Pontos Turísticos – Canela

Localizada a apenas 7 Km do centrinho de Gramado, Canela é pequena, linda e encantadora! As duas cidades são ligadas pela Av. das Hortênsias e se complementam quando o assunto é turismo.

Catedral de Pedra (Praça Matriz)
Peça principal do centro de Canela, a Catedral de Pedra é realmente um prédio digno de fotos. Com estilo gótico (meu preferido), a igreja foi construída em 1950 e, à noite, recebe uma iluminação colorida. Dentro, grandes vitrais dão aconchego e beleza ao grande espaço. As missas são celebradas todos os dias às 18h e às 8h e 10h30 aos domingos.

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Ao sair da igreja caminhamos pela Rua Felisberto Soares e chegamos a uma rótula decorada com vários guarda-chuvas coloridos. Coisa linda de se ver! Também passamos pela Praça de Canela, onde há várias barraquinhas de artesanato em casinhas que parecem ser de boneca.

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Parque Estadual do Caracol (RS 466 – km 0 – Canela)
O parque é bem legal e é casa da Cascata do Caracol, maior cachoeira do Rio Grande do Sul, com 131 metros de altura. O legal aqui é pegar o bondinho panorâmico para ver de perto a queda d’água. Mas se você quiser sentir os pinguinhos mesmo, pode descer uma escadaria de 927 degraus até a base da cascata. Para quem tem joelhos de criança, vale muito. Além da cachoeira, existem muitas trilhas ecológica, lojinha de artesanato e mirante.

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Funcionamento: todos os dias das 8h45 às 17h45
Entrada: R$ 18 (não aceita cartão)

Castelinho Caracol (Estrada do Caracol Km 03, S/Nº – Canela)
Na estrada para o Parque do Caracol está o Castelinho, uma das primeiras residências de Canela e onde, atualmente, funciona como museu de utensílios e móveis antigos. A casa é lindinha e o museu parece ser bem arrumadinho (não entrei direito), mas fato é que a maior atração fica por conta da casa de chá, que serve um apfelstrudel que é considerado o melhor do Brasil (R$ 46 para duas pessoas). Peguei para viagem, pois não queria pagar os R$ 10 para ver o museu. Não me arrependi! Strudel quentinho em embalagem térmica com chantily (feito em casa) a parte. Valeu cada caloria!

Funcionamento: todos os dias das 9h às 13h e das 14h20 às 17h40

Veja o que fazer em Gramado.

Por Ceca e Meca é um projeto destinado a fazer com que as pessoas conheçam o mundo por si, de maneira segura e personalizada. Por isso, além de dicas e roteiros, o PCeM oferece serviços que constroem, junto com viajante, experiências incríveis. Conheça nossos serviços.

Pontos Turísticos – Gramado

O centrinho de Gramado é relativamente pequeno e dá para conhecê-lo a pé sem grande dificuldade ou sofrimento. A cidade é plana, o que ajuda bastante!

Rua Coberta (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
A Rua Coberta, além de ter sempre atrações diferentes – música ao vivo, espetáculos de danças, apresentações artísticas, etc. -, é um ótimo refúgio para os dias de chuva. É um dos locais mais movimentados da cidade, com vários cafés, restaurantes e lojas. Como é bem turística, fiquei com medo de cair no conto do turista e pagar mais caro por comer ou comprar ali. Por isso, só caminhei pelo “tablado” e tirei fotos com as mesas e do telhado, que é lindo. As telhas são transparentes e ficam cheias de plantas trepadeiras.

Palácio dos Festivais (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado)
Fica em frente à Rua Coberta. É palco do Festival de Cinema de Gramado, que é realizado em agosto – ótima oportunidade para se conhecer a cidade e, de quebra, trombar com vários artistas nacionais e internacionais. Por ser a sede do festival mais famoso do Brasil, em seus arredores está a nossa calçada da fama, onde artistas consagrados do cinema brasileiro deixaram suas marcas e assinaturas.

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Durante o dia, o Palácio fica fechado para visitação e as fotos são limitadas à fachada. Mas você pode conhecê-lo por dentro se for assistir a um dos filmes em cartaz. O lugar abre sua sala de cinema às sextas, sábados e domingos, com sessão às 20h30.

Telefone: (54) 3286-1058

Praça Major Nicoletti (Av. Borges de Medeiros, Centro, Gramado )
Essa é a praça principal do centro de Gramado. Cheia de barzinhos, restaurantes e lojas ao redor, é um excelente ponto para fazer compras ou, simplesmente, acompanhar o movimento enquanto toma um chope. Fica bem próxima da Rua Coberta e tem uma vista bonita para a Igreja São Pedro.

Igreja São Pedro (Avenida Borges de Medeiros, 2659 , Centro, Gramado)
Localizada no centro, bem onde a cidade ferve, a Igreja São Pedro é bem bonitinha. É uma construção pequena se a compararmos com outras igrejas, mas sua torre, de 46 metros, não deixa a desejar. Toda construída em pedra basáltica, o templo foi inaugurado em 1942. O interior é simples, do jeito que gosto e, por isso, achei lindinho. No caminho de entrada, estátuas dos apóstolos, atrás, a Fonte do Amor Eterno.

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Fonte do Amor Eterno
Inspirada na ponte de Paris, a fonte abriga milhares de cadeados dos casais apaixonados, que eternizam seu amor ali. É claro que Paris ganha, mas como amor nunca é demais, vale a brincadeira!

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Lago Negro (Rua A. J. Renner – Lago Negro)
Na primeira vez que fui a Gramado, estava um frio de matar. Me lembro de andar de pedalinho no Lago Negro e ver fumacinha saindo da água. Sem contar que, na minha memória, o lugar era enooorme. Voltei depois de mais de dez anos e admito que a frustração foi grande. Fazia calor, o lago era bem menor do que eu me lembrava e o parque não estava tão bem cuidado.

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Apesar de ser um dos lugares mais procurados pelos turistas (a falta de vagas deixa isso bem claro), não há muito o que se fazer. Se andar de pedalinho ou barco não está nos seus planos, o passeio vale só para dar check no mapa.

Horário de funcionamento do parque: 24h sem cobrança de ingresso
Horário de funcionamento dos Pedalinhos: das 8h30 às 18h
Pedalinho: R$ 15 – 20 min
Barco para 4 pessoas: R$ 25 – 20min

Muitas atrações estão na Avenida das Hortênsias (longe do centro), na estrada que liga Gramado a Canela. Além das maravilhosas lojas de sapato (veja onde comprar), existem muitos parques pelo caminho.

Belvedere – Vale do Quilombo (Av. das Hortênsias, Gramado)
Esse “mirante” fica no início do caminho entre Gramado e Canela. Você vai ver: é o lugar onde tem carros parados e várias pessoas tirando fotos. Isso, porque a vista é realmente muito bonita. Do local, que fica a mais de 800 metros de altura, é possível avistar o Vale do Quilombo e toda sua vegetação. Vale a parada rápida para fotos, mas tome cuidado com o lugar em que vai estacionar o carro, pois o mirante fica logo depois de uma curva.

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Reino do Chocolate (Av. das Hortênsias, 5382 – Estrada Gramado-Canela)
Nossa memória pode ser bem cretina com a gente. E a minha não fez diferente. Insisti para entramos no Reino do Chocolate porque minha lembrança de lá era bem legal – ver o processo de fabricação do chocolate, esculturas dessa gostosura e degustação grátis. Realidade: só uma partezinha da fabricação pode ser vista através de uma janela; as esculturas existem e são legalzinhas; bonecos que dão medo até em adultos; e informações irrelevantes. Enfim, não gaste seu tempo e dinheiro!

Funcionamento:
Domingo a sexta: 8h30 às 18h30
Sábado e feriados: 8h30 às 19h30
Entrada: R$ 10 (convertidos em chocolate)

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Além dessas atrações, existem muitas outras voltadas para as crianças, como o Mini Mundo, Dreamland, Mundo Encantado e Aldeia do Papai Noel. Visitei na primeira vez que fui à cidade, mas dessa vez, admito que passei. Rs…

Conheça os pontos turísticos de Canela.

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Onde Ficar – Gramado

Hotel Pousada Florença (Rua Joao Fisch Sobrinho, 144 – Centro)
Como disse anteriormente, sair de carro para passear no centro de Gramado pode ser estressante. Por isso, na hora de escolher a hospedagem, localização foi quesito primordial. Dentre as opções para pessoas com conta bancária “normal”, o Hotel Pousada Florença foi, sem dúvida, a melhor escolha que poderíamos ter feito.

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O hotel é muito bem localizado – próximo ao centro, mas na distância certa para fazer a digestão na caminhada -, limpíssimo, staff atencioso e muito bem educado. Logo que você chega, a primeira impressão já é positiva. Uma casinha linda, estilo colonial (com estacionamento), recepção toda bem decorada e frutas à disposição. Tem como não amar?

O que realmente encanta nesse hotel são os detalhes: louças lindíssimas, chá com bombons no quarto toda noite e frutas sempre disponíveis. O café da manhã é um show à parte. Apesar da sala ser bem pequena, o que, às vezes, faz com que tenhamos que esperar os outros hóspedes terminarem, o espaço é incrível e deve se parecer com a sala de chá da rainha da Inglaterra. O serviço é feito em partes – nada de buffet self-service. Primeiro, as frutas e sucos; depois, pães, frios e a opção quente (omelete, ovos, panquecas – cada dia uma opção); por último, bolos e biscoitos. Ser rico deve ser assim.

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O quarto standart é um pouco pequeno, mas a cama é excelente, o chuveiro é ótimo, as águas do frigobar são cortesia e o estacionamento é gratuito! O único ponto de atenção é a falta de elevador. Os quartos ficam em até seis lances de escada da recepção.

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Chegada – Gramado

Rota rápida: BR 116, BR 239 e RS 115

Se você não tem muito tempo a perder, essa é a sua melhor escolha. Você sai de POA pela BR 116. É provável que você pegue bastante trânsito entre Canoas, São Leopoldo e Novo Hamburgo. Neste trecho, existem muitos outlets que valem a “perda de tempo” – comprei um vestido lindo da Calvin Klein por R$ 89, um par de botas de couro por R$ 119 e roupa de cama da Artex por R$ 90.

Superado o espírito consumista, é hora de seguir viagem. Logo depois de Novo Hamburgo, pegue a BR 239 em direção a Taquara. Lá começa a RS 115, que vai até gramado com um asfalto excelente. Você chega à cidade pela Avenida principal, a Borges de Medeiros.

Essa rota não é menor que as outras, mas acaba sendo mais rápido porque a pista é quase toda duplicada.

Rota Romântica: BR 116 e RS 235

Como férias é momento de relaxar e esquecer os relógios, eu e minha mãe optamos pela lindíssima Rota Romântica para chegar a Gramado. É claro que nos perdemos no caminho, mas isso se deve mais à nossa falta de atenção do que à estrada.

O início do caminho é o mesmo – saída pela BR 116, com direito a outlets. A diferença aqui é que, depois de Novo Hamburgo, você deve se manter na estrada. A partir deste ponto, você entra em uma outra dimensão onde as cidadezinhas de beira de estrada são simplesmente lindas e te fazem pensar que está na Alemanha. Além disso, nesse percurso, a natureza se faz presente de maneira exuberante e encantadora. Como nem tudo é perfeito, a vista maravilhosa vem acompanhada de muuuitas curvas. Por isso, essa rota acaba sendo mais demorada.

Depois de Nova Petrópolis, você deve pegar a BR 235, que te leva até Gramado (foi nessa mudança de estrada que acabamos nos perdendo).

Pórtico Gramado - Rio Grande do Sul
Pórtico Gramado – Rio Grande do Sul

Além de toda a beleza do caminho, você chega a Gramado pelo pórtico tradicional da cidade, na Avenida das Hortênsias. O que mais se pode querer?

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Roteiro – San Andres

Alugamos o carro perto do porto e seguimos pela praia de Rocky Cay, que fica bem em frente à ilha de mesmo nome – dá para ir nadando, mas não me arrisquei. Tinham me falado que esse era um bom lugar para curtir uma praia tranquilo, já que é possível utilizar a infraestrutura do hotel da rede Decameron que existe por ali. Mas a verdade é que isso não é permitido e a praia quase toda fica na sombra, pois há muitas árvores na areia. Ou seja, desça, tire uma fotinho da ilha a frente e volte para o carrinho.

Nossa primeira parada de sucesso foi o Hoyo Soplador, que é gratuito. Apesar de ter lido que a atração era boba, eu simplesmente adorei. Rs… O olho é um buraco no meio das pedras que, quando o mar bate, esguicha (muita) água para cima. Tome cuidado com celular e outros aparelhos, pois molha muito!

Antes de ir embora, não deixe de tomar um Coco Loco na barraquinha que fica dentro do “complexo” de lojinhas e restaurantes. Uma outra dica é: evite conversar com as pessoas que chegam oferecendo algum tipo de serviço. O lugar é extremamente turístico e muitas pessoas tentam se aproveitar disso para ganhar dinheiro.

Coco Loco - San Andres
Coco Loco – San Andres

Do Hoyo Soplador, fomos em direção ao West Wing, passando pela La Piscinita (estava fechada). Para quem gosta de ver peixes e outras coisinhas no fundo do mar, o West Wing é um ótimo programa. Para quem não gosta, o lugar também é uma excelente opção, pois tem um tobogã que cai direto no mar. Legal demais mesmo! Quem for mais radical, pode cair no mar pulando de trampolim. Para os mais medrosos, existe uma escadinha tranquila.

West Wing - San Andres
West Wing – San Andres

A entrada custa (COP 5.000) e te dá direito a pãezinhos para alimentar os peixes. Dentro, tem guarda-volumes (pague o quanto quiser) e uma barraquinha que vende uma deliciosa piña colada.

Depois, era hora de curtir uma praia tranquilo. Paramos na Playa de San Luis e ficamos curtindo o sol com aquela vista deslumbrante. Já com (muita) fome, seguimos para o restaurante Miss Celia (veja onde comer em San Andres) e depois devolvemos o carrinho.

Playa de San Luis - San Andres
Playa de San Luis – San Andres

Acabamos dando uma volta e meia na ilha, porque queríamos ver o aeroporto e ficamos em dúvida sobre qual praia escolher. Mas a verdade é que dá para ver bem tudo em menos de 6 horas.

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Aluguel de Carros – San Andres

Em San Andres, existem milhões de lugares onde você pode alugar carrinhos de golfe, Kawasaki ou Mule (maiores um pouco). É preciso pesquisar e chorar o preço antes de assinar o contrato. O ideal é fazer a retirada do veículo de manhã e combinar de devolver no fim do dia – normalmente, a diária termina às 17h.

Chegamos a orçar o aluguel no hotel e com umas pessoas que ficavam na praça, mas acabamos alugando na Millenium Rent a Car. O preço não era muito diferente dos outros lugares não, mas os carrinhos eram novos e super bem conservados – vimos vários caindo aos pedaços. Nós pagamos COP 160.000 na diária de uma Kawasaki novinho.

San Andres
San Andres

Para alugar, você precisa apenas assinar um termo de compromisso. O lugar é uma ilha, não tem muito como roubar e fugir com o carro.

Dirigir o carrinho é super fácil. O moço nos ensinou como ligar e desligar, alguns macetes importantes e onde fica o tanque de gasolina. Tudo muito simples. O difícil, muitas vezes, é só entender a mão das ruas e desviar dos outros carros.

San Andres
San Andres

O carro é entregue com o tanque cheio e deve-se devolver assim. Apesar da gasolina não ser baratíssima, o carrinho é super econômico. Gastamos ¼ de tanque (COP 7.000) para dar uma volta e meia na ilha. Ótimo custo benefício.

Veja o roteiro que fizemos para conhecer a ilha toda em um dia.

Praias – San Andres

A Playa Peatonal ou Playa de Spratt Bight é a maior da ilha e acompanha todo o centro da cidade. Quanto mais próximo às lojas e shoppings, maior é a faixa de areia e melhos a infraestrutura – mesinhas, barracas, etc. Não é a melhor para estender a canga, mas é a mais confortável de se ver. A dica aqui é jogar um vôlei na areia, caminhar pelo calçadão fechado ou sentar em um dos muitos bares e restaurantes da orla e tomar uma apreciando a vista deslumbrante.

A Playa de San Luis foi a que escolhemos para tomar um solzinho enquanto bebíamos um delicioso Coco Loco – drink típico da ilha. A praia é tranquila, tem coqueiros e barraquinhas de bebida. O que mais se pode querer da vida?

Playa de San Luis - San Andres
Playa de San Luis – San Andres

Na maioria das praias de San Andres é possível fazer snorkel e ver muitos peixes e corais. Mas como não sou muito fã de mergulho, bichos e mar, não me arrisquei nesse programa. O máximo de programa ecológico e aquático que fiz foi nadar com peixinhos no West View. Mas para quem gosta, San Andres é um prato mar cheio.

Bahia el Cove é uma zona de bosques que pertence às Forças Armadas Nacionais da Colômbia. De lá é possível ter uma vista panorâmica da ilha. O lugar é ideal para ver o entardecer, já que o sol se põe no mar. Simplesmente imperdível!

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Onde Ficar – Inhotim

Para atender aos visitantes que vêm do mundo inteiro, Brumadinho acabou inaugurando uma série de hotéis e pousadas na cidade. Essas são as mais próximas do parque, apesar de não serem as mais charmosas da região.

Cosmococas - Inhotim
Cosmococas – Inhotim

Em Brumadinho mesmo, recomendo o Estrada Real Palace Hotel (Rod. Municipal Augusto Diniz Murta, Km 0), que fica logo na entrada da cidade – isso torna os quartos bem barulhentos, mas a piscina é ótima! -; e o Ville de Montagne (R. Aníbal Coelho, 95, São Bento), que fica mais no centro da cidade – é novinho e bem bonitinho.

Agora, se a ideia é aproveitar a estadia para namorar ou curtir um lugarzinho charmoso, Casa Branca e Retiro do Chalé (cidades próximas) possuem as melhores opções – Estalagem do Mirante (Av. Nair Martins Drumond, 1000, Retiro do Chalé), minha melhor dica; e Pousada Vista da Serra (Av. Casa Branca, 348, Casa Branca).

Em Belo Horizonte, o ótimo é ficar em algum lugar um pouco mais central, como a Savassi. Os hotéis da rede Promenade e Mercure são uma boa escolha, além do Radisson Blu, meu preferido na cidade.

Veja mais lugares para se hospedar.

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Roteiros – Inhotim

Antes de começar, precisamos falar sobre o transporte interno oferecido pelo Inhotim. O serviço, em rotas, custa R$ 25 e te dá o direito de utilizar os carrinhos de golfe que ficam rodando em 8 linhas determinadas – funciona como um ônibus comum, você pega em um ponto e desce em outro.

Vale a pena? Depende. Depende do que você está disposto a conhecer, pois o transporte não atende à área central, por exemplo. Mas, se você quer ver a maior parte do parque, sugiro que contrate o serviço, pois o calor e as subidas podem ser ingratos com os visitantes.

Seguem os roteiros de 1 e 2 dias pelo Inhotim.

1 DIA

Da recepção, volte um tiquinho e vá em direção à Galeria Lygia Pape (G20) – minha preferida!

Lygia Pape, Ttéia 1C, 2002. Inhotim
Lygia Pape, Ttéia 1C, 2002. Inhotim

Depois, volte e atravesse para a Galeria Praça (G3). Observe os painéis na entrada, que foram criados a partir do cotidiano dos moradores de Brumadinho. Os personagens que estão no ônibus são pessoas que realmente existem e cada um recebeu seu próprio busto do artista. Dentro da galeria, se perca por entre as caixas de som da obra Forty Part Motet – o legal aqui é caminhar de caixa em caixa para perceber as nuances das 40 vozes e, no final, se sentar no meio da roda para apreciar o canto como um todo. Feito isso, saia pela outra entrada da galeria, atravesse a ponte e entre na Galeria Cildo Meireles (G5), que é dividida em três salas – Glover Trotter, Desvio para o vermelho (líder em fotos. Siga a tinta até o final) e Através (só pode entrar de sapato fechado!).

Agora é hora de subir. Passe pela Galeria Fonte (se estiver com fome, compre um snack na lanchonete) e siga em direção aos fusquinhas da obra Troca-troca (A6). Pausa para fotos. Agora é hora de imergir no universo da Galeria Cosmococa (G15). A obra se propõe a reproduzir as sensações provocadas pelo uso da cocaína. Prepare-se para deitar em redes, pular em uma sala de colchões e mergulhar em uma piscina bem fria (tem toalhas disponíveis no vestiário).

Refrescado, pegue o transporte interno (Linha 2) ou siga a pé até a exuberante árvore construída pelo Giuseppe Penone – Elevazione (A21). A estrutura em cobre pesa muitas toneladas e é suspensa por cinco árvores de verdade. Essa é minha obra externa preferida!

Giuseppe Penone - Elevazione, 2000 - 2001. Inhotim
Giuseppe Penone – Elevazione, 2000 – 2001. Inhotim

Pegue novamente o carrinho ou continue subindo (sorte do momento: ter comprado o transporte interno) até o Beam Drop Inhotim (A14). A execução dessa obra é simplesmente impressionante – um guindaste de 45 metros jogou em uma piscina de cimento 72 vigas de metal. A ação durou cerca de 12 horas e pode ser vista neste vídeo. É realmente incrível! Mas tome cuidado e não se aproxime em dias de chuva, pois as vigas acabam se portando como para-raios.

Desça e coloque em prática seu espírito de agricultor – plante em vasos em formas de letras criados pela artista Marilá Dardort (G17). Forme frases, faça declarações e poste o que você tem a dizer. Não se esqueça de usar a #souinhotim – quem sabe o perfil do parque não reposta sua foto? Aqui, você pode fazer uma pausa para comer alguma coisa na lachonete próxima ao Palm Pavilion (não aceita cartão). Caso esteja fechada, aproveite para fazer uma boquinha e coma uma barrinha de cereal ou fruta no banco embaixo das árvores – esse é o máximo de comida que você pode levar para o Inhotim.

Energias renovadas, pegue o transporte interno (Linha 3) ou caminhe até o Galpão (G11) e se prepare para entrar no universo impressionante de sons e cores criado por William Kentridge. Se você não quiser almoçar de verdade, uma opção é comer sanduíche na lanchonete ao lado do espaço. Na saída, entre no carrinho (Linha 5) ou vá a pé até a Galeria Adriana Varejão (G7), passando pelo caleidoscópio criado por Olafur Eliasson – Viewing Machine (A13). A galeria da artista brasileira foi um marco na história do Inhotim e deu início às construções grandiosas e que merecem um capítulo à parte. Há tanto para ser dito sobre as obras da Adriana Varejão que vale a pena perguntar aos monitores sobre a história por trás de cada uma.

Agora é hora de almoçar. Você pode escolher entre o Tamboril e o Oiticica se quiser comer comida de verdade. Mas se a intenção comer algo mais rápido e leve, a pizzaria próxima à Galeria Fonte é uma boa opção. Caso opte pelo Oiticica, faça uma parada na obra Narcissus Garden (A17) antes. Se escolher o Tamboril, deixe-a para o final, quando estiver indo para a recepção. Veja onde comer no Inhotim.

Yayoi Kusama - Narcissus garden Inhotim, 2009
Yayoi Kusama – Narcissus garden Inhotim, 2009

Todos comidos, é hora de enfrentar o eixo rosa do parque. Logo na saída do Restaurante Oiticica, você vai ver uma das obras mais emblemáticas do artista que dá nome ao restaurante. As paredes coloridas do Magic Square (A12) não passam despercebidas e atiçam todos os sentidos.

Helio Oiticica - Invenção da cor, Penetrável Magic Square # 5, De Luxe, 1977. Inhotim
Helio Oiticica – Invenção da cor, Penetrável Magic Square # 5, De Luxe, 1977. Inhotim

De lá, siga para a Galeria Miguel Rio Branco (G16) – Linha 6 do transporte interno. As fotos são incríveis e hipnotizantes! A partir daí, você vai se encontrar em uma escolha de pandora: virar à esquerda para ver o domo geodésico construído por Matthew Barney (G12) em meio à mata e ouvir o som da terra na galeria de Doug Aitken (G10); ou virar à direita e conhecer a beleza e realidade dos índios Yanomami, na Galeria Claudia Andujar (G23). Não sei se é por uma relação de apropriação que tenho, mas eu escolheria a última opção. A Galeria Claudia Andujar é incrível. A arquitetura é maravilhosa e as fotos produzidas pela artista são encantadoras e quase paralisantes.

Pronto, agora já deve ser quase 16h30 e é hora de ir embora. Não deixe de parar nas lojas para levar um pedaço do Inhotim para sua casa. Veja onde comprar no Inhotim.

RESUMO 1 DIA:
Galeria Lygia Pape (G20)
Galeria Praça (G3)
Galeria Cildo Meireles (G5)
Troca-troca (A6)
Galeria Cosmococa (G15)
Elevazione (A21)
Beam Drop Inhotim (A14)
Marilá Dardot (G17)
Galpão (G11)
Viewing Machine (A13)
Galeria Adriana Varejão (G7)
Narcissus Garden Inhotim (A17)
ALMOÇO
Invenção da cor, impenetrável Magic Square #5, De Luxe (A12)
Galeria Miguel Rio Branco (G16)
Galeria Claudia Andujar (G23)
ou
Matthew Barney (G12)
Doug Aitken (G10)

2 DIAS

1º dia
Como no primeiro dia você está empolgado e descansado, prepare-se para andar e ver coisas incríveis. Comece pela Galeria Adriana Varejão (G7). Com tanta coisa para ser vista e tanta história por trás das obras (pergunte aos monitores), você vai gastar um tempinho por ali. Logo na saída, você vai ver a obra de Dominique Gonzalez-Foerster (A19). Este deserto construído em meio a tanto verde nos causa certo estranhamento, principalmente pelos pontos de ônibus instalados no espaço – todos eles são cópias de pontos de verdade existentes entre BH e Brumadinho.

Pegue o transporte interno (Linha 5) – ou caminhe – e peça para parar próximo à entrada da galeria Valeska Soares (G14). Os espelhos externos fazem com que a construção desapareça. Lá dentro, é hora de você reaparecer. Milhões de vezes.

Pegue novamente o transporte ou suba até o Galpão (G11), passando pelo caleidoscópio que multiplica a maravilhosa vista – Viewing Machine (A13). No Galpão, conheça a videoinstalação I Am Not Me, the Horse Is Not Mine, 2008, do sul-africano William Kentridge. As oito projeções monumentais foram inspiradas no conto O Nariz, de Nikolai Gogol, que conta a história de um nariz de um oficial do exército que sai do seu rosto e acaba assumindo uma patente superior à dele.

Saindo do Galpão, vire à esquerda e siga até o Viveiro Inhotim, espaço dedicado à botânica que conta com três jardins temáticos – Jardim de Todos os Sentidos (J1), Jardim Desértico (J2) e Jardim de Transição (J3) – e cinco estufas – algumas, às vezes, são abertas para visitação. Em frente à entrada do Jardim de Transição, pegue o carrinho (Linha 4) para a Galeria Psicoativa Tunga (G21). É impossível não reagir a uma obra do pernambucano, morto em 2016 (leia aqui o meu relato sobre a primeira vez que visitei a Galeria). Volte até o Galpão e aproveite para almoçar na lanchonete da galeria – sanduíches e coisas mais leves, pois o dia será longo!

Pronto, agora é hora de virar à direita ao sair do Galpão – pegue a linha 3 do transporte interno. Entre na casinha onde estão as obras de Carrol Dunham (G22) inspiradas no Inhotim. São cinco quadros, um em cada cômodo. Depois, vista o avental e plante em vasos em formas de letras criados pela artista Marilá Dardot (G17).

Marilá Dardot - A Origem da Obra de Arte, 2002. Inhotim
Marilá Dardot – A Origem da Obra de Arte, 2002. Inhotim

Depois de tanto trabalho manual, é hora de relaxar na Piscina (A15) construída por Jorge Macchi. É para nadar mesmo – no vestiário tem toalhas disponíveis. Depois de seco, dê um pulo no Palm Pavilion (A18). Muita gente não entende bem essa obra, por isso, vou dar uma ajudinha. Em sua primeira montagem ao ar livre, o pavilhão é uma adaptação da famosa Maison Tropicale – tipo de moradia pré-fabricada na França para abrigar os burocratas e comerciantes que se mudavam para as colônias africanas -, construída pelo arquiteto francês Jean Prouvé. Dentro, objetos, produtos e projeções que têm as palmeiras como matéria prima ou tema central.

Depois de tantas atividades, você pode fazer uma pausa para um lanchinho na lachonete próxima ao Palm Pavilion (não aceita cartão). Caso esteja fechada, aproveite para comer uma barrinha de cereal ou fruta no banco embaixo das árvores – esse é o máximo de comida que você pode levar para o Inhotim.

Siga subindo até a galeria Carlos Garaicoa (G18), montada dentro do antigo estábulo da fazenda Inhotim. A obra nos esfrega na cara a efemeridade das construções, pessoas e da vida – aos nos vermos na TV, nos colocamos no mesmo lugar das velas que derretem. Ao sair da galeria você vai se deparar com uma impressionante instalação: Beam Drop Inhotim (A14). A execução dessa obra é simplesmente impressionante – um guindaste de 45 metros jogou em uma piscina de cimento 72 vigas de metal. A ação durou cerca de 12 horas e pode ser vista neste vídeo.

É hora de pegar o carrinho (Linha 2) e apreciar a obra de Giuseppe Penone – Elevazione (A21). A pesada árvore de bronze é suspensa por outras cinco árvores (de verdade). Siga descendo até a Galeria Cosmococa (G15). A obra se propõe a reproduzir as sensações provocadas pelo uso da cocaína. Prepare-se para deitar em redes, pular em uma sala de colchões e mergulhar em uma piscina bem fria (tem toalhas disponíveis no vestiário). Na saída, estão os famosos fuscas da obra Troca-troca (A6). Pausa para as fotos.

Desça mais um pouco e entre na mata à procura do labirinto criado por Cristina Iglesias (G19). De lá, volte para a recepção passando pelo Jardim Veredas (J5), inspirado na obra de Guimarães Rosa. Por hoje, é só. Hora de voltar para o hotel e descansar porque amanhã tem mais.

2º dia
Como ontem foi pesado, hoje o roteiro é mais leve, afinal, mais da metade do parque já foi vista no dia anterior. Contorne a recepção e, no lago, siga pela direita. Em cima do Café do Teatro, está instalada a obra Narcissus Garden (A17), onde centenas de bolas espelham você infinitas vezes. Rende excelente fotos.

Yayoi Kussama - Narcissus garden, 2009. Inhotim
Yayoi Kussama – Narcissus garden, 2009. Inhotim

Desça as escadas, atravesse a ponte e se perca nas cores do Magic Square (A12). Depois, entre na Galeria Lago (G6), um dos espaços com acervo temporário. Continue reto, passe pela Galeria Marcenaria (G9) e caminhe até as estátuas de Edgard de Souza (A16). De lá, vá até a Galeria Dóris Salcedo (G8). Apesar de estar fechada para manutenção, é lá que você vai poder pegar o carrinho (Linha 6) que vai te levar até à Galeria Miguel Rio Branco (G16). Repare bem no prédio e como sua estrutura lembra a proa de um navio. Dentro, fotos e projeções incríveis desse artista que realmente me encanta.

De lá, você pode caminhar por dentro da mata (tem um caminho saindo próximo à lanchonete) ou pegar o transporte (Linha 8) até a Galeria Claudia Andujar (G23). Essa galeria é simplesmente impressionante, seja pela arquitetura, que lembra as construções da tribo Yanomami, ou pelas fotografias, tão humanas e incríveis, feitas pela artista.

Galeria Claudia Andujar - Inhotim
Galeria Claudia Andujar – Inhotim

Volte até à Galeria Miguel Rio Branco e pegue o carrinho (Linha 7) que vai te levar até à obra de Matthew Barney (G12), De lama lâmina. Você sabia que para construir o o domo geodésico, o artista permitiu a retirada de apenas sete árvores? A obra se relaciona com o vídeo de mesmo nome feito por Matthew durante o carnaval de Salvador – o filme é exibido todos os dias, às 15h, na Galeria Marcenaria (G9) (proibido para menores de 18 anos).

Matthew Barney - De lama lâmina, 2009. Inhotim
Matthew Barney – De lama lâmina, 2009. Inhotim

Volte à via e suba mais um pouco até a instalação de Doug Aitken (G10), que ficou conhecida como “som da Terra” após ser tema de matéria no Fantástico. O barulho pode soar frustrante para alguma pessoas (como eu). Volte tudo e, quando chegar na Dóris Salcedo, vire à direita. À beira do lago, você vai ver a Galeria True Rouge (G2), que abriga uma obra do Tunga – o mesmo da Galeria Psicoativa. Porém, antes de ir até lá, dê uma parada na Galeria Mata (G1), a primeira do Instituto, que é casa da incrível obra de Marcius Galan – Seção Diagonal.

Marcius Galan - Seção diagonal, 2008. Inhotim
Marcius Galan – Seção diagonal, 2008. Inhotim

Pronto, agora é hora de almoçar. Você tem duas opções, esbanjar um pouco mais e ir ao Restaurante Tamboril – buffet livre – que é mais caro, mas muito mais gostoso que a outra opção, o Restaurante Oiticica – self-service. Acho a comida do segundo bem ruinzinha e com pouca variedade, mas a decisão vai depender do seu bolso e da sua fome. Veja onde comer no Inhotim.

De barriguinha cheia, é hora de completar o percurso. Volte para o eixo amarelo e siga até a Galeria Fonte (G4). De la, desça até a Galeria Cildo Meireles (G5), que é dividida em três salas – Glover Trotter, Desvio para o vermelho (líder em fotos. Siga a tinta até o final) e Através (só pode entrar de sapato fechado!). Faça um pequeno desvio do trajeto normal para entrar na casinha mais charmosa e antiga do Inhotim, que abriga a obra Continente/Nuvem, de Rivane Neuenschwander (G13) – um beijo para quem souber pronunciar corretamente o sobrenome da artista.

Galeria Rivane Neuenschwander. Inhotim
Galeria Rivane Neuenschwander. Inhotim

Volte, atravesse a ponte e entre na Galeria Praça (G3). Dentro da galeria, se perca por entre as caixas de som da obra Forty Part Motet – o legal aqui é caminhar de caixa em caixa para perceber as nuances das 40 vozes e, no final, se sentar no meio da roda para apreciar o canto como um todo. Observe os painéis na saída que foram criados a partir do cotidiano dos moradores de Brumadinho. Os personagens que estão no ônibus são pessoas que realmente existem e cada um recebeu seu próprio busto do artista. Saia, cruze a via e siga até a Galeria Lygia Pape (G20), última do dia e a preferida de quem vos fala. Prepare-se para ser surpreendido, é apenas o que posso dizer.

Pronto, roteiro finalizado, agora é hora de explorar o comércio local.

RESUMO:

1º DIA
Galeria Adriana Varejão (G7)
Desert Park (A19)
Valeska Soares (G14)
Viewing Machine (A13)
Galpão (G11)
Viveiro Inhotim (J1, J2 e J3)
Galeria Psicoativa Tunga (G21)
ALMOÇO
Caroll Dunham (G22)
Marilá Dardot (G17)
Piscina (A15)
Palm Pavilion (A18)
LANCHE
Carlos Garaicoa (G18)
Beam Drop Inhotim (A14)
Elevazione (A21)
Galeria Cosmococa (G15)
Troca-troca (A6)
Cristina Iglesias (G19)
Jardim Veredas (J5)

2º DIA
Narcissus Garden Inhotim (A17)
Galeria Lago (G6)
Galeria Miguel Rio Branco (G16)
Galeria Claudia Andujar (G23)
Matthew Barney (G12)
Doug Aitken (G10)
Galeria Mata (G1)
Galeria True Rouge (G2)
ALMOÇO
Invenção da cor, impenetrável Magic Square #5, De Luxe (A12)
Galeria Fonte (G4)
Galeria Cildo Meireles (G5)
Rivane Neuenschwander (G13)
Galeria Praça (G3)
Galeria Lygia Pape (G20)

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Onde Comer – Inhotim

O Restaurante Tamboril fica aberto todos os dias da semana e funciona em esquema de buffet livre – pague e coma o quanto quiser. A comida é gostosa, mas o preço é um pouco salgado, principalmente para quem tem mais gente para bancar. Aceita cartão.

O Restaurante Oiticica é a opção de almoço de verdade mais em conta – esquema self-service -, porém, só abre às quartas (dia de entrada gratuita) e aos sábados e domingos. A comida não é lá muito maravilhosa, mas a opção atende bem aos bolsos. Aceita cartão.

Restaurante Oiticica - Inhotim
Restaurante Oiticica – Inhotim

Para quem quer fazer um lanche mais reforçado, o Café do Teatro é uma boa escolha. Oferece tortinhas salgadas, sanduíches frios, além de bolos e doces muito gostosos. Aceita cartão.

Outra opção para a hora do almoço é a lanchonete da Galeria Fonte, que serve pedaços de pizza e snack. Aceita cartão e fica aberta todos os dias da semana.

As outras lanchonetes – True Rouge, Palm Pavilion, Miguel Rio Branco, Rivane e Galpão abrem em dias específicos da semana e não aceitam cartão de crédito. Confira aqui o horário de funcionamento.