Restaurantes Românticos – Belo Horizonte

Divino Restaurante (Av. Quinta avenida, 144 – loja 6 – Vale do Sol – Nova Lima)
Sabe aqueles sábados que você quer almoçar com calma e gastar quase toda a tarde comendo e bebendo? Então, se você tiver com dinheiro, o Divino é um ótimo lugar para realizar esse desejo.

Localizado na rua principal do Vale do Sol (entrada para o condomínio Morro do Chapéu), o restaurante, apesar de estar em Nova Lima, é bem perto da região centro-sul de BH. A casa é linda e possui dois andares. No dia que fomos, o primeiro estava reservado para um aniversário, o que foi ótimo, pois nosso almoço foi embalado por saxofones. Ainda no primeiro andar, existe uma pequena adega onde você pode escolher os vinhos com a ajuda de um somelière. Os preços são bem mais altos que o supermercado e existem poucas opções por menos de R$ 100, mas é bom ter o conselho de quem entende.

De entrada, pedimos um carpaccio inesquecível, que vem com um molho delícia e uma cestinha de parmesão, além de pães quentinhos, é claro.

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Como prato principal, fomos de Coração de filé mignon ao molho ‘poivre vert’ com purê de batatas, que também estava muito gostoso. O petit gateou com sorvete foi a escolha para a sobremesa (dividimos, porque não há estômago que aguente).

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Os pratos + uma garrafa de vinho e três cervejas nos custou R$ 360 para o casal. É caro? Sim, mas vale para dias especiais!

Funcionamento:
4ª a 6ª: das 19h30 às 00h30
Sábado: das 12h30 às 16h30 e das 19h30 às 00h30
Domingo: das 12h30 às 16h30

Bistrô da Matilda (Av. Quinta avenida, 739 – Vale do Sol – Nova Lima)
Esse restaurante é o responsável por uma das melhores memórias gastronômicas que tenho. O lugar é uma casinha super charmosa, na rua principal do Vale do Sol (mesma do Divino Restaurante). Lá dentro, tudo muito romântico, com velas e mesas bem postas. Tudo muito lindo!

De entrada, fomos (para variar) de carpaccio, que foi um dos melhores que já comi na vida! A fatias finíssimas de filé vinha com um molho especial a base de maionese caseira, mostrada, molho inglês, parmesão e alcaparras. Delícia! Para o prato principal, escolhemos um clássico: Bouef à la Bourguignonne, nossa famosa carne cozida. Mas, nessa versão, a carne é cozida por mais de 12 horas em um molho de vinho tinto, cebolas e cogumelos, e vem acompanhada de um purê de batata incrível. Sabe quando a comida provoca aquela sensação de aconchego? Então, foi assim! Para acompanhar um vinho chileno excelente que nunca mais encontrei em nenhum lugar – La Compania, Carmenére (2012).

O valor da conta não me lembro, mas sei que foi condizente com a experiência e digna de um dia especial (ou seja, carinho, mas não impossível).

Bistrô Birosca S2 (Rua Silvianópolis, 483- Santa Tereza)
Esse bistrô descolado é a nova sensação da cena gastronômica de BH. Tanto que o chef (e meu muso) Anthony Bourdain, quando veio a BH, escolheu o local para jantar e gravar seu programa de TV.

Montado em uma casa antiga do bairro mais boêmio de BH – Santa Tereza -, o Birosca é uma excelente pedida para jantares românticos. Quase todas as noites, tem uma atração musical. Caso não esteja nada programado, o piano está sempre liberado para os clientes.

O cardápio é montado de acordo com a estação do ano e dá preferência aos ingredientes da época. A cozinha é aberta (acho isso um barato) e a decoração é a materialização do termo hypster – tudo retrô, com direito a garrafa de abacaxi igual à d’A Grande Família. Tudo muito lindo.

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A água é cortesia da casa e a carta de cerveja e vinho são bem ok. Os pratos são muito (muito) gostosos, elaborados, com combinações instigantes e também um pouco caros – mas valem o preço!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 18h30 às 00h
Chegue cedo, pois está sempre lotado!

Est! Est! Est! (Av. Getúlio Vargas, 107 – Funcionários)
Esse é um típico restaurante italiano. Mesmo. Daqueles que os pratos são divididos em primeiro e segundo, o que significa que a massa não vem acompanhada de carne e, por isso, você acaba comendo mais do que devia.

De entrada, pedimos o couvert tradicional da casa, que vem com pães e patês. Gostoso, mas nada impressionante. Como Primo Piatto, fomos de Spaghetti alla Carbonara (R$ 39), que estava realmente uma delícia. Porém, a porção é grande para quem ainda quer comer carne. Mesmo satisfeitos, decidimos ser italianos de vera e encaramos o Secondo Piatto: Tagliata di Filetto ai Trifolati (R$ 52), que é um filé alto, ao ponto – bem cru por dentro – com molho de cogumelos e batata frita. Estava tudo muito saboroso, mas acabamos não dando conta de comer tudo.

Existem algumas recomendações importantes sobre esse (delicioso) restaurante:
– A massa é al dente e eles não fazem de outra maneira. Aceite, aqui, você está na Itália.
– Os pratos são bem servidos. Por isso, não seja guloso como eu e meu namorado fomos e prefira dividir um dos pratos, ou a massa ou a carne.
– O restaurante é bem bonitinho, mas o grande tchan dele está no terraço com mesas e um clima de festa de verão na Europa.
– Os preços são bem bons se levarmos em conta a comida (muito gostosa) e o preço dos restaurante dos mesmo nível em BH.

Conclusão: vale muito a pena conhecer e repetir!

L’Entrecôte de Paris (R. Marília de Dirceu, 189 – Lourdes)
Essa franquia, em BH, segue a mesma linha dos outros L’Entrecôte: um prato único, delicioso, que garante a fidelidade do cliente. Pense em uma carne, vermelhinha por dentro, embebida em um molho divino de mostarda dijon e pimentinha (e algum ingrediente secreto), acompanhada por batatas fritas crocantes e servida infinitamente. Pronto, é esse o segredo do restaurante, localizado bem no burburinho do Lourdes.

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Por servir apenas um prato, acredito que o serviço poderia ser mais rápido, mas nada que enerve o cliente. O restaurante é super românticozinho, com mesas dentro e outras fora, à luz de velas.

O preço não é tão maravilhoso quanto ao prato. Saladinha + L’Entrecôte Classique (eles têm o prime com um corte mais refinado do entrecot) = R$ 73,80. Durante a semana, no almoço, eles servem uma versão executiva que, com a sobremesa, sai por R$ 59,90.

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Onde Comer uma Boa Carne – Belo Horizonte

Boi na Chapa (Rua Curitiba, 1825 – Lourdes)
Melhor bar/restaurante com a melhor picanha de Belo Horizonte. É sério, almoçar ou jantar aqui é sinônimo de qualidade de vida! Em um estilo boteco arrumadinho – mesas de madeira e com toalha, porém, na calçada – esse é o lugar para almoçar com amigos ou jantar pós festas no início do mês (para tudo existe um preço a ser pago).

Além das carnes, feitas na chapa de maneira brilhante, os acompanhamentos também são deliciosos. Pausa para um agradecimento especial pela farofa de ovos e bacon. A cerveja é sempre gelada e nunca há muita fila de espera.

Ou seja, está com dinheiro ou com o vale-refeição completo? Vá ao Boi na Chapa!!!

Parrilla del Mercado (Rua Ouro Fino, 452 – Cruzeiro)
É caro, é cheio, mas também é delicioso! A carne do Parrilla é feita aos moldes dos argentinos – alta e na brasa. Localizada no estacionamento do Mercado Distrital do Cruzeiro, o restaurante tem um clima descontraído apesar do alto poder aquisitivo dos seus frequentadores. Os pratos não vêm com acompanhamento, mas ficam prontos bem rápido. O local é um pouco barulhento, bom para reunião de amigos e almoço de famílias animadas.

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Sugestão: bife parrilla acompanhado com batata frita ou batata assada recheada com queijo.

Casa do Churrasco (Rua Kepler, 588 – São Bento)
Esse restaurante, antigamente, era apenas uma loja que vendia coisas para churrasco – carvão, carne e o melhor pão de alho da vida. Recentemente, reformou todo o espaço e abriu também como restaurante.

No cardápio, carnes e mais carnes. Para a entrada, a linguiça com pimenta biquinho é perfeita! Principal, carne, que vem apenas com farinha e vinagrete. Para acompanhar, batata frita ou salada.

As porções são um pouco pequenas e os preços bastante altos. Mas, em dias de carnivoracidade máxima, vale muito a pena tirar o escorpião do bolso.

La Macelleria (Rua Francisco Deslandes, 1038 – Anchieta)
Esse restaurante meio açougue é um dos mais bem avaliados no Trip Advisor, mas, para mim, está longe de estar entre os top 5. Fui comemorar o aniversário do meu namorado lá, já que ele é aficionado por carnes e a decepção foi grande.

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A linguiça que pedimos de entrada estava suuper seca e a carne, que é servida com acompanhamento à parte, também estava longe de ser 5 estrelas. O atendimento não é dos mais eficientes, a caipivodca vem em um mini-copo e os preços são bem maiores que o espaço entre as mesas. Realmente, fiquei muito decepcionada, ao ponto de ter raivinha e não querer dar uma segunda chance ao local.

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Restaurantes de Comida Mineira – Belo Horizonte

Xapuri (R. Mandacaru, 260 – Pampulha)
Há anos, o Restaurante Xapuri é considerado o melhor em comida mineira de BH. Não é por menos. O espaço é lindo, super bem cuidado, e a comida digna da melhor culinária do Brasil (pelo menos, na minha opinião). Tudo o que comi lá foi muito gostoso, mesmo. Pesado, é verdade, mas qual comida mineira não é? O que mais gosto do Xapuri é a quantidade de opções – existe mil possibilidades de petiscos e de prato principal, além das sobremesas que mais amo – doce de leite, goiabada, etc. É caro, mas um caro que vale a pena!

Funcionamento:
3ª a Sábado: das 12h às 23h
Domingo e Feriados: das 12h às 18h

Paladino (Av. Gildo Macedo Lacerda, 300 – Pampulha)
Opção mais e conta para quem quer comer comida mineira em um ambiente que lembra uma fazenda. O espaço é bem grande e sempre tem fila. Mas, enquanto se espera pela mesa, dá para ir tomando uma cervejinha ou bebendo uma pinga.

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A comida é gostosa (ainda prefiro o Xapuri), mas achei o cardápio com poucas opções e não servem pratos clássicos, como feijão tropeiro e tutu. Minha impressão é que é um restaurante comum com cara de mineiro.

Funcionamento:
3ª: das 11h30 às 15h
4ª e 5ª: das 11h30 às 0h
6ª e Sábado: das 11h30 à 1h
Domingos e Feriados: das 11h30 às 17h

Restaurantes com melhor Custo x Benefício- Belo Horizonte

Mercearia 130
Gosto tanto desse bar/restaurante, que fiz um post inteirinho dedicado a ele! Clique aqui e leia.

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Casa dos Contos (Rua Rio Grande do Norte, 1.065 – Savassi)
É clássico, é bem servido e a comida é perfeita para dias de ressaca ou gordice, pois é pesadinha. O atendimento é um pouco demorado, mas o sabor e quantidade da comida compensam. O preço é bem em conta (os pratos custam em média, R$ 35 por pessoa) e o restaurante é um dos poucos que fica aberto até tarde.

Filé Surprise - Casa dos Contos
Filé Surprise – Casa dos Contos

Sugestão: Bolinho de bacalhau, Filé Surprise (gigante!!!), e Filé à moda.

Funcionamento:
2ª – das 11h30 às 15h e das 18h às 2h;
3ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Cantina do Lucas (Av. Augusto de Lima, 233, loja 18, Ed. Maletta – Centro)
Esse é um dos restaurantes mais antigos de Belo Horizonte. Do mesmo dono do Casa dos Contos, a comida da Cantina do Lucas segue a mesma linha: gostosa, farta e em conta. A vantagem em cima da filial é a localização – o Edifício Maletta é um dos prédios clássicos e descolados de BH – e o atendimento, que acaba sendo mais rápido que o da Savassi.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 11h30 às 2h;
6ª e Sábado: das 11h30 às 3h;
Domingo: das 11h30 à 1h.

Casa Cheia (Rua Cláudio Manoel, 784 – Savassi)
Atualmente, o Casa Cheia tem sido minha opção para o almoço de domingo. O preço é bom (prato comercial custa em média R$ 25), atendimento rápido e comida bem gostosa.

Prato Comercial com bife de boi
Prato Comercial com bife de boi

É verdade que o forte desse restaurante são os petiscos e comida de buteco, tanto que já foi campeão do Festival por três vezes. Mas, como nem só de boemia vive o homem, o PF é muito honesto. A unidade tradicional é no Mercado Central, mas o endereço da Savassi acabou me conquistando pela praticidade.

Funcionamento:
2ª a Sábado: das 11h às 23:30;
Domingo: das 11h às 17h.

Casa Cheia Savassi - BH
Casa Cheia Savassi – BH

Macau (Av. Olegário Maciel, 1767 – Lourdes)
Tradição não vem de graça! O Macau é, sem dúvida, o melhor restaurante chinês de Belo Horizonte. O rolinho primavera é um patrimônio, grande e crocantemente delicioso. Não deixe de pedir. O atendimento é eficiente, as porções são bem servidas e o preço é camarada – cerca de R$ 50 por pessoa, com refrigerante e sobremesa. Costuma ter fila de espera (rápida), mas vale a pena esperar. Acredite me mim.

Funcionamento:
3ª a 5ª: das 11h30 às 14h30 e das 18h às 23h30
6ª: das 11h30 às 16h30 e das 18h às 24h
Domingo: das 11h30 às 16h30 e das 19h às 23h
Feriados: das 11h30 às 16h e das 18h30 às 23h

Café com Letras (Rua Antônio de Albuquerque, 781 – Savassi)
É, sem dúvida, um dos restaurantes/café/bar mais charmoso de BH. Na unidade da Savassi (também está no CCBB), as mesinhas do lado de dentro te transportam para as livrarias europeias e os lugares na calçada te fazem lembrar que você está em (um dos melhores pontos de) BH.

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O cardápio é sempre muito gostoso, tanto para o almoço quanto para jantar ou fazer o aperitivo. Os preços são ok (principalmente o menu executivo do almoço – R$ 25). Só o atendimento e rapidez que deixam a desejar. Se está com pressa, é melhor escolher outro lugar para comer.

Não aceita Sodexo.

Funcionamento:
2ª a 5ª: das 12h às 00h
6ª e Sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 17h às 23h

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Programas Culturais – Belo Horizonte

CCBB
O prédio é lindo, as exposições são gratuitas, os espetáculos têm preço popular, o primeiro piso tem uma vista deslumbrante da construção, além de um café digno para almoço, lanches e bebidinhas. O que mais preciso dizer?

CCBB - BH
CCBB – BH

Circuito Cultural Praça da Liberdade
Com a mudança dos órgãos governamentais para a Cidade Administrativa, os prédios ao redor da Praça da Liberdade foram transformados em espaços culturais abertos à população.

São eles: Arquivo Público Mineiro, Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, Casa Fiat de Cultura, Cefart Liberdade – Centro de Formação Artística e Técnica da Fundação Clóvis Salgado, Centro Cultural Banco do Brasil, Centro de Arte Popular Cemig, Espaço do Conhecimento UFMG, Horizonte SEBRAE – Casa da Economia Criativa, Memorial Minas Gerais Vale, MM Gerdau – Museu das Minas e dos Metais, Museu Mineiro e Palácio da Liberdade. Quase todos têm entrada gratuita e contam com uma vista linda de um dos espaços mais bonitos e vivos de Belo Horizonte.

Palácio das Artes
Localizado no centro da cidade, ao lado do Parque Municipal, o Palácio é queridinho dos mineiros e tem uma história de superação – pegou fogo e foi, praticamente, todo reconstruído. A sala de espetáculo é super imponente e os maiores artistas costumam se apresentar aqui. As galerias têm entrada gratuita e o foyer é uma chiqueza só!

Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes - BH
Grande Galeria Alberto da Veiga Guignard, Palácio das Artes – BH

Cine Humberto Mauro
A sala de cinema do Palácio das Artes é um ótimo programa para quem visita a capital. A programação é sempre interessante e gratuita. Programa cultural perfeito: rolê pelo Parque Municipal, visita às exposições do Palácio das Artes, lanchinho do Café do Palácio e sessão no Humberto Mauro. Tudo gratuito (menos o lanche) e inspirador.

Cine Belas Artes
Um dos poucos representantes da categoria Cinemas de Rua, em BH. Essas são as salas que recebem os filmes mais alternativos e as pessoas mais descoladas. A estrutura das salas não são as mais modernas e possuem um leve cheirinho de mofo, mas nada que atrapalhe. O café tem opções gostosas e, depois, dá para passear na Praça da Liberdade. Programa completo e delícia!

Benfeitoria
Mistura de bar, casa de show e galeria de arte, a Benfeitoria é um dos meus lugares preferidos em BH. Possui uma das vistas mais bonitas da cidade – Rua Sapucaí -, parklet em frente, além de uma programação bem eclética. O galpão, sem dúvida, é feito de muito amor, arte e diversão.

Galpão da Benfeitoria - BH
Galpão da Benfeitoria – BH

Teatros
São muitos, com programação diversificada. Destaque para o Festival Internacional de Teatro (FIT), que rola todo início de ano com peças a preços mais que camaradas!

Está em busca de experiência inesquecíveis e viagens com alma e personalidade. Descubra aqui como o Por Ceca e Meca pode te ajudar!

 

Confira aqui o post que fiz sobre BH, para o Blog do Méliuz.

Também selecionei cinco espaços culturais imperdíveis para quem visita ou mora em Belo Horizonte. Veja o post completo no Follow the Colours.

Pontos Turísticos – Belo Horizonte

Há algum tempo, eu e uma amiga pensamos em abrir um hostel em BH e oferecer os mesmos serviços que vimos na Europa – pub crawl, free tour e walking tour. Logo desistimos das visitas guiadas porque os pontos turísticos são bem longes um dos outros. Até na Pampulha, que abriga o maior complexo turístico de BH (recentemente, foi declarada Patrimônio Cultural da Humanidade), as coisas ficam meio longes. Mas nada que ônibus, táxi, carona ou Uber não resolvam.

Praça da Liberdade
Antigo centro político da cidade, a Praça da Liberdade é ponto de encontro dos belorizontinos. O coreto é ponto de referência e a alameda, com muitos coqueiros, serve de inspiração. Nos bancos, casais apaixonados e jovens bebendo. Coisa linda de se ver. A praça também é, constantemente, palco de shows, espetáculos e protestos.

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Praça da Liberdade – BH

Ponto mais alto da área inicial da capital (limitada pela Avenida do Contorno), a praça foi construída para abrigar a sede do poder mineiro. Mas, com a construção da Cidade Administrativa, em 2010, os prédios históricos em torno da praça foram transformados em espaços culturais, compondo o Circuito Cultural Praça da Liberdade, um dos maiores do Brasil (veja os Programas Culturais para se fazer em BH).

Praça do Papa
Um dos meus pontos preferidos de Belo Horizonte, a Praça do Papa tem uma vista de tirar o fôlego! Bem aos pés da Serra do Curral, a praça, que recebeu esse nome após a visita de João Paulo II a BH, é um lugar democrático. Ali, há espaço para skatistas, slack line, piquenique, sexo nos carros e conversa na cruz.

Praça do Papa, BH
Praça do Papa, BH

A Praça também é palco de muitos eventos culturais da cidade, como festivais de jazz e apresentação de teatro (confira as festas e festivais de BH), além de ter um pôr do sol dos mais bonitos da cidade.

Mirante Mangabeiras
Bem pertinho da Praça do Papa e quase ao lado do Parque das Mangabeiras, o Mirante recém reformado tem se tornado passeio obrigatório aos turistas que visitam Belo Horizonte e aos moradores que querem curtir uma vista incrível. O lugar é alto, é perto da Serra do Curral e muito bem cuidado. Quer mais? Só indo para conferir a vista!

Mirante Mangabeiras - BH
Mirante Mangabeiras – BH

Complexo da Pampulha
Esse é o nosso Coliseu, nossa Praça dos Três Poderes, nossa Baía de Guanabara. Praticamente todos os pontos turísticos “oficiais” estão aí, em volta da Lagoa da Pampulha. Os que merecem destaque são:

. Estádio Governador Magalhães Pinto, o Mineirão, que ficou mundialmente famoso após o 7 x 1 contra a Alemanha. Mas, a curiosidade mais legal sobre o Mineirão é que ele treme, e isso não é piadinha de atleticano. Todo ele foi construído em blocos, por isso, quando as torcidas pulam, esses blocos se movimentam um pouquinho e balançam. É verdade que depois da reforma o tremedeira melhorou, mas em dias de clássico, ainda dá para sentir a vibração.

Mineirão, Pampulha - BH
Mineirão, Pampulha – BH

. Igreja de São Francisco de Assis, a Igrejinha da Pampulha. Um dos símbolos arquitetônicos de Belo Horizonte é a igreja desenhada por Niemeyer, com projeto paisagístico de Burle Marx e painel de azulejo do pintor Cândido Portinari. É muita gente importante para uma capela só.

Igrejinha da Pampulha - BH
Igrejinha da Pampulha – BH

. Casa do Baile, que na verdade era um cassino e hoje é Centro de Referência de Urbanismo, Arquitetura e do Design. As linhas, assim como todo o projeto da Pampulha, são de Niemeyer e o paisagismo de Burle Marx. Atualmente, é aberta ao público gratuitamente e recebe exposições, shows e espetáculos.

. Casa Kubitschek, localizada na beira da Lagoa da Pampulha, foi projetada por Niemeyer e construída para Juscelino quando era prefeito. Hoje, abriga um museu e os jardins podem receber piqueniques de graça! O espaço destinado à comilança é a área dos jardins do fundo, entre a casa principal e a piscina. Eles oferecem esteiras e sacos de lixo, além de uma visita guiada ao museu no fim do piquenique. O lugar só recebe um grupo por vez, de no máximo 15 pessoas. Não é permitido levar bebida alcoólica e entrar com comida dentro do museu. Para agendar o seu piquenique, é só manda um e-mail para ck.fmc@pbh.gov.br

Mercado Central
É antigo, é misturado e é sensacional. No Mercado, você encontra doce, queijo, utensílios para cozinha, cestas, artesanato, açougue, suplementos, animais (uma pena!), verduras, pano de prato e o melhor fígado com jiló da cidade. Lá, funciona assim: no centro, as lojas, mais ou menos separadas por “tipo” – comida, hortifruti, animais, artesanatos, etc. – nas entradas, os bares, onde se come em pé, e os restaurantes, para comer sentado.

Fígado com jiló, o melhor - Mercado Central
Fígado com jiló, o melhor – Mercado Central

Vir a BH e não ir ao Mercado Central é como visitar Roma e ignorar o Papa.

Mercado Central - BH
Mercado Central – BH

Feira Hippie
Essa feira (enoorme), é realizada todos os domingos de manhã e oferece de tudo. De colar a casinha de boneca. Sem falar na parte gastronômica – comida de rua de verdade! Tem espetinho, feijão tropeiro, mandioca e pastel frito. Tudo acompanhado de cerveja.

A feira, que de hippie clássico não tem nada, é dividida por setores. Do Palácio das Artes para o Parque Municipal – Sapatos e bolsas, bijuterias, roupas, infantil e artigos de decoração. As barracas têm identificação para ajudar a fidelizar o cliente.

Sim, os preços são mais baixos que as lojas normais e é possível encontrar produtos de excelente qualidade. Mas quer uma dica de amiga? Chegue cedo e se prepare para ser amassagada e passar muito calor. Só vá de bom humor ou bêbada.

Admito que deixei de fora alguns passeios turísticos clássicos, como a Rua do Amendoim, o Parque das Mangabeiras e outras tantas praças lindas. Mas prometo ir completando aos poucos – só não vou incluir a Rua do Amendoim porque para mim não funcionou.

Que tal ir além dos guias tradicionais e montar um roteiro de viagem do seu jeito e para você? Com o Por Ceca e Meca é possível transformar qualquer lugar em lar. Chega aqui para ver!

Eu escrevi um post sobre os pontos turísticos de BH, no Blog do Méliuz. Confere lá.

Onde Comer – Foz do Iguaçu

Famiglia Maran Confeitaria e Panificadora (R. Almirante Barroso, 1968)
Essa padaria foi nossa salvadora! Como fica aberta (mesmo) 24 horas por dia, conseguimos jantar às 2h da manhã, quando chegamos a Foz do Iguaçu. Além de sanduíches, doces e salgados, o local tem um buffet de sopas (somente durante o inverno) e serve pratos prontos a qualquer hora do dia e da noite. Optamos por um PF padrão – arroz, feijão, farofa, batata frita e bife – o de frango estava mais gostoso que o de boi. Os pratos são muito fartos e vêm com bastante carne (no meu prato tinham quatro bifes de peito de frango). A comida é gostosinha, mas, para às 2h, é simplesmente deliciosa. Rs…

Aberta 24h
Preço médio dos pratos: R$ 25
Aceita Alelo

City Bier (Rua Quintino Bocaiuva, 1088)
É um boteco com mesas em local coberto. O que, para mim, é uma coisa boa. Porém, o serviço do lugar deixou muitíssimo a desejar. Chegamos depois do passeio às cataratas com muita fome. No balcão tinha um buffet livre de feijoada que parecia estar ali desde cedo, sob o sol, por isso, achamos melhor não arriscar um piriri gangorra. Pedimos um filé na chapa, acompanhado de arroz, mandioca, vinagrete e farofa (R$ 46); e minha mãe escolheu o PF de filé (R$ 25). A comida estava gostosinha, farta e adequada ao preço. Tudo ok se não fosse o humor da garçonete, que nos jogou os pratos e não teve nenhuma boa vontade em nos atender. Conclusão: ninguém é obrigado a ser mal atendido, principalmente nas férias, por isso, vá a outro restaurante. Existem milhares como o City Bier por Foz do Iguaçu.

2ª a sábado: 16h às 00h
Aceita Alelo

La Máfia (Rua Watslaf Nieradka, 195)
Simplesmente o melhor restaurante da viagem (e acredito que de Foz do Iguaçu). O lugar é lindinho, com uma decoração mega descolada. Como não tínhamos reserva, tivemos que esperar um pouquinho no sofá, na entrada. Mas tudo valendo a pena.

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Na frente do local, o próprio restaurante tem uma adega onde você pode ir e escolher o vinho para acompanhar o jantar ou simplesmente comprar e levar para casa. Por isso, a carta tem opções de todos os preços, de R$ 40 a R$ 200. Um luxo!

De entrada, pedimos bruschettas, que estavam deliciosas e vieram rápido. Como o restaurante estava cheio, decidimos não demorar muito para fazer os pedidos – grande insight, porque mesmo assim, demorou uns 50 minutos. Minha mãe e meu namorado foram de nhoque à bolonhesa (R$ 40) e eu de tagliatelle ao ragu (R$ 45). Essa foi a melhor massa que comi na vida! Caseira, fininha e no ponto certo de cozimento. Incrível, incrível e incrível. O nhoque também estava bem gostoso, leve, o que é difícil para o prato. Infelizmente não sobrou espaço para a sobremesa, mas as que vi passando estavam muito bonitas!

Tenho que ressaltar também o excelente atendimento que recebemos. Todos os garçons e garçonetes muito atenciosos, simpáticos e prontos a ajudar. Ponto extra.

Conclusão: se for a Foz do Iguaçu, vá ao restaurante La Máfia!

2ª a sábado: 19h às 23h30
(45) 3572-1015

A Piacere (Avenida Cordoba, 125 – Puerto Iguazu, Argentina)
Esse restaurante fica na rua dos restaurantes – todos os estabelecimentos mais bem avaliados no Trip Advisor estão ali. Dentre tantas opções, acabamos escolhendo o A Piacere porque o ambiente era muito gostoso – climinha de verão europeu na parte externa e restaurante chique no salão. Ficamos na parte de dentro, pois ficamos com medo de esfriar muito.

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A comida é deliciosa! De entrada fomos de empanadas, que foram servidas na versão frita – gosto mais da assada, mas o recheio estava mara! Como prato principal, meu namorado, que nunca tinha comido uma parrilla argentina de verdade, escolheu a carne, que veio acompanhada de arroz, farofa, salada e batata frita. Tenho que admitir que, eu que não sou muito fã de parrilla, me arrependi de não ter seguido-o na escolha do prato. A carne estava saborosíssima, temperada (o que é raro), macia e no ponto exato.

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Eu e minha mãe fomos de filé mignon ao molho de Malbec com purê de batata trufado (que não tinha nada de trufado, mas estava bem gostoso). A carne, para mim, estava um pouco bem passada demais, mas muito macia e gostosa, mas ainda sim, preferi o chorizo.

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De sobremesa, meiamos um petit gâteau que estava mais para um brownie do que para o famoso bolinho francês. Deixaram cozinhar demais e o recheio não estava cremoso como deveria. Mas gostoso ainda assim.

O único ponto negativo do restaurante é o tempo de espera pelos pratos. O serviço é muito lento! Esperamos quase meia hora pela sobremesa, depois de terem demorado quase uma hora até trazerem os pratos.

Todos os dias: 12h às 23h45
Média de R$ 50 reais por pessoa
Aceita cartão

Pontos Turísticos – Foz do Iguaçu

Parque Foz do Iguaçu (Rodovia das Cataratas | BR-469, Km 17 – Brasil)
Simplesmente fiquei encantada com a estrutura do Parque do lado brasileiro das Cataratas. Tudo muito bem organizado, infraestrutura suficiente para atender aos muitos turistas e tudo muito bem cuidado (mesmo!). E o valor cobrado por tudo isso é relativamente baixo: R$ 34,30.

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Fomos de carro e foi tudo tranquilo. O Parque possui estacionamento que você paga junto com a compra do ingresso e custa R$ 21 a diária. Na bilheteria, fila única e muitos caixas para atender. Infelizmente, na hora em que fomos comprar os ingressos, o sistema estava fora do ar e tivemos que pagar tudo em dinheiro – parece que isso é comum na região, portanto, saque dinheiro antes de ir.

Todo o transporte interno é feito em ônibus de dois andares, que saem de 10 em 10 minutos, e param em cinco pontos: Centro de Visitantes, que é a entrada e saída do Parque; Trilha do Poço Preto, que é o início de uma caminho de 9 Km, que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta, e termina às margens do Rio Iguaçu; Macuco Safari, onde é feito o passeio de barco pelas cataratas (pago à parte); Trilha das Cataratas, que é o início da caminhada rumo à passarela perto das quedas d’água; e Espaço Porto Canoas, onde termina a trilha das cataratas e fica o restaurante do Parque.

Pegamos o ônibus e descemos, logo de cara, no Macuco Safari para fazermos o passeio de barco. Já tínhamos comprado os ingressos pela internet (R$ 198 cada) para evitar filas e conseguir pagar no cartão de crédito (e ainda dividir em 2x). Lá dentro, é tudo muito rápido, organizado e cuidadoso.

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Como sabíamos que íamos nos molhar (e muito), levamos na mochila uma roupa adequada para o banho. Aproveitei o banheiro da recepção do Macuco para trocar o look. De lá, pegamos uma espécie de “jardineira” para irmos até a beira do rio para pegar o barco. No caminho, um guia fala um pouco sobre a flora da região, em português, espanhol e inglês (se necessário). O percurso de 2 Km até o barco demora cerca de 20 a 30 minutos. No caminho, cruzamos com outros turistas que estavam voltando do passeio e admito que fiquei um pouco frustrada: não tinha ninguém de cabelo molhado. Doce ilusão.

Em um momento, a jardineira para e você pode escolher entre caminhar até o local de embarque a pé (cerca de 600 metros) ou seguir de jipe. Como o trajeto tem muitas escadas e o joelho da minha mãe não estava muito bento, fomos de carro – taca-lhe pau nesse carrinho!

No lugar de embarque, você pode guardar seus pertences em escaninhos que ficam no andar de baixo. Compre a ficha na loja de souvenir – R$ 10 – e coloque suas mochilas (cabem duas) no armário. Não deixe os óculos de sol na bolsa! Correr o risco de perdê-lo (bem baixo) vale conseguir olhar para cima quando estiver perto das cataratas. Outra coisa: leve ou compre capa de chuva. É verdade que ela não te impede de molhar, mas não deixa que suas roupas fiquem encharcadas ao ponto de ser impossível colocá-las na mochila. Aliás, capa de chuva será útil em outros momentos do passeio.

Devidamente encapotados, vestimos o colete salva-vidas e entramos em um funicular, que desce da plataforma até o deck onde se pega o barco. Existem duas opções de passeio: molhado ou seco. Optamos pelo banho, mas com consciência, por isso, nos sentamos no meio do barco, à frente da cabine de direção. Molha muito, mas não tanto quanto na proa.

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O passeio de barco mesmo é rápido, dura cerca de 30 minutos, mas é muito divertido. Você consegue ver de perto uma parte das cataratas e praticamente entra de baixo de uma queda d’água. Minha mãe, que é super medrosa (e eu também), adorou e queria mais.

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É difícil fotografar, mas segue aí o que eu consegui filmar.

Na volta, me lembrei que tinha levado tudo – toalha, calça, blusa, sutiã -, menos calcinha. E não é que a lojinha vende? Com certeza não fui a primeira. Rs.. Lá vende meia também, além salgados, bebidas e bichinhos de pelúcia. Uma dica de ouro na hora de se trocar é usar o banheiro do andar de cima – o da lojinha -, pois ele é mais espaçoso, possui trocador para servir de apoio e é mais limpo (os banheiros do Macuco são bem sujos, molhados e apertados).

Secos e lanchados, pegamos o jipe e a jardineira novamente para voltarmos para a “avenida principal”. Como as mochilas estavam pesadas, pagamos mais R$ 10 para deixá-las nos escaninhos da recepção do Macuco, o que foi uma escolha suuuper acertada! Caminhar com peso nos ombros tira metade do prazer do passeio.

Pegamos o ônibus interno novamente e descemos na estação seguinte – Trilha das Cataratas. Aí começa o caminho que te leva até à passarela. São 1,5 Km de muita beleza (você consegue ver as quedas d’água de diferentes ângulos), ar puro e quatis. Sério, esse bicho deve se reproduzir igual a coelho, pois estão por todos os cantos. Apesar de bonitinhos, eles não são muito amigos da garotada (hahaha..), pois podem atacar por comida. Portanto, nada de alimentá-los, tocá-los ou chamá-los para perto. O ideal é que cada um fique na sua.

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O fim da trilha, como falei, é a passarela que fica em cima do rio e perto das cataratas. O visual é simplesmente maravilhoso: muitas cachoeiras, arco-íris eterno e lindas falésias. Se você não quiser se molhar, use a capa de chuva #ficaadica. Depois, é só pegar o elevador panorâmico e voltar às ruas. O elevador para próximo à área de alimentação onde fica o restaurante Porto Canoas.

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Na descrição, falavam que era de frente para a Garganta del Diablo, maior queda das cataratas, mas a verdade é que o espaço fica de frente para a parte do rio que vai culminar na garganta. Como a comida – esquema buffet livre – não estava muito apetitosa e a vista não era o que esperávamos, decidimos ir embora. O ponto do ônibus interno é logo em frente.

A visita ao Parque Nacional de Foz do Iguaçu demorou cerca de 5 horas. Uma boa dica é fazer o passeio do Macuco logo na chegada, pois no fim da tarde a procura é muito maior. Aliás, tente ir cedo para ter menos dificuldade em tirar fotos nos mirantes e enfrentar menos filas.

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Turistas lutando por um lugar no mirante

Parque Foz de Iguazu (Ruta 12, km 5 – Puerto Iguazú – Argentina)
Sabe aqueles momentos que dá orgulho de ser brasileiro? Então, senti isso ao visitar o lado argentino das cataratas. Era domingo, véspera de feriado no país – 14 de agosto – e o parque estava realmente lotado. Além disso, a infraestrutura e a logística do parque não ajudaram muito na experiência. Primeiro: eles não aceitam cartão de crédito e, na bilheteria, também não aceitam Real. Sei que a maioria dos lugares aconselha a comprar pesos argentinos, mas quando nos lembramos disso, as casas de câmbio já estavam fechadas. Ou seja, chegamos à entrada do parque, depois de enfrentarmos uma fila gigante na fronteira, sem saber se íamos conseguir entrar ou não. Mas, nesse dia, a sorte estava do nosso lado.

Uma das cabines da bilheteria se abriu e eu perguntei à atendente se poderíamos pagar os ARG 250 da entrada e o estacionamento (ARG 90) em real ou com cartão de crédito. Ela disse que não poderia, mas iria liberar para mim desde que eu não falasse com ninguém. Não sei bem como ela resolveu a parada, mas fato é que entramos com ingressos verdadeiros e pagos em real.

Na entrada mesmo para o parque, vi que existe um caixa eletrônico. Muitos bancos brasileiros permitem que você saque na moeda local, desde que pague uma taxa por isso. Ou seja, se seu banco liberar, essa pode ser uma boa opção para que você não tenha que contar com a sorte. Nas lanchonetes, o real é aceito, mas a cotação é péssima – R$ 1 = ARG 3,80.

Passamos pela catraca e ali teve início o nosso sofrimento. O transporte interno é feito de trem (super lento), que sai de 30 em 30 minutos. Ou seja, de cara já tivemos que esperar meia hora até o trem partir. Os bancos são mega desconfortáveis e você vai bem apertadinho, já que são quatro pessoas por banco e não há muito espaço entre as suas pernas e as pernas do vizinho que vai de frente para você.

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A nossa intenção era ir direto para a estação da Gargante del Diablo, já que não queríamos fazer as trilhas inferior e superior. Quando o trem partiu, ficamos aliviados, pois, na nossa cabeça, só teríamos que passar por toda aquela espera uma vez, já que desceríamos na última estação. Doce engano!!! Quando chegamos à Estación Cataratas, fomos convidados a descer. TODOS! O trem não segue direto. É preciso enfrentar outra fila (enorme) para pegar outro veículo até as cataratas. Foram simplesmente 50 minutos em pé, na fila, esperando. Um sofrimento!

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Nessa estação tem um Subway (com filas gigantes) e uma lanchonete, com menos fila, que vende empanadas bem gostosa. O jeito foi comer uma acompanhada de uma cerveja gelada. Essa experiência com a fila realmente acabou prejudicando muito o passeio. Quando finalmente conseguimos entrar no trem (o 4º), já estávamos cansados e frustrados.

A trilha até a Gargante del Diablo é toda feita em passarela sobre as águas do rio. Realmente é muito bonito, mas como tinham muita gente, todo o percurso foi feito em fila indiana. 😦

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A caminhada é leve e termina em um mirante bem pertinho da queda d’água (a capa de chuva, mais uma vez, é muito útil). Essa parte das cataratas é realmente impressionante. Muita água, um barulho muito forte e um entorno digno de Game of Thrones.

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Garganta del Diablo

Mas, como era de se esperar, conseguir uma beirinha no mirante para tirar foto é uma verdadeira aventura. Na volta, mais fila indiana na passarela e 30 minutos a espera do trem.

Descemos novamente na Estación Cataratas, mas decidimos não esperar o outro trem para a Estación Central e fomos até a recepção a pé. Ninguém aguentava mais enfrentar filas. Ao todo, gastamos quase 4 horas no parque, sendo que quase duas foram em filas. Uma experiência que não recomendo a ninguém. Eu realmente espero que isso tenha sido culpa do feriado, pois a vista da Gargante del Diablo é muito linda e merece uma estrutura à altura.

Usina Hidrelétrica de Itaipu
É linda, é grande e é impressionante. Na minha primeira visita a Foz, fiz a visita padrão, de dia, onde você conhece um pouco da estrutura interna da usina. Dessa vez, como tínhamos pouco tempo, optamos por conhecer Itaipu à noite, em um espetáculo de luz e som. A visita Iluminação da Barragem é imperdível (e barata! R$ 17 por pessoa).

O ideal é comprar os ingressos antes, pela internet, para não correr o risco de não encontrar lugar. Chegando em Itaipu, estacione o carro (estacionamento pago na bilheteria – R$ 10) e vá direto à bilheteria para trocar seu ingresso virtual. De lá, fomos em um ônibus de dois andares até a arquibancada, bem em frente à barragem principal da usina. No percurso da entrada até aí não tem muito o que ser visto, então aproveite o quentinho da parte de baixo do veículo.

Já de frente para a barragem, assistimos a um vídeo sobre a usina – bem legal – e nos preparamos para o grande momento da noite. Todas as luzes foram apagadas e, a partir de um projeto de iluminação desenvolvido por Peter Gasper (o mesmo que desenhou a iluminação do Cristo e da Praça dos Três Poderes), foram se acendendo de maneira teatral, acompanhadas por uma trilha sonora exclusiva. O espetáculo é rápido, dura cerca de 10 minutos, mas é lindo! Veja aqui.

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Com todas as luzes acesas, voltamos ao ônibus para passar bem perto da barragem enquanto o guia contava curiosidades sobre a usina. Nessa parte, vale enfrentar o frio do andar de cima do ônibus para ver de perto a magnitude dessa construção. O passeio todo é bem legal!

Sexta-feira e sábado, às 20h (21h no horário de verão)
Duração: 1h30

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Como Chegar – Foz do Iguaçu

O aeroporto é beeeem simples, não tem finger e nem muita opção de comida. Por isso, vá alimentado e aceite a possibilidade de embarcar embaixo de sombrinhas. Mas, em compensação, você pode comprar rosas na máquina de snack, alugar carro 24 horas por dia e se deliciar com alguns minutos na cadeira massageadora (gente, juro que vale o mico!).

Optamos por alugar um carro, já que os parques e Itaipu ficam um pouco distantes do centro – é possível fazer todos os passeios de ônibus, mas como era meu aniversário, eu merecia um certo conforto. Rs… Alugamos na Movida, que estava com melhor preço e, além da Localiza, era a única que ficava aberta até tarde (chegamos à 1h da manhã). Aliás, diferentemente de outras cidades, não foi tão ruim chegar de madrugada, pois encontramos uma boa padaria 24 horas perto do hotel – Veja onde comer em Foz do Iguaçu.

O carro era novinho e recebemos um upgrade gratuito. Uma dica: como muita gente vai à Foz para comprar muamba no Paraguai, não deixe de conferir se o macaco e chaves de roda estão mesmo no porta-malas. As pessoas costumam tirar o pneu para emburacar a mercadoria e, muitas vezes, esquecem de devolver tudo.

Chegar de carro às Cataratas é tranquilo. A cidade é bem sinalizada e não há muito como errar. A avenida que leva aos parques é uma rodovia, por isso, não se esqueça de ligar os faróis para evitar uma multa boba.

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Para ir aos restaurantes, usamos o GPS, pois não conhecíamos o nome das ruas e tal. Mas as opções não fogem muito do centrinho perto da Wood’s e do Mc Donald’s. Tudo o que você precisa está por ali.

Uma coisa importante a se lembrar se você for alugar carro é pedir os documentos necessários para retirar a Carta Verde – uma espécie de “seguro” para quem vai de carro para a Argentina.

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Onde Comer – Gramado e Canela

GRAMADO:

Josephina (Rua Pedro Benetti, 22 – Centro, Gramado)
Bistrô/padaria super charmoso, localizado na rua lateral da igreja (um pouco depois d’O Pasteleiro e da Hering). Boas opções de risoto e carne.

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Comemos um risoto de alho poró, tomate cereja e brie (gostoso, mas um pouco sem gosto) e o peixe com purê de baroa (excelente opção para amenizar o peso na consciência dos milhões de chocolates ingeridos ao longo do dia). Sobremesas deliciosas, boa carta de vinho e garçons super agradáveis. Os preços são bons (pratos por 30,00 / 40,00). Não deixe de experimentar!

Funcionamento: terça a domingo: 11h30 às 23h

Ristorante Tomasini (Av. das Hortênsias, 1189 Bairro Centro – Gramado)
Esse restaurante foi uma boa surpresa! No nosso último jantar, não queríamos repetir o Josephine Café pela terceira vez, então decidimos caminhar e avaliar os restaurantes. Acabamos entrando no Tomasini (ainda bem!). Os pratos são super bem servidos (um dá para dois tranquilamente) e deliciosos. Risoto de camarão muito bom – vem em uma panelinha de pedra – e carne com arroz e batatas muuuuito macia e saborosa. O único problema é sair defumada por causa do fondue dos outros clientes.

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Mestre Cuca Bistrô (Av. das Hortênsias, 877)
Deixamos para ir no último dia e que arrependimento. Pedimos salada com salmão e outra com frango. As duas estavam muito ruins! O peixe não era fresco e o frango veio cru. Se erraram em pratos tão simples, não quero nem imaginar como são os pratos mais elaborados!

Funcionamento: todos os dias das 7h às 23h

CANELA:

Empório Canela (Rua Felisberto Soares, 258 – Centro de Canela)
Este café e bistrô tem o mesmo estilo do Josephina, localizado no centrinho de Canela, bem pertinho da Catedral de Pedra. É uma casa meio avermelhada ao lado da Caracol Chocolates. No centro do Empório há uma pequena livraria e existe ainda uma varanda super delícia para quem quer beber e comer enquanto vê o movimento da cidade. O cardápio é bem variado e cabe em todos os bolsos – entradas e petiscos que custam entre R$ 10,90 e R$ 28,90 e os pratos individuais, com massas, risotos, peixes ou carnes, variam de R$ 42,90 a R$ 254,90. O restaurante possui ainda uma carta de cervejas artesanais bem completa.

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