Programas Culturais – Belo Horizonte

CCBB
O prédio é lindo, as exposições são gratuitas, os espetáculos têm preço popular, o primeiro piso tem uma vista deslumbrante da construção, além de um café digno para almoço, lanches e bebidinhas. O que mais preciso dizer?

CCBB - BH
CCBB – BH

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Com a mudança dos órgãos governamentais para a Cidade Administrativa, os prédios ao redor da Praça da Liberdade foram transformados em espaços culturais abertos à população.

São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefart Liberdade – Centro de Formação Artística e Técnica da Fundação Clóvis Salgado, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte SEBRAE – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade. Quase todos têm entrada gratuita e contam com uma vista linda de um dos espaços mais bonitos e vivos de Belo Horizonte.

Palácio das Artes
Localizado no centro da cidade, ao lado do Parque Municipal, o Palácio é queridinho dos mineiros e tem uma história de superação – pegou fogo e foi, praticamente, todo reconstruído. A sala de espetáculo é super imponente e os maiores artistas costumam se apresentar aqui. As galerias têm entrada gratuita e o foyer é uma chiqueza só!

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes - BH
Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes – BH

Cine Humberto Mauro
A sala de cinema do Palácio das Artes é um ótimo programa para quem visita a capital. A programação é sempre interessante e gratuita. Programa cultural perfeito: rolê pelo Parque Municipal, visita às exposições do Palácio das Artes, lanchinho do Café do Palácio e sessão no Humberto Mauro. Tudo gratuito (menos o lanche) e inspirador.

Cine Belas Artes
Um dos poucos representantes da categoria Cinemas de Rua, em BH. Essas são as salas que recebem os filmes mais alternativos e as pessoas mais descoladas. A estrutura das salas não são as mais modernas e possuem um leve cheirinho de mofo, mas nada que atrapalhe. O café tem opções gostosas e, depois, dá para passear na Praça da Liberdade. Programa completo e delícia!

Benfeitoria
Mistura de bar, casa de show e galeria de arte, a Benfeitoria é um dos meus lugares preferidos em BH. Possui uma das vistas mais bonitas da cidade – Rua Sapucaí -, parklet em frente, além de uma programação bem eclética. O galpão, sem dúvida, é feito de muito amor, arte e diversão.

Galpão da Benfeitoria - BH
Galpão da Benfeitoria – BH

Teatros
São muitos, com programação diversificada. Destaque para o Festival Internacional de Teatro (FIT), que rola todo início de ano com peças a preços mais que camaradas!

Está em busca de experiência inesquecíveis e viagens com alma e personalidade. Descubra aqui como o Por Ceca e Meca pode te ajudar!

 

Confira aqui o post que fiz sobre BH, para o Blog do Méliuz.

Também selecionei cinco espaços culturais imperdíveis para quem visita ou mora em Belo Horizonte. Veja o post completo no Follow the Colours.

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Pontos Turísticos – Belo Horizonte

Há algum tempo, eu e uma amiga pensamos em abrir um hostel em BH e oferecer os mesmos serviços que vimos na Europa – pub crawl, free tour e walking tour. Logo desistimos das visitas guiadas porque os pontos turísticos são bem longes um dos outros. Até na Pampulha, que abriga o maior complexo turístico de BH (recentemente, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade), as coisas ficam meio longes. Mas nada que ônibus, táxi, carona ou Uber não resolvam.

Praça da Liberdade
Antigo centro político da cidade, a Praça da Liberdade é ponto de encontro dos belorizontinos. O coreto é ponto de referência e a alameda, com muitos coqueiros, serve de inspiração. Nos bancos, casais apaixonados e jovens bebendo. Coisa linda de se ver. A praça também é, constantemente, palco de shows, espetáculos e protestos.

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Praça da Liberdade – BH

Ponto mais alto da área inicial da capital (limitada pela Avenida do Contorno), a praça foi construída para abrigar a sede do poder mineiro. Mas, com a construção da Cidade Administrativa, em 2010, os prédios históricos em torno da praça foram transformados em espaços culturais, compondo o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores do Brasil (veja os Programas Culturais para se fazer em BH).

Praça do Papa
Um dos meus pontos preferidos de Belo Horizonte, a Praça do Papa tem uma vista de tirar o fôlego! Bem aos pés da Serra do Curral, a praça, que recebeu esse nome após a visita de João Paulo II a BH, é um lugar democrático. Ali, há espaço para skatistas, slack line, piquenique, sexo nos carros e conversa na cruz.

Praça do Papa, BH
Praça do Papa, BH

A Praça também é palco de muitos eventos culturais da cidade, como festivais de jazz e apresentação de teatro (confira as festas e festivais de BH), além de ter um pôr do sol dos mais bonitos da cidade.

Mirante Mangabeiras
Bem pertinho da Praça do Papa e quase ao lado do Parque das Mangabeiras, o Mirante recém reformado tem se tornado passeio obrigatório aos turistas que visitam Belo Horizonte e aos moradores que querem curtir uma vista incrível. O lugar é alto, é perto da Serra do Curral e muito bem cuidado. Quer mais? Só indo para conferir a vista!

Mirante Mangabeiras - BH
Mirante Mangabeiras – BH

Complexo da Pampulha
Esse é o nosso Coliseu, nossa Praça dos Três Poderes, nossa Baía de Guanabara. Praticamente todos os pontos turísticos “oficiais” estão aí, em volta da Lagoa da Pampulha. Os que merecem destaque são:

. Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, que ficou mundialmente famoso após o 7 x 1 contra a Alemanha. Mas, a curiosidade mais legal sobre o Mineirão é que ele treme, e isso não é piadinha de atleticano. Todo ele foi construído em blocos, por isso, quando as torcidas pulam, esses blocos se movimentam um pouquinho e balançam. É verdade que depois da reforma o tremedeira melhorou, mas em dias de clássico, ainda dá para sentir a vibração.

Mineirão, Pampulha - BH
Mineirão, Pampulha – BH

. Igreja de São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha. Um dos símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte é a igreja desenhada por Niemeyer, com projeto paisagístico de Burle Marx e painel de azulejo do pintor Cândido Portinari. É muita gente importante para uma capela só.

Igrejinha da Pampulha - BH
Igrejinha da Pampulha – BH

. Casa do Baile, que na verdade era um cassino e hoje é Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design. As linhas, assim como todo o projeto da Pampulha, são de Niemeyer e o paisagismo de Burle Marx. Atualmente, é aberta ao público gratuitamente e recebe exposições, shows e espetáculos.

. Casa Kubitschek, localizada na beira da Lagoa da Pampulha, foi projetada por Niemeyer e construída para Juscelino quando era prefeito. Hoje, abriga um museu e os jardins podem receber piqueniques de graça! O espaço destinado à comilança é a área dos jardins do fundo, entre a casa principal e a piscina. Eles oferecem esteiras e sacos de lixo, além de uma visita guiada ao museu no fim do piquenique. O lugar só recebe um grupo por vez, de no máximo 15 pessoas. Não é permitido levar bebida alcoólica e entrar com comida dentro do museu. Para agendar o seu piquenique, é só manda um e-mail para ck.fmc@pbh.gov.br

Mercado Central
É antigo, é misturado e é sensacional. No Mercado, você encontra doce, queijo, utensílios para cozinha, cestas, artesanato, açougue, suplementos, animais (uma pena!), verduras, pano de prato e o melhor fígado com jiló da cidade. Lá, funciona assim: no centro, as lojas, mais ou menos separadas por “tipo” – comida, hortifruti, animais, artesanatos, etc. – nas entradas, os bares, onde se come em pé, e os restaurantes, para comer sentado.

Fígado com jiló, o melhor - Mercado Central
Fígado com jiló, o melhor – Mercado Central

Vir a BH e não ir ao Mercado Central é como visitar Roma e ignorar o Papa.

Mercado Central - BH
Mercado Central – BH

Feira Hippie
Essa feira (enoorme), é realizada todos os domingos de manhã e oferece de tudo. De colar a casinha de boneca. Sem falar na parte gastronômica – comida de rua de verdade! Tem espetinho, feijão tropeiro, mandioca e pastel frito. Tudo acompanhado de cerveja.

A feira, que de hippie clássico não tem nada, é dividida por setores. Do Palácio das Artes para o Parque Municipal – Sapatos e bolsas, bijuterias, roupas, infantil e artigos de decoração. As barracas têm identificação para ajudar a fidelizar o cliente.

Sim, os preços são mais baixos que as lojas normais e é possível encontrar produtos de excelente qualidade. Mas quer uma dica de amiga? Chegue cedo e se prepare para ser amassagada e passar muito calor. Só vá de bom humor ou bêbada.

Admito que deixei de fora alguns passeios turísticos clássicos, como a Rua do Amendoim, o Parque das Mangabeiras e outras tantas praças lindas. Mas prometo ir completando aos poucos – só não vou incluir a Rua do Amendoim porque para mim não funcionou.

Que tal ir além dos guias tradicionais e montar um roteiro de viagem do seu jeito e para você? Com o Por Ceca e Meca é possível transformar qualquer lugar em lar. Chega aqui para ver!

Eu escrevi um post sobre os pontos turísticos de BH, no Blog do Méliuz. Confere lá.

Hospedagem – Belo Horizonte

Se vier a BH apenas para curtir, ir a bares e frequentar bons restaurantes, a Savassi e o bairro de Lourdes devem ser sua escolha na hora de se hospedar. As regiões são próximas, movimentadas e reúnem todo o burburinho da cidade. Além de serem áreas mais planas, um diferencial incrível e muito valorizado na capital mineira. Mas se a intenção da visita é ir a palestras ou eventos no Ouro Minas, existem opções para o lado de lá também.

Belo Horizonte - Praça Liberdade

e.Suítes Sion (Avenida Uruguai, 1010 – Sion)
Para mim, esse é o melhor hotel de BH. Ok, ok, nunca fiquei em um 5 estrelas. Mas, para meros mortais, o e.Suítes é puro luxo. É verdade que o preço da diária costuma ser um pouco mais alto que o dos outros hotéis da categoria, mas vale a pena o esforço.

Quarto grande e cama maior ainda, daquelas que você tem que marcar encontro no meio. Todos possuem uma “minicozinha”, com pia e, alguns (sob pedido e sujeito a disponibilidade), contam com microondas. O único problema é que o hotel não disponibiliza utensílios, como pratos, talheres, etc. O banheiro tem um tamanho bom e o chuveiro é ótimo.

O café da manhã é excelente (o melhor da vida), com Nespresso à vontade, opções sem lactose/glúten e itens para quem está de dieta. Muito bom mesmo! No terraço, além da sala do café e academia, existe ainda uma piscina com uma vista incrível.

O hotel é bem localizado, próximo à Savassi e ao shopping Pátio Savassi e tem estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Radisson Blu Belo Horizonte (Rua Lavras, 150 – Savassi)
Antigo Promenade, esse hotel é um dos melhores de Belo Horizonte. Quarto e banheiro grandes, staff atencioso e café da manhã bem gostoso. A localização é perfeita – em frente ao shopping Pátio Savassi, pertinho de bares e restaurantes e bem próximo do Chevrollet Hall, casa de shows de BH. Dá para sair a pé tranquilamente durante o dia. À noite, é preciso ficar atento, pois a rua é um pouco escura e sem muito movimento.

Por ser um dos tops, o preço nem sempre é o mais em conta, mas vale pagar um pouco mais. Estacionamento coberto e cobrado à parte (R$ 20).

Quarto Deluxe - Radisson Blu Belo Horizonte
Quarto Deluxe – Radisson Blu Belo Horizonte

Promenade BH Platinum (Av. Olegário Maciel, 1748 – Santo Agostinho)
Escolhemos esse hotel para passar o Dia dos Namorados e foi uma experiência ótima. O hotel é um pouco mais antigo, o que garante um ar clássico aos quartos – parede em tons bordô, cadeiras com estofamento de veludo, etc. Apesar da idade, tudo é muito moderninho e funciona bem. A cama é box, superconfortável, e o quarto possui um tamanho bom.

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O café da manhã é gostoso e segue o padrão da rede Promenade – pães, bolos, frutas, frios – com um plus. É possível pedir ovos e omeletes feitos na hora. Quando nos hospedamos, como estava muito cheio, os garçons sofreram para repor as louças na mesma velocidade em que os hóspedes chegavam. Mas nada que tenha atrapalhado a experiência.

A localização é muito boa, próximo ao shopping Diamond Mall e quase em frente ao restaurante chinês mais tradicional de BH, o Macau (veja Onde Comer em BH). Para chegar à Savassi, é mais fácil pegar um táxi ou o ônibus SC02, que para quase na porta.

O hotel oferece estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Promenade Toscanini (Rua Arturo Toscanini, 61 – Savassi)
Da rede Promenade, esse é o que tem o melhor buffet de café da manhã. São muitas opções de pães, bolos, frutas e doces. O quarto segue o padrão da rede – grande, confortável e sem muita firula. Porém, o banheiro do Toscanini tem um detalhe curioso: uma janela no box que dá para o quarto. Sexy sem ser vulgar. Rs…

A localização é muito boa, pertinho da Savassi, em uma rua plana e super bonitinha. Possui uma farmácia quase ao lado, o que pode ser útil. Estacionamento à parte.

Hilton Garden Inn Belo Horizonte (Avenida Prudente de Moraes, 520 – Cidade Jardim)
O hotel é novo, mas nem por isso é bom. O quarto é um pouco pequeno, o box vazava água e o café da manhã é retirado às 10 horas em ponto. Quando fui, muitos torcedores estavam hospedados por causa de um jogo do Brasileirão, e o que vi foram hóspedes desesperados pegando tudo o que podiam enquanto os garçons retiravam TUDO!

O hotel fica na região centro-sul, mas não é tão perto da Savassi quanto as outras opções. Possui um Carrefour ao lado e alguns bares próximos. Uma das unidades da Pizzaria Olegário fica embaixo do hotel (ver Onde Comer em BH). Aliás, isso é comum em quase todos os hotéis da rede Promenade.

Estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Ramada Encore Virginia Luxemburgo (Rua Gentios, 274 – Luxemburgo)
Hotel novinho, descolado, com intervenções artísticas do coletivo Quarto Amado. Os quartos são bons, com camas grandes, mas um pouco vazios. A falta de móveis mais robustos passa uma sensação de impessoalidade e frieza, sabe? Em uma das vezes que nos hospedamos, ficamos no quarto adaptado para PNE, mais vazio ainda. Nesse quarto, a cama também não era de casal, mas duas de solteiro colocadas lado a lado. O banheiro tem um tamanho bom, mas tivemos azar, pois a pia estava vazando um pouco, mas nada que comprometesse a estadia.

Trabalho Quartoamado - hall de entrada Ramada Encore Luxemburgo
Trabalho Quartoamado – hall de entrada Ramada Encore Luxemburgo

O café da manhã é padrão Ramada – bem simples, sem muita frescura mas tudo de boa qualidade – e o atendimento é excelente.

A localização é na região centro-sul, mas um pouco afastada do burburinho da Savassi. Próximo apenas um espetinho, uma padaria que serve almoço self-service e o Supernosso – supermercado gourmet.

O hotel é bem simples, mas confortável. Vale a pena ficar, principalmente pelo ótimo custo-benefício, pois as diárias costumam ser as mais baratas da região.

Ramada Encore Minascasa Belo Horizonte (Avenida Cristiano Machado, 3411 – Ipiranga)
Hotel novo, com padrão Ramada – quartos confortáveis, decoração em tons de vermelho, café da manhã sem muitas frescuras. O hotel é bem localizado para quem vai participar de atividades no Ouro Minas, fica próximo a um shopping e tem algumas opções de restaurantes perto. Apesar de ficar próximo a uma avenida grande, os quartos são silenciosos, mas a vista não é bonita. É uma boa opção para quem quer se hospedar com conforto sem gastar muito.

Ibis Budget Belo Horizonte Minascentro (Avenida Bias Fortes, 783 – Centro)
Padrão Ibis Budget – o quarto parece hospital, mas tem tudo o que você precisa por um preço excelente! Cama boa, chuveiro bom, toalhas e roupa de cama ok. Tem TV e o café é honesto pelo preço (R$ 16).

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A localização é ótima, perto do centro, da Savassi e do movimento bairro de Lourdes. Se quiser poupar, o Ibis Budget é uma excelente escolha.

Tulip Inn Belo Horizonte (Rua Antonio de Albuquerque, 54 – Savassi)
Esse foi o pior hotel em que eu me hospedei em Belo Horizonte. Apesar de estar na Savassi, a localização não é muito boa. Rua escura e deserta. O quarto é pequeno e as paredes (inclusive do banheiro) estavam muito sujas mesmo. A água do chuveiro demorou a esquentar, os travesseiros eram ruins e o staff um pouco despreparado. Chegaram a tocar no quarto, de manhã cedo, para repôr as águas, mesmo sabendo que iríamos embora naquela manhã.

Um ponto positivo é o blackout da cortina. O quarto fica muito escuro, o que garante uma boa noite de sono. Tanto, que não conseguimos acordar para o café da manhã.

Conclusão: apesar do preço baixo da diária, não recomendo a estadia.

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Onde Comer – Foz do Iguaçu

Famiglia Maran Confeitaria e Panificadora (R. Almirante Barroso, 1968)
Essa padaria foi nossa salvadora! Como fica aberta (mesmo) 24 horas por dia, conseguimos jantar às 2h da manhã, quando chegamos a Foz do Iguaçu. Além de sanduíches, doces e salgados, o local tem um buffet de sopas (somente durante o inverno) e serve pratos prontos a qualquer hora do dia e da noite. Optamos por um PF padrão – arroz, feijão, farofa, batata frita e bife – o de frango estava mais gostoso que o de boi. Os pratos são muito fartos e vêm com bastante carne (no meu prato tinham quatro bifes de peito de frango). A comida é gostosinha, mas, para às 2h, é simplesmente deliciosa. Rs…

Aberta 24h
Preço médio dos pratos: R$ 25
Aceita Alelo

City Bier (Rua Quintino Bocaiuva, 1088)
É um boteco com mesas em local coberto. O que, para mim, é uma coisa boa. Porém, o serviço do lugar deixou muitíssimo a desejar. Chegamos depois do passeio às cataratas com muita fome. No balcão tinha um buffet livre de feijoada que parecia estar ali desde cedo, sob o sol, por isso, achamos melhor não arriscar um piriri gangorra. Pedimos um filé na chapa, acompanhado de arroz, mandioca, vinagrete e farofa (R$ 46); e minha mãe escolheu o PF de filé (R$ 25). A comida estava gostosinha, farta e adequada ao preço. Tudo ok se não fosse o humor da garçonete, que nos jogou os pratos e não teve nenhuma boa vontade em nos atender. Conclusão: ninguém é obrigado a ser mal atendido, principalmente nas férias, por isso, vá a outro restaurante. Existem milhares como o City Bier por Foz do Iguaçu.

2ª a sábado: 16h às 00h
Aceita Alelo

La Máfia (Rua Watslaf Nieradka, 195)
Simplesmente o melhor restaurante da viagem (e acredito que de Foz do Iguaçu). O lugar é lindinho, com uma decoração mega descolada. Como não tínhamos reserva, tivemos que esperar um pouquinho no sofá, na entrada. Mas tudo valendo a pena.

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Na frente do local, o próprio restaurante tem uma adega onde você pode ir e escolher o vinho para acompanhar o jantar ou simplesmente comprar e levar para casa. Por isso, a carta tem opções de todos os preços, de R$ 40 a R$ 200. Um luxo!

De entrada, pedimos bruschettas, que estavam deliciosas e vieram rápido. Como o restaurante estava cheio, decidimos não demorar muito para fazer os pedidos – grande insight, porque mesmo assim, demorou uns 50 minutos. Minha mãe e meu namorado foram de nhoque à bolonhesa (R$ 40) e eu de tagliatelle ao ragu (R$ 45). Essa foi a melhor massa que comi na vida! Caseira, fininha e no ponto certo de cozimento. Incrível, incrível e incrível. O nhoque também estava bem gostoso, leve, o que é difícil para o prato. Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas as que vi passando estavam muito bonitas!

Tenho que ressaltar também o excelente atendimento que recebemos. Todos os garçons e garçonetes muito atenciosos, simpáticos e prontos a ajudar. Ponto extra.

Conclusão: se for a Foz do Iguaçu, vá ao restaurante La Máfia!

2ª a sábado: 19h às 23h30
(45) 3572-1015

A Piacere (Avenida Cordoba, 125 – Puerto Iguazu, Argentina)
Esse restaurante fica na rua dos restaurantes – todos os estabelecimentos mais bem avaliados no Trip Advisor estão ali. Dentre tantas opções, acabamos escolhendo o A Piacere porque o ambiente era muito gostoso – climinha de verão europeu na parte externa e restaurante chique no salão. Ficamos na parte de dentro, pois ficamos com medo de esfriar muito.

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A comida é deliciosa! De entrada fomos de empanadas, que foram servidas na versão frita – gosto mais da assada, mas o recheio estava mara! Como prato principal, meu namorado, que nunca tinha comido uma parrilla argentina de verdade, escolheu a carne, que veio acompanhada de arroz, farofa, salada e batata frita. Tenho que admitir que, eu que não sou muito fã de parrilla, me arrependi de não ter seguido-o na escolha do prato. A carne estava saborosíssima, temperada (o que é raro), macia e no ponto exato.

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Eu e minha mãe fomos de filé mignon ao molho de Malbec com purê de batata trufado (que não tinha nada de trufado, mas estava bem gostoso). A carne, para mim, estava um pouco bem passada demais, mas muito macia e gostosa, mas ainda sim, preferi o chorizo.

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De sobremesa, meiamos um petit gâteau que estava mais para um brownie do que para o famoso bolinho francês. Deixaram cozinhar demais e o recheio não estava cremoso como deveria. Mas gostoso ainda assim.

O único ponto negativo do restaurante é o tempo de espera pelos pratos. O serviço é muito lento! Esperamos quase meia hora pela sobremesa, depois de terem demorado quase uma hora até trazerem os pratos.

Todos os dias: 12h às 23h45
Média de R$ 50 reais por pessoa
Aceita cartão

Pontos Turísticos – Foz do Iguaçu

Parque Foz do Iguaçu (Rodovia das Cataratas | BR-469, Km 17 – Brasil)
Simplesmente fiquei encantada com a estrutura do Parque do lado brasileiro das Cataratas. Tudo muito bem organizado, infraestrutura suficiente para atender aos muitos turistas e tudo muito bem cuidado (mesmo!). E o valor cobrado por tudo isso é relativamente baixo: R$ 34,30.

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Fomos de carro e foi tudo tranquilo. O Parque possui estacionamento que você paga junto com a compra do ingresso e custa R$ 21 a diária. Na bilheteria, fila única e muitos caixas para atender. Infelizmente, na hora em que fomos comprar os ingressos, o sistema estava fora do ar e tivemos que pagar tudo em dinheiro – parece que isso é comum na região, portanto, saque dinheiro antes de ir.

Todo o transporte interno é feito em ônibus de dois andares, que saem de 10 em 10 minutos, e param em cinco pontos: Centro de Visitantes, que é a entrada e saída do Parque; Trilha do Poço Preto, que é o início de uma caminho de 9 Km, que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta, e termina às margens do Rio Iguaçu; Macuco Safari, onde é feito o passeio de barco pelas cataratas (pago à parte); Trilha das Cataratas, que é o início da caminhada rumo à passarela perto das quedas d’água; e Espaço Porto Canoas, onde termina a trilha das cataratas e fica o restaurante do Parque.

Pegamos o ônibus e descemos, logo de cara, no Macuco Safari para fazermos o passeio de barco. Já tínhamos comprado os ingressos pela internet (R$ 198 cada) para evitar filas e conseguir pagar no cartão de crédito (e ainda dividir em 2x). Lá dentro, é tudo muito rápido, organizado e cuidadoso.

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Como sabíamos que íamos nos molhar (e muito), levamos na mochila uma roupa adequada para o banho. Aproveitei o banheiro da recepção do Macuco para trocar o look. De lá, pegamos uma espécie de “jardineira” para irmos até a beira do rio para pegar o barco. No caminho, um guia fala um pouco sobre a flora da região, em português, espanhol e inglês (se necessário). O percurso de 2 Km até o barco demora cerca de 20 a 30 minutos. No caminho, cruzamos com outros turistas que estavam voltando do passeio e admito que fiquei um pouco frustrada: não tinha ninguém de cabelo molhado. Doce ilusão.

Em um momento, a jardineira para e você pode escolher entre caminhar até o local de embarque a pé (cerca de 600 metros) ou seguir de jipe. Como o trajeto tem muitas escadas e o joelho da minha mãe não estava muito bento, fomos de carro – taca-lhe pau nesse carrinho!

No lugar de embarque, você pode guardar seus pertences em escaninhos que ficam no andar de baixo. Compre a ficha na loja de souvenir – R$ 10 – e coloque suas mochilas (cabem duas) no armário. Não deixe os óculos de sol na bolsa! Correr o risco de perdê-lo (bem baixo) vale conseguir olhar para cima quando estiver perto das cataratas. Outra coisa: leve ou compre capa de chuva. É verdade que ela não te impede de molhar, mas não deixa que suas roupas fiquem encharcadas ao ponto de ser impossível colocá-las na mochila. Aliás, capa de chuva será útil em outros momentos do passeio.

Devidamente encapotados, vestimos o colete salva-vidas e entramos em um funicular, que desce da plataforma até o deck onde se pega o barco. Existem duas opções de passeio: molhado ou seco. Optamos pelo banho, mas com consciência, por isso, nos sentamos no meio do barco, à frente da cabine de direção. Molha muito, mas não tanto quanto na proa.

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O passeio de barco mesmo é rápido, dura cerca de 30 minutos, mas é muito divertido. Você consegue ver de perto uma parte das cataratas e praticamente entra de baixo de uma queda d’água. Minha mãe, que é super medrosa (e eu também), adorou e queria mais.

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É difícil fotografar, mas segue aí o que eu consegui filmar.

Na volta, me lembrei que tinha levado tudo – toalha, calça, blusa, sutiã -, menos calcinha. E não é que a lojinha vende? Com certeza não fui a primeira. Rs.. Lá vende meia também, além salgados, bebidas e bichinhos de pelúcia. Uma dica de ouro na hora de se trocar é usar o banheiro do andar de cima – o da lojinha -, pois ele é mais espaçoso, possui trocador para servir de apoio e é mais limpo (os banheiros do Macuco são bem sujos, molhados e apertados).

Secos e lanchados, pegamos o jipe e a jardineira novamente para voltarmos para a “avenida principal”. Como as mochilas estavam pesadas, pagamos mais R$ 10 para deixá-las nos escaninhos da recepção do Macuco, o que foi uma escolha suuuper acertada! Caminhar com peso nos ombros tira metade do prazer do passeio.

Pegamos o ônibus interno novamente e descemos na estação seguinte – Trilha das Cataratas. Aí começa o caminho que te leva até à passarela. São 1,5 Km de muita beleza (você consegue ver as quedas d’água de diferentes ângulos), ar puro e quatis. Sério, esse bicho deve se reproduzir igual a coelho, pois estão por todos os cantos. Apesar de bonitinhos, eles não são muito amigos da garotada (hahaha..), pois podem atacar por comida. Portanto, nada de alimentá-los, tocá-los ou chamá-los para perto. O ideal é que cada um fique na sua.

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O fim da trilha, como falei, é a passarela que fica em cima do rio e perto das cataratas. O visual é simplesmente maravilhoso: muitas cachoeiras, arco-íris eterno e lindas falésias. Se você não quiser se molhar, use a capa de chuva #ficaadica. Depois, é só pegar o elevador panorâmico e voltar às ruas. O elevador para próximo à área de alimentação onde fica o restaurante Porto Canoas.

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Na descrição, falavam que era de frente para a Garganta del Diablo, maior queda das cataratas, mas a verdade é que o espaço fica de frente para a parte do rio que vai culminar na garganta. Como a comida – esquema buffet livre – não estava muito apetitosa e a vista não era o que esperávamos, decidimos ir embora. O ponto do ônibus interno é logo em frente.

A visita ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu demorou cerca de 5 horas. Uma boa dica é fazer o passeio do Macuco logo na chegada, pois no fim da tarde a procura é muito maior. Aliás, tente ir cedo para ter menos dificuldade em tirar fotos nos mirantes e enfrentar menos filas.

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Turistas lutando por um lugar no mirante

Parque Foz de Iguazu (Ruta 12, km 5 – Puerto Iguazú – Argentina)
Sabe aqueles momentos que dá orgulho de ser brasileiro? Então, senti isso ao visitar o lado argentino das cataratas. Era domingo, véspera de feriado no país – 14 de agosto – e o parque estava realmente lotado. Além disso, a infraestrutura e a logística do parque não ajudaram muito na experiência. Primeiro: eles não aceitam cartão de crédito e, na bilheteria, também não aceitam Real. Sei que a maioria dos lugares aconselha a comprar pesos argentinos, mas quando nos lembramos disso, as casas de câmbio já estavam fechadas. Ou seja, chegamos à entrada do parque, depois de enfrentarmos uma fila gigante na fronteira, sem saber se íamos conseguir entrar ou não. Mas, nesse dia, a sorte estava do nosso lado.

Uma das cabines da bilheteria se abriu e eu perguntei à atendente se poderíamos pagar os ARG 250 da entrada e o estacionamento (ARG 90) em real ou com cartão de crédito. Ela disse que não poderia, mas iria liberar para mim desde que eu não falasse com ninguém. Não sei bem como ela resolveu a parada, mas fato é que entramos com ingressos verdadeiros e pagos em real.

Na entrada mesmo para o parque, vi que existe um caixa eletrônico. Muitos bancos brasileiros permitem que você saque na moeda local, desde que pague uma taxa por isso. Ou seja, se seu banco liberar, essa pode ser uma boa opção para que você não tenha que contar com a sorte. Nas lanchonetes, o real é aceito, mas a cotação é péssima – R$ 1 = ARG 3,80.

Passamos pela catraca e ali teve início o nosso sofrimento. O transporte interno é feito de trem (super lento), que sai de 30 em 30 minutos. Ou seja, de cara já tivemos que esperar meia hora até o trem partir. Os bancos são mega desconfortáveis e você vai bem apertadinho, já que são quatro pessoas por banco e não há muito espaço entre as suas pernas e as pernas do vizinho que vai de frente para você.

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A nossa intenção era ir direto para a estação da Gargante del Diablo, já que não queríamos fazer as trilhas inferior e superior. Quando o trem partiu, ficamos aliviados, pois, na nossa cabeça, só teríamos que passar por toda aquela espera uma vez, já que desceríamos na última estação. Doce engano!!! Quando chegamos à Estación Cataratas, fomos convidados a descer. TODOS! O trem não segue direto. É preciso enfrentar outra fila (enorme) para pegar outro veículo até as cataratas. Foram simplesmente 50 minutos em pé, na fila, esperando. Um sofrimento!

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Nessa estação tem um Subway (com filas gigantes) e uma lanchonete, com menos fila, que vende empanadas bem gostosa. O jeito foi comer uma acompanhada de uma cerveja gelada. Essa experiência com a fila realmente acabou prejudicando muito o passeio. Quando finalmente conseguimos entrar no trem (o 4º), já estávamos cansados e frustrados.

A trilha até a Gargante del Diablo é toda feita em passarela sobre as águas do rio. Realmente é muito bonito, mas como tinham muita gente, todo o percurso foi feito em fila indiana. 😦

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A caminhada é leve e termina em um mirante bem pertinho da queda d’água (a capa de chuva, mais uma vez, é muito útil). Essa parte das cataratas é realmente impressionante. Muita água, um barulho muito forte e um entorno digno de Game of Thrones.

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Garganta del Diablo

Mas, como era de se esperar, conseguir uma beirinha no mirante para tirar foto é uma verdadeira aventura. Na volta, mais fila indiana na passarela e 30 minutos a espera do trem.

Descemos novamente na Estación Cataratas, mas decidimos não esperar o outro trem para a Estación Central e fomos até a recepção a pé. Ninguém aguentava mais enfrentar filas. Ao todo, gastamos quase 4 horas no parque, sendo que quase duas foram em filas. Uma experiência que não recomendo a ninguém. Eu realmente espero que isso tenha sido culpa do feriado, pois a vista da Gargante del Diablo é muito linda e merece uma estrutura à altura.

Usina Hidrelétrica de Itaipu
É linda, é grande e é impressionante. Na minha primeira visita a Foz, fiz a visita padrão, de dia, onde você conhece um pouco da estrutura interna da usina. Dessa vez, como tínhamos pouco tempo, optamos por conhecer Itaipu à noite, em um espetáculo de luz e som. A visita Iluminação da Barragem é imperdível (e barata! R$ 17 por pessoa).

O ideal é comprar os ingressos antes, pela internet, para não correr o risco de não encontrar lugar. Chegando em Itaipu, estacione o carro (estacionamento pago na bilheteria – R$ 10) e vá direto à bilheteria para trocar seu ingresso virtual. De lá, fomos em um ônibus de dois andares até a arquibancada, bem em frente à barragem principal da usina. No percurso da entrada até aí não tem muito o que ser visto, então aproveite o quentinho da parte de baixo do veículo.

Já de frente para a barragem, assistimos a um vídeo sobre a usina – bem legal – e nos preparamos para o grande momento da noite. Todas as luzes foram apagadas e, a partir de um projeto de iluminação desenvolvido por Peter Gasper (o mesmo que desenhou a iluminação do Cristo e da Praça dos Três Poderes), foram se acendendo de maneira teatral, acompanhadas por uma trilha sonora exclusiva. O espetáculo é rápido, dura cerca de 10 minutos, mas é lindo! Veja aqui.

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Com todas as luzes acesas, voltamos ao ônibus para passar bem perto da barragem enquanto o guia contava curiosidades sobre a usina. Nessa parte, vale enfrentar o frio do andar de cima do ônibus para ver de perto a magnitude dessa construção. O passeio todo é bem legal!

Sexta-feira e sábado, às 20h (21h no horário de verão)
Duração: 1h30

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Onde Ficar – Foz do Iguaçu

Pietro Angelo Hotel (Rua Almirante Barroso, 1864)
O hotel foi uma excelente surpresa. Nas fotos do Booking, parecia super novinho. Porém, no Google Street, as imagens eram de chorar. Conclusão: #chupaGoogle. O hotel é realmente lindinho, tudo novo, limpo e super reformado. Ufa!

Os quartos são bem grandes, a cama é box, os travesseiros são confortáveis e o cobertor de pelo, surpreendendo a todas as expectativas, super cheiroso e sem poeira. O banheiro também tem um tamanho bom e o chuveiro é a gás. Ou seja, o banho é digno, com muita água e quente.

Detalhe para os cisnes de toalha!
Detalhe para os cisnes de toalha!

Eu e meu namorado recebemos um upgrade inesperado (parece até que eles sabiam que era nosso aniversário de namoro) e fomos hospedados em uma “suíte de luxo” – apto. 301. A cama era king size, o quarto gigante, com direito a cadeira estilosa, e uma banheira de hidromassagem nos convidava a ficar horas em meio aos sais de banho. Isso sem falar nos roupões disponíveis (acho um luxo) e nos bombons, deixados no dia do meu aniversário, logo que fomos tomar café. O que mais se pode desejar aos 30 anos?

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O café da manhã é bem gostoso, com pães, salgados, ovos, salsicha, pão de queijo e frios. Apenas os doces deixam a desejar. A impressão é que a massa é daquelas compradas prontas, sabe? Por isso, não gaste calorias com essa parte.

O hotel possui estacionamento não coberto e uma área de lazer, com piscina, sinuca e bar. Não cheguei a nadar, mas a água me pareceu um pouco suja. Ah! E no bar, só oferecem Brahma ou Skol. Faltou uma Originalzinha, pelo menos. Na recepção, vi que existe um atendimento exclusivo para agendamento de passeios e tal. Não chequei os preços, mas é uma facilidade a ser valorizada.

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A localização do hotel é ótima, o staff foi sempre muito atencioso e o check-in e check-out super rápidos. Pagamos R$ 175,50 na diária para o casal. Preço super justo e experiência maravilhosa.

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Como Chegar – Foz do Iguaçu

O aeroporto é beeeem simples, não tem finger e nem muita opção de comida. Por isso, vá alimentado e aceite a possibilidade de embarcar embaixo de sombrinhas. Mas, em compensação, você pode comprar rosas na máquina de snack, alugar carro 24 horas por dia e se deliciar com alguns minutos na cadeira massageadora (gente, juro que vale o mico!).

Optamos por alugar um carro, já que os parques e Itaipu ficam um pouco distantes do centro – é possível fazer todos os passeios de ônibus, mas como era meu aniversário, eu merecia um certo conforto. Rs… Alugamos na Movida, que estava com melhor preço e, além da Localiza, era a única que ficava aberta até tarde (chegamos à 1h da manhã). Aliás, diferentemente de outras cidades, não foi tão ruim chegar de madrugada, pois encontramos uma boa padaria 24 horas perto do hotel – Veja onde comer em Foz do Iguaçu.

O carro era novinho e recebemos um upgrade gratuito. Uma dica: como muita gente vai à Foz para comprar muamba no Paraguai, não deixe de conferir se o macaco e chaves de roda estão mesmo no porta-malas. As pessoas costumam tirar o pneu para emburacar a mercadoria e, muitas vezes, esquecem de devolver tudo.

Chegar de carro às Cataratas é tranquilo. A cidade é bem sinalizada e não há muito como errar. A avenida que leva aos parques é uma rodovia, por isso, não se esqueça de ligar os faróis para evitar uma multa boba.

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Para ir aos restaurantes, usamos o GPS, pois não conhecíamos o nome das ruas e tal. Mas as opções não fogem muito do centrinho perto da Wood’s e do Mc Donald’s. Tudo o que você precisa está por ali.

Uma coisa importante a se lembrar se você for alugar carro é pedir os documentos necessários para retirar a Carta Verde – uma espécie de “seguro” para quem vai de carro para a Argentina.

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Onde Comer – Gramado e Canela

GRAMADO:

Josephina (Rua Pedro Benetti, 22 – Centro, Gramado)
Bistrô/padaria super charmoso, localizado na rua lateral da igreja (um pouco depois d’O Pasteleiro e da Hering). Boas opções de risoto e carne.

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Comemos um risoto de alho poró, tomate cereja e brie (gostoso, mas um pouco sem gosto) e o peixe com purê de baroa (excelente opção para amenizar o peso na consciência dos milhões de chocolates ingeridos ao longo do dia). Sobremesas deliciosas, boa carta de vinho e garçons super agradáveis. Os preços são bons (pratos por 30,00 / 40,00). Não deixe de experimentar!

Funcionamento: terça a domingo: 11h30 às 23h

Ristorante Tomasini (Av. das Hortênsias, 1189 Bairro Centro – Gramado)
Esse restaurante foi uma boa surpresa! No nosso último jantar, não queríamos repetir o Josephine Café pela terceira vez, então decidimos caminhar e avaliar os restaurantes. Acabamos entrando no Tomasini (ainda bem!). Os pratos são super bem servidos (um dá para dois tranquilamente) e deliciosos. Risoto de camarão muito bom – vem em uma panelinha de pedra – e carne com arroz e batatas muuuuito macia e saborosa. O único problema é sair defumada por causa do fondue dos outros clientes.

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Mestre Cuca Bistrô (Av. das Hortênsias, 877)
Deixamos para ir no último dia e que arrependimento. Pedimos salada com salmão e outra com frango. As duas estavam muito ruins! O peixe não era fresco e o frango veio cru. Se erraram em pratos tão simples, não quero nem imaginar como são os pratos mais elaborados!

Funcionamento: todos os dias das 7h às 23h

CANELA:

Empório Canela (Rua Felisberto Soares, 258 – Centro de Canela)
Este café e bistrô tem o mesmo estilo do Josephina, localizado no centrinho de Canela, bem pertinho da Catedral de Pedra. É uma casa meio avermelhada ao lado da Caracol Chocolates. No centro do Empório há uma pequena livraria e existe ainda uma varanda super delícia para quem quer beber e comer enquanto vê o movimento da cidade. O cardápio é bem variado e cabe em todos os bolsos – entradas e petiscos que custam entre R$ 10,90 e R$ 28,90 e os pratos individuais, com massas, risotos, peixes ou carnes, variam de R$ 42,90 a R$ 254,90. O restaurante possui ainda uma carta de cervejas artesanais bem completa.

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Rodízio de Fondue – Gramado

Maximilia Fondue & À La Carte (Av. das Hortencias, 2174 Térreo – Centro)
Sequência de fondue bem gostosa e com excelente custo beneficio (no próprio site deles você consegue cupom de desconto). Fondue de queijo ok, acompanhado de pão, batata e brócolis que, surpreendentemente, fica bom! Fondue de carne muito bom, com opção de frango, boi e porco e 12 molhos (4 agridoces). Fondue de chocolate delicioso! Os garçons são muito simpáticos e o lugar é super aconchegante. O único problema é o cheiro de fritura que te acompanha para sempre (roupas devem ir direto para uma sacola) e o peso no estômago, é claro!

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Pontos Turísticos – Canela

Localizada a apenas 7 Km do centrinho de Gramado, Canela é pequena, linda e encantadora! As duas cidades são ligadas pela Av. das Hortênsias e se complementam quando o assunto é turismo.

Catedral de Pedra (Praça Matriz)
Peça principal do centro de Canela, a Catedral de Pedra é realmente um prédio digno de fotos. Com estilo gótico (meu preferido), a igreja foi construída em 1950 e, à noite, recebe uma iluminação colorida. Dentro, grandes vitrais dão aconchego e beleza ao grande espaço. As missas são celebradas todos os dias às 18h e às 8h e 10h30 aos domingos.

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Ao sair da igreja caminhamos pela Rua Felisberto Soares e chegamos a uma rótula decorada com vários guarda-chuvas coloridos. Coisa linda de se ver! Também passamos pela Praça de Canela, onde há várias barraquinhas de artesanato em casinhas que parecem ser de boneca.

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Parque Estadual do Caracol (RS 466 – km 0 – Canela)
O parque é bem legal e é casa da Cascata do Caracol, maior cachoeira do Rio Grande do Sul, com 131 metros de altura. O legal aqui é pegar o bondinho panorâmico para ver de perto a queda d’água. Mas se você quiser sentir os pinguinhos mesmo, pode descer uma escadaria de 927 degraus até a base da cascata. Para quem tem joelhos de criança, vale muito. Além da cachoeira, existem muitas trilhas ecológica, lojinha de artesanato e mirante.

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Funcionamento: todos os dias das 8h45 às 17h45
Entrada: R$ 18 (não aceita cartão)

Castelinho Caracol (Estrada do Caracol Km 03, S/Nº – Canela)
Na estrada para o Parque do Caracol está o Castelinho, uma das primeiras residências de Canela e onde, atualmente, funciona como museu de utensílios e móveis antigos. A casa é lindinha e o museu parece ser bem arrumadinho (não entrei direito), mas fato é que a maior atração fica por conta da casa de chá, que serve um apfelstrudel que é considerado o melhor do Brasil (R$ 46 para duas pessoas). Peguei para viagem, pois não queria pagar os R$ 10 para ver o museu. Não me arrependi! Strudel quentinho em embalagem térmica com chantily (feito em casa) a parte. Valeu cada caloria!

Funcionamento: todos os dias das 9h às 13h e das 14h20 às 17h40

Veja o que fazer em Gramado.

Por Ceca e Meca é um projeto destinado a fazer com que as pessoas conheçam o mundo por si, de maneira segura e personalizada. Por isso, além de dicas e roteiros, o PCeM oferece serviços que constroem, junto com viajante, experiências incríveis. Conheça nossos serviços.