudo no cardápio é bom) continua o mesmo. Lá é bom para almoçar, para beber à tarde e sair à noite. Tem prato para todos os momentos – costela com mandioca; filé com jilí; sanduíche de pernil.

bar-do-antonio-bh

Tanta tradição fez com que muitos clientes envelhecessem junto com o bar. A média de idade dos frequentadores está mais para 40 do que para 20, o que acho bom, pois mantém o crivo de qualidade. Mas também, permite que os preços sejam um pouco mais elevados. Porém, tudo compensado!

Mercado Central (Av. Augusto de Lima, 744 – Centro)
Um dos pontos turísticos mais famosos de BH também é um dos melhores lugares para se beber na capital (conheça os lugares imperdíveis de Belo Horizonte). Não espere conforto. Muitas vezes, as porções são servidas no balcão ou em mesas altas, sem bancos. Faz calor e tem muita gente se acotovelando em busca de um espaço ao sol, porém, tudo é compensado pela cerveja gelada e a melhor porção de fígado com jiló que você vai comer na sua vida! Além disso, é um grande privilégio, hoje em dia, poder comer e beber em um local democrático, onde todos dividem o mesmo balcão em busca da mesma coisa: boa comida e boa bebida.

mercado-central-bh

Na hora de ir embora, compre um potinho de doce de leite em uma das barracas e garanta a sobremesa e a cura da ressaca.

Maletta (Rua da Bahia, 1148 – Centro)
Um dos prédios mais emblemáticos do centro de BH é hoje reduto dos botequeiros mais descolados da cidade. O que não é nenhuma surpresa, pois o Edifício Arcangelo Maletta, na esquina da Rua da Bahia com Avenida Augusto de Lima, há anos atrai belorizontinos que buscam uma mesa para discutir política, cultura ou, simplesmente, para apreciar a vista do centro.

Foto: André Brax
Foto: André Brax

Durante um tempo, o Maletta, assim como o centro, sofreu com a desvalorização imobiliária e ficou um pouco esquecido. Porém, com o forte movimento de apropriação da cidade pelos seus moradores, o edifício e toda a região sofreram um boom de amor, carinho e pertencimento.

Atualmente, vários bares disputam um espacinho na enorme varanda, no segundo andar, e convivem com galerias de artes e lojinhas. Para os mais tradicionais, o primeiro andar continua sendo o melhor local do Maletta, com seus bares tradicionais e nada pretensiosos, além da Cantina do Lucas, um dos restaurantes mais clássicos de BH (ver Onde Comer). A verdade é que, assim como a cidade, o Maletta abriga a todos e, de certa forma, se adapta a cada um que vai ali em busca de diversão.

Aproveite suas viagens para fazer o que gosta e aprender a gostar de coisas que nem imaginava. Vá além dos guias tradicionais e monte a sua viagem do seu jeito. Vem que o mundo é seu!

Escrevi um post bem legal sobre os lugares para sair em BH. Confere lá no Blog do Méliuz.

Pão de Queijo – Belo Horizonte

Carioca da Esquina (Rua Levindo Lopes, 293 – Savassi)
Sem nenhum glamour ou frescura essa lanchonete de esquina, na minha opinião e paladar, é detentora do título de melhor pão de queijo de Belo Horizonte. Para mim, ele é exatamente como deve ser um pão de queijo: crocante por fora, puxento por dentro, com pouco polvilho e muito queijo. Sério! Sempre quentinho e com um tamanho ok (o ideal é pedir dois), o pão de queijo do Carioca da Esquina é o campeão.

A Pão de Queijaria (Rua Antônio de Albuquerque, 856 – Savassi)
Não sou contra o raio gourmetizador, mas por favor, deixem o meu pão de queijo em paz. A Pão de Queijaria provocou um rebuliço em BH, com seus pães de queijo recheados e feitos com tipos de queijo diferentes.

a-pao-de-queijaria-bh

 

Porém, na minha opinião, só me deu mais motivos para desejar o tradicional. Não, o pão de queijo não é ruim, mas não é melhor que nenhum outro. Aliás, perde para muitos, pois é um pouco seco e, para mim, falta queijo na massa. É claro que o local tem um charme a parte, a decoração é descolada e eles servem um café coado em um mini coador que é uma delícia. Mas falando em pão de queijo…

O Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
Sei que pelo nome vocês devem estar pensando que errei de categoria, mas a verdade é que eu não gosto do pastel d’O Rei do Pastel, mas não dispenso o pão de queijo. Não é maravilhoso, mas acho bem uma delícia. É meio massento demais, com muito recheio, mas assim que é bom. Sobra recheio com muito queijo e não deixa saudade do polvilho exagerado de outras versões. Com um preço super baratinho – R$ 2,50 – e um tamanho de matar a fome, o pão de queijo do Rei está entre os meus preferidos de BH. Me julguem.

Hamburgueria – Belo Horizonte

Madero (BH Shopping)
A famosa rede de hambúrguer chegou a Belo Horizonte no final de 2016 e manteve o sucesso típico. E não é para menos, o hambúrguer, no caso o cheeseburguer, é realmente muito gostoso.

madero-bh-2

O pão é tipo francês, crocante sem ser duro, e com gosto de verdade. O hambúrguer é bem temperado, servido no ponto e tem gosto de grelhado de verdade. A maionese é indescritivelmente boa – você pode pedir uma porção extra dessa maravilha cremosa por apenas R$ 4. A porção de batata frita não é muito grande, principalmente se considerarmos que ela é uma delícia.

O preço? Não é barato (cheeseburguer com batata = R$ 36), mas vale cada centavo. Aliás, toda a refeição vale as calorias e fila de espera.

Dica valiosa: das 18h às 20h além de rodada dupla no Chopp na caneca congelada, caipirinhas, coquetéis e taças de vinho (além de desconto de 20% em toda a carta de vinhos), vários pratos – incluindo o Cheeseburguer Madero Super, saem por um precinho beeeem camarada! Confira o cardápio de Happy Hour do Madero e aproveite ´para começar a comilança mais cedo (e pagar menos por isso).

Guaja (Av. Afonso Pena, 2881 – Funcionários)
O Guaja não é bem uma hamburgueria, mas serve o melhor sanduíche da cidade. Com uma proposta super atual, o espaço é um co-working que promove eventos mega legais e possui um bar nos jardins da casa antiga. Além de drinks e boa conversa, o bar serve sanduíches gourmets deliciosos, acompanhados de batatas rústicas. Sério, os habúrgueres são muito gostosos!

guaja-bh

Tem opção vegetariana, no pão australiano, com linguiça e katchup de goiabada. Um estrondo, que custa entre R$ 26 e R$ 29. Vale cada centavo e cada gordurinha!

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 18h às 23h30
6ª e Sábado: das 18h às 00h30

Duke’n Duke
Para muitos, o Duke’n Duke serve o melhor hambúrguer de BH, por isso, fui conhecer a unidade da Savassi com altas expectativas. O espaço é pequeno (cabem 30 pessoas), intimista, com decoração descoladinha, bem no clima dos pubs londrinos.

duken-duke-bh-savassi

A carta de cerveja é enorme e os preços variam entre R$ 13,90 a R$ 50. Pedimos a Duke’n Duke – pint de pale ale (R$ 19,50) – a opção mais em conta e com melhor custo-benefício.

duken-duke-bh-cervejas

Para comer, fomos do tradicional Duke’n Duke (R$ 29,90) – hambúrguer de picanha, com queijo, molho de tomate caseiro e alface americano. Para acompanhar, batatas rústicas picantes, que lá têm outro nome, mas não me lembro. A outra opção seria batata chips.

O hambúrguer veio ao ponto, vermelhinho por dentro, como manda o figurino. Porém, achei a carne meio seca. De cara, já achei que a proporção de pão estava maior do que deveria ser. Tinha muito pão! Na primeira mordida, senti falta da cebola, mas foi uma opção minha, pois poderia ter pedido o Armstrong, que vem com cebola e bacon. O gosto mais forte (e delicioso) era do molho de tomate caseiro. Saboroso, com pedacinhos pequeninhos do fruto. Estávamos com tanta fome, que devoramos tudo em segundos.

duken-duke-bh-hamburguer

Conclusão: achei apenas gostoso, mas está looonge de ser o melhor da cidade. Para mim, entra, no máximo, no top 5 (e perde de muito para o do Guaja).

Preços: os sanduíches variam de R$ 30 a R$ 50
Além de hambúrgueres, eles servem entradinhas fritas e sobremesa

Eddie Fine Burguer
Essa é a primeira hamburgueria gourmet de BH. Quando abriu, as filas eram quilométricas para comer o maior e mais gostoso hambúrguer da cidade. Hoje, as filas diminuíram (assim como o tamanho do hambúrguer), mas o ambiente e os pratos continuam sendo gostosos.

eddie-fine-burguers-bh

Além dos sanduíches (o meu preferido é o Greenpeace), o Eddie também serve pratos – a costela com salada ceaser é uma delícia. O preço é o padrão dessas hamburguerias (cerca de R$ 30 por sanduíche + batata), ou seja, caro. Mas para dias em que a ideia é escapar do Mc Donald’s…

Deli Handmade (R. Prof. Antônio Aleixo, 591 – Lourdes)
Essa hamburgueria nasceu nessa onda gourmet que assolou até o brigadeiro. Localizada perto do burburinho do Lourdes, o Deli possui mesas na calçada e algumas poucas do lado de dentro, que é bem pequenininho. Diferentemente do tamanho do hambúrguer que, fazendo jus ao preço cobrado, é bem grande.

O hambúrguer é alto e vem ao ponto – vermelhinho por dentro – o pão é super macio e o queijo e molhos muito bom. É servido com uma faca fincada, sobre uma tábua de madeira e acompanhado de batas rústicas, que combinam com o clima da apresentação. O sanduíche é bom, bem bom, mas não me fez ouvir sininhos nem desejar que não acabasse. Achei apenas gostoso, não fazendo valer o investimento monetário e as (muitas) calorias.

Funcionamento:
3ª a Domingo: das 18h30 às 00h (fechamento da cozinha)

Texas Steakhouse (Rua Halley, 777 – Santa Lucia)
Confesso que fui ao Texas por causa do bolso – eles têm convênio com o Chef’s Club e terça é dia deles. Assim que parei o carro, achei o ambiente meio estranho. Muitos motoboys na porta e um som meio nada a ver tocando na maior altura não dava certeza se eu realmente estava no lugar certo. Entrei e me sentei. O salão é pequenininho, com apenas quatro mesas. Não sei bem o porquê, mas para mim, tudo estava com cara de engurdurado, sabe? Do chão às paredes de madeira – a decoração é toda inspirada no Texas. A única coisa que destoa do clima é a televisão, que estava passando um filme no volume máximo.

texas-steakhouse-bh-rodizio-hamburguer

No cardápio, onze opções de hambúrgueres, além da opção de rodízio (R$39,90 para comer versões menores dos sanduíches). Optei pelo serviço convencional e pedi o Plano, o mais tradicional possível – pão, hambúrguer artesanal, cheddar, picles, cebola, alface e tomate -, com batatas.

Gosto de comer hambúrguer com a mão (desculpa, vó!) e assim que peguei o lanche senti a gordurinha escorrer pelos dedos. É sério. O pão estava tão encharcado que, no final, a parte de baixo ficou da finura de um papel. As batatas também expeliam óleo ao serem mordidas.

texas-steakhouse-bh

O hambúrguer em si é bem gostosinho, o molho da casa também é uma delícia. Mas o cheiro e gosto de manteiga não deixam espaço para mais ninguém. Conclusão: vale pelo preço (R$23), mas perde pela saúde do seu coração.

Conheça BH (e qualquer outro lugar do mundo) além dos pontos turísticos. Veja como o Por Ceca e Meca pode revolucionar suas viagens por um preço personalizado para a sua realidade e vontade. Vem que o mundo é seu!

Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

carpaccio-divino-restaurante-bh

Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

divino-restaurante-bh

Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

birosca-s2-bh

A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

lentrecote-paris-bh

Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

Que tal ir além do arroz com feijão nas suas viagens? Chega aqui e veja como construir viagens com a sua cara.

Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

parrilla-del-mercado-bh

Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

la-macelleria-bh

A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

Conheça os lugares além do que contam os guias tradicionais. Transforme suas viagens e experiências transformadores. Converse com a gente e descubra como.

Pizzarias – Belo Horizonte

68 Pizzaria (Rua Felipe dos Santos, 68 – Lourdes)
Essa foi a primeira pizzaria mais “gourmet” a abrir em BH. Pelo menos, que eu me lembre. Por isso (e pela qualidade da redonda), ela é uma das minhas preferidas na cidade.

68-la-pizzeria

A massa é fina sem ser insuficiente, a quantidade e qualidade dos recheios são sempre surpreendentes, a carta de cerveja (long neck) e drinks é boa e o ambiente é suuuper charmoso e chiquemente aconchegante. Além de pizzas, eles servem bruschettas, massas, calzones, pratos quentes e salada.

Sim, as pizzas são mais caras, mas vale a pena, porque, nesse caso, sair para comer uma pizza na 68 é a saída do dia e não apenas um pré ou pós.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 18h às 00h
5ª a Sábado: das 18h às 2h
Domingo: das 12h às 00h

Olegário
Como existem muitas unidade da Olegário em BH – quase todas junto aos hotéis Promenade (veja onde se hospedar em BH) -, essa acaba sendo a escolha mais prática para os dias de gordice. A massa é média, nem muito fina e nem grossa, e os recheios são gostosos. Um ponto positivo é que eles mantiveram os sabores clássicos, como calabresa, marguerita e tal, no cardápio. Ou seja, dá para ir com criança e com gente chata para comer.

Os preços são meio altos – pizza média custa cerca de R$ 50 -, mas está dentro do padrão desse tipo de pizzaria. Sem contar que o ambiente, atendimento e sabor fazem valer o gasto.

Marília Pizzeria (Rua Marília de Dirceu, 226 – Lourdes)
Essa pizzaria está entre as minhas preferidas. Tanto pelo cardápio e drinks (a caipivodca é ótima!) quanto pelo ambiente e clima de paquera chique que tem. Rs..

marilia-pizzeria

Localizada na rua mais movimentada do Lourdes, a pizzaria reúne muita gente bonita (e metida também), mas às vezes é bom dar uma circulada por lá.

Além das pizzas, que são muito gostosas mesmo, a casa serve massas, saladas e risotos. Os preços são altos, mas seguem o padrão das duas anteriores.

Funcionamento:
Todos os dias: das 18h à 1h

Pizza Sur
Existem três unidades do Pizza Sur em BH e cada uma me atende de uma forma diferente. A da Rua Levindo Lopes, na Savassi, é ótima para comemorar aniversários, pois é mais vazia, além de servir um almoço delicioso (muito!). A da Praça da Liberdade é, sem dúvida, a mais bonita e a que eu acabo mais frequentando. Super descolada, muitas vezes é o meu programa de sexta à noite com os amigos. A do Cruzeiro, é mais intimista, mas tão gostosa quanto às outras duas.

pizza-sur-levindo-lopes-bh
Pizza Sur Savassi – BH

Agora falando de cardápio, as empanadas merecem destaque. São gostosas, de massa delicada e do tamanho ideal para petiscar. As pizzas são bem gostosas, mas não são as melhores da cidade (sorry!). A carta de vinhos é honesta e o atendimento sempre muito bom.

Ou seja, apesar de não ter a melhor pizza, o Pizza Sur é uma das minhas pizzarias preferidas em Belo Horizonte.

Parada do Cardoso (Rua Dores do Indaiá, 409 – Santa Tereza)
Antes de existir qualquer pizza gourmet, a Parada do Cardoso era unanimidade entre os amantes da redonda. A massa é normal, um pouco alta (mas não tanto quanto a da Pizza Hut), e muito bem recheada. Os sabores são tão diversos quanto à sua imaginação, mas, mesmo com tantas opções, acabo sempre pedindo a minha preferida: Estrada Real – carne seca com catupiry e cebolinha. Uma delícia!

O espaço é simples e conta com três ambientes – calçada, com mesas de plástico e clima de boteco; primeiro andar mais romanticozinho, perto do forno a lenha; e o segundo andar, mas amplo e bem bonitinho.

As pizzas custam em torno de R$ 50, mas são bem grandes – o preço é justíssimo.

Localizada em um dos pontos mais tradicionais e movimentado do bairro boêmio de Santa Tereza, a Parada do Cardoso é uma ótima pedida para dias de semana e finais de semana, afinal, a cerveja é sempre gelada e os garçons atenciosos.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 18h às 00h
5ª a Sábado: das 18h às 2h
Domingo: das 12h às 00h

Pomodori
As muitas unidades do Pomodori são uma mão na roda. Com um esquema de venda de fatias, essa pizzaria sempre pode te salvar, seja na hora do almoço ou no domingo à noite. Não é um lugar para ficar por horas, a ideia aqui é mais ser uma espécie de fast food com pizza de qualidade. Cada dia, seis sabores estão disponíveis em fatias. Mas vc pode pedir pizzas inteiras, se preferir. O preço é justo – R$ 9,00 por fatia – por uma pizza gostosa e farta (os pedaços são beeem grandes).

Quer dar alma às sua viagens? Clique aqui e descubra como. 

Restaurantes para Esbanjar – Belo Horizonte

Glouton ( Rua Bárbara Heliodora 59, Lourdes )
Considerado o melhor restaurante de Belo Horizonte, segundo o Trip Advisor, o Glouton é realmente muito bom, mas ocupa o segundo lugar no meu coração. Porém, adoro trair meu verdadeiro amor com esse novinho.

glouton_1

Localizado no Lourdes, em uma região cheia de bons restaurantes e barzinhos mais “chiques”, o Glouton mantém o nível da área. A casa é lindinha e a decoração classicamente elegante. Os garçons são muito atenciosos e bem treinados – levei um amigo meu italiano ao Glouton e ele ficou feliz em ver que sabiam abrir o vinho da maneira correta, sem rodar a garrafa.

O cardápio é enxuto e bem elaborado. Todos os pratos têm composições complexas e muito gostosas, mas que acabam limitando quem é mais chato para comer. De entrada, pedimos o carpaccio com suco de laranja que estava gostoso. Mas o petisco preferido foi, sem dúvida, a mini burrata, que vinha montada sobre torradinhas. Coisa mais linda e gostosa da vida.

De prato principal, cada um teve uma escolha diferente – filé de angus com batatas ao murro; capeletti de abóbora com camarão; arraia; e leitão. Todos estavam gostosos, com destaque para o leitão e para a arraia (é forte, mas é bem gostoso!). Os pratos não são muuuito fartos, mas são suficientes e lindos. As sobremesas deixaram um pouco a desejar, por isso, não deu para fechar com chave de ouro, mas tudo bem.

Leitão - Glouton
Leitão – Glouton

Os preços são altos (pratos principais custam em média R$ 70). O restaurante possui manobrista e é altamente recomendável fazer reserva antes.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 19h30 às 00h
6ª: das 12h às 15h e das 19h30 à 1h
Sábado: das 13h às 17h e das 19h30 à 1h
Domingo: das 13h às 17h

Patuscada (Av. Bernardo Monteiro, 1548 – Funcionários)
Eis o campeão do meu coração. Clássico, tradicional e sempre bom! Adoro a comida e o ambiente do Patuscada, sem contar que o atendimento é sempre impecável. É verdade que tanta excelência tem um preço um pouco alto (pratos principais variam de R$ 51 a R$ 120), é verdade, mas nada que o meu Vale Refeição não resolva – sim, eles aceitam Alelo!

patuscada

O prato com melhor custo benefício é, sem dúvida o Nhoque Trufado com Iscas de Filet, delicioso e com preço mais acessível (R$ 51). O Steak ao Poivre Vert tradicional com Batata Dauphinoise Trufada também é uma delícia – carne alta, no ponto e trufas <3. Todos os pratos são servidos com glamour. Eles vêm tampados e são abertos todos juntos. Tudo muito dramático e chique

Apesar de um cardápio com várias opções, todos os dias o chef faz sugestões além do menu. Não deixe de perguntar ao garçom! Aos sábados, é servida feijoada completa com direito a caldinho de feijão temperado de entrada e couve feita na hora.

Funcionamento:
2ª a 4ª: a partir das 11h30. Jantares mediante consulta pelo telefone.
5ª a Sábado: a partir das 11h30
Domingo: das 11h30 às 18h

Alma Chef (Rua Curitiba, 2081 – Lourdes)
Localizado no burburinho do bairro de Lourdes, o Alma Chef é uma mistura de restaurante (muito bom) e escola – eles promovem cursos na cozinha do segundo andar!

De entrada pedimos uma burrata que estava muito gostosa. O pão, quentinho, vinha em uma espécie de tábua rústica. Um charme!

A proposta do almoço é muito legal: você escolhe a carne e os acompanhamentos são voltante, como um rodízio de salada, arroz, farofa, legumes, batatas e tudo mais que você puder imaginar. A carne, alta, veio no ponto e estava muito saborosa. Minha mãe, que não é lá muito carnívora, optou por uma paella que estava, simplesmente, divina! O prato espanhol, super bem servido, vem em uma panelinha de pedra que dá um toque especial e mantém a grande quantidade de comida sempre quente.

Com tanta comida e acompanhamentos, acabamos pedindo duas sobremesas para três. Foi mais que suficiente, mas deixou vontade de voltar, ser mais controlada, e devorar um brownie sozinha.

Os preços são altos, mas estão na média dos restaurantes desse tipo – prato principal sai por cerca de R$ 65.

La Victoria (Rua Hudson, 675 – Jardim Canadá – Nova Lima)
Tenho um relacionamento passional com essa parrilla uruguaia. Fui pedida em namoro depois de jantar ali e fui comemorar nosso 1º ano lá. Ou seja, é difícil dissociar o La Victoria de boas lembranças.

O couvert de pães e manteiga é muito gostoso e ajuda a distrair enquanto se escolhe os pratos. De entrada, sempre pedimos o carpaccio, mas existem outras opções que parecem interessantes (mas não tanto quanto o carpaccio para nós). Meu namorado sempre pede carne – da primeira vez foi um chorizo e, na segunda, filé mignon – estava gostoso mas um pouco sem tempero. De acompanhamento, arroz biro-biro, que vem com bacon, ervilha, queijo e batata palha, e batatas fritas – deliciosas.

la-victoria-bh-2

Na minha primeira vez, pedi Spaghetti com Frutos do Mar alla Pirata, que estava sensacional. De sobremesa, sempre o Cornetto Crocante ao Creme de Mascarpone, Frutas do Bosque e Sorvete de Baunilha. Sempre!

O ambiente é lindo, chique e grande, tanto que muitas festas de casamento são realizadas ali. Por estar um pouco afastado da cidade, é sempre frio. Os aquecedores no salão e o calor da parrilla ajudam a aumentar a temperatura.

la-victoria-bh

É um restaurante caro, mesmo quando não se bebe muito. Só a carne, custa R$ 65, sem contar os acompanhamentos. Um jantar fica em torno de R$ 330 por casal.

Anella (Av. Guilhermino de Oliveira, 325 – Santa Amélia)
Esse é considerado o melhor restaurante italiano, segundo o Trip Advisor, mas para mim está apenas no top 10. O ambiente é super charmoso e os garçons são extremamente simpáticos e eficientes! Mas a comida – pelo menos o prato que pedimos – deixou um pouco a desejar.

A entrada elevou nosso nível de expectativa, já que o carpaccio estava delicioso – pontos extras para as torradas, que parecem envolvidas em queijo e vêm quentinhas. Como prato principal, pedimos o tradicional espaguete ao sugo com almôndegas. A massa, artesanal, estava incrível e muito bem acompanhada de um molho caseiro. Porém, as polpetas estava bem secas, o que acabou nos frustrando, pois eram a estrela principal do prato.

Ainda vou voltar lá para pedir outro prato e tentar ter uma melhor experiência. Afinal, um lugar tão lindinho e com pessoas tão legais merece uma segunda chance.

Funcionamento:
3ª e 5ª: das 18h às 00h
6ª: das 18h à 1h
Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 22h

Maurizio Gallo (Rua dos Aimorés, 2305 – Lourdes)
Eu tinha muita vontade de ir nesse restaurante, pois o primeiro endereço dele é uma cantina lindinha na Av. Nossa Senhora do Carmo. Porém, depois que fui, decepção me define. Escolhemos ir na nova filial porque era mais fácil de parar e tal. O dono, Maurizio, estava lá e foi muito simpático. Ponto!

Pedimos bruschettas mistas de entrada – a porção vem com cinco, cada uma com um recheio – e fomos muito felizes. Crocantes, com muito recheio e saborosas. Como prato principal, seguimos a orientação do chef e pedimos uma massa com filé ao pesto. Ô erro! A carne estava longe de ser filé, vinha picadinha e não tinha nada de pesto. A massa estava gostosa, mas nada que se diferencie do que eu faço em casa. Conclusão: apesar de ser mais baratos que os restaurantes dessa categoria, não vale o dinheiro gasto – os pratos custam em média R$ 60.

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 8h30 às 00h
Domingo e 2ª: das 8h30 às 18h

Restaurante Self-Service – Belo Horizonte

Casa Amora (Rua Paraíba, 941 – Savassi)
Esse é um daqueles restaurantes para se comer rápido, mas com a sensação de que tudo foi feito com calma e cuidado. Não é um self-service comum – existem poucas opções (cinco tipos de salada, quatro acompanhamentos quentes e três opções de carne) e não é você quem se serve. O preço varia de acordo com a opção de carne e quantidade de acompanhamentos (R$ 20 a R$ 28. As donas são nutricionistas e as opções são muito saborosas e equilibradas. Tudo é saudável, mas sem ser sem graça. Apesar de ser “estilo self-service”, vale ir na Casa Amora mesmo com tempo e aos sábados. O ambiente é lindo e super descolado!

Funcionamento:
2ª a 6ª: das 11h30 às 15h
Sábado: das 12h às 15h30

Casa Amora - BH
Casa Amora – BH

Verdinho (Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – São Bento)
O Verdinho é um clássico, seja para o almoço de terça ou pizza de domingo à noite. O buffet possui muitas variedades, inclusive opções light e vegetarianas. Além disso, têm buffet de japonês, pizza no forno à lenha e opções à la carte. Tudo muito gostoso, mas um pouco carinho – o quilo custa R$ 69,90. As caipivodcas são deliciosas e o chopp sempre gelado – no buffet, tem várias opções de petisco para acompanhar.

Funcionamento:
Todos os dias: a partir das 11h

Restaurante do Ano (Rua Levindo Lopes, 158 – Savassi)
Quando eu trabalhava na Savassi, almoçava quase todos os dias no 2015, 2016… (o nome do restaurante muda todo ano!). O preço é um pouco alto – R$ 69,90 / Kg – mas a qualidade compensa. Sempre tem uma opção de peixe – tilápia e/ou salmão -, frango, carnes, massa, legumes e salada alto nível, com palmito, amêndoas, frutas e outras frescurinhas deliciosas. À noite, funciona à la carte com uma boa carte de drinks.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 12h às 16h
5ª a Sábado: das 12h às 16h e das 18h às 1h30
Domingo: das 12h às 17h

restaurante-ano-bh
Restaurante do Ano – BH

Projeto Sabor (Av. Cônsul Cadar, 127 – São Bento)
O Projeto Sabor está entre meus restaurantes self-services preferido em BH. São muitas opções de salada (muitas mesmo); carne, frango e peixe na chapa – além de legumes -; e opções quentes e mais gordinhas, como massa, quiches e risoto. O preço é alto (R$ 69,90 / Kg), ma é condizente com a região e com a qualidade dos ingredientes. Além disso, o Projeto Sabor possui um bom cardápio à la carte, com saladas, sanduíches, pratos executivos e açaí – fica lotado no domingo à noite. As opções de sucos naturais também impressionam!

Funcionamento:
Todos os dias: 11h30 às 23h

Vá além do pão de queijo em sua visita a BH. Veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a personalizar sua viagem!

Restaurantes de Comida Mineira – Belo Horizonte

Xapuri (R. Mandacaru, 260 – Pampulha)
Há anos, o Restaurante Xapuri é considerado o melhor em comida mineira de BH. Não é por menos. O espaço é lindo, super bem cuidado, e a comida digna da melhor culinária do Brasil (pelo menos, na minha opinião). Tudo o que comi lá foi muito gostoso, mesmo. Pesado, é verdade, mas qual comida mineira não é? O que mais gosto do Xapuri é a quantidade de opções – existe mil possibilidades de petiscos e de prato principal, além das sobremesas que mais amo – doce de leite, goiabada, etc. É caro, mas um caro que vale a pena!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 12h às 23h
Domingo e Feriados: das 12h às 18h

Paladino (Av. Gildo Macedo Lacerda, 300 – Pampulha)
Opção mais e conta para quem quer comer comida mineira em um ambiente que lembra uma fazenda. O espaço é bem grande e sempre tem fila. Mas, enquanto se espera pela mesa, dá para ir tomando uma cervejinha ou bebendo uma pinga.

paladino-bh

A comida é gostosa (ainda prefiro o Xapuri), mas achei o cardápio com poucas opções e não servem pratos clássicos, como feijão tropeiro e tutu. Minha impressão é que é um restaurante comum com cara de mineiro.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 0h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingos e Feriados: das 11h30 às 17h