Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

carpaccio-divino-restaurante-bh

Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

divino-restaurante-bh

Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

birosca-s2-bh

A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

lentrecote-paris-bh

Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

Que tal ir além do arroz com feijão nas suas viagens? Chega aqui e veja como construir viagens com a sua cara.

Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

parrilla-del-mercado-bh

Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

la-macelleria-bh

A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

Conheça os lugares além do que contam os guias tradicionais. Transforme suas viagens e experiências transformadores. Converse com a gente e descubra como.

Restaurantes para Esbanjar – Belo Horizonte

Glouton ( Rua Bárbara Heliodora 59, Lourdes )
Considerado o melhor restaurante de Belo Horizonte, segundo o Trip Advisor, o Glouton é realmente muito bom, mas ocupa o segundo lugar no meu coração. Porém, adoro trair meu verdadeiro amor com esse novinho.

glouton_1

Localizado no Lourdes, em uma região cheia de bons restaurantes e barzinhos mais “chiques”, o Glouton mantém o nível da área. A casa é lindinha e a decoração classicamente elegante. Os garçons são muito atenciosos e bem treinados – levei um amigo meu italiano ao Glouton e ele ficou feliz em ver que sabiam abrir o vinho da maneira correta, sem rodar a garrafa.

O cardápio é enxuto e bem elaborado. Todos os pratos têm composições complexas e muito gostosas, mas que acabam limitando quem é mais chato para comer. De entrada, pedimos o carpaccio com suco de laranja que estava gostoso. Mas o petisco preferido foi, sem dúvida, a mini burrata, que vinha montada sobre torradinhas. Coisa mais linda e gostosa da vida.

De prato principal, cada um teve uma escolha diferente – filé de angus com batatas ao murro; capeletti de abóbora com camarão; arraia; e leitão. Todos estavam gostosos, com destaque para o leitão e para a arraia (é forte, mas é bem gostoso!). Os pratos não são muuuito fartos, mas são suficientes e lindos. As sobremesas deixaram um pouco a desejar, por isso, não deu para fechar com chave de ouro, mas tudo bem.

Leitão - Glouton
Leitão – Glouton

Os preços são altos (pratos principais custam em média R$ 70). O restaurante possui manobrista e é altamente recomendável fazer reserva antes.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 19h30 às 00h
6ª: das 12h às 15h e das 19h30 à 1h
Sábado: das 13h às 17h e das 19h30 à 1h
Domingo: das 13h às 17h

Patuscada (Av. Bernardo Monteiro, 1548 – Funcionários)
Eis o campeão do meu coração. Clássico, tradicional e sempre bom! Adoro a comida e o ambiente do Patuscada, sem contar que o atendimento é sempre impecável. É verdade que tanta excelência tem um preço um pouco alto (pratos principais variam de R$ 51 a R$ 120), é verdade, mas nada que o meu Vale Refeição não resolva – sim, eles aceitam Alelo!

patuscada

O prato com melhor custo benefício é, sem dúvida o Nhoque Trufado com Iscas de Filet, delicioso e com preço mais acessível (R$ 51). O Steak ao Poivre Vert tradicional com Batata Dauphinoise Trufada também é uma delícia – carne alta, no ponto e trufas <3. Todos os pratos são servidos com glamour. Eles vêm tampados e são abertos todos juntos. Tudo muito dramático e chique

Apesar de um cardápio com várias opções, todos os dias o chef faz sugestões além do menu. Não deixe de perguntar ao garçom! Aos sábados, é servida feijoada completa com direito a caldinho de feijão temperado de entrada e couve feita na hora.

Funcionamento:
2ª a 4ª: a partir das 11h30. Jantares mediante consulta pelo telefone.
5ª a Sábado: a partir das 11h30
Domingo: das 11h30 às 18h

Alma Chef (Rua Curitiba, 2081 – Lourdes)
Localizado no burburinho do bairro de Lourdes, o Alma Chef é uma mistura de restaurante (muito bom) e escola – eles promovem cursos na cozinha do segundo andar!

De entrada pedimos uma burrata que estava muito gostosa. O pão, quentinho, vinha em uma espécie de tábua rústica. Um charme!

A proposta do almoço é muito legal: você escolhe a carne e os acompanhamentos são voltante, como um rodízio de salada, arroz, farofa, legumes, batatas e tudo mais que você puder imaginar. A carne, alta, veio no ponto e estava muito saborosa. Minha mãe, que não é lá muito carnívora, optou por uma paella que estava, simplesmente, divina! O prato espanhol, super bem servido, vem em uma panelinha de pedra que dá um toque especial e mantém a grande quantidade de comida sempre quente.

Com tanta comida e acompanhamentos, acabamos pedindo duas sobremesas para três. Foi mais que suficiente, mas deixou vontade de voltar, ser mais controlada, e devorar um brownie sozinha.

Os preços são altos, mas estão na média dos restaurantes desse tipo – prato principal sai por cerca de R$ 65.

La Victoria (Rua Hudson, 675 – Jardim Canadá – Nova Lima)
Tenho um relacionamento passional com essa parrilla uruguaia. Fui pedida em namoro depois de jantar ali e fui comemorar nosso 1º ano lá. Ou seja, é difícil dissociar o La Victoria de boas lembranças.

O couvert de pães e manteiga é muito gostoso e ajuda a distrair enquanto se escolhe os pratos. De entrada, sempre pedimos o carpaccio, mas existem outras opções que parecem interessantes (mas não tanto quanto o carpaccio para nós). Meu namorado sempre pede carne – da primeira vez foi um chorizo e, na segunda, filé mignon – estava gostoso mas um pouco sem tempero. De acompanhamento, arroz biro-biro, que vem com bacon, ervilha, queijo e batata palha, e batatas fritas – deliciosas.

la-victoria-bh-2

Na minha primeira vez, pedi Spaghetti com Frutos do Mar alla Pirata, que estava sensacional. De sobremesa, sempre o Cornetto Crocante ao Creme de Mascarpone, Frutas do Bosque e Sorvete de Baunilha. Sempre!

O ambiente é lindo, chique e grande, tanto que muitas festas de casamento são realizadas ali. Por estar um pouco afastado da cidade, é sempre frio. Os aquecedores no salão e o calor da parrilla ajudam a aumentar a temperatura.

la-victoria-bh

É um restaurante caro, mesmo quando não se bebe muito. Só a carne, custa R$ 65, sem contar os acompanhamentos. Um jantar fica em torno de R$ 330 por casal.

Anella (Av. Guilhermino de Oliveira, 325 – Santa Amélia)
Esse é considerado o melhor restaurante italiano, segundo o Trip Advisor, mas para mim está apenas no top 10. O ambiente é super charmoso e os garçons são extremamente simpáticos e eficientes! Mas a comida – pelo menos o prato que pedimos – deixou um pouco a desejar.

A entrada elevou nosso nível de expectativa, já que o carpaccio estava delicioso – pontos extras para as torradas, que parecem envolvidas em queijo e vêm quentinhas. Como prato principal, pedimos o tradicional espaguete ao sugo com almôndegas. A massa, artesanal, estava incrível e muito bem acompanhada de um molho caseiro. Porém, as polpetas estava bem secas, o que acabou nos frustrando, pois eram a estrela principal do prato.

Ainda vou voltar lá para pedir outro prato e tentar ter uma melhor experiência. Afinal, um lugar tão lindinho e com pessoas tão legais merece uma segunda chance.

Funcionamento:
3ª e 5ª: das 18h às 00h
6ª: das 18h à 1h
Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 22h

Maurizio Gallo (Rua dos Aimorés, 2305 – Lourdes)
Eu tinha muita vontade de ir nesse restaurante, pois o primeiro endereço dele é uma cantina lindinha na Av. Nossa Senhora do Carmo. Porém, depois que fui, decepção me define. Escolhemos ir na nova filial porque era mais fácil de parar e tal. O dono, Maurizio, estava lá e foi muito simpático. Ponto!

Pedimos bruschettas mistas de entrada – a porção vem com cinco, cada uma com um recheio – e fomos muito felizes. Crocantes, com muito recheio e saborosas. Como prato principal, seguimos a orientação do chef e pedimos uma massa com filé ao pesto. Ô erro! A carne estava longe de ser filé, vinha picadinha e não tinha nada de pesto. A massa estava gostosa, mas nada que se diferencie do que eu faço em casa. Conclusão: apesar de ser mais baratos que os restaurantes dessa categoria, não vale o dinheiro gasto – os pratos custam em média R$ 60.

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 8h30 às 00h
Domingo e 2ª: das 8h30 às 18h

Restaurante Self-Service – Belo Horizonte

Casa Amora (Rua Paraíba, 941 – Savassi)
Esse é um daqueles restaurantes para se comer rápido, mas com a sensação de que tudo foi feito com calma e cuidado. Não é um self-service comum – existem poucas opções (cinco tipos de salada, quatro acompanhamentos quentes e três opções de carne) e não é você quem se serve. O preço varia de acordo com a opção de carne e quantidade de acompanhamentos (R$ 20 a R$ 28. As donas são nutricionistas e as opções são muito saborosas e equilibradas. Tudo é saudável, mas sem ser sem graça. Apesar de ser “estilo self-service”, vale ir na Casa Amora mesmo com tempo e aos sábados. O ambiente é lindo e super descolado!

Funcionamento:
2ª a 6ª: das 11h30 às 15h
Sábado: das 12h às 15h30

Casa Amora - BH
Casa Amora – BH

Verdinho (Avenida Cônsul Antônio Cadar, 122 – São Bento)
O Verdinho é um clássico, seja para o almoço de terça ou pizza de domingo à noite. O buffet possui muitas variedades, inclusive opções light e vegetarianas. Além disso, têm buffet de japonês, pizza no forno à lenha e opções à la carte. Tudo muito gostoso, mas um pouco carinho – o quilo custa R$ 69,90. As caipivodcas são deliciosas e o chopp sempre gelado – no buffet, tem várias opções de petisco para acompanhar.

Funcionamento:
Todos os dias: a partir das 11h

Restaurante do Ano (Rua Levindo Lopes, 158 – Savassi)
Quando eu trabalhava na Savassi, almoçava quase todos os dias no 2015, 2016… (o nome do restaurante muda todo ano!). O preço é um pouco alto – R$ 69,90 / Kg – mas a qualidade compensa. Sempre tem uma opção de peixe – tilápia e/ou salmão -, frango, carnes, massa, legumes e salada alto nível, com palmito, amêndoas, frutas e outras frescurinhas deliciosas. À noite, funciona à la carte com uma boa carte de drinks.

Funcionamento:
2ª a 4ª: das 12h às 16h
5ª a Sábado: das 12h às 16h e das 18h às 1h30
Domingo: das 12h às 17h

restaurante-ano-bh
Restaurante do Ano – BH

Projeto Sabor (Av. Cônsul Cadar, 127 – São Bento)
O Projeto Sabor está entre meus restaurantes self-services preferido em BH. São muitas opções de salada (muitas mesmo); carne, frango e peixe na chapa – além de legumes -; e opções quentes e mais gordinhas, como massa, quiches e risoto. O preço é alto (R$ 69,90 / Kg), ma é condizente com a região e com a qualidade dos ingredientes. Além disso, o Projeto Sabor possui um bom cardápio à la carte, com saladas, sanduíches, pratos executivos e açaí – fica lotado no domingo à noite. As opções de sucos naturais também impressionam!

Funcionamento:
Todos os dias: 11h30 às 23h

Vá além do pão de queijo em sua visita a BH. Veja como o Por Ceca e Meca pode te ajudar a personalizar sua viagem!

Restaurantes de Comida Mineira – Belo Horizonte

Xapuri (R. Mandacaru, 260 – Pampulha)
Há anos, o Restaurante Xapuri é considerado o melhor em comida mineira de BH. Não é por menos. O espaço é lindo, super bem cuidado, e a comida digna da melhor culinária do Brasil (pelo menos, na minha opinião). Tudo o que comi lá foi muito gostoso, mesmo. Pesado, é verdade, mas qual comida mineira não é? O que mais gosto do Xapuri é a quantidade de opções – existe mil possibilidades de petiscos e de prato principal, além das sobremesas que mais amo – doce de leite, goiabada, etc. É caro, mas um caro que vale a pena!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 12h às 23h
Domingo e Feriados: das 12h às 18h

Paladino (Av. Gildo Macedo Lacerda, 300 – Pampulha)
Opção mais e conta para quem quer comer comida mineira em um ambiente que lembra uma fazenda. O espaço é bem grande e sempre tem fila. Mas, enquanto se espera pela mesa, dá para ir tomando uma cervejinha ou bebendo uma pinga.

paladino-bh

A comida é gostosa (ainda prefiro o Xapuri), mas achei o cardápio com poucas opções e não servem pratos clássicos, como feijão tropeiro e tutu. Minha impressão é que é um restaurante comum com cara de mineiro.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 0h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingos e Feriados: das 11h30 às 17h

Restaurantes com melhor Custo x Benefício- Belo Horizonte

Mercearia 130
Gosto tanto desse bar/restaurante, que fiz um post inteirinho dedicado a ele! Clique aqui e leia.

mercearia-130

Casa dos Contos (Rua Rio Grande do Norte, 1.065 – Savassi)
É clássico, é bem servido e a comida é perfeita para dias de ressaca ou gordice, pois é pesadinha. O atendimento é um pouco demorado, mas o sabor e quantidade da comida compensam. O preço é bem em conta (os pratos custam em média, R$ 35 por pessoa) e o restaurante é um dos poucos que fica aberto até tarde.

Filé Surprise - Casa dos Contos
Filé Surprise – Casa dos Contos

Sugestão: Bolinho de bacalhau, Filé Surprise (gigante!!!), e Filé à moda.

Funcionamento:
2ª – das 11h30 às 15h e das 18h às 2h;
3ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Cantina do Lucas (Av. Augusto de Lima, 233, loja 18, Ed. Maletta – Centro)
Esse é um dos restaurantes mais antigos de Belo Horizonte. Do mesmo dono do Casa dos Contos, a comida da Cantina do Lucas segue a mesma linha: gostosa, farta e em conta. A vantagem em cima da filial é a localização – o Edifício Maletta é um dos prédios clássicos e descolados de BH – e o atendimento, que acaba sendo mais rápido que o da Savassi.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Casa Cheia (Rua Cláudio Manoel, 784 – Savassi)
Atualmente, o Casa Cheia tem sido minha opção para o almoço de domingo. O preço é bom (prato comercial custa em média R$ 25), atendimento rápido e comida bem gostosa.

Prato Comercial com bife de boi
Prato Comercial com bife de boi

É verdade que o forte desse restaurante são os petiscos e comida de buteco, tanto que já foi campeão do Festival por três vezes. Mas, como nem só de boemia vive o homem, o PF é muito honesto. A unidade tradicional é no Mercado Central, mas o endereço da Savassi acabou me conquistando pela praticidade.

Funcionamento:
2ª a Sábado: das 11h às 23:30;
Domingo: das 11h às 17h.

Casa Cheia Savassi - BH
Casa Cheia Savassi – BH

Macau (Av. Olegário Maciel, 1767 – Lourdes)
Tradição não vem de graça! O Macau é, sem dúvida, o melhor restaurante chinês de Belo Horizonte. O rolinho primavera é um patrimônio, grande e crocantemente delicioso. Não deixe de pedir. O atendimento é eficiente, as porções são bem servidas e o preço é camarada – cerca de R$ 50 por pessoa, com refrigerante e sobremesa. Costuma ter fila de espera (rápida), mas vale a pena esperar. Acredite me mim.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30
6ª: das 11h30 às 16h30 e das 18h às 24h
Domingo: das 11h30 às 16h30 e das 19h às 23h
Feriados: das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h

Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi)
É, sem dúvida, um dos restaurantes/café/bar mais charmoso de BH. Na unidade da Savassi (também está no CCBB), as mesinhas do lado de dentro te transportam para as livrarias europeias e os lugares na calçada te fazem lembrar que você está em (um dos melhores pontos de) BH.

cafe-letras-bh

O cardápio é sempre muito gostoso, tanto para o almoço quanto para jantar ou fazer o aperitivo. Os preços são ok (principalmente o menu executivo do almoço – R$ 25). Só o atendimento e rapidez que deixam a desejar. Se está com pressa, é melhor escolher outro lugar para comer.

Não aceita Sodexo.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 12h às 00h
6ª e Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 17h às 23h

Quer ir além do arroz com feijão em suas viagens? Chega aqui e descubra os serviços que o Por Ceca e Meca oferece.

Programas Culturais – Belo Horizonte

CCBB
O prédio é lindo, as exposições são gratuitas, os espetáculos têm preço popular, o primeiro piso tem uma vista deslumbrante da construção, além de um café digno para almoço, lanches e bebidinhas. O que mais preciso dizer?

CCBB - BH
CCBB – BH

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Com a mudança dos órgãos governamentais para a Cidade Administrativa, os prédios ao redor da Praça da Liberdade foram transformados em espaços culturais abertos à população.

São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefart Liberdade – Centro de Formação Artística e Técnica da Fundação Clóvis Salgado, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte SEBRAE – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade. Quase todos têm entrada gratuita e contam com uma vista linda de um dos espaços mais bonitos e vivos de Belo Horizonte.

Palácio das Artes
Localizado no centro da cidade, ao lado do Parque Municipal, o Palácio é queridinho dos mineiros e tem uma história de superação – pegou fogo e foi, praticamente, todo reconstruído. A sala de espetáculo é super imponente e os maiores artistas costumam se apresentar aqui. As galerias têm entrada gratuita e o foyer é uma chiqueza só!

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes - BH
Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes – BH

Cine Humberto Mauro
A sala de cinema do Palácio das Artes é um ótimo programa para quem visita a capital. A programação é sempre interessante e gratuita. Programa cultural perfeito: rolê pelo Parque Municipal, visita às exposições do Palácio das Artes, lanchinho do Café do Palácio e sessão no Humberto Mauro. Tudo gratuito (menos o lanche) e inspirador.

Cine Belas Artes
Um dos poucos representantes da categoria Cinemas de Rua, em BH. Essas são as salas que recebem os filmes mais alternativos e as pessoas mais descoladas. A estrutura das salas não são as mais modernas e possuem um leve cheirinho de mofo, mas nada que atrapalhe. O café tem opções gostosas e, depois, dá para passear na Praça da Liberdade. Programa completo e delícia!

Benfeitoria
Mistura de bar, casa de show e galeria de arte, a Benfeitoria é um dos meus lugares preferidos em BH. Possui uma das vistas mais bonitas da cidade – Rua Sapucaí -, parklet em frente, além de uma programação bem eclética. O galpão, sem dúvida, é feito de muito amor, arte e diversão.

Galpão da Benfeitoria - BH
Galpão da Benfeitoria – BH

Teatros
São muitos, com programação diversificada. Destaque para o Festival Internacional de Teatro (FIT), que rola todo início de ano com peças a preços mais que camaradas!

Está em busca de experiência inesquecíveis e viagens com alma e personalidade. Descubra aqui como o Por Ceca e Meca pode te ajudar!

 

Confira aqui o post que fiz sobre BH, para o Blog do Méliuz.

Também selecionei cinco espaços culturais imperdíveis para quem visita ou mora em Belo Horizonte. Veja o post completo no Follow the Colours.

Pontos Turísticos – Belo Horizonte

Há algum tempo, eu e uma amiga pensamos em abrir um hostel em BH e oferecer os mesmos serviços que vimos na Europa – pub crawl, free tour e walking tour. Logo desistimos das visitas guiadas porque os pontos turísticos são bem longes um dos outros. Até na Pampulha, que abriga o maior complexo turístico de BH (recentemente, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade), as coisas ficam meio longes. Mas nada que ônibus, táxi, carona ou Uber não resolvam.

Praça da Liberdade
Antigo centro político da cidade, a Praça da Liberdade é ponto de encontro dos belorizontinos. O coreto é ponto de referência e a alameda, com muitos coqueiros, serve de inspiração. Nos bancos, casais apaixonados e jovens bebendo. Coisa linda de se ver. A praça também é, constantemente, palco de shows, espetáculos e protestos.

praca-liberdade-bh
Praça da Liberdade – BH

Ponto mais alto da área inicial da capital (limitada pela Avenida do Contorno), a praça foi construída para abrigar a sede do poder mineiro. Mas, com a construção da Cidade Administrativa, em 2010, os prédios históricos em torno da praça foram transformados em espaços culturais, compondo o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores do Brasil (veja os Programas Culturais para se fazer em BH).

Praça do Papa
Um dos meus pontos preferidos de Belo Horizonte, a Praça do Papa tem uma vista de tirar o fôlego! Bem aos pés da Serra do Curral, a praça, que recebeu esse nome após a visita de João Paulo II a BH, é um lugar democrático. Ali, há espaço para skatistas, slack line, piquenique, sexo nos carros e conversa na cruz.

Praça do Papa, BH
Praça do Papa, BH

A Praça também é palco de muitos eventos culturais da cidade, como festivais de jazz e apresentação de teatro (confira as festas e festivais de BH), além de ter um pôr do sol dos mais bonitos da cidade.

Mirante Mangabeiras
Bem pertinho da Praça do Papa e quase ao lado do Parque das Mangabeiras, o Mirante recém reformado tem se tornado passeio obrigatório aos turistas que visitam Belo Horizonte e aos moradores que querem curtir uma vista incrível. O lugar é alto, é perto da Serra do Curral e muito bem cuidado. Quer mais? Só indo para conferir a vista!

Mirante Mangabeiras - BH
Mirante Mangabeiras – BH

Complexo da Pampulha
Esse é o nosso Coliseu, nossa Praça dos Três Poderes, nossa Baía de Guanabara. Praticamente todos os pontos turísticos “oficiais” estão aí, em volta da Lagoa da Pampulha. Os que merecem destaque são:

. Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, que ficou mundialmente famoso após o 7 x 1 contra a Alemanha. Mas, a curiosidade mais legal sobre o Mineirão é que ele treme, e isso não é piadinha de atleticano. Todo ele foi construído em blocos, por isso, quando as torcidas pulam, esses blocos se movimentam um pouquinho e balançam. É verdade que depois da reforma o tremedeira melhorou, mas em dias de clássico, ainda dá para sentir a vibração.

Mineirão, Pampulha - BH
Mineirão, Pampulha – BH

. Igreja de São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha. Um dos símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte é a igreja desenhada por Niemeyer, com projeto paisagístico de Burle Marx e painel de azulejo do pintor Cândido Portinari. É muita gente importante para uma capela só.

Igrejinha da Pampulha - BH
Igrejinha da Pampulha – BH

. Casa do Baile, que na verdade era um cassino e hoje é Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design. As linhas, assim como todo o projeto da Pampulha, são de Niemeyer e o paisagismo de Burle Marx. Atualmente, é aberta ao público gratuitamente e recebe exposições, shows e espetáculos.

. Casa Kubitschek, localizada na beira da Lagoa da Pampulha, foi projetada por Niemeyer e construída para Juscelino quando era prefeito. Hoje, abriga um museu e os jardins podem receber piqueniques de graça! O espaço destinado à comilança é a área dos jardins do fundo, entre a casa principal e a piscina. Eles oferecem esteiras e sacos de lixo, além de uma visita guiada ao museu no fim do piquenique. O lugar só recebe um grupo por vez, de no máximo 15 pessoas. Não é permitido levar bebida alcoólica e entrar com comida dentro do museu. Para agendar o seu piquenique, é só manda um e-mail para ck.fmc@pbh.gov.br

Mercado Central
É antigo, é misturado e é sensacional. No Mercado, você encontra doce, queijo, utensílios para cozinha, cestas, artesanato, açougue, suplementos, animais (uma pena!), verduras, pano de prato e o melhor fígado com jiló da cidade. Lá, funciona assim: no centro, as lojas, mais ou menos separadas por “tipo” – comida, hortifruti, animais, artesanatos, etc. – nas entradas, os bares, onde se come em pé, e os restaurantes, para comer sentado.

Fígado com jiló, o melhor - Mercado Central
Fígado com jiló, o melhor – Mercado Central

Vir a BH e não ir ao Mercado Central é como visitar Roma e ignorar o Papa.

Mercado Central - BH
Mercado Central – BH

Feira Hippie
Essa feira (enoorme), é realizada todos os domingos de manhã e oferece de tudo. De colar a casinha de boneca. Sem falar na parte gastronômica – comida de rua de verdade! Tem espetinho, feijão tropeiro, mandioca e pastel frito. Tudo acompanhado de cerveja.

A feira, que de hippie clássico não tem nada, é dividida por setores. Do Palácio das Artes para o Parque Municipal – Sapatos e bolsas, bijuterias, roupas, infantil e artigos de decoração. As barracas têm identificação para ajudar a fidelizar o cliente.

Sim, os preços são mais baixos que as lojas normais e é possível encontrar produtos de excelente qualidade. Mas quer uma dica de amiga? Chegue cedo e se prepare para ser amassagada e passar muito calor. Só vá de bom humor ou bêbada.

Admito que deixei de fora alguns passeios turísticos clássicos, como a Rua do Amendoim, o Parque das Mangabeiras e outras tantas praças lindas. Mas prometo ir completando aos poucos – só não vou incluir a Rua do Amendoim porque para mim não funcionou.

Que tal ir além dos guias tradicionais e montar um roteiro de viagem do seu jeito e para você? Com o Por Ceca e Meca é possível transformar qualquer lugar em lar. Chega aqui para ver!

Eu escrevi um post sobre os pontos turísticos de BH, no Blog do Méliuz. Confere lá.

Hospedagem – Belo Horizonte

Se vier a BH apenas para curtir, ir a bares e frequentar bons restaurantes, a Savassi e o bairro de Lourdes devem ser sua escolha na hora de se hospedar. As regiões são próximas, movimentadas e reúnem todo o burburinho da cidade. Além de serem áreas mais planas, um diferencial incrível e muito valorizado na capital mineira. Mas se a intenção da visita é ir a palestras ou eventos no Ouro Minas, existem opções para o lado de lá também.

Belo Horizonte - Praça Liberdade

e.Suítes Sion (Avenida Uruguai, 1010 – Sion)
Para mim, esse é o melhor hotel de BH. Ok, ok, nunca fiquei em um 5 estrelas. Mas, para meros mortais, o e.Suítes é puro luxo. É verdade que o preço da diária costuma ser um pouco mais alto que o dos outros hotéis da categoria, mas vale a pena o esforço.

Quarto grande e cama maior ainda, daquelas que você tem que marcar encontro no meio. Todos possuem uma “minicozinha”, com pia e, alguns (sob pedido e sujeito a disponibilidade), contam com microondas. O único problema é que o hotel não disponibiliza utensílios, como pratos, talheres, etc. O banheiro tem um tamanho bom e o chuveiro é ótimo.

O café da manhã é excelente (o melhor da vida), com Nespresso à vontade, opções sem lactose/glúten e itens para quem está de dieta. Muito bom mesmo! No terraço, além da sala do café e academia, existe ainda uma piscina com uma vista incrível.

O hotel é bem localizado, próximo à Savassi e ao shopping Pátio Savassi e tem estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Radisson Blu Belo Horizonte (Rua Lavras, 150 – Savassi)
Antigo Promenade, esse hotel é um dos melhores de Belo Horizonte. Quarto e banheiro grandes, staff atencioso e café da manhã bem gostoso. A localização é perfeita – em frente ao shopping Pátio Savassi, pertinho de bares e restaurantes e bem próximo do Chevrollet Hall, casa de shows de BH. Dá para sair a pé tranquilamente durante o dia. À noite, é preciso ficar atento, pois a rua é um pouco escura e sem muito movimento.

Por ser um dos tops, o preço nem sempre é o mais em conta, mas vale pagar um pouco mais. Estacionamento coberto e cobrado à parte (R$ 20).

Quarto Deluxe - Radisson Blu Belo Horizonte
Quarto Deluxe – Radisson Blu Belo Horizonte

Promenade BH Platinum (Av. Olegário Maciel, 1748 – Santo Agostinho)
Escolhemos esse hotel para passar o Dia dos Namorados e foi uma experiência ótima. O hotel é um pouco mais antigo, o que garante um ar clássico aos quartos – parede em tons bordô, cadeiras com estofamento de veludo, etc. Apesar da idade, tudo é muito moderninho e funciona bem. A cama é box, superconfortável, e o quarto possui um tamanho bom.

promenade-bh-platinum-fachada-17

O café da manhã é gostoso e segue o padrão da rede Promenade – pães, bolos, frutas, frios – com um plus. É possível pedir ovos e omeletes feitos na hora. Quando nos hospedamos, como estava muito cheio, os garçons sofreram para repor as louças na mesma velocidade em que os hóspedes chegavam. Mas nada que tenha atrapalhado a experiência.

A localização é muito boa, próximo ao shopping Diamond Mall e quase em frente ao restaurante chinês mais tradicional de BH, o Macau (veja Onde Comer em BH). Para chegar à Savassi, é mais fácil pegar um táxi ou o ônibus SC02, que para quase na porta.

O hotel oferece estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Promenade Toscanini (Rua Arturo Toscanini, 61 – Savassi)
Da rede Promenade, esse é o que tem o melhor buffet de café da manhã. São muitas opções de pães, bolos, frutas e doces. O quarto segue o padrão da rede – grande, confortável e sem muita firula. Porém, o banheiro do Toscanini tem um detalhe curioso: uma janela no box que dá para o quarto. Sexy sem ser vulgar. Rs…

A localização é muito boa, pertinho da Savassi, em uma rua plana e super bonitinha. Possui uma farmácia quase ao lado, o que pode ser útil. Estacionamento à parte.

Hilton Garden Inn Belo Horizonte (Avenida Prudente de Moraes, 520 – Cidade Jardim)
O hotel é novo, mas nem por isso é bom. O quarto é um pouco pequeno, o box vazava água e o café da manhã é retirado às 10 horas em ponto. Quando fui, muitos torcedores estavam hospedados por causa de um jogo do Brasileirão, e o que vi foram hóspedes desesperados pegando tudo o que podiam enquanto os garçons retiravam TUDO!

O hotel fica na região centro-sul, mas não é tão perto da Savassi quanto as outras opções. Possui um Carrefour ao lado e alguns bares próximos. Uma das unidades da Pizzaria Olegário fica embaixo do hotel (ver Onde Comer em BH). Aliás, isso é comum em quase todos os hotéis da rede Promenade.

Estacionamento coberto, cobrado à parte (R$ 20).

Ramada Encore Virginia Luxemburgo (Rua Gentios, 274 – Luxemburgo)
Hotel novinho, descolado, com intervenções artísticas do coletivo Quarto Amado. Os quartos são bons, com camas grandes, mas um pouco vazios. A falta de móveis mais robustos passa uma sensação de impessoalidade e frieza, sabe? Em uma das vezes que nos hospedamos, ficamos no quarto adaptado para PNE, mais vazio ainda. Nesse quarto, a cama também não era de casal, mas duas de solteiro colocadas lado a lado. O banheiro tem um tamanho bom, mas tivemos azar, pois a pia estava vazando um pouco, mas nada que comprometesse a estadia.

Trabalho Quartoamado - hall de entrada Ramada Encore Luxemburgo
Trabalho Quartoamado – hall de entrada Ramada Encore Luxemburgo

O café da manhã é padrão Ramada – bem simples, sem muita frescura mas tudo de boa qualidade – e o atendimento é excelente.

A localização é na região centro-sul, mas um pouco afastada do burburinho da Savassi. Próximo apenas um espetinho, uma padaria que serve almoço self-service e o Supernosso – supermercado gourmet.

O hotel é bem simples, mas confortável. Vale a pena ficar, principalmente pelo ótimo custo-benefício, pois as diárias costumam ser as mais baratas da região.

Ramada Encore Minascasa Belo Horizonte (Avenida Cristiano Machado, 3411 – Ipiranga)
Hotel novo, com padrão Ramada – quartos confortáveis, decoração em tons de vermelho, café da manhã sem muitas frescuras. O hotel é bem localizado para quem vai participar de atividades no Ouro Minas, fica próximo a um shopping e tem algumas opções de restaurantes perto. Apesar de ficar próximo a uma avenida grande, os quartos são silenciosos, mas a vista não é bonita. É uma boa opção para quem quer se hospedar com conforto sem gastar muito.

Ibis Budget Belo Horizonte Minascentro (Avenida Bias Fortes, 783 – Centro)
Padrão Ibis Budget – o quarto parece hospital, mas tem tudo o que você precisa por um preço excelente! Cama boa, chuveiro bom, toalhas e roupa de cama ok. Tem TV e o café é honesto pelo preço (R$ 16).

ibis-budget

A localização é ótima, perto do centro, da Savassi e do movimento bairro de Lourdes. Se quiser poupar, o Ibis Budget é uma excelente escolha.

Tulip Inn Belo Horizonte (Rua Antonio de Albuquerque, 54 – Savassi)
Esse foi o pior hotel em que eu me hospedei em Belo Horizonte. Apesar de estar na Savassi, a localização não é muito boa. Rua escura e deserta. O quarto é pequeno e as paredes (inclusive do banheiro) estavam muito sujas mesmo. A água do chuveiro demorou a esquentar, os travesseiros eram ruins e o staff um pouco despreparado. Chegaram a tocar no quarto, de manhã cedo, para repôr as águas, mesmo sabendo que iríamos embora naquela manhã.

Um ponto positivo é o blackout da cortina. O quarto fica muito escuro, o que garante uma boa noite de sono. Tanto, que não conseguimos acordar para o café da manhã.

Conclusão: apesar do preço baixo da diária, não recomendo a estadia.

Procurando ajuda para montar sua viagem? Converse com a gente!

Onde Comer – Foz do Iguaçu

Famiglia Maran Confeitaria e Panificadora (R. Almirante Barroso, 1968)
Essa padaria foi nossa salvadora! Como fica aberta (mesmo) 24 horas por dia, conseguimos jantar às 2h da manhã, quando chegamos a Foz do Iguaçu. Além de sanduíches, doces e salgados, o local tem um buffet de sopas (somente durante o inverno) e serve pratos prontos a qualquer hora do dia e da noite. Optamos por um PF padrão – arroz, feijão, farofa, batata frita e bife – o de frango estava mais gostoso que o de boi. Os pratos são muito fartos e vêm com bastante carne (no meu prato tinham quatro bifes de peito de frango). A comida é gostosinha, mas, para às 2h, é simplesmente deliciosa. Rs…

Aberta 24h
Preço médio dos pratos: R$ 25
Aceita Alelo

City Bier (Rua Quintino Bocaiuva, 1088)
É um boteco com mesas em local coberto. O que, para mim, é uma coisa boa. Porém, o serviço do lugar deixou muitíssimo a desejar. Chegamos depois do passeio às cataratas com muita fome. No balcão tinha um buffet livre de feijoada que parecia estar ali desde cedo, sob o sol, por isso, achamos melhor não arriscar um piriri gangorra. Pedimos um filé na chapa, acompanhado de arroz, mandioca, vinagrete e farofa (R$ 46); e minha mãe escolheu o PF de filé (R$ 25). A comida estava gostosinha, farta e adequada ao preço. Tudo ok se não fosse o humor da garçonete, que nos jogou os pratos e não teve nenhuma boa vontade em nos atender. Conclusão: ninguém é obrigado a ser mal atendido, principalmente nas férias, por isso, vá a outro restaurante. Existem milhares como o City Bier por Foz do Iguaçu.

2ª a sábado: 16h às 00h
Aceita Alelo

La Máfia (Rua Watslaf Nieradka, 195)
Simplesmente o melhor restaurante da viagem (e acredito que de Foz do Iguaçu). O lugar é lindinho, com uma decoração mega descolada. Como não tínhamos reserva, tivemos que esperar um pouquinho no sofá, na entrada. Mas tudo valendo a pena.

restaurante-la-mafia-foz-iguacu

Na frente do local, o próprio restaurante tem uma adega onde você pode ir e escolher o vinho para acompanhar o jantar ou simplesmente comprar e levar para casa. Por isso, a carta tem opções de todos os preços, de R$ 40 a R$ 200. Um luxo!

De entrada, pedimos bruschettas, que estavam deliciosas e vieram rápido. Como o restaurante estava cheio, decidimos não demorar muito para fazer os pedidos – grande insight, porque mesmo assim, demorou uns 50 minutos. Minha mãe e meu namorado foram de nhoque à bolonhesa (R$ 40) e eu de tagliatelle ao ragu (R$ 45). Essa foi a melhor massa que comi na vida! Caseira, fininha e no ponto certo de cozimento. Incrível, incrível e incrível. O nhoque também estava bem gostoso, leve, o que é difícil para o prato. Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas as que vi passando estavam muito bonitas!

Tenho que ressaltar também o excelente atendimento que recebemos. Todos os garçons e garçonetes muito atenciosos, simpáticos e prontos a ajudar. Ponto extra.

Conclusão: se for a Foz do Iguaçu, vá ao restaurante La Máfia!

2ª a sábado: 19h às 23h30
(45) 3572-1015

A Piacere (Avenida Cordoba, 125 – Puerto Iguazu, Argentina)
Esse restaurante fica na rua dos restaurantes – todos os estabelecimentos mais bem avaliados no Trip Advisor estão ali. Dentre tantas opções, acabamos escolhendo o A Piacere porque o ambiente era muito gostoso – climinha de verão europeu na parte externa e restaurante chique no salão. Ficamos na parte de dentro, pois ficamos com medo de esfriar muito.

a-piacere-restaurante-puerto-iguazu

A comida é deliciosa! De entrada fomos de empanadas, que foram servidas na versão frita – gosto mais da assada, mas o recheio estava mara! Como prato principal, meu namorado, que nunca tinha comido uma parrilla argentina de verdade, escolheu a carne, que veio acompanhada de arroz, farofa, salada e batata frita. Tenho que admitir que, eu que não sou muito fã de parrilla, me arrependi de não ter seguido-o na escolha do prato. A carne estava saborosíssima, temperada (o que é raro), macia e no ponto exato.

a-piacere-puerto-iguazu

Eu e minha mãe fomos de filé mignon ao molho de Malbec com purê de batata trufado (que não tinha nada de trufado, mas estava bem gostoso). A carne, para mim, estava um pouco bem passada demais, mas muito macia e gostosa, mas ainda sim, preferi o chorizo.

a-piacere-restaurante-puerto-iguazu

De sobremesa, meiamos um petit gâteau que estava mais para um brownie do que para o famoso bolinho francês. Deixaram cozinhar demais e o recheio não estava cremoso como deveria. Mas gostoso ainda assim.

O único ponto negativo do restaurante é o tempo de espera pelos pratos. O serviço é muito lento! Esperamos quase meia hora pela sobremesa, depois de terem demorado quase uma hora até trazerem os pratos.

Todos os dias: 12h às 23h45
Média de R$ 50 reais por pessoa
Aceita cartão