Minas Gerais

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Só quem é de BH conhece

Parque Guanabara (Avenida Otacílio Negrão de Lima, 3333 – Pampulha)
Esse parque, localizado em frente à Lagoa da Pampulha tem cheiro de infância e de juventude divertida. Não, o parque não tem muitos brinquedos radicais, mas possui os principais, que nos deram frio na barriga e nos fizeram vomitar quando criança, lembra? O legal aqui é poder brincar como se fosse criança, mas com a sabedoria de um adulto (por isso, evite comer muito antes de ir na Xícara Maluca).

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É barato (você só paga os ingressos dos brinquedos que quer ir) e divertido, sem contar que a vista da Roda Gigante é linda. Brinquedos imperdíveis: carrinho de bate-bate (é bem grande o espaço), minhocão e trem fantasma (prepare-se para rir no final)

Funcionamento:
5ª e 6ª: das 13h às 22h
Sábado: das 11h30 às 22h
Domingo e Feriados: das 10h30 às 21h

Duelo de MCs (Rua Aarão Reis – Centro)
Nessa onda (maravilhosa) de apropriação da cidade, o vão embaixo do Viaduto Santa Teresa foi um dos mais bem “apadrinhados”. O movimento Família de Rua levou para o centrão de BH o duelo de MCs, que chama centenas de pessoas para escutar o que a rua tem a dizer. Os duelos, normalmente, são realizados aos domingos e lotam. Quer uma dica? Beba uma cerveja por lá e se encante!

Praia da Estação (Praça Rui Barbosa – Centro)
Há um tempo, o prefeito de Belo Horizonte Márcio Lacerda assinou um decreto que proibia eventos e aglomerações em praças públicas da capital. Para quê? Isso só inflou um movimento de (re)apropriação da cidade e fez com que milhares de jovens, contrários à medida (e ao prefeito também) instituíssem a Praia da Estação.

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Realizada aos sábado no concretasso em frente à Praça da Estação (Praça Rui Barbosa), eles (nós) estendem cangas, levam guarda-sol, bebem cerveja, se molham nas fontes e gritam “Ei, Lacerda, seu governo é uma merda). Frequentemente, um caminhão pipa é contratado para matar o calor da juventude. Esse é um dos movimentos mais legais de BH, que reúne gente disposta a conversar e se posicionar como cidadão de Belo Horizonte. Se antes a cidade não tinha mar, hoje temos praia!

Rua Sapucaí (Floresta)
Rua linda, movimentada, descolada e com uma das vistas mais bonitas de BH. A Rua Sapucaí hoje é morada de projetos colaborativos (como a Benfeitoria) e bares/restaurantes descolados – Salumeria Central, Gruê, etc. Aproveite e separe um fim de tarde e vá tomar um drink no parklet mais charmoso de BH.

Feiras de Rua
São muitas e diversas. Tem a tradicional Feira das Flores, às sextas, na Rua Bernardo Guimarães, a Feira Hippie que dita o tom dos domingos, além de outras tantas que têm aparecido e ocupado a cidade. Todo fim de semana, pelo menos uma feira diferente agita as tardes de Belo Horizonte.

Feira Imaginária, em BH
Feira Imaginária, em BH

As mais famosas são: Feira Experimente, de cervejas artesanais; Feira Imaginária, com produtos locais e muita gente interessante; Feirinha Aproxima; Feira da Benfeitoria; e a Mercê 399, com produtos orgânicos. Vem a BH? Vá à feira!

A gente te ajuda a ir além nas suas viagens. Venha cá e permita-se!

Fim de Noite – Belo Horizonte

Rei do Pastel (Rua Fernandes Tourinho, 431 – Savassi)
É um clássico, é bagaceiro, mas fica aberto até tarde. Além disso, tem um dos melhores pães de queijo da cidade (veja aqui). Apesar da fama, já não gosto mais tanto do Rei, porque está sempre cheio e o atendimento é muito ruim. Além, é claro e principalmente, de não aceitar cartão de crédito. Poxa, é fim de noite, é extra, é over, só pode ser no cartão. Rs… Apesar disso, sempre acabamos por lá, eventualmente.

Tudão (Rua Fernandes Tourinho, 363 – Savassi)
Bem perto de todos os meus bares preferidos (veja aqui) e do Rei do Pastel, o Tudão é, atualmente, o meu escolhido para o fim de noite. Apesar de ser a capital dos boutecos, os bares fecham cedo em BH – por volta das 2h. Sim, para mim que sou uma sem limites assumida, 2 horas da manhã é pouco. Além de aceitar cartão e ter mesas, ainda dá para comer no Tudão. Os espetinhos são honestos e gostosos.

Por ser fim de noite, o bar é frequentado por todo tipo de gente, dos bebuns aos que acabaram de sair de um casamento. Isso é o mais lindo de tudo, harmonia entre os povos e tribos.

Chopp da Fábrica (Av. do Contorno, 2736 – Santa Efigênia)
Essa é a saideira de quem está de carro, pois fica um pouco longe da Savassi e de outros redutos de bares. Porém, é o melhor lugar para matar a fome da madrugada. O atendimento é ruim, o lugar é barulhento, mas o mexido e o Laricão (PF com tudo que você imaginar) compensam. O Chopp da Fábrica é também um bom lugar para almoçar no domingo ou na volta de uma viagem, quando se está faminto. O preço é bem bom e eles servem pão de queijo frito. Imagine a delícia gorda!

Vá além do trivial e se encante pelos lugares. Planeje sua viagem conosco e viva experiências incríveis.

Bares – Belo Horizonte

Bombshell (Rua Sergipe, 1395 – Savassi)
Para mim, esse é o melhor bar da cidade. Música boa, pessoas descoladas e diversas, pratos e drinks imperdíveis! Não deixe de provar o Demônio (R$ 18,60) – drink delícia – e a batata rosti de carne seca. O espetinho de frango empanado e as linguicinhas também são deliciosas! Não é muito barato, mas compensa bem o valor gasto.

Drink Demônio
Drink Demônio

Apesar de ter mesas e sofás dentro, o gostoso mesmo é ficar nas mesinhas de madeira na calçada. O atendimento é muuito amigável e bonito de se ver. Rs…

Deu a hora? Bem pertinho você tem excelentes opções para o Fim de Noite.

Funcionamento:
2ª: das 18h às 00h
3ª a Sábado: das 18h à 1h
Domingo: das 18h às 00h

Santeria (Rua Fernandes Tourinho, 385 – loja 1 – Savassi)
Dos mesmos donos do Bombshell, o Santeria é quase um anexo (maior) do bar mais antigo, que fica quase ao lado. Seguindo a mesma linha, a carta de drinks é incrível – tem um de melão delicioso e grande – e o cardápio não deixa a desejar, apesar de não ter muitas opções para compartilhar. Como o Santeria fica aberto até mais tarde, a ideia aqui é comer algo com mais sustância, como o sanduíche de carne desfiada que é simplesmente m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-o. Essa esquininha é minha preferida em BH, por isso, recomendo a todo mundo: vá, mas sem hora para voltar!

Funcionamento:
4ª e 5ª: das 19h às 2h
6ª e Sábado: das 20h às 3h
Domingo: das 18h à 1h

Mercearia 130 (Rua Ivaí, 130 – Serra)
Esse é um bar que dá para almoçar e para matar o tempo, de tarde até à noite. Mas fique de olho no relógio, pois não é barato ficar muito tempo por lá. O cardápio são as paredes e as sugestões são sempre excelentes! É uma bar descolado, mas mais de patricinha. Uma mistura boa, que sempre tem fila de espera.

Funcionamento:
3ª a 6ª: das 11h30 às 23h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Laicos (Rua Ceará, 1580 – Savassi)
Localizado no mesmo lugar que o antigo bar Social (Laicos é Social escrito ao contrário), o Laicos abriu as portas recentemente, aproveitando um pouco a onda dos espetinhos. Aqui não tem conta, você compra suas fichas e as troca por cerveja, drinks ou finger foods (comidinhas em pequenas porções para se comer com as mãos). Além disso, eles servem um yakisoba (enorme) e bem gostoso!

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A decoração é uma show à parte. Na entrada, mesas altas com bancos, na parte de dentro, sofás e gangorras acomodam os clientes. No centro, há ainda uma pista de dana com luzinhas e tudo. Todo fim de semana tem show e, às vezes, durante a semana também. Não me lembro quanto custavam as fichas, mas era um preço ok.

Funcionamento:
2ª: das 17h30 às 23h
3ª a 6ª: das 17h30 às 00h
Sábado: das 17h às 00h

Tizé (Rua Curitiba, 2205 – Lourdes)
Esse bar está localizado na “orla de BH”. Não, não temos mar, mas temos uma esquininha com cara de praia e a vantagem de não ter areia nem maresia (não sou muito fã de praia, admito). O clima aqui é bem de pagação: meninas lindas, vestidas quase iguais; baldinho de cerveja; óculos escuro; e paquera. O local possui um segundo andar, mas que vive vazio, pois a ideia aqui é ver e ser visto.

Apesar do estilo não ser muito o meu, gosto de ir ao Tizé de vez em quando. Seja para exibir minha figura na medina ou para comer os petiscos, que são deliciosamente carinhos, mas valem o preço e as calorias. Vá preparado, pois sempre há fila de espera! Mas, se demorar, peça uma caipivodca que é muito boa.

Redentor (Rua Fernandes Tourinho, 500 – Savassi)
Chopp espetacular. Leve, saboroso e servido em um copo tão fino que parece que nem existe. As empadas também são muito boas, mas não se engane, apesar de serem oferecidas pelos garçons, elas não são de graça. Os outros pratos do cardápio também são delícia, vale a pena experimentar.

Como tudo é muito gostoso, a conta acaba não agradando tanto. Mas é o preço que se paga por sentar em um bar inspirado no Rio de Janeiro, em plena Savassi belorizontina, e ainda poder beber no domingo (um dos poucos bares abertos na região).

Na hora do almoço, eles trabalham em sistema self-service, com buffet de salada, pratos quentes e japonês (conheça outros restaurantes self-service).

Do Chef Espetos (Av. Antônio Cônsul Cadar, 122 – São Bento)
Milhares de espetinhos tomaram as ruas de BH. Em cada esquina é possível encontrar um. Não é o esquema mais confortável (sentar em bancos dói as costas) nem o mais barato (normalmente, as cervejas long neck e espetinhos custam R$ 7 cada), mas é bem prático e divertido. Não tem que dividir a conta, você compra quantas fichas deseja e, na hora que cansar, levanta e vai embora. É ou não é uma beleza?

Dentre todos os espetinhos da cidade, o Do Chef é o meu preferido. O atendimento é bom (ok, a comida demora um pouco, mas é o preço que se paga pela vasta companhia), os espetos são bem gostosos (Kafta e Boi são incríveis e macios), a cerveja sempre gelada e o banheiro é decente (eles estão dentro do shopping Center São Bento. Ou seja, banheiro grande, com várias cabines, e limpo). Além disso, o cardápio vai além das carnes e oferece também pão de alho/tomate, coxinha e batata frita fritos na hora.

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Para incrementar ainda mais o programa, toda terça uma banda de chorinho (alto nível) se apresenta e, aos sábados, uma galera toca de tudo, ao vivo. Esse é um dos meus programas prediletos durante a semana!

Conheça a BH que você quer! Chega aqui e veja como transformar sua viagem em uma experiência única e inesquecível!

Cervejarias – Belo Horizonte

Templo Cervejeiro Backer (Rua Santa Rita, 220. Olhos D’agua)
Para quem está na cidade dos botecos, a cervejaria é uma boa pedida. A cerveja artesanal, de vários tipos, é bem gostosa e o ambiente também é bem legal. O preço cobrado nas cervejas e nos petiscos é alto, além do cardápio não ter muitas opções – mas tudo que tem é gostoso. Apesar de grande, o lugar vive lotado, então prepare-se para esperar caso não queira fazer reserva. É um programa diferente em BH que vale a pena fazer!

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Seu vôo em Confins atrasou? Beba uma Backer por lá também. Recentemente a cervejaria abriu filial no aeroporto.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 15h30 e das 18h às 00h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingo: das 11h30 às 16h

Walls Gastropub (Rua Levindo Lopes, 358 – Savassi)
Considerada a melhor cerveja artesanal do mundo, a Walls é uma das pioneiras do segmento, em Belo Horizonte. Ela é bastante vendida em bares em BH, mas, recentemente, você pode bebê-la (quase) direto da fonte.

O Walls Gastropub é todo dedicado à cerveja e oferece em seu cardápio milhões de modalidades da bebida, além de drinks bem gostosos (e caros). No cardápio, boas opções de petiscos, servidos em porções pequenas. O local é pequeno, mas bem charmoso, e ainda conta com um parklet descolado na frente, onde é possível fumar um cigarrinho tomando a cerveja.

Assim, minha conclusão sobre o Walls Gastropub é dúbia: é legal, mas para dias muito específicos, pois é caro e não tããão legal assim.

Hofbrauhaus (Av. do Contorno, 7613 – Lourdes)
Considerada a melhor choperia alemã, a Hofbrauhaus causou frisson quando abriu sua filial em BH, a primeira no Brasil. A procura foi tanta, que o estabelecimento teve que fechar as portas pois não tinha como fabricar a quantidade de chopp necessária para atender aos belorizontinos. É isso que dá abrir uma choperia na cidade dos bares.

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Fui conhecer o lugar depois que reabriram, já com alvará de produção maior. Realmente, o ambiente é muito legal, com todo estilinho alemão (como manda o figurino). O chopp é bem gostoso e, assim, imaginei que seria mais caro – 300 ml custa R$ 9,90. Nessa primeira vez, fomos almoçar e, apesar de poucas opções de prato, todos que pedimos estavam gostosos e tinham preço “ok” – média de R$ 45. O problema foi quando decidimos ir à noite na choperia.

Quando se vai para beber de verdade, a conta fica bem cara! Quase R$ 10 por copo de 300 ml pesa dependendo da quantidade. Mas o maior problema é a pouquíssima opção de petisco. As porções são bem pequenas – a de linguiça vem apenas três – e caras. Quando se está em um grupo maior, a única opção viável (em quantidade e dinheiro) é o joelho de porco, que custa R$ 99. Está longe de ser barato e o melhor prato para se comer à noite, mas é o que temos para hoje. Moral da história: gastei R$ 100 para tomar chopp, comer algumas batatas fritas, salsichas e um pedaço do joelho de porco, e voltar para casa sóbria e com fome.

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 18h às 00h
Sábado: das 12h às 00h
Domingo: das 12h às 17h

Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

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Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

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Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

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A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

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Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

Que tal ir além do arroz com feijão nas suas viagens? Chega aqui e veja como construir viagens com a sua cara.

Restaurantes para Esbanjar – Belo Horizonte

Glouton ( Rua Bárbara Heliodora 59, Lourdes )
Considerado o melhor restaurante de Belo Horizonte, segundo o Trip Advisor, o Glouton é realmente muito bom, mas ocupa o segundo lugar no meu coração. Porém, adoro trair meu verdadeiro amor com esse novinho.

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Localizado no Lourdes, em uma região cheia de bons restaurantes e barzinhos mais “chiques”, o Glouton mantém o nível da área. A casa é lindinha e a decoração classicamente elegante. Os garçons são muito atenciosos e bem treinados – levei um amigo meu italiano ao Glouton e ele ficou feliz em ver que sabiam abrir o vinho da maneira correta, sem rodar a garrafa.

O cardápio é enxuto e bem elaborado. Todos os pratos têm composições complexas e muito gostosas, mas que acabam limitando quem é mais chato para comer. De entrada, pedimos o carpaccio com suco de laranja que estava gostoso. Mas o petisco preferido foi, sem dúvida, a mini burrata, que vinha montada sobre torradinhas. Coisa mais linda e gostosa da vida.

De prato principal, cada um teve uma escolha diferente – filé de angus com batatas ao murro; capeletti de abóbora com camarão; arraia; e leitão. Todos estavam gostosos, com destaque para o leitão e para a arraia (é forte, mas é bem gostoso!). Os pratos não são muuuito fartos, mas são suficientes e lindos. As sobremesas deixaram um pouco a desejar, por isso, não deu para fechar com chave de ouro, mas tudo bem.

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Leitão – Glouton

Os preços são altos (pratos principais custam em média R$ 70). O restaurante possui manobrista e é altamente recomendável fazer reserva antes.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 19h30 às 00h
6ª: das 12h às 15h e das 19h30 à 1h
Sábado: das 13h às 17h e das 19h30 à 1h
Domingo: das 13h às 17h

Patuscada (Av. Bernardo Monteiro, 1548 – Funcionários)
Eis o campeão do meu coração. Clássico, tradicional e sempre bom! Adoro a comida e o ambiente do Patuscada, sem contar que o atendimento é sempre impecável. É verdade que tanta excelência tem um preço um pouco alto (pratos principais variam de R$ 51 a R$ 120), é verdade, mas nada que o meu Vale Refeição não resolva – sim, eles aceitam Alelo!

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O prato com melhor custo benefício é, sem dúvida o Nhoque Trufado com Iscas de Filet, delicioso e com preço mais acessível (R$ 51). O Steak ao Poivre Vert tradicional com Batata Dauphinoise Trufada também é uma delícia – carne alta, no ponto e trufas <3. Todos os pratos são servidos com glamour. Eles vêm tampados e são abertos todos juntos. Tudo muito dramático e chique

Apesar de um cardápio com várias opções, todos os dias o chef faz sugestões além do menu. Não deixe de perguntar ao garçom! Aos sábados, é servida feijoada completa com direito a caldinho de feijão temperado de entrada e couve feita na hora.

Funcionamento:
2ª a 4ª: a partir das 11h30. Jantares mediante consulta pelo telefone.
5ª a Sábado: a partir das 11h30
Domingo: das 11h30 às 18h

Alma Chef (Rua Curitiba, 2081 – Lourdes)
Localizado no burburinho do bairro de Lourdes, o Alma Chef é uma mistura de restaurante (muito bom) e escola – eles promovem cursos na cozinha do segundo andar!

De entrada pedimos uma burrata que estava muito gostosa. O pão, quentinho, vinha em uma espécie de tábua rústica. Um charme!

A proposta do almoço é muito legal: você escolhe a carne e os acompanhamentos são voltante, como um rodízio de salada, arroz, farofa, legumes, batatas e tudo mais que você puder imaginar. A carne, alta, veio no ponto e estava muito saborosa. Minha mãe, que não é lá muito carnívora, optou por uma paella que estava, simplesmente, divina! O prato espanhol, super bem servido, vem em uma panelinha de pedra que dá um toque especial e mantém a grande quantidade de comida sempre quente.

Com tanta comida e acompanhamentos, acabamos pedindo duas sobremesas para três. Foi mais que suficiente, mas deixou vontade de voltar, ser mais controlada, e devorar um brownie sozinha.

Os preços são altos, mas estão na média dos restaurantes desse tipo – prato principal sai por cerca de R$ 65.

La Victoria (Rua Hudson, 675 – Jardim Canadá – Nova Lima)
Tenho um relacionamento passional com essa parrilla uruguaia. Fui pedida em namoro depois de jantar ali e fui comemorar nosso 1º ano lá. Ou seja, é difícil dissociar o La Victoria de boas lembranças.

O couvert de pães e manteiga é muito gostoso e ajuda a distrair enquanto se escolhe os pratos. De entrada, sempre pedimos o carpaccio, mas existem outras opções que parecem interessantes (mas não tanto quanto o carpaccio para nós). Meu namorado sempre pede carne – da primeira vez foi um chorizo e, na segunda, filé mignon – estava gostoso mas um pouco sem tempero. De acompanhamento, arroz biro-biro, que vem com bacon, ervilha, queijo e batata palha, e batatas fritas – deliciosas.

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Na minha primeira vez, pedi Spaghetti com Frutos do Mar alla Pirata, que estava sensacional. De sobremesa, sempre o Cornetto Crocante ao Creme de Mascarpone, Frutas do Bosque e Sorvete de Baunilha. Sempre!

O ambiente é lindo, chique e grande, tanto que muitas festas de casamento são realizadas ali. Por estar um pouco afastado da cidade, é sempre frio. Os aquecedores no salão e o calor da parrilla ajudam a aumentar a temperatura.

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É um restaurante caro, mesmo quando não se bebe muito. Só a carne, custa R$ 65, sem contar os acompanhamentos. Um jantar fica em torno de R$ 330 por casal.

Anella (Av. Guilhermino de Oliveira, 325 – Santa Amélia)
Esse é considerado o melhor restaurante italiano, segundo o Trip Advisor, mas para mim está apenas no top 10. O ambiente é super charmoso e os garçons são extremamente simpáticos e eficientes! Mas a comida – pelo menos o prato que pedimos – deixou um pouco a desejar.

A entrada elevou nosso nível de expectativa, já que o carpaccio estava delicioso – pontos extras para as torradas, que parecem envolvidas em queijo e vêm quentinhas. Como prato principal, pedimos o tradicional espaguete ao sugo com almôndegas. A massa, artesanal, estava incrível e muito bem acompanhada de um molho caseiro. Porém, as polpetas estava bem secas, o que acabou nos frustrando, pois eram a estrela principal do prato.

Ainda vou voltar lá para pedir outro prato e tentar ter uma melhor experiência. Afinal, um lugar tão lindinho e com pessoas tão legais merece uma segunda chance.

Funcionamento:
3ª e 5ª: das 18h às 00h
6ª: das 18h à 1h
Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 22h

Maurizio Gallo (Rua dos Aimorés, 2305 – Lourdes)
Eu tinha muita vontade de ir nesse restaurante, pois o primeiro endereço dele é uma cantina lindinha na Av. Nossa Senhora do Carmo. Porém, depois que fui, decepção me define. Escolhemos ir na nova filial porque era mais fácil de parar e tal. O dono, Maurizio, estava lá e foi muito simpático. Ponto!

Pedimos bruschettas mistas de entrada – a porção vem com cinco, cada uma com um recheio – e fomos muito felizes. Crocantes, com muito recheio e saborosas. Como prato principal, seguimos a orientação do chef e pedimos uma massa com filé ao pesto. Ô erro! A carne estava longe de ser filé, vinha picadinha e não tinha nada de pesto. A massa estava gostosa, mas nada que se diferencie do que eu faço em casa. Conclusão: apesar de ser mais baratos que os restaurantes dessa categoria, não vale o dinheiro gasto – os pratos custam em média R$ 60.

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 8h30 às 00h
Domingo e 2ª: das 8h30 às 18h

Restaurante Self-Service – Belo Horizonte

Casa Amora (Rua Paraíba, 941 – Savassi)
Esse é um daqueles restaurantes para se comer rápido, mas com a sensação de que tudo foi feito com calma e cuidado. Não é um self-service comum – existem poucas opções (cinco tipos de salada, quatro acompanhamentos quentes e três opções de carne) e não é você quem se serve. O preço varia de acordo com a opção de carne e quantidade de acompanhamentos (R$ 20 a R$ 28. As donas são nutricionistas e as opções são muito saborosas e equilibradas. Tudo é saudável, mas sem ser sem graça. Apesar de ser “estilo self-service”, vale ir na Casa Amora mesmo com tempo e aos sábados. O ambiente é lindo e super descolado!

Funcionamento:
2ª a 6ª: das 11h30 às 15h
Sábado: das 12h às 15h30

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Casa Amora – BH

Verdinho (Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – São Bento)
O Verdinho é um clássico, seja para o almoço de terça ou pizza de domingo à noite. O buffet possui muitas variedades, inclusive opções light e vegetarianas. Além disso, têm buffet de japonês, pizza no forno à lenha e opções à la carte. Tudo muito gostoso, mas um pouco carinho – o quilo custa R$ 69,90. As caipivodcas são deliciosas e o chopp sempre gelado – no buffet, tem várias opções de petisco para acompanhar.

Funcionamento:
Todos os dias: a partir das 11h

Restaurante do Ano (Rua Levindo Lopes, 158 – Savassi)
Quando eu trabalhava na Savassi, almoçava quase todos os dias no 2015, 2016… (o nome do restaurante muda todo ano!). O preço é um pouco alto – R$ 69,90 / Kg – mas a qualidade compensa. Sempre tem uma opção de peixe – tilápia e/ou salmão -, frango, carnes, massa, legumes e salada alto nível, com palmito, amêndoas, frutas e outras frescurinhas deliciosas. À noite, funciona à la carte com uma boa carte de drinks.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 12h às 16h
5ª a Sábado: das 12h às 16h e das 18h às 1h30
Domingo: das 12h às 17h

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Restaurante do Ano – BH

Projeto Sabor (Av. Cônsul Cadar, 127 – São Bento)
O Projeto Sabor está entre meus restaurantes self-services preferido em BH. São muitas opções de salada (muitas mesmo); carne, frango e peixe na chapa – além de legumes -; e opções quentes e mais gordinhas, como massa, quiches e risoto. O preço é alto (R$ 69,90 / Kg), ma é condizente com a região e com a qualidade dos ingredientes. Além disso, o Projeto Sabor possui um bom cardápio à la carte, com saladas, sanduíches, pratos executivos e açaí – fica lotado no domingo à noite. As opções de sucos naturais também impressionam!

Funcionamento:
Todos os dias: 11h30 às 23h

Vá além do pão de queijo em sua visita a BH. Veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a personalizar sua viagem!

Restaurantes de Comida Mineira – Belo Horizonte

Xapuri (R. Mandacaru, 260 – Pampulha)
Há anos, o Restaurante Xapuri é considerado o melhor em comida mineira de BH. Não é por menos. O espaço é lindo, super bem cuidado, e a comida digna da melhor culinária do Brasil (pelo menos, na minha opinião). Tudo o que comi lá foi muito gostoso, mesmo. Pesado, é verdade, mas qual comida mineira não é? O que mais gosto do Xapuri é a quantidade de opções – existe mil possibilidades de petiscos e de prato principal, além das sobremesas que mais amo – doce de leite, goiabada, etc. É caro, mas um caro que vale a pena!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 12h às 23h
Domingo e Feriados: das 12h às 18h

Paladino (Av. Gildo Macedo Lacerda, 300 – Pampulha)
Opção mais e conta para quem quer comer comida mineira em um ambiente que lembra uma fazenda. O espaço é bem grande e sempre tem fila. Mas, enquanto se espera pela mesa, dá para ir tomando uma cervejinha ou bebendo uma pinga.

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A comida é gostosa (ainda prefiro o Xapuri), mas achei o cardápio com poucas opções e não servem pratos clássicos, como feijão tropeiro e tutu. Minha impressão é que é um restaurante comum com cara de mineiro.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 0h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingos e Feriados: das 11h30 às 17h

Restaurantes com melhor Custo x Benefício- Belo Horizonte

Mercearia 130
Gosto tanto desse bar/restaurante, que fiz um post inteirinho dedicado a ele! Clique aqui e leia.

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Casa dos Contos (Rua Rio Grande do Norte, 1.065 – Savassi)
É clássico, é bem servido e a comida é perfeita para dias de ressaca ou gordice, pois é pesadinha. O atendimento é um pouco demorado, mas o sabor e quantidade da comida compensam. O preço é bem em conta (os pratos custam em média, R$ 35 por pessoa) e o restaurante é um dos poucos que fica aberto até tarde.

Filé Surprise - Casa dos Contos
Filé Surprise – Casa dos Contos

Sugestão: Bolinho de bacalhau, Filé Surprise (gigante!!!), e Filé à moda.

Funcionamento:
2ª – das 11h30 às 15h e das 18h às 2h;
3ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Cantina do Lucas (Av. Augusto de Lima, 233, loja 18, Ed. Maletta – Centro)
Esse é um dos restaurantes mais antigos de Belo Horizonte. Do mesmo dono do Casa dos Contos, a comida da Cantina do Lucas segue a mesma linha: gostosa, farta e em conta. A vantagem em cima da filial é a localização – o Edifício Maletta é um dos prédios clássicos e descolados de BH – e o atendimento, que acaba sendo mais rápido que o da Savassi.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Casa Cheia (Rua Cláudio Manoel, 784 – Savassi)
Atualmente, o Casa Cheia tem sido minha opção para o almoço de domingo. O preço é bom (prato comercial custa em média R$ 25), atendimento rápido e comida bem gostosa.

Prato Comercial com bife de boi
Prato Comercial com bife de boi

É verdade que o forte desse restaurante são os petiscos e comida de buteco, tanto que já foi campeão do Festival por três vezes. Mas, como nem só de boemia vive o homem, o PF é muito honesto. A unidade tradicional é no Mercado Central, mas o endereço da Savassi acabou me conquistando pela praticidade.

Funcionamento:
2ª a Sábado: das 11h às 23:30;
Domingo: das 11h às 17h.

Casa Cheia Savassi - BH
Casa Cheia Savassi – BH

Macau (Av. Olegário Maciel, 1767 – Lourdes)
Tradição não vem de graça! O Macau é, sem dúvida, o melhor restaurante chinês de Belo Horizonte. O rolinho primavera é um patrimônio, grande e crocantemente delicioso. Não deixe de pedir. O atendimento é eficiente, as porções são bem servidas e o preço é camarada – cerca de R$ 50 por pessoa, com refrigerante e sobremesa. Costuma ter fila de espera (rápida), mas vale a pena esperar. Acredite me mim.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30
6ª: das 11h30 às 16h30 e das 18h às 24h
Domingo: das 11h30 às 16h30 e das 19h às 23h
Feriados: das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h

Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi)
É, sem dúvida, um dos restaurantes/café/bar mais charmoso de BH. Na unidade da Savassi (também está no CCBB), as mesinhas do lado de dentro te transportam para as livrarias europeias e os lugares na calçada te fazem lembrar que você está em (um dos melhores pontos de) BH.

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O cardápio é sempre muito gostoso, tanto para o almoço quanto para jantar ou fazer o aperitivo. Os preços são ok (principalmente o menu executivo do almoço – R$ 25). Só o atendimento e rapidez que deixam a desejar. Se está com pressa, é melhor escolher outro lugar para comer.

Não aceita Sodexo.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 12h às 00h
6ª e Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 17h às 23h

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