Rua Direita (Rua Conde de Bobadela)
É aqui que se concentra o burburinho e a diversão. Com muitos bares, restaurantes e lojinhas, a Rua Direita, que na verdade se chama Rua Conde de Bobadela, fica lotada à noite. As pessoas se dividem entre as mesas, escadas, calçada e rua, bebendo e conversando até a hora da festa – seja no CAEM, Repúblicas ou Centro de Convenções.
Rua Direita – Ouro Preto
Satélite (Rua Conde de Bodadela, 97 – Centro)
Em frente ao antigo Barroco – bar super tradicional que vendia uma coxinha delícia, daquelas que vêm com o ossinho da aposta, sabe? -, na Rua Direita, o Satélite está sempre cheio, a qualquer hora do dia. Seja porque fica aberto direto, porque tem cerveja sempre gelada (long neck e garrafa), ou porque o cardápio agrada a todos – é pizzaria, bar e lanchonete. Eu sempre acabo bebendo no Satélite, não tem jeito! E para acompanhar, a tradicional porção de filé com fritas (R$ 36,50 – meia porção).
Se mais do que saber sobre os lugares, você quer uma mãozinha para planejar a viagem, vem aqui e descubra as experiências incríveis que podemos construir juntos.
Festa do Doze
Essa é a data mais famosa para quem vive/morou/conhece/já ouviu falar em Ouro Preto. No dia do aniversário da Escola de Minas – 12 de outubro – as repúblicas do centro comemoram em alto nível. Muita cerveja, show e comida, normalmente “bancadas” pelos ex-alunos que voltam à cidade com suas famílias. A cidade fica lotada, com muita gente na rua, celebrando a embriaguez e a alegria de Ouro Preto.
Quando fui à festa, estava hospedada em uma das repúblicas – Pasárgada, meu amor – e, por isso, não tive problemas para entrar nas festas das outras casas. Não sei como funciona se você estiver à paisana, mas de qualquer forma, perguntar sobre o esquema da festa antes de adentrar o recinto é sempre uma boa ideia.
21 de Abril
Se o Doze é comemorado pelas repúblicas do centro, o dia 21 de abril é só alegria para as moradias construídas depois, perto do campus da UFOP. No mesmo esquema, as repúblicas abrem suas portas para comemorar com os ex-alunos e convidados a felicidade de se estudar e viver em Ouro Preto.
Festival de Inverno
Ouro Preto é frio. Frio combina não combina com gente na rua, certo? Errado. O Festival de Inverno de Ouro Preto está aí, desde 2012, mostrando que não há tempo ruim para a cultura. Com muitos shows, debates e palestras, a UFOP promove o evento nos vários espaços da cidade, em julho. É sempre muito legal (e frio)! Programe-se para visitar a cidade nesse período e desfrute do que Ouro Preto pode te oferecer.
Festival de Inverno – Ouro Preto
CineOP
Em junho, a cidade se transforma em um grande cinema a céu aberto. Uma super tela de cinema é montada na Praça Tiradentes e as pessoas se dividem entre palestras, exibições de filmes, cortejos, exposições e shows. A programação é sempre diversificada e ocupa, praticamente, todos os espaços da cidade. Aproveite!
Carnaval
Sou mineira de coração, mas admito que minha carne de carnaval sempre foi de Diamantina. Por isso, não tive a oportunidade de conhecer o carnaval de Ouro Preto – um dos mais famosos e antigos de Minas.
Pelo que sei, o esquema é ficar em pousadas, aproveitar os eventos da casa e acompanhar o máximo de bloquinhos possíveis – você pode comprar pacotes que incluem todo esse kit folia. Além disso, em alguns pontos da cidade, são realizados shows em palco fixo. Prepare os joelhos para as ladeiras, o fígado para a ressaca e os braços para jogá-los para cima, com os olhinhos fechados, ao som de muita música. Fique atento, é terminantemente proibido fazer xixi nas ruas – muitos amigos meus foram parar na delegacia por isso.
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Palaphita Gávea (Av. Bartolomeu Mitre, 1.314 – Gávea)
Essa foi a “balada” que mais fui no Rio. Talvez, se fosse em BH, onde moro, nunca teria ido. Digo isso porque as filas são grandes – para entrar, para comprar bebida, para ir ao banheiro -, e a galera é meio pagaçãozinha. Mas, como quando a gente viaja vale tudo, posso gritar ao mundo que gosto do Palaphitas. Tem todos os problemas citados anteriormente? Sim. Porém, também tem música boa e gente jovem reunida. Sem contar que o lugar é lindo, dentro do Jóquei. É caro, não vou mentir. Mas como em viagem vale tudo, dá para esbanjar.
Festa: Fica Comigo
Sou uma baranga assumida, escuto rádio brega, sei cantar todos os pagodes românticos e me acabo em festas como a Fica Comigo. Já fui em duas edições e amei as duas. Lá, só toca música que bombou nas rádios bregas nos anos 90 (estou inventando a década, mas sei cantar todas e me lembro de escutá-las no toca fitas lá de casa). Ou seja, a galera se joga, cantando os pagodes melosos de olhinho fechado. A festa é um pouco cara, por isso, o esquema é o seguinte: começo de festa, todo mundo arrumadinho, pagando de gat@; à medida que o álcool vai subindo e a noite vem chegando (as duas que fui começaram à tarde e eram open bar), os cabelos começam a despencar e a pose diminui; do meio do show para frente é só alegria, todo mundo descabelado, suado e dançando. Se der a sorte de estar no Rio no mesmo dia da festa, vá!
Quadras de Escola de Samba
Ir a um ensaio de escola de samba na quadra da escola é algo para se fazer antes de morrer. É ali que toda a mágica acontece e que você consegue entender porque tem gente que dedica o ano todo a apenas um dia de desfile. Na quadra tem cerveja no copo de plástico, tem samba bom, tem a empolgação da comunidade, tem rainha de bateria, tem tudo o que você precisa para ser feliz e se esbaldar com o que o Rio tem de melhor. Fique de olho, pois a partir de setembro começam os ensaios.
Lapa 40 Graus (Rua Riachuelo, 97 – Centro)
Idealizada pelo dançarino Carlinhos de Jesus, o Lapa 40º é uma mistura de sinuca, boteco e casa de show para gringo ver. Mas não me venha com preconceitos de que é coisa de turista porque não é bem assim não. É carinho para entrar (R$ 40 média) e quem ganha em dólar acaba ganhando vantagem? Sim. Mas tem samba bom, espetáculo de dança e galera divertida, bebendo e tentando sambar? Também. E lembre-se, você não é gringo, mas também não nasceu no berço do samba. Por isso, quebre parâmetros e se caia no samba. Quem sabe o Carlinhos não te tira para dançar no palco, junto com ele?
Precisa de ajudar para planejar sua viagem? Chega aqui e descubra as experiências incríveis que podemos construir juntos. Se permita viver uma experiência inesquecível onde quer que você vá.
Jobi (Avenida Ataulfo de Paiva, 1166, Loja B – Leblon)
Típico boteco/restaurante carioca, com excelente comida, chopp gelado e preços altos. Sempre cheio de gente bonita, o lugar é bom para paquerar ou para tomar só um chopinho acompanhado de deliciosos bolinhos de bacalhau.
Funcionamento: Segunda a quinta: das 10h às 4h Sextas e sábados: das 10h às 6h Domingos: das 10h às 4h
Boteco da Garrafa (Av. Mem de Sá, 77 – Lapa)
A Lapa por si só já é um excelente lugar para se beber. A cada esquina tem um bar, mesas na calçada e gente, muita gente. Resolvi dar destaque a esse boteco porque foi o primeiro que fui na Lapa e, por isso, tenho um certo apego sentimental a ele. Parece que esse bar é do Belmonte – monopólio maior que o da Globo -, mas não tenho certeza. Fato é que ele serve cerveja gelada e tem petiscos deliciosos. O preço é um pouco mais alto do que alguns bares próximos, mas como disse, não me julguem, é apego.
Baixo Gávea (Praça Santos Dumont – Gávea)
Esse é meu lugar favorito para beber com a galera, comer um galeto ou fazer um esquenta pré-balada. Bem mais descontraído e informal que os bares de Ipanema, ir para o Baixo Gávea significa beber em pé, com muita gente jovem e decolada ao lado. Se quiser sentar para beber e comer, indico o Braseiro ou o BG. Mas se estiverem cheios, não se acanhe e beba na praça mesmo.
Precisa de ajudar para planejar sua viagem? Chega aqui e descubra as experiências incríveis que podemos construir juntos. Com conversa, intimidade, experiência e vontade, dá para fazer uma viagem personalizada que te permita se encontrar (e se surpreender) onde quer que você esteja.