Pontos Turísticos – Foz do Iguaçu

Parque Foz do Iguaçu (Rodovia das Cataratas | BR-469, Km 17 – Brasil)
Simplesmente fiquei encantada com a estrutura do Parque do lado brasileiro das Cataratas. Tudo muito bem organizado, infraestrutura suficiente para atender aos muitos turistas e tudo muito bem cuidado (mesmo!). E o valor cobrado por tudo isso é relativamente baixo: R$ 34,30.

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Fomos de carro e foi tudo tranquilo. O Parque possui estacionamento que você paga junto com a compra do ingresso e custa R$ 21 a diária. Na bilheteria, fila única e muitos caixas para atender. Infelizmente, na hora em que fomos comprar os ingressos, o sistema estava fora do ar e tivemos que pagar tudo em dinheiro – parece que isso é comum na região, portanto, saque dinheiro antes de ir.

Todo o transporte interno é feito em ônibus de dois andares, que saem de 10 em 10 minutos, e param em cinco pontos: Centro de Visitantes, que é a entrada e saída do Parque; Trilha do Poço Preto, que é o início de uma caminho de 9 Km, que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta, e termina às margens do Rio Iguaçu; Macuco Safari, onde é feito o passeio de barco pelas cataratas (pago à parte); Trilha das Cataratas, que é o início da caminhada rumo à passarela perto das quedas d’água; e Espaço Porto Canoas, onde termina a trilha das cataratas e fica o restaurante do Parque.

Pegamos o ônibus e descemos, logo de cara, no Macuco Safari para fazermos o passeio de barco. Já tínhamos comprado os ingressos pela internet (R$ 198 cada) para evitar filas e conseguir pagar no cartão de crédito (e ainda dividir em 2x). Lá dentro, é tudo muito rápido, organizado e cuidadoso.

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Como sabíamos que íamos nos molhar (e muito), levamos na mochila uma roupa adequada para o banho. Aproveitei o banheiro da recepção do Macuco para trocar o look. De lá, pegamos uma espécie de “jardineira” para irmos até a beira do rio para pegar o barco. No caminho, um guia fala um pouco sobre a flora da região, em português, espanhol e inglês (se necessário). O percurso de 2 Km até o barco demora cerca de 20 a 30 minutos. No caminho, cruzamos com outros turistas que estavam voltando do passeio e admito que fiquei um pouco frustrada: não tinha ninguém de cabelo molhado. Doce ilusão.

Em um momento, a jardineira para e você pode escolher entre caminhar até o local de embarque a pé (cerca de 600 metros) ou seguir de jipe. Como o trajeto tem muitas escadas e o joelho da minha mãe não estava muito bento, fomos de carro – taca-lhe pau nesse carrinho!

No lugar de embarque, você pode guardar seus pertences em escaninhos que ficam no andar de baixo. Compre a ficha na loja de souvenir – R$ 10 – e coloque suas mochilas (cabem duas) no armário. Não deixe os óculos de sol na bolsa! Correr o risco de perdê-lo (bem baixo) vale conseguir olhar para cima quando estiver perto das cataratas. Outra coisa: leve ou compre capa de chuva. É verdade que ela não te impede de molhar, mas não deixa que suas roupas fiquem encharcadas ao ponto de ser impossível colocá-las na mochila. Aliás, capa de chuva será útil em outros momentos do passeio.

Devidamente encapotados, vestimos o colete salva-vidas e entramos em um funicular, que desce da plataforma até o deck onde se pega o barco. Existem duas opções de passeio: molhado ou seco. Optamos pelo banho, mas com consciência, por isso, nos sentamos no meio do barco, à frente da cabine de direção. Molha muito, mas não tanto quanto na proa.

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O passeio de barco mesmo é rápido, dura cerca de 30 minutos, mas é muito divertido. Você consegue ver de perto uma parte das cataratas e praticamente entra de baixo de uma queda d’água. Minha mãe, que é super medrosa (e eu também), adorou e queria mais.

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É difícil fotografar, mas segue aí o que eu consegui filmar.

Na volta, me lembrei que tinha levado tudo – toalha, calça, blusa, sutiã -, menos calcinha. E não é que a lojinha vende? Com certeza não fui a primeira. Rs.. Lá vende meia também, além salgados, bebidas e bichinhos de pelúcia. Uma dica de ouro na hora de se trocar é usar o banheiro do andar de cima – o da lojinha -, pois ele é mais espaçoso, possui trocador para servir de apoio e é mais limpo (os banheiros do Macuco são bem sujos, molhados e apertados).

Secos e lanchados, pegamos o jipe e a jardineira novamente para voltarmos para a “avenida principal”. Como as mochilas estavam pesadas, pagamos mais R$ 10 para deixá-las nos escaninhos da recepção do Macuco, o que foi uma escolha suuuper acertada! Caminhar com peso nos ombros tira metade do prazer do passeio.

Pegamos o ônibus interno novamente e descemos na estação seguinte – Trilha das Cataratas. Aí começa o caminho que te leva até à passarela. São 1,5 Km de muita beleza (você consegue ver as quedas d’água de diferentes ângulos), ar puro e quatis. Sério, esse bicho deve se reproduzir igual a coelho, pois estão por todos os cantos. Apesar de bonitinhos, eles não são muito amigos da garotada (hahaha..), pois podem atacar por comida. Portanto, nada de alimentá-los, tocá-los ou chamá-los para perto. O ideal é que cada um fique na sua.

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O fim da trilha, como falei, é a passarela que fica em cima do rio e perto das cataratas. O visual é simplesmente maravilhoso: muitas cachoeiras, arco-íris eterno e lindas falésias. Se você não quiser se molhar, use a capa de chuva #ficaadica. Depois, é só pegar o elevador panorâmico e voltar às ruas. O elevador para próximo à área de alimentação onde fica o restaurante Porto Canoas.

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Na descrição, falavam que era de frente para a Garganta del Diablo, maior queda das cataratas, mas a verdade é que o espaço fica de frente para a parte do rio que vai culminar na garganta. Como a comida – esquema buffet livre – não estava muito apetitosa e a vista não era o que esperávamos, decidimos ir embora. O ponto do ônibus interno é logo em frente.

A visita ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu demorou cerca de 5 horas. Uma boa dica é fazer o passeio do Macuco logo na chegada, pois no fim da tarde a procura é muito maior. Aliás, tente ir cedo para ter menos dificuldade em tirar fotos nos mirantes e enfrentar menos filas.

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Turistas lutando por um lugar no mirante

Parque Foz de Iguazu (Ruta 12, km 5 – Puerto Iguazú – Argentina)
Sabe aqueles momentos que dá orgulho de ser brasileiro? Então, senti isso ao visitar o lado argentino das cataratas. Era domingo, véspera de feriado no país – 14 de agosto – e o parque estava realmente lotado. Além disso, a infraestrutura e a logística do parque não ajudaram muito na experiência. Primeiro: eles não aceitam cartão de crédito e, na bilheteria, também não aceitam Real. Sei que a maioria dos lugares aconselha a comprar pesos argentinos, mas quando nos lembramos disso, as casas de câmbio já estavam fechadas. Ou seja, chegamos à entrada do parque, depois de enfrentarmos uma fila gigante na fronteira, sem saber se íamos conseguir entrar ou não. Mas, nesse dia, a sorte estava do nosso lado.

Uma das cabines da bilheteria se abriu e eu perguntei à atendente se poderíamos pagar os ARG 250 da entrada e o estacionamento (ARG 90) em real ou com cartão de crédito. Ela disse que não poderia, mas iria liberar para mim desde que eu não falasse com ninguém. Não sei bem como ela resolveu a parada, mas fato é que entramos com ingressos verdadeiros e pagos em real.

Na entrada mesmo para o parque, vi que existe um caixa eletrônico. Muitos bancos brasileiros permitem que você saque na moeda local, desde que pague uma taxa por isso. Ou seja, se seu banco liberar, essa pode ser uma boa opção para que você não tenha que contar com a sorte. Nas lanchonetes, o real é aceito, mas a cotação é péssima – R$ 1 = ARG 3,80.

Passamos pela catraca e ali teve início o nosso sofrimento. O transporte interno é feito de trem (super lento), que sai de 30 em 30 minutos. Ou seja, de cara já tivemos que esperar meia hora até o trem partir. Os bancos são mega desconfortáveis e você vai bem apertadinho, já que são quatro pessoas por banco e não há muito espaço entre as suas pernas e as pernas do vizinho que vai de frente para você.

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A nossa intenção era ir direto para a estação da Gargante del Diablo, já que não queríamos fazer as trilhas inferior e superior. Quando o trem partiu, ficamos aliviados, pois, na nossa cabeça, só teríamos que passar por toda aquela espera uma vez, já que desceríamos na última estação. Doce engano!!! Quando chegamos à Estación Cataratas, fomos convidados a descer. TODOS! O trem não segue direto. É preciso enfrentar outra fila (enorme) para pegar outro veículo até as cataratas. Foram simplesmente 50 minutos em pé, na fila, esperando. Um sofrimento!

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Nessa estação tem um Subway (com filas gigantes) e uma lanchonete, com menos fila, que vende empanadas bem gostosa. O jeito foi comer uma acompanhada de uma cerveja gelada. Essa experiência com a fila realmente acabou prejudicando muito o passeio. Quando finalmente conseguimos entrar no trem (o 4º), já estávamos cansados e frustrados.

A trilha até a Gargante del Diablo é toda feita em passarela sobre as águas do rio. Realmente é muito bonito, mas como tinham muita gente, todo o percurso foi feito em fila indiana. 😦

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A caminhada é leve e termina em um mirante bem pertinho da queda d’água (a capa de chuva, mais uma vez, é muito útil). Essa parte das cataratas é realmente impressionante. Muita água, um barulho muito forte e um entorno digno de Game of Thrones.

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Garganta del Diablo

Mas, como era de se esperar, conseguir uma beirinha no mirante para tirar foto é uma verdadeira aventura. Na volta, mais fila indiana na passarela e 30 minutos a espera do trem.

Descemos novamente na Estación Cataratas, mas decidimos não esperar o outro trem para a Estación Central e fomos até a recepção a pé. Ninguém aguentava mais enfrentar filas. Ao todo, gastamos quase 4 horas no parque, sendo que quase duas foram em filas. Uma experiência que não recomendo a ninguém. Eu realmente espero que isso tenha sido culpa do feriado, pois a vista da Gargante del Diablo é muito linda e merece uma estrutura à altura.

Usina Hidrelétrica de Itaipu
É linda, é grande e é impressionante. Na minha primeira visita a Foz, fiz a visita padrão, de dia, onde você conhece um pouco da estrutura interna da usina. Dessa vez, como tínhamos pouco tempo, optamos por conhecer Itaipu à noite, em um espetáculo de luz e som. A visita Iluminação da Barragem é imperdível (e barata! R$ 17 por pessoa).

O ideal é comprar os ingressos antes, pela internet, para não correr o risco de não encontrar lugar. Chegando em Itaipu, estacione o carro (estacionamento pago na bilheteria – R$ 10) e vá direto à bilheteria para trocar seu ingresso virtual. De lá, fomos em um ônibus de dois andares até a arquibancada, bem em frente à barragem principal da usina. No percurso da entrada até aí não tem muito o que ser visto, então aproveite o quentinho da parte de baixo do veículo.

Já de frente para a barragem, assistimos a um vídeo sobre a usina – bem legal – e nos preparamos para o grande momento da noite. Todas as luzes foram apagadas e, a partir de um projeto de iluminação desenvolvido por Peter Gasper (o mesmo que desenhou a iluminação do Cristo e da Praça dos Três Poderes), foram se acendendo de maneira teatral, acompanhadas por uma trilha sonora exclusiva. O espetáculo é rápido, dura cerca de 10 minutos, mas é lindo! Veja aqui.

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Com todas as luzes acesas, voltamos ao ônibus para passar bem perto da barragem enquanto o guia contava curiosidades sobre a usina. Nessa parte, vale enfrentar o frio do andar de cima do ônibus para ver de perto a magnitude dessa construção. O passeio todo é bem legal!

Sexta-feira e sábado, às 20h (21h no horário de verão)
Duração: 1h30

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Onde Ficar – Foz do Iguaçu

Pietro Angelo Hotel (Rua Almirante Barroso, 1864)
O hotel foi uma excelente surpresa. Nas fotos do Booking, parecia super novinho. Porém, no Google Street, as imagens eram de chorar. Conclusão: #chupaGoogle. O hotel é realmente lindinho, tudo novo, limpo e super reformado. Ufa!

Os quartos são bem grandes, a cama é box, os travesseiros são confortáveis e o cobertor de pelo, surpreendendo a todas as expectativas, super cheiroso e sem poeira. O banheiro também tem um tamanho bom e o chuveiro é a gás. Ou seja, o banho é digno, com muita água e quente.

Detalhe para os cisnes de toalha!
Detalhe para os cisnes de toalha!

Eu e meu namorado recebemos um upgrade inesperado (parece até que eles sabiam que era nosso aniversário de namoro) e fomos hospedados em uma “suíte de luxo” – apto. 301. A cama era king size, o quarto gigante, com direito a cadeira estilosa, e uma banheira de hidromassagem nos convidava a ficar horas em meio aos sais de banho. Isso sem falar nos roupões disponíveis (acho um luxo) e nos bombons, deixados no dia do meu aniversário, logo que fomos tomar café. O que mais se pode desejar aos 30 anos?

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O café da manhã é bem gostoso, com pães, salgados, ovos, salsicha, pão de queijo e frios. Apenas os doces deixam a desejar. A impressão é que a massa é daquelas compradas prontas, sabe? Por isso, não gaste calorias com essa parte.

O hotel possui estacionamento não coberto e uma área de lazer, com piscina, sinuca e bar. Não cheguei a nadar, mas a água me pareceu um pouco suja. Ah! E no bar, só oferecem Brahma ou Skol. Faltou uma Originalzinha, pelo menos. Na recepção, vi que existe um atendimento exclusivo para agendamento de passeios e tal. Não chequei os preços, mas é uma facilidade a ser valorizada.

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A localização do hotel é ótima, o staff foi sempre muito atencioso e o check-in e check-out super rápidos. Pagamos R$ 175,50 na diária para o casal. Preço super justo e experiência maravilhosa.

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Como Chegar – Foz do Iguaçu

O aeroporto é beeeem simples, não tem finger e nem muita opção de comida. Por isso, vá alimentado e aceite a possibilidade de embarcar embaixo de sombrinhas. Mas, em compensação, você pode comprar rosas na máquina de snack, alugar carro 24 horas por dia e se deliciar com alguns minutos na cadeira massageadora (gente, juro que vale o mico!).

Optamos por alugar um carro, já que os parques e Itaipu ficam um pouco distantes do centro – é possível fazer todos os passeios de ônibus, mas como era meu aniversário, eu merecia um certo conforto. Rs… Alugamos na Movida, que estava com melhor preço e, além da Localiza, era a única que ficava aberta até tarde (chegamos à 1h da manhã). Aliás, diferentemente de outras cidades, não foi tão ruim chegar de madrugada, pois encontramos uma boa padaria 24 horas perto do hotel – Veja onde comer em Foz do Iguaçu.

O carro era novinho e recebemos um upgrade gratuito. Uma dica: como muita gente vai à Foz para comprar muamba no Paraguai, não deixe de conferir se o macaco e chaves de roda estão mesmo no porta-malas. As pessoas costumam tirar o pneu para emburacar a mercadoria e, muitas vezes, esquecem de devolver tudo.

Chegar de carro às Cataratas é tranquilo. A cidade é bem sinalizada e não há muito como errar. A avenida que leva aos parques é uma rodovia, por isso, não se esqueça de ligar os faróis para evitar uma multa boba.

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Para ir aos restaurantes, usamos o GPS, pois não conhecíamos o nome das ruas e tal. Mas as opções não fogem muito do centrinho perto da Wood’s e do Mc Donald’s. Tudo o que você precisa está por ali.

Uma coisa importante a se lembrar se você for alugar carro é pedir os documentos necessários para retirar a Carta Verde – uma espécie de “seguro” para quem vai de carro para a Argentina.

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Pontos Turísticos – Canela

Localizada a apenas 7 Km do centrinho de Gramado, Canela é pequena, linda e encantadora! As duas cidades são ligadas pela Av. das Hortênsias e se complementam quando o assunto é turismo.

Catedral de Pedra (Praça Matriz)
Peça principal do centro de Canela, a Catedral de Pedra é realmente um prédio digno de fotos. Com estilo gótico (meu preferido), a igreja foi construída em 1950 e, à noite, recebe uma iluminação colorida. Dentro, grandes vitrais dão aconchego e beleza ao grande espaço. As missas são celebradas todos os dias às 18h e às 8h e 10h30 aos domingos.

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Ao sair da igreja caminhamos pela Rua Felisberto Soares e chegamos a uma rótula decorada com vários guarda-chuvas coloridos. Coisa linda de se ver! Também passamos pela Praça de Canela, onde há várias barraquinhas de artesanato em casinhas que parecem ser de boneca.

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Parque Estadual do Caracol (RS 466 – km 0 – Canela)
O parque é bem legal e é casa da Cascata do Caracol, maior cachoeira do Rio Grande do Sul, com 131 metros de altura. O legal aqui é pegar o bondinho panorâmico para ver de perto a queda d’água. Mas se você quiser sentir os pinguinhos mesmo, pode descer uma escadaria de 927 degraus até a base da cascata. Para quem tem joelhos de criança, vale muito. Além da cachoeira, existem muitas trilhas ecológica, lojinha de artesanato e mirante.

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Funcionamento: todos os dias das 8h45 às 17h45
Entrada: R$ 18 (não aceita cartão)

Castelinho Caracol (Estrada do Caracol Km 03, S/Nº – Canela)
Na estrada para o Parque do Caracol está o Castelinho, uma das primeiras residências de Canela e onde, atualmente, funciona como museu de utensílios e móveis antigos. A casa é lindinha e o museu parece ser bem arrumadinho (não entrei direito), mas fato é que a maior atração fica por conta da casa de chá, que serve um apfelstrudel que é considerado o melhor do Brasil (R$ 46 para duas pessoas). Peguei para viagem, pois não queria pagar os R$ 10 para ver o museu. Não me arrependi! Strudel quentinho em embalagem térmica com chantily (feito em casa) a parte. Valeu cada caloria!

Funcionamento: todos os dias das 9h às 13h e das 14h20 às 17h40

Veja o que fazer em Gramado.

Por Ceca e Meca é um projeto destinado a fazer com que as pessoas conheçam o mundo por si, de maneira segura e personalizada. Por isso, além de dicas e roteiros, o PCeM oferece serviços que constroem, junto com viajante, experiências incríveis. Conheça nossos serviços.

Pontos Turísticos – Gramado

O centrinho de Gramado é relativamente pequeno e dá para conhecê-lo a pé sem grande dificuldade ou sofrimento. A cidade é plana, o que ajuda bastante!

Rua Coberta (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
A Rua Coberta, além de ter sempre atrações diferentes – música ao vivo, espetáculos de danças, apresentações artísticas, etc. -, é um ótimo refúgio para os dias de chuva. É um dos locais mais movimentados da cidade, com vários cafés, restaurantes e lojas. Como é bem turística, fiquei com medo de cair no conto do turista e pagar mais caro por comer ou comprar ali. Por isso, só caminhei pelo “tablado” e tirei fotos com as mesas e do telhado, que é lindo. As telhas são transparentes e ficam cheias de plantas trepadeiras.

Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
Fica em frente à Rua Coberta. É palco do Festival de Cinema de Gramado, que é realizado em agosto – ótima oportunidade para se conhecer a cidade e, de quebra, trombar com vários artistas nacionais e internacionais. Por ser a sede do festival mais famoso do Brasil, em seus arredores está a nossa calçada da fama, onde artistas consagrados do cinema brasileiro deixaram suas marcas e assinaturas.

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Durante o dia, o Palácio fica fechado para visitação e as fotos são limitadas à fachada. Mas você pode conhecê-lo por dentro se for assistir a um dos filmes em cartaz. O lugar abre sua sala de cinema às sextas, sábados e domingos, com sessão às 20h30.

Telefone: (54) 3286-1058

Praça Major Nicoletti (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado )
Essa é a praça principal do centro de Gramado. Cheia de barzinhos, restaurantes e lojas ao redor, é um excelente ponto para fazer compras ou, simplesmente, acompanhar o movimento enquanto toma um chope. Fica bem próxima da Rua Coberta e tem uma vista bonita para a Igreja São Pedro.

Igreja São Pedro (Avenida Borges de Medeiros, 2659 , Centro, Gramado)
Localizada no centro, bem onde a cidade ferve, a Igreja São Pedro é bem bonitinha. É uma construção pequena se a compararmos com outras igrejas, mas sua torre, de 46 metros, não deixa a desejar. Toda construída em pedra basáltica, o templo foi inaugurado em 1942. O interior é simples, do jeito que gosto e, por isso, achei lindinho. No caminho de entrada, estátuas dos apóstolos, atrás, a Fonte do Amor Eterno.

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Fonte do Amor Eterno
Inspirada na ponte de Paris, a fonte abriga milhares de cadeados dos casais apaixonados, que eternizam seu amor ali. É claro que Paris ganha, mas como amor nunca é demais, vale a brincadeira!

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Lago Negro (Rua A. J. Renner – Lago Negro)
Na primeira vez que fui a Gramado, estava um frio de matar. Me lembro de andar de pedalinho no Lago Negro e ver fumacinha saindo da água. Sem contar que, na minha memória, o lugar era enooorme. Voltei depois de mais de dez anos e admito que a frustração foi grande. Fazia calor, o lago era bem menor do que eu me lembrava e o parque não estava tão bem cuidado.

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Apesar de ser um dos lugares mais procurados pelos turistas (a falta de vagas deixa isso bem claro), não há muito o que se fazer. Se andar de pedalinho ou barco não está nos seus planos, o passeio vale só para dar check no mapa.

Horário de funcionamento do parque: 24h sem cobrança de ingresso
Horário de funcionamento dos Pedalinhos: das 8h30 às 18h
Pedalinho: R$ 15 – 20 min
Barco para 4 pessoas: R$ 25 – 20min

Muitas atrações estão na Avenida das Hortênsias (longe do centro), na estrada que liga Gramado a Canela. Além das maravilhosas lojas de sapato (veja onde comprar), existem muitos parques pelo caminho.

Belvedere – Vale do Quilombo (Av. das Hortênsias, Gramado)
Esse “mirante” fica no início do caminho entre Gramado e Canela. Você vai ver: é o lugar onde tem carros parados e várias pessoas tirando fotos. Isso, porque a vista é realmente muito bonita. Do local, que fica a mais de 800 metros de altura, é possível avistar o Vale do Quilombo e toda sua vegetação. Vale a parada rápida para fotos, mas tome cuidado com o lugar em que vai estacionar o carro, pois o mirante fica logo depois de uma curva.

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Reino do Chocolate (Av. das Hortênsias, 5382 – Estrada Gramado-Canela)
Nossa memória pode ser bem cretina com a gente. E a minha não fez diferente. Insisti para entramos no Reino do Chocolate porque minha lembrança de lá era bem legal – ver o processo de fabricação do chocolate, esculturas dessa gostosura e degustação grátis. Realidade: só uma partezinha da fabricação pode ser vista através de uma janela; as esculturas existem e são legalzinhas; bonecos que dão medo até em adultos; e informações irrelevantes. Enfim, não gaste seu tempo e dinheiro!

Funcionamento:
Domingo a sexta: 8h30 às 18h30
Sábado e feriados: 8h30 às 19h30
Entrada: R$ 10 (convertidos em chocolate)

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Além dessas atrações, existem muitas outras voltadas para as crianças, como o Mini Mundo, Dreamland, Mundo Encantado e Aldeia do Papai Noel. Visitei na primeira vez que fui à cidade, mas dessa vez, admito que passei. Rs…

Conheça os pontos turísticos de Canela.

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Onde Ficar – Gramado

Hotel Pousada Florença (Rua Joao Fisch Sobrinho, 144 – Centro)
Como disse anteriormente, sair de carro para passear no centro de Gramado pode ser estressante. Por isso, na hora de escolher a hospedagem, localização foi quesito primordial. Dentre as opções para pessoas com conta bancária “normal”, o Hotel Pousada Florença foi, sem dúvida, a melhor escolha que poderíamos ter feito.

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O hotel é muito bem localizado – próximo ao centro, mas na distância certa para fazer a digestão na caminhada -, limpíssimo, staff atencioso e muito bem educado. Logo que você chega, a primeira impressão já é positiva. Uma casinha linda, estilo colonial (com estacionamento), recepção toda bem decorada e frutas à disposição. Tem como não amar?

O que realmente encanta nesse hotel são os detalhes: louças lindíssimas, chá com bombons no quarto toda noite e frutas sempre disponíveis. O café da manhã é um show à parte. Apesar da sala ser bem pequena, o que, às vezes, faz com que tenhamos que esperar os outros hóspedes terminarem, o espaço é incrível e deve se parecer com a sala de chá da rainha da Inglaterra. O serviço é feito em partes – nada de buffet self-service. Primeiro, as frutas e sucos; depois, pães, frios e a opção quente (omelete, ovos, panquecas – cada dia uma opção); por último, bolos e biscoitos. Ser rico deve ser assim.

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O quarto standart é um pouco pequeno, mas a cama é excelente, o chuveiro é ótimo, as águas do frigobar são cortesia e o estacionamento é gratuito! O único ponto de atenção é a falta de elevador. Os quartos ficam em até seis lances de escada da recepção.

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Chegada – Gramado

Rota rápida: BR 116, BR 239 e RS 115

Se você não tem muito tempo a perder, essa é a sua melhor escolha. Você sai de POA pela BR 116. É provável que você pegue bastante trânsito entre Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Neste trecho, existem muitos outlets que valem a “perda de tempo” – comprei um vestido lindo da Calvin Klein por R$ 89, um par de botas de couro por R$ 119 e roupa de cama da Artex por R$ 90.

Superado o espírito consumista, é hora de seguir viagem. Logo depois de Novo Hamburgo, pegue a BR 239 em direção a Taquara. Lá começa a RS 115, que vai até gramado com um asfalto excelente. Você chega à cidade pela Avenida principal, a Borges de Medeiros.

Essa rota não é menor que as outras, mas acaba sendo mais rápido porque a pista é quase toda duplicada.

Rota Romântica: BR 116 e RS 235

Como férias é momento de relaxar e esquecer os relógios, eu e minha mãe optamos pela lindíssima Rota Romântica para chegar a Gramado. É claro que nos perdemos no caminho, mas isso se deve mais à nossa falta de atenção do que à estrada.

O início do caminho é o mesmo – saída pela BR 116, com direito a outlets. A diferença aqui é que, depois de Novo Hamburgo, você deve se manter na estrada. A partir deste ponto, você entra em uma outra dimensão onde as cidadezinhas de beira de estrada são simplesmente lindas e te fazem pensar que está na Alemanha. Além disso, nesse percurso, a natureza se faz presente de maneira exuberante e encantadora. Como nem tudo é perfeito, a vista maravilhosa vem acompanhada de muuuitas curvas. Por isso, essa rota acaba sendo mais demorada.

Depois de Nova Petrópolis, você deve pegar a BR 235, que te leva até Gramado (foi nessa mudança de estrada que acabamos nos perdendo).

Pórtico Gramado - Rio Grande do Sul
Pórtico Gramado – Rio Grande do Sul

Além de toda a beleza do caminho, você chega a Gramado pelo pórtico tradicional da cidade, na Avenida das Hortênsias. O que mais se pode querer?

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Onde Comer – San Andres

Perro Caliente
Rede de hamburguesa de trailler. Simplesmente horrível! A carne é seca, o molho tem um gosto forte e o atendimento é péssimo e mal-educado. Acabamos comendo aí, pois era a única opção aberta quando chegamos, já que era muito tarde. Mas, sinceramente, era preferível ter comido chips.

Hamburguesa = COP 9.000
Água e Cerveja Miller = COP 2.000 cada

Cafe Cafe (Avenida Colombia)

Cafe Cafe - San Andres
Cafe Cafe – San Andres

Espécie de café, pizzaria e restaurante que fica centro de San Andres, pertinho da praia. A decoração é de lanchonete americana dos anos 50 e a comida é bem gostosa. Pedimos uma massa a bolonhesa (COP 21.500 grande) e outra a Marinara (COP 21.500 Júnior), com frutos do mar. O local é uma excelente opção para os dias em que é preciso almoçar mais tarde, já que fica aberto direto, até às 23h.

Beer Station (Avenida Colombia #1a-16 local 102)
O que realmente vale aqui é a vista. O bar fica em um pier, praticamente sobre o mar da Playa Peatonal. A cerveja é gelada e oferecem muuuuitas opções de drinks.

Aguila = COP 4.900
Daiquiri = COP 12.900

Portobelo (Avenida Colombia 5A 69)
Esse restaurante embaixo do hotel de mesmo nome é uma boa opção para quem não tem café da manhã incluído na diária. Fomos lá todos os dias que ficamos em San Andres, pois o cardápio de café da manhã é completo e o preço é bom. Sem contar que é a cara da riqueza tomar café de frente para o mar do caribe, né? Ryca!

Café Americano (suco, café ou chocolate quente, pães, arepa e ovos mexidos) = COP 15.000

Miss Celia (Avenida newball, em frente ao Club Nautico)

Miss Celia - San Andres
Miss Celia – San Andres

Em uma casa de madeira e palha, o restaurante é super acolhedor. Os pratos são bem gostosos, muito fartos, baratos e servidos rápidos. Ou seja, uma excelente opção para o dia de dar a volta na ilha, já que no fim de tarde todos estão famintos. O atendimento é super solícito, porém, a conta demorou muito (mesmo) para chegar.

Peixe frito, arroz, salada e pláton = COP 30.000

Missi Celia - San Andres
Missi Celia – San Andres

La Regatta (Avenida Newball, ao lado do porto)
Esse é, sem dúvida, o melhor e mais bonito restaurante da cidade. A casa fica em cima do mar e das mesas próximas às janelas é possível sentir a brisa do mar e ver arraias nadando. O atendimento é bom, educado e rápido. O wi-fi só funciona de verdade na entrada e perto dos banheiros. Mas é até melhor, pois assim você não se distrai com outra coisa que não seja a decoração e o mar. O valor dos pratos principais varia de COP 30.000 a COP 50.000 (a lagosta custa COP 90.000).

La Regatta - San Andres
La Regatta – San Andres

O couvert é bem gostoso, com frutas, pão e molhinho de limão. De entrada, pedimos uma salada super gostosa. Como principal, pedimos um peixe empanado em parmesão com salada (gostoso) e um peixe ao molho de camarão com arroz (muito gostoso). De sobremesa, encaramos um brownie com sorvete simplesmente delicioso. De bebida, pedimos cerveja (fria) e mojito (incrível!).

La Regatta - San Andres
La Regatta – San Andres

Se for a San Andres, não deixe de comer no La Regatta. Não se esqueça de reservar, se não você, provavelmente, vai voltar frustrado para casa.

Aquarius (Avenida Colombia 5A, ao lado do Portobelo)
Com mesas na calçada, de frente para a praia, esse restaurante é a tradução perfeita da expressão “comer com vista”. Para o nível de San Andres, o serviço é até rápido – o prato demorou cerca de 20 minutos. A comida é gostosa, apesar de ser bem carinha (é o preço a ser pago pela vista).

Aquarius - San Andres
Aquarius – San Andres

Peixe ao molho de camarão gratinado, salada, arroz de côco queimado e batata frita = COP 50.000
Peixe empanado, salada, arroz de côco queimado e batata frita = COP 35.000

Presto
Essa rede de fast food colombiana não é tão fast quanto deveria e não tão barata. Mas, no dia de irmos embora, foi a melhor escolha, já que o Subway estava lotado e não queríamos correr o risco de perder o voo graças ao atendimento lento típico de San Andres. O hambúrguer é gostosinho e a batata frita é igual ao do Mc Donald’s. Ou seja, com (média) pressa, vale o Presto.

Cheeseburguer, batata frita e refrigerante = COP 21.000
Hambúrguer = COP 14.000

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Roteiro – San Andres

Alugamos o carro perto do porto e seguimos pela praia de Rocky Cay, que fica bem em frente à ilha de mesmo nome – dá para ir nadando, mas não me arrisquei. Tinham me falado que esse era um bom lugar para curtir uma praia tranquilo, já que é possível utilizar a infraestrutura do hotel da rede Decameron que existe por ali. Mas a verdade é que isso não é permitido e a praia quase toda fica na sombra, pois há muitas árvores na areia. Ou seja, desça, tire uma fotinho da ilha a frente e volte para o carrinho.

Nossa primeira parada de sucesso foi o Hoyo Soplador, que é gratuito. Apesar de ter lido que a atração era boba, eu simplesmente adorei. Rs… O olho é um buraco no meio das pedras que, quando o mar bate, esguicha (muita) água para cima. Tome cuidado com celular e outros aparelhos, pois molha muito!

Antes de ir embora, não deixe de tomar um Coco Loco na barraquinha que fica dentro do “complexo” de lojinhas e restaurantes. Uma outra dica é: evite conversar com as pessoas que chegam oferecendo algum tipo de serviço. O lugar é extremamente turístico e muitas pessoas tentam se aproveitar disso para ganhar dinheiro.

Coco Loco - San Andres
Coco Loco – San Andres

Do Hoyo Soplador, fomos em direção ao West Wing, passando pela La Piscinita (estava fechada). Para quem gosta de ver peixes e outras coisinhas no fundo do mar, o West Wing é um ótimo programa. Para quem não gosta, o lugar também é uma excelente opção, pois tem um tobogã que cai direto no mar. Legal demais mesmo! Quem for mais radical, pode cair no mar pulando de trampolim. Para os mais medrosos, existe uma escadinha tranquila.

West Wing - San Andres
West Wing – San Andres

A entrada custa (COP 5.000) e te dá direito a pãezinhos para alimentar os peixes. Dentro, tem guarda-volumes (pague o quanto quiser) e uma barraquinha que vende uma deliciosa piña colada.

Depois, era hora de curtir uma praia tranquilo. Paramos na Playa de San Luis e ficamos curtindo o sol com aquela vista deslumbrante. Já com (muita) fome, seguimos para o restaurante Miss Celia (veja onde comer em San Andres) e depois devolvemos o carrinho.

Playa de San Luis - San Andres
Playa de San Luis – San Andres

Acabamos dando uma volta e meia na ilha, porque queríamos ver o aeroporto e ficamos em dúvida sobre qual praia escolher. Mas a verdade é que dá para ver bem tudo em menos de 6 horas.

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Aluguel de Carros – San Andres

Em San Andres, existem milhões de lugares onde você pode alugar carrinhos de golfe, Kawasaki ou Mule (maiores um pouco). É preciso pesquisar e chorar o preço antes de assinar o contrato. O ideal é fazer a retirada do veículo de manhã e combinar de devolver no fim do dia – normalmente, a diária termina às 17h.

Chegamos a orçar o aluguel no hotel e com umas pessoas que ficavam na praça, mas acabamos alugando na Millenium Rent a Car. O preço não era muito diferente dos outros lugares não, mas os carrinhos eram novos e super bem conservados – vimos vários caindo aos pedaços. Nós pagamos COP 160.000 na diária de uma Kawasaki novinho.

San Andres
San Andres

Para alugar, você precisa apenas assinar um termo de compromisso. O lugar é uma ilha, não tem muito como roubar e fugir com o carro.

Dirigir o carrinho é super fácil. O moço nos ensinou como ligar e desligar, alguns macetes importantes e onde fica o tanque de gasolina. Tudo muito simples. O difícil, muitas vezes, é só entender a mão das ruas e desviar dos outros carros.

San Andres
San Andres

O carro é entregue com o tanque cheio e deve-se devolver assim. Apesar da gasolina não ser baratíssima, o carrinho é super econômico. Gastamos ¼ de tanque (COP 7.000) para dar uma volta e meia na ilha. Ótimo custo benefício.

Veja o roteiro que fizemos para conhecer a ilha toda em um dia.